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discalculianaintegra Professora de Matemática

Seu filho já é adolescente e a dificuldade com matemática continua?Talvez ele entenda durante a explicação, mas não cons...
28/09/2026

Seu filho já é adolescente e a dificuldade com matemática continua?

Talvez ele entenda durante a explicação, mas não consiga fazer sozinho.

Talvez esqueça procedimentos que já foram ensinados.

Talvez evite matemática sempre que pode.

E, em muitos casos, essa dificuldade não começou agora.

Ela foi sendo carregada por anos.

Isso também acontece com adultos que cresceram acreditando que eram apenas “ruins em matemática”, quando, na verdade, nunca tiveram a oportunidade de compreender melhor como aprendem.

Nem toda dificuldade significa discalculia.

Mas uma dificuldade persistente merece ser investigada.

A avaliação ajuda a compreender como essa pessoa aprende, onde estão as principais barreiras e quais caminhos podem fazer mais sentido daqui para frente.

Se você quer entender melhor como funciona esse processo, acesse o link da bio.

28/09/2026

Mas o que vocês fazem em uma avaliação neuropsicopedagógica?

Essa é uma das perguntas que mais recebo das famílias.

Eu não entrego simplesmente uma lista de atividades para o estudante resolver e conto quantas ele acertou.

A avaliação acontece por etapas.

Primeiro, eu converso com a família e conheço a história daquele estudante: desenvolvimento, trajetória escolar, dificuldades percebidas e o que já foi tentado até aqui.

Depois, ao longo dos encontros, investigo diferentes habilidades relacionadas à aprendizagem e, principalmente, observo como o estudante raciocina diante das tarefas matemáticas.

Não olho apenas para o resultado.

Observo as estratégias que utiliza, os tipos de erro que se repetem, o que já está consolidado, onde precisa de mediação e o que acontece quando modificamos a forma de apresentar uma tarefa.

Quando necessário, também considero informações da escola e de outros profissionais que acompanham o estudante.

Ao final, todos esses dados são analisados em conjunto e discutidos com a família na devolutiva.

Porque uma boa avaliação não deveria terminar apenas dizendo “ele tem dificuldade em matemática”.

A família já sabe disso.

Ela precisa compreender onde estão essas dificuldades, como elas aparecem e quais serão os próximos passos.

É esse mapa que começa a direcionar a intervenção e, quando necessário, outros encaminhamentos.

Se você quer entender o que está por trás das dificuldades matemáticas do seu filho, conheça meu trabalho com avaliação neuropsicopedagógica.

Informações no link da bio.

28/09/2026

Um erro isolado pode acontecer.

Mas quando os números mudam e o erro continua seguindo a mesma lógica, eu acendo um alerta.

Pode não ser distração.

E repetir mais 20 contas pode fazer ele só treinar o erro mais 20 vezes.

Antes de dizer “presta atenção”, observe:

O erro se repete?
Ele segue sempre a mesma lógica?
Mesmo depois de explicado, o padrão continua?

Quando isso persiste além do esperado, precisamos investigar o que está sustentando esse erro.

Observe o caderno do seu filho. Às vezes o alerta já está ali.

Salva esse post e me conta nos comentários: você já viu esse padrão se repetir aí?

28/09/2026

“Eu achei que era preguiça.”
“Eu pensei que ele não estudava o suficiente.”
“Eu briguei tanto por causa das notas.”
“Se eu soubesse antes…”

Muitas mães chegam até mim carregando uma culpa enorme por não terem procurado ajuda antes.

Mas existe uma questão importante: como reconhecer aquilo que ninguém ensinou você a observar?

Dificuldades persistentes em matemática podem passar anos sendo confundidas com desatenção, falta de estudo, desinteresse ou até “preguiça”.

E, quando a família finalmente percebe que pode existir algo além disso, começa a reconstruir toda a história escolar da criança ou do adolescente.

O ponto não é descobrir quem errou no passado.

É entender o que está acontecendo agora.

Na avaliação neuropsicopedagógica, investigamos as habilidades matemáticas, os padrões de erro e as estratégias utilizadas pelo estudante para compreender onde estão as dificuldades e quais caminhos podem ser mais adequados a partir dali.

Se você olha para a história do seu filho e sente que existe algo na matemática que nunca foi suficientemente explicado, esse pode ser o momento de investigar.

Informações sobre avaliação no link da bio.

28/09/2026

Quando uma criança erra um problema de divisão, muita gente logo conclui que ela não sabe dividir. Na avaliação, muitas vezes eu encontro outra coisa: ela sabe fazer a conta, mas aprendeu uma regra que não funciona sempre.

E regra decorada não some sozinha. Ela precisa ser desconstruída com cuidado, porque a criança confiou nela.

Se o seu filho tem mais de 10 anos e continua travando em problemas mesmo depois do reforço, me chama no direct escrevendo PROBLEMA.

27/09/2026

Nem todo número que aparece em uma situação-problema precisa ser usado na conta.

E esse detalhe pode revelar muito sobre como o estudante está compreendendo a matemática.

Muitas crianças aprendem a procurar pistas rápidas:

Viu a palavra “total”? Soma.
Viu “restaram”? Subtrai.
Encontrou dois ou três números? Tenta colocar todos em alguma operação.

O problema é que resolver uma situação-problema exige muito mais do que localizar números e palavras-chave.

A criança precisa compreender a situação, identificar o que a pergunta realmente quer saber, selecionar quais informações são relevantes, perceber quais dados não serão utilizados e, somente depois, escolher a operação adequada.

Quando ensinamos apenas palavras-chave, podemos criar um atalho que funciona em alguns exercícios, mas desmorona quando o problema muda de estrutura.

E é justamente por isso que o trabalho com situações-problema precisa ser muito bem conduzido.

Precisamos desenvolver estratégias para que o estudante reconheça diferentes estruturas e padrões matemáticos, organize as informações e construa um raciocínio que não dependa de “caçar números” no enunciado.

Para algumas crianças, perceber todos esses detalhes é extremamente complexo. E repetir mais problemas do mesmo jeito nem sempre resolve.

É preciso descobrir onde o raciocínio está se perdendo.

Na minha avaliação, eu investigo como o estudante interpreta, seleciona informações, escolhe operações e organiza o raciocínio matemático. A partir disso, conseguimos direcionar a avaliação e o acompanhamento para as necessidades que realmente aparecem.

Se você percebe que seu filho lê o problema, pega os números e começa a calcular sem compreender exatamente o que precisa descobrir, acesse o link da bio para conhecer minha avaliação e o acompanhamento.

Você não precisa de mais uma lista de adaptações prontas.Precisa aprender a olhar para uma questão de matemática e enten...
27/09/2026

Você não precisa de mais uma lista de adaptações prontas.

Precisa aprender a olhar para uma questão de matemática e entender o que está criando uma barreira para aquele estudante.

Porque escrever “dividir em etapas”, “simplificar o enunciado” ou “oferecer apoio visual” é relativamente simples.

A parte difícil é decidir:

Qual etapa precisa ser explicitada?
O que pode ser retirado sem alterar o objetivo da questão?
Que apoio visual realmente ajuda?
O que precisa permanecer porque faz parte da habilidade avaliada?
Como justificar pedagogicamente essa escolha?

É exatamente esse raciocínio que vamos trabalhar no Adaptação Matemática na Prática.

Vamos analisar questões, construir adaptações e discutir as decisões por trás de cada mudança. E também vou mostrar como utilizo a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem terceirizar o raciocínio profissional.

21/10/2026 | 3 horas ao vivo

1º lote: R$ 97, de 28/09 a 04/10
2º lote: R$ 147, de 05/10 a 11/10
3º lote: R$ 197, de 12/10 a 21/10

Sem acesso à gravação.

Para psicopedagogas, neuropsicopedagogas e professores.

Inscrições pelo link na bio.

26/09/2026

A calculadora está disponível, mas o estudante continua sem saber por onde começar.

Ele pode precisar aprender a registrar os números, reconhecer os sinais, usar o separador decimal e interpretar o resultado. Também precisa compreender o problema para decidir qual operação realizar.

Para o estudante com discalculia, a calculadora pode ser um apoio importante. Seu uso precisa fazer parte do planejamento, com orientação e oportunidades de prática.

No trabalho especializado, observo tanto as dificuldades matemáticas quanto a maneira como o estudante utiliza os recursos disponíveis. Isso ajuda a identificar o que ainda precisa ser ensinado para ampliar sua autonomia.

Se você procura acompanhamento especializado, o acesso à minha lista de espera está no link da bio.

26/09/2026

Acho que venci no Instagram.

Chegou o momento em que até um conteúdo sobre adaptação de prova conseguiu terminar em comentário sobre voto e política. Acho que o conteúdo finalmente está chegando longe. 😂

Brincadeiras à parte, eu entendo a insatisfação de muitos professores. Eu também conheço a realidade da educação e sei o quanto precisamos avançar em remuneração, condições de trabalho, formação e valorização profissional.

Mas isso não muda o ponto central daquele vídeo.

Quando eu analiso uma atividade ou uma prova e mostro que determinada adaptação poderia ser mais acessível, organizada ou funcional para um estudante, isso não é um ataque ao professor.

É uma contribuição.

Inclusive, muitos professores que me acompanham me escrevem dizendo: “Eu nunca tinha pensado nisso” ou “Depois que comecei a acompanhar seus conteúdos, passei a observar isso nas minhas atividades”.

E é exatamente para isso que eu compartilho essas análises.

São percepções construídas a partir do meu trabalho com matemática inclusiva e que estou disponibilizando gratuitamente para quem quiser olhar, refletir, aprender, discordar, pesquisar e melhorar a própria prática.

Eu também aprendo quando alguém me apresenta uma perspectiva que eu ainda não conhecia.

Agora, precisamos conseguir sustentar duas ideias ao mesmo tempo: o professor precisa ser muito mais valorizado e adaptar, quando necessário, continua fazendo parte do trabalho pedagógico.

Defender melhores condições para quem ensina não exige diminuir o direito de quem aprende.

No final, minha pergunta continua sendo a mesma:

essa adaptação realmente permitiu que aquele estudante demonstrasse o que sabia?

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