Doula Mariana Dutra

Doula Mariana Dutra

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Transformando a forma de nascer, encorajando e acolhendo mulheres!

Photos from Doula Mariana Dutra's post 17/08/2026

O trabalho de parto pode trazer sensações que você nunca sentiu antes.

Tremores. Náuseas. Pressão no reto. Mudanças no comportamento. Uma vontade enorme de dizer: “eu não vou conseguir”.

E quando você não sabe que essas coisas podem acontecer, é muito fácil pensar que existe algo errado ou que você não está conseguindo lidar com o parto.

Mas conhecer essas possibilidades antes do nascimento muda muita coisa.

Você deixa de interpretar cada sensação como um sinal de que algo está errado e começa a entender o que o seu corpo pode estar fazendo.

Isso não signif**a ignorar sinais de alerta ou assumir que tudo é normal. Signif**a saber diferenciar as situações e entender quando é necessário buscar avaliação.

É por isso que preparação para o parto vai muito além de aprender respiração ou escolher posições.

É entender a fisiologia, conhecer as possibilidades e se preparar para reconhecer o que está acontecendo.

Você não precisa chegar ao parto sabendo exatamente como tudo vai acontecer.

Mas pode chegar mais informada, segura e preparada para participar das decisões.

Se você está grávida e quer fazer uma preparação para o parto comigo, me chama no direct com a palavra PREPARAÇÃO ou fala comigo pelo link da bio.

Eu te explico como funciona a preparação online e presencial.

17/08/2026

Se eu estivesse grávida hoje, estas seriam as 7 coisas que eu estudaria antes do parto.

E não, eu não passaria a gestação apenas pesquisando o que levar para a maternidade e o comprar pro bebê.

Eu também me prepararia para entender o que pode acontecer quando o trabalho de parto começar.

Porque desejar um parto normal, uma cesárea ou simplesmente desejar que “dê tudo certo” não é a mesma coisa que estar preparada para o nascimento.

Eu estudaria:

1️⃣ Fisiologia do parto
Para entender como o corpo se prepara e como o trabalho de parto acontece.

2️⃣ As fases do trabalho de parto
Para conseguir reconhecer o que está acontecendo e não transformar cada contração em uma corrida para a maternidade.

3️⃣ Dor e métodos de alívio
Porque conhecer as possibilidades de cuidado pode trazer muito mais segurança do que simplesmente ouvir “na hora você aguenta”.

4️⃣ Intervenções obstétricas
Eu gostaria de saber quais existem, por que podem ser indicadas, quais são seus benefícios, riscos e alternativas.

5️⃣ Direitos e consentimento
Porque ser informada sobre um procedimento e poder participar da decisão faz parte de uma assistência respeitosa.

6️⃣ Plano de parto
Não como uma lista de exigências para garantir que tudo aconteça exatamente como eu quero, mas como uma ferramenta para comunicar preferências e deixar claro o que é importante para mim.

7️⃣ Pós-parto e amamentação
Porque o nascimento não termina quando o bebê nasce. É justamente ali que começa uma nova fase para a qual também precisamos estar preparadas.

E tem uma coisa que eu considero fundamental:

preparação para o parto não é tentar controlar o nascimento.

É entender as possibilidades para conseguir tomar decisões mesmo quando o parto não acontece exatamente como você imaginou.

Você não precisa estudar obstetrícia.

Mas merece chegar ao nascimento informada, consciente e sabendo que pode fazer perguntas.

Porque informação não garante um parto perfeito.

Mas pode mudar completamente a forma como você vive o parto que tiver.

Se você está grávida e quer fazer uma preparação para o parto baseada em informação

Photos from Doula Mariana Dutra's post 17/08/2026

Começou a ter contrações. E agora? Já é hora de ir para a maternidade?

Essa é uma das dúvidas que mais aparecem no final da gestação.

E a resposta mais honesta é: depende.

Não existe uma regra única que determine o momento certo para todas as mulheres.

O trabalho de parto pode começar de formas diferentes. As contrações podem começar mais espaçadas, irregulares e progressivamente se tornar mais frequentes, longas e intensas.

E aquela famosa regra de “5 em 5 minutos, durante 1 minuto, por 1 hora”? Pode ser uma referência utilizada em algumas orientações, mas não deve ser tratada como uma regra universal.

O mesmo vale para a bolsa.

Romper a bolsa não signif**a automaticamente que você precisa sair correndo para a maternidade.

Em uma gestação a termo, sem sinais de alerta e dependendo da situação, pode existir tempo para avaliação, orientação e até para aguardar o início espontâneo do trabalho de parto em casa.

Por outro lado, existem situações em que a avaliação precisa acontecer imediatamente.

E é justamente por isso que conhecer os sinais e ter um plano previamente combinado com a sua equipe faz tanta diferença.

Quando existe um profissional acompanhando a sua gestação, vocês podem conversar antes do parto sobre:

🤎 quais sinais observar
🤎 quando entrar em contato com a equipe
🤎 quando é indicado ir para a maternidade
🤎 o que fazer se a bolsa romper
🤎 o que observar nos movimentos do bebê
🤎 quais situações exigem avaliação imediata
🤎 e qual é o plano caso o trabalho de parto evolua de uma forma diferente do esperado.

Não é sobre decorar uma regra.

É sobre chegar ao final da gestação sabendo interpretar o que está acontecendo e tendo um plano para tomar decisões com mais segurança.

Porque quando as contrações começarem, você não precisa estar sozinha tentando descobrir no Google se “já está na hora”.

Você precisa saber quem procurar, o que observar e quais são as orientações para o seu caso.

Isso também é preparação para o parto.

Salva este post para consultar quando chegar perto do nascimento e envia para uma gestante que está naquela fase de pensar: “E quando começar, o que eu faço?”

17/08/2026

Essa é uma das primeiras perguntas que aparecem quando falamos sobre o expulsivo.

E talvez você tenha aprendido que, quando chegasse essa hora, alguém precisaria mandar:

“Puxa o ar, segura e faz força!”

Mas o nascimento não precisa necessariamente acontecer dessa forma.

Durante a descida do bebê, muitas mulheres sentem o puxo espontâneo: uma vontade involuntária e intensa de empurrar, que acompanha o próprio processo de nascimento.

E nesse momento, a mulher pode respirar, vocalizar, mudar de posição e acompanhar os sinais do próprio corpo.

Isso é diferente do puxo dirigido, quando alguém orienta a mulher a fazer força de determinada maneira.

O puxo dirigido pode ter seu lugar em situações específ**as. Mas ele não deve ser um procedimento de rotina automático para todas as mulheres.

O expulsivo não é uma prova em que existe uma única maneira “certa” de fazer o bebê nascer.

Cada parto tem uma história, cada mulher responde de uma forma e a situação clínica precisa sempre ser considerada.

Por isso, preparação para o parto também é aprender sobre fisiologia, conhecer as possibilidades e entender que você pode participar ativamente desse processo.

Porque quando você sabe o que pode acontecer, você chega ao parto muito mais preparada para reconhecer o que está vivendo.

Você já tinha ouvido falar em puxo espontâneo?

Photos from Doula Mariana Dutra's post 17/08/2026

Você já parou para pensar em quanto você realmente sabe sobre o parto?

Não estou falando de saber se quer parto normal ou cesárea.

Estou falando de entender o que acontece com o seu corpo quando o trabalho de parto começa.

Como reconhecer que ele realmente começou.
O que acontece em cada fase.
Quando é necessário procurar a maternidade.
Quais são as possibilidades de cuidado.
Como lidar com a dor.
Quais intervenções podem ser propostas.
O que é necessário e o que pode ser discutido.
E quais decisões você pode participar.

Porque preparação para o parto não é tentar controlar tudo o que vai acontecer.

É chegar ao nascimento entendendo o processo e sabendo participar dele.

Você não precisa decorar protocolos, estudar obstetrícia ou se tornar especialista.

Mas merece receber informação de qualidade suficiente para não entrar no parto completamente no escuro.

Informação não garante um parto como você imaginou.
Mas pode transformar a forma como você vive o parto que acontecer.

É isso que eu acredito quando falo em preparação para o parto.

E é isso que trabalho com minhas gestantes, online e presencialmente.

Se você quer entender como funciona a minha preparação, me chama no direct com a palavra PREPARAÇÃO.

15/08/2026

O nosso corpo não esqueceu como parir.

O que muitas vezes foi construído ao longo do tempo foi o medo.

Histórias de partos traumáticos. Relatos de dor sem acolhimento. Frases como “você não vai conseguir”, “parto normal é sofrimento”, “eu quase morri”, “você vai pedir cesárea na hora”.

E, pouco a pouco, começamos a acreditar que nascer é sinônimo de perigo e que parir é algo que precisamos temer.

Mas parto não precisa ser vivido no medo.

Isso não signif**a que todo parto será tranquilo, rápido ou sem dor. Signif**a entender que dor e medo não são a mesma coisa, e que informação, segurança, apoio e respeito podem transformar completamente a experiência de uma mulher.

Outros mamíferos não precisam assistir a vídeos de parto, ouvir histórias assustadoras ou imaginar todas as coisas que podem dar errado antes de parir.

Eles simplesmente seguem seus instintos.

Nós também temos instinto. Temos fisiologia. Temos hormônios, mecanismos e recursos que favorecem o nascimento.

Talvez a gente não precise aprender a parir. Talvez precise, primeiro, desaprender o medo de parir.

E você: o que te ensinaram sobre o parto antes mesmo de você viver o seu?

15/08/2026

Gerar uma vida é viver uma transformação que acontece por dentro e por fora. Que toda gestante seja cuidada, respeitada, ouvida e lembrada de que ela também merece colo durante essa jornada.

Feliz dia da gestante ❤️

14/08/2026

ACESSO VENOSO DE ROTINA: TODA GESTANTE PRECISA?

Essa é uma pergunta que vale a pena fazer antes de transformar uma prática de rotina em uma regra para todas.

O acesso venoso pode ser muito importante no trabalho de parto.

Ele pode ser indicado diante de determinadas condições clínicas, quando existe maior risco de sangramento, quando são necessários medicamentos pela via intravenosa ou quando a gestante decide utilizar uma analgesia neuraxial, como a epidural.

Mas isso é diferente de dizer que toda gestante, simplesmente por entrar em trabalho de parto e ser internada, precisa obrigatoriamente receber um acesso venoso naquele momento.

Para mulheres de baixo risco, em trabalho de parto espontâneo e sem indicação clínica para acesso intravenoso, não existe evidência robusta que sustente transformar a colocação de acesso e a administração de fluidos intravenosos em uma intervenção obrigatória e indiscriminada para todas.

A própria Organização Mundial da Saúde chama atenção para o uso desnecessário e rotineiro de intervenções intravenosas no trabalho de parto e reforça uma assistência baseada em evidências, individualizada e centrada na mulher.

A Cochrane também concluiu que as evidências disponíveis não são suficientes para recomendar a administração rotineira de fluidos intravenosos durante o trabalho de parto.

E aqui existe uma diferença que considero fundamental:

protocolo institucional não signif**a que a necessidade clínica seja igual para todas as mulheres.

Um protocolo pode estabelecer como a maternidade organiza sua assistência.

Mas a equipe ainda precisa avaliar aquela gestante, naquele momento.

E a gestante também tem direito à informação.

Se alguém disser:

“Vamos colocar um acesso porque é protocolo.”

Ela pode perguntar:

“Existe alguma indicação clínica para mim neste momento?”

“Para que esse acesso será utilizado?”

“Se eu não quiser agora, podemos colocá-lo caso surja uma indicação?”

Essas perguntas não signif**am que a gestante está recusando cuidados.

Signif**am que ela está tentando compreender o cuidado que está sendo proposto.

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Photos from Doula Mariana Dutra's post 14/08/2026

O tampão mucoso pode te contar que o colo do útero está mudando, mas não que o bebê vai nascer imediatamente.

Olha a diferença entre esses dois registros:

📅 30/07: eliminação de um tampão bem transparente, sem sangue.

📅 11/08: eliminação de tampão com presença de sangue justamente no dia em que essa gestante entrou em trabalho de parto.

O tampão mucoso é uma secreção espessa que f**a no colo do útero durante a gestação. Conforme o colo começa a passar pelas mudanças necessárias para o nascimento, amolecendo, afinando e se modif**ando, esse muco pode ser eliminado.

E isso pode acontecer dias ou até algum tempo antes do trabalho de parto. Por isso, perder o tampão não signif**a, necessariamente, que o parto começou ou que o bebê nascerá nas próximas horas.

Ele pode sair transparente, esbranquiçado ou amarelado. E, conforme o colo vai sofrendo mudanças mais próximas do trabalho de parto, pode aparecer uma pequena quantidade de sangue junto ao muco, o famoso “tampão com sangue”

Então, se você perdeu o tampão, não precisa pensar automaticamente:
“Meu Deus, o parto começou!”

Mas pode ser, sim, um dos sinais de que seu corpo está se preparando para o nascimento.

E um detalhe importante: sangue em quantidade maior, sangue vermelho vivo ou qualquer sangramento que preocupe você durante a gestação merece avaliação da equipe que acompanha o pré-natal. Tampão com sangue é uma pequena quantidade de sangue misturada ao muco, não é um sangramento vaginal intenso.

Seu corpo pode começar a dar sinais muito antes de o trabalho de parto realmente se estabelecer. E saber reconhecer esses sinais também é parte de se preparar para o parto.

13/08/2026

Talvez minhas clientes nem façam ideia disso, mas estar com elas também me transforma.

Cada gestação que acompanho, cada nascimento, cada conversa, cada medo compartilhado, cada conquista… deixa alguma coisa em mim.

Eu entro na história delas para cuidar, acolher, orientar e estar presente. Mas, de alguma forma, elas também deixam marcas bonitas na minha história.

E talvez seja isso que torne esse trabalho tão especial: eu não saio de nenhum nascimento exatamente igual à pessoa que chegou.

Ser doula é estar a serviço de uma mulher em um dos momentos mais importantes da vida dela.
E, no caminho, perceber que essas histórias também ajudam a construir quem eu sou.

Talvez elas nem saibam, mas estar com elas também me faz bem.

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