Professor - Novos Tempos

Professor - Novos Tempos

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Uma aula de cidadania, educação e cultura. Junte-se você também nesta luta!

Professor Novos tempos é formado por um grupo de professores de escolas particulares que busca melhores condições de trabalho aos profissionais da categoria.

Photos 15/09/2013

Pessoas, os presidentes em tela, estão sorridentes após assinatura da CCT, cuja vigência retroage a março, na base do FOI BOM PARA VOCÊ????

O sempiterno presidente ( há mais de 30 anos na presidência da entidade, que se constitui em feudo privado) não faz publicidade dos atos que interessem à categoria.

levou nove meses para assinar o que já estava decidido pelo patronal, ou seja SETE POR CENTO de reajuste .

Contudo, os sete por cento, mesmo que retroativos em três vezes, não tem o mesmo valor se já recebidos no salário de abril.

Perdemos de todas as maneiras...

Fiquem atentos, pois no bojo da CCT há verdadeiro confisco de três por cento sobre o salário...

A confirmar em http://www.sinpropar.org.br/interna_noticias.php?noticia=260&index=1


Vejam vocês que outras matérias da página da entidade estão em destaque; a que consta a assinatura não!!!

Quantos jornais da entidade você recebeu esse ano???? Apenas dois e bem personalistas.

Em breve farei breve histórico da falta de transparência do sempiterno presidente...

31/01/2013

ASSÉDIO MORAL - PSICO TERRORISMO LABORAL OU VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA NO TRABALHO –.

Na Europa ganham espaço, seguindo orientações da União Européia, leis que impedem assassinatos psicológicos. A França já mandou assediadores para prisão de um a dois anos, além da grande multa pecuniária); na Espanha sindicatos, grupos políticos e profissionais em Saúde Laboral pressionam o governo para modif**ar a legislação e impedir o Assédio Moral; já no Brasil há um projeto de lei (Projeto de Lei nº 80, de 2009, sobre coação moral no emprego , de iniciativa do Senador Inácio Arruda - PCdoB) a respeito do tema
A Universidade de Alcala de Henares publicou estudo segundo o qual mais de um milhão e meio de trabalhadores espanhóis sofrem perseguição no trabalho (Assédio Moral ) ou “mobbing”, através de práticas desprezíveis como espalhar inverdades sobre o superior ou sobre subalternos, como desmoralizar o subordinado com comentários depreciativos e irônicos ou como exigir do funcionário projetos e planejamentos para o próximo ano sabendo que o mesmo será desligado da empresa em alguns dias.
O assédio moral pressupõe perseguição sistemática ao funcionário, em clima de terror. O trabalhador levanta de manhã sabendo que a destruição de sua imagem profissional e social o impedirá de realizar ou de fazer satisfatoriamente seu trabalho; a humilhação, o isolamento, o abalo das relações familiares, a incompreensão dos companheiros e amigos, etc., o acompanharão durante todo o dia e voltarão a se repetir durante dias, meses ou anos até que a deterioração física e psicológica o levarão a solicitar sua dispensa, a rescisão do contrato laboral, ou a mudança do cargo por outro imposto pela empresa onde tudo poderá se repetir.
Há que se perguntar como ser possível que em uma sociedade que defende os direitos humanos e trabalhistas essa situação possa se dar. Somente pela precariedade laboral, má organização na empresa que permite comportamentos fascistas em que um grupo apoia o assédio e um hostilizador principal que ,com série de rompantes patológicos, se empenha em destruir pessoas de valores superiores que aquele não tem: são profissionais medíocres, mendazes, manipuladores, oportunistas com dupla personalidade, que se permitem simular, mentir compulsivamente e que negam o sofrimento que provocam na vítima.
O assediador precisa, para sua impunidade, do segredo do trabalhador que, por vergonha, sofre ao não poder explicar as formas sutis de humilhação, os castigos mudos que diariamente sofre e a cumplicidade de companheiros que o evitam e que olham para os lados por medo covarde ou porque vêem uma forma de ascenderem na empresa. Segundo estudos coordenados pela médica do trabalho, Drª Margarida Barreto, em tese de doutorado na PUC-SP, o trabalhador vítima de assédio não tendo canal para se manifestar sofre calado . Ainda segundo ela, 60% de trabalhadores entrevistados acreditam que os carrascos têm plena consciência do mal que causam aos trabalhadores.
A Escola Técnica Superior de Engenharia Industrial de Barcelona fixou em quatro as etapas do processo de violência psicológica no trabalho ou “mobbing”, que também coincidem com estudos do norte europeu:
1- Provoca-se uma mudança repentina em uma relação até o momento considerada neutra ou positiva. A mudança costuma ser motivada por inveja, pela competição, pela ascensão de um empregado ou pela inclusão de uma nova pessoa no grupo. Então, a vítima passa a ser criticada pela maneira de fazer seu trabalho considerado bom até aquele momento.
2- Desenvolve-se praticamente o “mobbing” com ataques de superiores e colegas dirigidos com a intenção de ofender a reputação da vítima mediante calúnias, exposição ao ridículo, cerceamento de comunicação e de expressão. A pessoa f**a excluída e separada socialmente e se lhe designam tarefas insignif**antes ou humilhantes.
3- A situação chega ao conhecimento do departamento pessoal. Os colegas desqualif**am a vítima, argumentam que a causa principal do problema provem de sua personalidade.
4- A vítima f**a totalmente isolada e passa inexoravelmente por um período de mal estar geral devido a alteração de seu equilíbrio socioemotivo e psicofisiológico.
Ainda de acordo com Drª Margarida, a saúde do indivíduo é importante indicativo para detectar terrorismo no trabalho, pois , em geral, as pessoas somatizam o problema e de deprimem piorando a qualidade de vida também fora do trabalho.
Uma vez comprovado ser o problema caso típico de violência psicológica ( assédio moral ou mobbing ) recomenda-se para sair da situação: boa forma física e mental, confiança em si mesmo com recuperação da auto estima; exigência de consideração dos que estão ao seu redor, busca de apoio na família e nos amigos, procura de estabilidade econômica, busca de margem de manobra para não se sentir bloqueado e sem saída, e por fim, busca de apoio psicológico.

Sérgio Vicentin
Professor e Advogado

31/01/2013

Sentimento

O professor preparado e motivado continua sendo determinante para estímulo à formação dos jovens

Diante da tragédia de Santa Maria, onde tantos estudantes foram tristemente vitimados, quase desisti de escrever este artigo que havia programado sobre educação. Mas convenci-me de que a história de Jonilda Alves Ferreira, narrada pelo repórter Carlos Rydlewski, da revista "Época Negócios", é uma daquelas que merecem ser recontadas.

Ela é professora de matemática, tem 44 anos e vive na pequena cidade de Paulista, de 12 mil habitantes, no sertão da Paraíba, a 397 quilômetros de João Pessoa. Dá aulas num colégio público, a Escola Municipal Cândido de Assis Queiroga, para seis turmas, do 6º ao 9º ano.

Até aí, tudo normal. Ocorre que, no ano passado, os alunos do município participaram com grande destaque da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas. Competindo com 19 milhões de alunos de escolas públicas em todo o país, esses jovens de Paulista conquistaram 22 prêmios, sendo 5 medalhas de ouro, 2 de prata, 3 de bronze e 12 menções honrosas.

O que estaria acontecendo no ensino público dessa cidade no meio do sertão nordestino? Essa curiosidade levou à descoberta de Jonilda.

Ela é a professora que despertou entre os alunos da cidade uma espécie de febre por números. Além de competente na matéria que ensina, ela é dedicada, trata os alunos de forma afetiva e faz com que eles não tenham vergonha de explicitar suas dúvidas. Talvez por intuição, adota técnicas modernas de ensinar matemática na prática. A aula sobre frações, por exemplo, pode ser numa pizzaria, onde ela mostra as fatias para explicar o signif**ado de um oitavo ou um quarto.

Quais as lições que Jonilda manda da Paraíba para a educação brasileira? Várias, mas uma delas certamente é a de que o professor preparado e motivado continua sendo um fator determinante para o estímulo à formação dos jovens.

Mesmo em tempos de abundante fluxo de informação e fácil acesso ao conhecimento, por meio da internet, a figura do bom professor permanece sendo indispensável.

Há um enorme descaso com os professores no país. Quem tem mais de 50 anos e já morou no interior certamente se lembra do status que tinha a figura do professor. Bem remunerado e bem formado, ele era tratado com respeito e admiração por pais e alunos. E os melhores lecionavam nas escolas públicas.

No antigo ginásio estadual, só se entrava depois de passar por um exame de admissão. Quem fosse reprovado, com nota inferior a 5, tinha de se contentar em cursar uma escola particular.

Outra lição de Jonilda é sobre dedicação. Ela procura manter os alunos ocupados com matemática o maior tempo possível, na escola ou fora dela. Isso nos lembra que ampliar a jornada escolar é uma necessidade básica para consertar a educação brasileira. No Brasil, os alunos f**am na escola três a quatro horas -os pais nem têm onde deixar os filhos enquanto trabalham suas oito horas diárias. Na Coreia, que fez uma revolução educacional em quatro décadas, há jornada de 12 horas. Em toda a Europa, os alunos frequentam a escola em tempo integral, padrão para quase todos os países desenvolvidos e emergentes, como China e Índia.

Outra lição é que as autoridades estaduais e municipais, por mais escassos que sejam seus recursos, não podem se omitir na tarefa educacional, achando que a responsabilidade cabe apenas ao governo federal. Em Paulista, apesar dos parcos recursos, a escola pública é mais desejada do que a privada, não por só ser gratuita, mas por ser melhor e formar campeões em matemática.

O ensino básico está quase universalizado no país e praticamente não há analfabetos em idade escolar. Mas existem ainda milhões de analfabetos funcionais, pessoas de todas as idades que passaram por escolhas públicas, aprenderam a soletrar e a escrever o nome, mas não conseguem compreender um texto de baixa complexidade.

Mais do que tudo, com sua febre por números, a professora Jonilda nos faz lembrar que só há um caminho para modif**ar a realidade educacional no país: melhorar a qualidade da escola pública, principalmente no ensino fundamental.

Para isso, faltam recursos e são bem-vindas as receitas dos novos contratos do pré-sal para a educação. Mas essa tarefa não depende apenas de verbas. Exige também gestão, dedicação e obstinação.

P.S. Santa Maria, meus sentimentos sinceros. Santa Maria, cidade de meu pai.

BENJAMIN STEINBRUCH, 59, empresário, é diretor-presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, presidente do conselho de administração da empresa e primeiro vice-presidente da Fiesp. Escreve às terças-feiras, a cada 14 dias, nesta coluna. f.s.p DE 2901013

[email protected]

24/08/2012

ASSEMBLEIA "SECRETA" DO SINPROPAR

O Grupo Professor Novos Tempos informa que mais uma vez o presidente do sindicato age às sombras, omitindo importante informação aos associados do SINPROPAR.

Foi publicado ontem (23/08/12) Edital comunicando à categoria de professores a respeito da realização de assembleia geral extraordinária, com o intuito de “prorrogação do mandato da atual diretoria na forma estatutária em face de liminar judicial que impediu a realização das eleições em data de 17 e 18 de julho de 2012”.

Ora, de fato as eleições foram suspensas por determinação judicial, eis que presentes irregularidades que por certo maculariam todo o processo eleitoral. Ocorre que desde 10/07/2012 o senhor Sergio Gonçalves Lima, presidente da entidade, tinha conhecimento de tal suspensão. Contudo, somente dois dias após a realização da designada assembleia é que ele se dá ao trabalho de comunicar à categoria.

De qualquer forma, a sua presença amanhã (25/08/2012 às 11h) é muito importante para que você possa pedir explicações ao presidente quando às irregularidades existentes, assim como questionar ou até mesmo se opor caso entenda que a prorrogação do mandato do mesmo presidente de forma “provisória” e à revelia da Justiça não é a melhor solução para a categoria.

Professor associado, faça valer sua vontade. A “assembleia” ocorrerá no dia 25/08/2012 (amanhã) na Rua Piquiri, 698 no Bairro Rebouças.

Contamos com a sua presença para dar um basta nesta situação.

Att.

Chapa 2 – Professor Novos Tempos

24/08/2012

ASSÉDIO MORAL CONTRA EMPREGADA GESTANTE

A Juíza da 20ª. Vara do Trabalho de Curitiba condenou uma indústria ao pagamento de indenização por danos morais em decorrência do assédio moral sofrido por uma empregada gestante.

Conforme entendimento da Juíza:
“para a reparação a título de danos morais, é necessário se demonstrar a ofensa à intimidade, à vida privada, à honra e a imagem dotrabalhador, no contexto da relação de trabalho ou emprego (CF, art. 5º, X).

Por sua vez, o assédio moral se configura por uma série de atitudes que se repercutem no tempo, citando-se como exemplos ofensas diretas ao trabalhador, comentários maldosos, ou irônicos, críticas infundadas ao trabalho, ausência de tarefas durante a jornada, isolamento do trabalhador, enfim, atitudes que se repetem no tempo e que, pouco a pouco, vão enfraquecendo a autoconfiança do empregado, levando-o a situações psicológicas que muitas vezes acabam se traduzindo em depressões, quadros patológicos mais graves e até mesmo fazem com que o trabalhador, não suportando a situação vivenciada no ambiente de trabalho, acabe solicitando o seu desligamento da empresa.

(....) resta exaustiva e devidamente demonstrada a ocorrência do assédio moral em desfavor da reclamante exclusivamente por conta de seu estado gravídico e de sua posterior condição de genitora, situação que revela que “ações brutais” efetivamente ocorreram por parte da empregadora em prejuízo à higidez física e mental da obreira e aos seus direitos de personalidade, extrapolando manifestamente os limites impostos ao poder diretivo do empregador pelos bons costumes e pela função social da empresa.
Ressalte-se que a imposição da submissão da empregada à discriminação feita pela sócia ISABEL desconsidera a própria condição desta como mulher e como cidadã, bem como a evolução histórica das mulheres na conquista do direito à igualdade material, não podendo esta Justiça Especializada, que prima pela defesa de partes hipossuficientes em sua essência, compactuar com uma situação teratológica de tamanha afronta não somente aos direitos de personalidade da obreira, mas também aos direitos sociais desta e aos direitos de personalidade do nascituro e subsequente filho da trabalhadora, que igualmente é agredido quando tomado como justif**ativa para a discriminação ocorrida no caso em tela e sequer possui o mesmo direito de defesa que materialmente sua genitora tem para resguardar seus interesses.

Assim, levando-se em conta a gravidade e extensão do dano, a necessidade da vítuma, a capacidade econômica do ofensor e o aspecto pedagógico punitivo da sanção a lhe ser imposta, condeno as rés ao pagamento de indenização por danos morais no importe de R$ 10.000,00 (dez mil reais).”

21/08/2012

O grupo Professor - Novos tempos tem como objetivo incentivar a discussão sobre os mais diversos assuntos ligados à cultura, cidadania e arte. Semanalmente postaremos informações de interesse público. Colabore com a nossa página. Faça parte do nosso grupo. Traga sua sugestão para enriquecer nossos debates.

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