03/02/2020
Os indígenas deram nomes muito sugestivos para os beija-flores, que descreviam com perfeição esses pássaros encantadores:
Para os índios caraíbas, eles eram os “colibris”, que significa “área resplandecente”;
Os tupis os batizaram de “guainumbis”, ou seja, “pássaros cintilantes”;
Já para os índios guaranis, os beija-flores eram os “mainumbis”, isto é, “aqueles que encantam, junto à flor, com sua luz e esplendor”.
Na cultura asteca, por exemplo, as almas dos guerreiros falecidos voltavam à terra sob a forma de beija-flor. Segundo o xamanismo, o beija-flor é um símbolo do amor romântico, graça, alegria, cura, sorte e suavidade.
Seu enorme coração, que representa de 19 a 22% do peso total do corpo, facilita a rápida circulação do sangue;
Num único dia, eles são capazes de ingerir, em substâncias nutritivas, até 8 vezes o peso do seu corpo;
Alguns beija-flores desenvolvem velocidades médias que vão de 30 a 70 Km por hora e a vibração das asas pode atingir 50 a 70 batidas por segundo;
São as únicas aves que conseguem ficar literalmente paradas no ar, decolar e aterrissar verticalmente, e até dar marcha à ré em pleno voo;
O espetacular colorido dos beija-flores origina-se do fenômeno da refração da luz, através da microestrutura das p***s. As mudanças de cores, observadas numa mesma ave, variam de acordo com o ângulo de incidência da luz solar ou com a movimentação do corpo;
Créditos: Hierophant