Psicoterapia & Coaching - Lilian Loureiro

Psicoterapia & Coaching - Lilian Loureiro

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Tenho o privilégio de trabalhar com o que amo: fazer parte do processo de autoconhecimento de pesso Profissional realizada e que ama o que faz!

Lilian Loureiro Paulistana de origem, mas atualmente curitibana de coração. Quando me mudei para Curitiba em dezembro de 2012 minha vida profissional desmoronou. Estava em meu melhor momento profissional em SP, com quase 10 anos de formada e uma carreira consolidada. Comecei a atuar profissionalmente em Curitiba em setembro de 2013. No início, não foi fácil, mas apesar de toda dificuldade encontra

16/06/2026

O inconsciente tem dessas coisas… 😂

A gente muda por dentro.

E, de repente, a vida muda o registro por fora também.

Meu CRP mudou.
Novo número.
Nova regional.
Novo ciclo.

Literalmente, não sou mais a psicóloga que eu era.

E simbolicamente também não. 🌻

04/06/2026

👽✨ Depois do suposto “OVNI” registrado em Campo Largo… fiquei pensando:

e se resolvessem aparecer aqui pela minha região também? 😂🌿 Afinal é bem perto 😳…

Brincadeiras à parte, Jung escreveu um livro inteiro sobre isso:
“Um mito moderno sobre coisas vistas no céu”,   publicado em 1958, no contexto da Guerra Fria e da explosão dos relatos de OVNIs.

E o mais interessante é que ele não estava preocupado apenas em saber se os discos voadores “existiam” objetivamente.

A pergunta dele era outra:
por que certas imagens começam a aparecer coletivamente em determinados momentos históricos?

Para Jung, fenômenos assim também podem funcionar como produções simbólicas da psique coletiva: tentativas de representar mistério, ameaça, esperança, transcendência… ou até a sensação de que “algo” está para acontecer.

Às vezes, quando o mundo externo f**a excessivamente fragmentado, o inconsciente produz imagens de totalidade…

E, provavelmente, seja justamente por isso que esses relatos nos fascinem tanto! 👽

☕️
No fim, independentemente do que tenha sido visto no céu… o fenômeno psicológico continua sendo profundamente humano… 🌻

23/05/2026

Há vínculos que não se explicam apenas pela espécie.

Alguns encontros nos alcançam em um lugar mais profundo, onde o olhar, a presença e o silêncio dizem mais do que qualquer linguagem.

Neste domingo, às 9h, vai ao ar um novo episódio do Café com Prosa Junguiana:

*O amor que não cabe em espécie*

Um episódio sobre vínculo, espelho psíquico, projeção e luto, mas, sobretudo, sobre esses amores que nos veem de um jeito que quase ninguém vê.

Porque talvez perder um animal não seja apenas perder uma companhia.

Talvez seja também aprender a recolher, integrar e sustentar dentro de si aquilo que, antes, existia no encontro.

☕️ Amanhã, domingo, às 9h.
Link na bio.


16/05/2026

Teve um dia frio…

e eu lembrei dessa roupinha dela.

A imagem que veio não foi de hospital.
Não foi de despedida.
Não foi da dor.

Foi essa.

E, pela primeira vez,
eu sorri.

🌿

Existe um momento muito delicado no luto:
quando a memória começa a voltar
sem nos destruir.

E isso não signif**a esquecer.
Não signif**a amar menos.

Talvez signifique apenas
que a psique começa,
aos poucos,
a encontrar outras formas de sustentar o vínculo.

“Oscilar não é cair.”

☕️ Amanhã, às 9h,
novo episódio do Café com Prosa Junguiana.

🔗 na Bio

26/04/2026

Na psicologia analítica,
o símbolo sustenta a travessia.

Quando algo pode ser simbolizado,
a ausência não vira vazio,
ela se transforma.

Talvez o que mais adoeça hoje
não seja só a dor…
mas a dificuldade de dar forma a ela. 🌻





23/04/2026

Tem perguntas…
que parecem busca por resposta.

Mas às vezes…
são uma forma de não sentir.

Nem tudo no luto se resolve entendendo.
☕️

23/04/2026

Tem perguntas…
que parecem busca por resposta.

Mas às vezes…
são uma forma de não sentir.

Nem tudo no luto se resolve entendendo.
☕️

19/04/2026

🩷🐶🌻

17/04/2026

🌻Essa semana fez um mês da partida da Lady Spot.

E eu achei que conseguiria falar sobre isso com mais distância.
Mas não.

O luto não segue o tempo da agenda.

Nesses dias, algo foi se desenhando em paralelo.

Um cachorro apareceu na chácara há meses.
Ia e voltava.
Ficava… e sumia…
um cão errante.

Até que, no fim de semana passado, eu o vi machucado.
Cheio de espinhos.

E, no meio da dor de ter buscado as cinzas da Lady…
algo em mim se moveu.

Não como resposta.
Mas como gesto.

O plano da Spotinha não precisava terminar com ela.

Ele podia continuar cuidando.

Hoje, o Caramelo está coberto por esse plano.

E isso não é substituição.

A Lady Spot não tem substituição.

Mas talvez seja isso que o amor faz…

ele não desaparece.

Ele encontra outra forma de seguir.

Talvez esse seja o legado.

Não o que f**a parado no passado,
mas o que continua… em movimento. 🌻

☕️

15/04/2026

“Alguns vínculos não precisam de palavras…
mas deixam um silêncio quando se vão.”

Episódio 2
🔗 na bio

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