11/01/2022
Videogames: entretenimento ou vício?
Quem teve a oportunidade de crescer com um Nintendo ou um Playstation conhece mais do que ninguém o calor das lembranças de tardes jogando Mario, Sonic e Crash em frente a televisão. Porém, não demorou muito para que, em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) passasse a reconhecer o vício em videogames como uma doença.
Não por nada: 10% dos jogadores adquirem dependência a longo prazo, com consequências para saúde mental, social e comportamental.
Mas quando é que os videogames deixam de ser um passatempo agradável para as crianças para se tornarem vícios? Confira abaixo uma lista com alguns sintomas para f**ar de olho:
*1. Trocar o real pelo virtual.* Não deixe que seu filho esqueça que ainda há uma vida lá fora! O contato com outros jogadores no universo online, em jogos como Minecraft ou Fornite, por exemplo, não substitui o contato humano.
Mesmo durante as férias escolares, incentive e viabilize que seu filho brinque e visite outros coleguinhas.
*2. Monitore os hábitos do seu filho.* Quanto tempo ele passa no videogame por semana? E por dia? Ele se alimenta correndo para voltar a jogatina? Mal acorda e já volta para frente da televisão?
Lembre-se: o hábito faz o vício, então caso identifique um padrão excessivo, estabeleça limites de tempo ou horários para que seu filho possa jogar.
*3. (Dica Extra) Jogue com seu filho.* Muitos jogos oferecem opções _multiplayer_ que podem ser uma alternativa mais saudável, além de uma oportunidade de se conectar com seu pequeno. Se dê uma chance e jogue com seu filho! Só não vale se viciar hein...