19/06/2022
No Brasil, estima-se que haja 2 milhões de pessoas com autismo e, somente nos últimos anos, essas pessoas e suas famílias começaram a ver seus direitos reconhecidos por leis federais, estaduais e municipais. É por isso que o Dia do Orgulho Autista, comemorado em 18 de junho, tornou-se uma oportunidade para conscientizar a sociedade sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e avançar na luta contra os preconceitos que ainda marcam a forma como grande parte da sociedade lida com as pessoas com autismo.
O TEA refere-se a uma série de condições caracterizadas por desafios com habilidades sociais, comportamentos repetitivos, fala e comunicação não verbal, bem como por forças e diferenças únicas, existentes em diversos graus de menor a maior intensidade. O autismo é mais comum do que se imagina e quem convive com o transtorno ainda sofre muitas dificuldades sociais.
O dia 18 de junho é uma oportunidade para continuar a conscientização da sociedade sobre o autismo e avançar na luta contra os preconceitos que ainda marcam a forma como grande parte da sociedade lida com as diferenças.
"É uma oportunidade para apoiar as famílias das pessoas com autismo na sua luta pelo reconhecimento e cumprimento dos direitos que vêm sendo arduamente adquiridos. É uma oportunidade para reconhecer a individualidade de cada pessoa com autismo e integrar esse reconhecimento nas nossas interações com elas, seja como familiares, amigos, parceiros, profissionais", afirma o professor.
Hoje, 18 de junho, celebramos o Dia Mundial do Orgulho Autista, criado para fins de desmistificar o autismo e conscientizar a sociedade sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de normalizar a neurodiversidade, de modo que as diferenças neurológicas que fazem parte da vida de muitas pessoas possam ser respeitadas.
É um dia para nos orgulharmos dos nossos autistas, enfatizando à sociedade que não se trata de uma doença, mas de pessoas que apresentam condições e características especiais. Em uma sociedade que busca a padronização, é crucial se trabalhar a aceitação da diversidade humana. Ninguém é ou precisa ser igual a ninguém.