21/09/2023
🏳️🌈 CONFERÊNCIA SATINE RODRIGUES 🏳️⚧️
Anote aí e não perca esse evento babadeiro!!
🗓 25/09
📍Auditório da Unidade 1 da UFGD
Rua João Rosa Góes, 1761, Dourados-MS
O livro da autora estará sendo vendido na ocasião pela Companhia dos Livros.
****ti
28/06/2022
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Hoje comemora-se o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA+ e a gente vem reforçar que, uma sociedade mais justa e igualitária, depende do respeito às diferenças e da constante luta pela garantia dos direitos de todas as pessoas. Amar não é motivo de vergonha, amar é motivo de orgulho! 🏳️🌈
"Consideramos justa toda forma de amor!" 🎵💚
10/05/2022
No próximo encontro do Grupo de Estudos Esperança Garcia - Direitos dad Mulheres e LGBTQIA+ teremos a participação da advogada e mestre em Psicologia pela UFGD Sania Braga Mourão Lira.
Sania realizou a pesquisa de mestrado intitulada "Mulheres Negras Operadoras do Direito no Sistema de Justiça: Exceções que confirmam a regra" e topou participar do nosso encontro para falar um pouco sobre seus estudos e vivências neste cenário.
O encontro será online na próxima quinta-feira, às 16:30.
O link será enviado por e-mail para os inscritos pelo formulário disponível na bio.
09/05/2022
O segundo encontro do Grupo de Estudos Esperança Garcia - Direitos das Mulheres e LGBTI+ (NEDGS/UFGD) ocorrerá no dia 12/05, às 16:30, com a temática (in)Visibilidade de Mulheres Negras no Judiciário e contará com a participação da Prof. Dra. Claudia Cristina Carvalho, coordenadora do Núcleo de Assuntos Afro-Brasileiros (NEAB) da UFGD.
O encontro será online, via google meet. O link será encaminhado por e-mail para as pessoas inscritas pelo link: https://forms.gle/a15GWTAF3Bv8MxEw5.
(Disponível também na bio)
O texto básico que será abordado no encontro será o livro Racismo Estrutural, de Silvio Almeida, especificamente as páginas 16-38 e 82-94, portanto pedimos que todes leiam antes da reunião.
Aguardamos vocês!
09/05/2022
No próximo domingo, 15/05, às 19h, o Projeto de Extensão "Arte na Praça" convida para a apresentação do espetáculo "A vida nos traz presentes inesperados", do Núcleo Cena Viva (Dourados/MS), formado por Vânia Marques e José Parente. O trabalho explora a linguagem do teatro de objetos e traz para a cena temáticas relativas à condição da mulher na sociedade. A entrada é gratuita, e sujeita à lotação do espaço. O Projeto é uma realização da UFGD e tem como parceiros a Secretaria Municipal de Cultura de Dourados e os grupos artísticos: Coletivo Clandestino, Núcleo Teatral Isadora, Núcleo Cena Viva e Orendive Teatro Intercultural. Venha para o teatro!!! ❤ ❤ ❤
03/05/2022
O Dia da Trabalhadora na vida das mulheres é um apelo à reflexão, à participação e, sobretudo, à ação e à transformação das nossas práticas cotidianas. É propor uma leitura menos romântica e mais concreta de como vivem as mulheres e quais as políticas públicas que estão na ordem do dia para reverter esse quadro.
O trabalho doméstico e de cuidado recai, na maioria das vezes, sob mulheres e meninas ao redor do mundo. Esse tipo de atividade é conhecido também como “trabalho invisível”, visto que não é remunerado, mas espera-se que as mulheres cumpram o papel de fazê-lo. Essa situação se torna ainda mais desigual em momento de pandemia, onde as pessoas estão mais presas ao ambiente doméstico, aumentando a sobrecarga de trabalho feminina.
Relatório apresentado pela Oxfam, publicado meses antes da pandemia (2020), aponta que as mulheres são responsáveis por 75% do trabalho de cuidado não remunerado realizado no mundo, somando, diariamente, mais de 12 bilhões de horas gastas por mulheres e meninas em todo o mundo. O dado mais impactante é que todas essas horas de trabalho correspondem a uma quantia de aproximadamente 10 trilhões de dólares por ano, cerca de três vezes mais do que o valor gerado pela indústria tecnológica, por exemplo.
Os dados são ainda mais desiguais ao olharmos para a realidade brasileira, onde os dados apontam que 85% do trabalho de cuidado é feito por mulheres. Segundo o IBGE, em 2019, as mulheres dedicavam, em média pouco mais de 21 horas semanais ao trabalho doméstico, enquanto os homens apenas 11 horas, praticamente a metade do tempo. Nos casos das mulheres que trabalham fora de casa, a desigualdade persiste: elas cumprem, em média, mais de 8 horas a mais em obrigações domésticas em relação aos homens que também trabalham fora.
Leia a coluna de .paola
30/04/2022
É hoje!!! ❤️🥂📚🐛🦋
Chegou o dia do lançamento do livro Jaity Muro no Casulo! Será às 19h. Teremos também apresentação de dança com o grupo Arandu, de Amambai.
O livro traz o texto dramatúrgico do espetáculo Jaity Muro, das autoras Júnia Pereira, Karla Neves e Rossandra Cabreira; com prefácio de Graciela Chamorro, fotos de Raique Moura e Lucas Oliveira. A edição é bilíngue (português/kaiowá), com tradução de Rossandra Cabreira e equipe, tem o selo da editora Javali e o patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais da Prefeitura Municipal de Dourados/MS.
📢 A entrada é franca, mas o Casulo estará arrecadando alimentos não perecíveis e roupas de frio que serão destinados a comunidade da Dona Terezinha (Ita'y)
Traga a sua doação, vamos compartilhar juntes
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Jaity, na língua kaiowá, significa “derrubamos” ou “derrubemos”. “Jaity Muro” pode ser traduzido então por “Derrubemos Muro”. A mistura de termos em kaiowá e em português no título do trabalho expressa o desejo de uma criação artística intercultural que pautou o projeto de criação. A dramaturgia, criada em sala de ensaio, partiu da experiência pessoal das artistas Júnia e Rossandra com a cidade de Dourados/MS, acreditando na premissa feminista de que “o pessoal é político”. As memórias e vivências com o espaço/tempo inscritas no corpo das atrizes ganham um espaço de elaboração narrativa, e revelam diferenças e semelhanças entre o espaço urbano douradense e o espaço da reserva indígena.
28/04/2022
⚠️ATENÇÃO⚠️
Devido a questões de saúde infelizmente o encontro será adiado para o dia 12/05, às 16:30, via google meet.
Pedimos às pessoas inscritas que acessem os materiais enviados para o e-mail cadastrado no formulário de inscrição.
Desejamos melhoras e esperamos que todes se mantenham bem de saúde 😷
27/04/2022
O segundo encontro do Grupo de Estudos Esperança Garcia - Direitos das Mulheres e LGBTI+ (NEDGS/UFGD) ocorrerá no dia 28/04, às 16:30, com a temática (in)Visibilidade de Mulheres Negras no Judiciário e contará com a participação da Prof. Dra. Claudia Cristina Carvalho, coordenadora do Núcleo de Assuntos Afro-Brasileiros (NEAB) da UFGD.
O encontro será online, via google meet. O link será encaminhado por e-mail para as pessoas inscritas pelo link: https://forms.gle/a15GWTAF3Bv8MxEw5.
(Disponível também na bio)
O texto básico que será abordado no encontro será o livro Racismo Estrutural, de Silvio Almeida, especificamente as páginas 16-38 e 82-94, portanto pedimos que todes leiam antes da reunião.
Aguardamos vocês!
23/04/2022
No Brasil, apesar da imposição de uma cota de candidaturas de mulheres para os partidos políticos, continuamos a votar menos em mulheres e uma quantidade ainda menor consegue se eleger. A partir dessa preocupação, nós do CARI Celso Amorim em parceria com o Nós por Todas, organizamos uma roda de conversa para tratar “O revés feminino na política”.
Esse evento será realizado de forma híbrida (presencial no auditório 2 da FADIRI e online pelo Google Meet) no dia 26/04, terça-feira, a partir das 19h no horário do MS, o link de inscrição já tá disponível na bio.
A roda de debate é aberta para toda a comunidade acadêmica e contará com um certificado de 2h.
Contamos com a participação de vocês! 🥰
21/04/2022
Com muita alegria, convidamos para os eventos de lançamento do livro que registra a dramaturgia do nosso trabalho teatral Jaity Muro. A publicação foi realizada pela Editora Javali em edição bilíngue (português/kaiowá), tem prefácio de Graciela Chamorro, fotos de Raique Moura e Lucas Oliveira e o patrocínio do Fundo de Investimentos Culturais da Prefeitura Municipal de Dourados/MS.
Jaity, na língua kaiowá, significa “derrubamos” ou “derrubemos”. “Jaity Muro” pode ser traduzido então por “Derrubemos Muro”. A mistura de termos em kaiowá e em português no título do trabalho expressa o desejo de uma criação artística intercultural que pautou o projeto de criação. A dramaturgia, criada em sala de ensaio, partiu da experiência pessoal das artistas Júnia e Rossandra com a cidade de Dourados/MS, acreditando na premissa feminista de que “o pessoal é político”. As memórias e vivências com o espaço/tempo inscritas no corpo das atrizes ganham um espaço de elaboração narrativa, e revelam diferenças e semelhanças entre o espaço urbano douradense e o espaço da reserva indígena.
Jaity he’ise ñambyai pe oñemopu’ã akwe. “Jaity Muro” he’ise ñambyai-maha voi pe múro ha ñakonvidaha ñande rapixa oity hagwã ñane ndive umi Múro. Ko ñe’ẽ Jaity Múro oî Portuge-pe ha Kaiowa-pe. Ko jopara ohexukase hi’ãha ore-vy orojapo peteî tembiapo artística intercultural, pe va’e voi ningo ore resape ko Jaity Múro rehe oromba’apo aja. Ko jehai-pyre onasẽ voi Júnia ha Rossandra esperiénsia-gwi. Ohexuka mba’éixa-pa ha’e kwéry oñandu ko táva Dourádo/MS. Péixa ha’e kwéra ojapo ogwerovía gwi pe ojehu va’e peteî teî-me enterove-pe ohupytyha. Umi atris ogweromandu’a-va ha omoingove-va gwete gwive ojepyso ko jehai-pyrepy ha ohexuka mamo-pa ko táva Dourado ha ava kwéry rekoha -Reserva Indígena- ojoja ha mamo-pa ndojojái oñondive.