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Aulas Particulares em Domicílio ou em nossa sede. Todas as matérias. Ensino Fundamental, Médio, Superior e idiomas. Escola especializada em Ensino Particular.

Há mais de 5 anos no mercado, possui uma equipe com mais de 80 professores para ministrar aulas desde o Ensino Fundamental até o Ensino Superior. Trabalhamos com aulas individuais ou em grupos. Acesse nosso site www.queroaula.com.br e obtenha mais informações sobre aulas particulares em Curitiba.

Photos 06/06/2016

Desafio do dia

Aulas particulares 06/06/2016

Você conhece o trabalho da Psicopedagogia ?

Nos últimos anos, a Psicopedagogia tem crescido muito, trazendo inúmeros benefícios para alunos e professores.

Através da avaliação Psicopedagógica, podemos conhecer melhor o aluno, estruturando suas habilidades e déficits para então determinarmos estratégias de intervenção para aumentar seu rendimento escolar e social.

No QueroAula, nossos professores de aulas particulares são acompanhados e supervisionados por nossa Psicopedagoga para garantir que as aulas tenham um efeito mais individualizado e personalizado, reforçando os pontos fortes e trabalhando os pontos negativos no desempenho do aluno.

Para saber mais acesse www.queroaula.com.br

Aulas particulares

Photos 25/04/2016

A 12ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), recebeu este ano inscrições de 5.544 cidades, o que representa 99.59% dos municípios de todo o país. Ao todo são 17.839.424 estudantes de 47.474 escolas. No ano passado, foram 5.538 cidades. As inscrições terminaram no dia 1.º de abril e a prova da 1.ª fase, marcada para 7 de junho, será aplicada nas próprias escolas.

Os estados com o maior número de participantes foram São Paulo, com 3.340.982 alunos de 5.945 escola; Minas Gerais, que teve 1.910.226 alunos de 4.583 escolas; e Bahia, com 1.550.680 alunos de 3.918 escolas.

A Obmep é dividida em três níveis: alunos do 6.º e 7.º anos do Ensino Fundamental; o 8.º e 9.º anos do Ensino Fundamental; e de todo o Ensino Médio. Cerca de 5% dos melhores colocados em cada escola passam para a segunda fase, marcada para o dia 10 de setembro. Nesta edição, serão 500 medalhas de ouro, 1.500 de prata e 4.500 de bronze, além de 46.200 menções honrosas.

Todos os medalhistas são convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. de 2017. Professores, escolas e secretarias de educação de municípios que se destacam na Olimpíada também são premiados na competição, que é uma iniciativa do Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com apoio dos ministérios da Ciência e Tecnologia e Inovação e da Educação.

Acompanha nossa página para saber como foram os resultados em cada etapa da prova - www.queroaula.com.br

Fonte Nota10

Photos 24/02/2016

Falta de escrever à mão pode prejudicar desenvolvimento cerebral das crianças.

Uma pesquisa americana sugere que o uso excessivo de teclados e telas sensíveis ao toque em vez de escrever à mão, com lápis e papel, pode prejudicar o desenvolvimento de crianças.

A neurocientista cognitiva Karin James, da Universidade de Bloomington, nos Estados Unidos, estudou a importância da escrita à mão para o desenvolvimento do cérebro infantil.
Ela estudou crianças que, apesar de ainda não alfabetizadas, eram capazes de identificar letras, mas não sabiam como juntá-las para formar palavras.

No estudo, as crianças foram separadas em grupos diferentes: um foi treinado para copiar letras à mão enquanto o outro usou computadores.

A pesquisa testou a capacidade destas crianças de aprender as letras; mas os cientistas também usaram exames de ressonância magnética para analisar quais áreas do cérebro eram ativadas e, assim, tentar entender como o cérebro muda enquanto as crianças se familiarizavam com as letras do alfabeto.

O cérebro das crianças foi analisado antes e depois do treinamento e os cientistas compararam os dois grupos diferentes, medindo o consumo de oxigênio no cérebro para mensurar sua atividade.

Os pesquisadores descobriram que o cérebro responde de forma diferente quando aprende através da cópia de letras à mão de quando aprende as letras digitando-as em um teclado.
As crianças que trabalharam copiando as letras à mão mostraram padrões de ativação do cérebro parecidos com os de pessoas alfabetizadas, que conseguem ler e escrever.

Escrever à mão ativa áreas diferentes do cérebro das crianças
Este não foi o caso com as crianças que usaram o teclado.
O cérebro parece ficar "ligado" e responde de forma diferente às letras quando as crianças aprendem a escrevê-las à mão, estabelecendo uma ligação entre o processo de aprender a escrever e o de aprender a ler.

"Os dados do exame do cérebro sugerem que escrever prepara um sistema que facilita a leitura quando as crianças começam a passar por este processo", disse James.
Além disso, desenvolver as habilidades motoras mais sofisticadas necessárias para escrever à mão pode ser benéfico em muitas outras áreas do desenvolvimento cognitivo, acrescentou a pesquisadora.

Muitas escolas têm pressa em implantar computadores em classes com crianças cada vez mais jovens
As descobertas da pesquisa podem ser importantes para formular políticas educacionais.

"Em partes do mundo, há uma certa pressa em introduzir computadores nas escolas cada vez mais cedo, isto (esta pesquisa) pode atenuar (esta tendência)", disse Karin James.
Muitas escolas americanas já transformaram o ensino da escrita à mão em alternativa opcional para professores. Por isso, muitos educadores não ensinam mais caligrafia.

Uma solução seria usar algum programa em um tablet que simulasse o ato de escrever à mão.
Mas, pelo que a pesquisa da cientista sugere, nada parece substituir o aprendizado com a escrita à mão.

Fonte:BBC

Photos 16/02/2016

As grandes facetas da Educação.


A função da educação vai muito além da decifração de códigos e assimilação de conteúdos. Cada ano escolar é decisivo para a formação humana e inserção da criança na sociedade, tornando-a conhecedora de seus direitos e deveres, estimulando sua capacidade de compreensão da realidade social, responsabilidade em relação à sua vida pessoal e também coletiva.

O professor tem papel fundamental nesta etapa de desenvolvimento do aluno, pois será o mediador do meio em que a criança irá se desenvolver. Irá atuar como alicerce na aquisição de conhecimento do aluno.

O homem evolui de um ser biológico para um ser histórico, onde as ações são conduzidas para o pensamento superior para que seja possível a auto condução, o comportamento intencional, a expressão de vontade própria, etc. Esse é um processo de evolução social, não diz respeito única e exclusivamente ao sujeito. O aluno precisa estar em constante contato com o meio para poder se desenvolver, precisa estar diante de situações que o permitam trabalhar suas potencialidades para torná-las reais, alcançáveis.

A criança será influenciada pelo adulto pois ela aprende convivendo com quem tem um desenvolvimento cognitivo mais avançado que o dela. Um exemplo prático que podemos utilizar para entender melhor esse desenvolvimento das potencialidades é a própria higienização. Em um primeiro momento, apresentamos à criança a necessidade de conhecer algo novo. A criança ainda é mera espectadora nesse contexto, logo os adultos fazem tudo por ela como escovar os dentes, pentear o cabelo, tomar banho. Após certo tempo, a criança já pode fazer essas atividades acompanhada de um adulto, até o momento em que ela possa alcançar a zona de desenvolvimento real, passando a conseguir executá-las sozinha.

Para que o aprendizado aconteça, a criança precisa ser instigada. O conhecimento deve ser significativo para ela, precisa fazer sentido e ter relação com aspectos especificamente relevantes da estrutura de conhecimento que o aluno já possui, as ditas concepções prévias. Quanto maior e mais amplas forem as concepções prévias, melhor será a constituição de novos conhecimentos.

Em contraposição à aprendizagem significativa, temos a aprendizagem mecânica. Esse método de ensino foi utilizado até pouco tempo e é o que chamamos de “decoreba” , muito comum na Pedagogia tradicional. Nesse caso, os conhecimentos são adquiridos de forma mais aleatória, sem fazer relação com os outros saberes já armazenados. Essas informações tem pouca ou nenhuma interação com as competências já existentes no cognitivo da criança, fazendo com que ela não encontre relações possíveis para armazená-las, acabando sendo esquecidas em pouco tempo.

A relação entre homem e mundo é mediada através de símbolos, tudo que existe hoje é reflexo de uma evolução. A carga genética que carregamos não é apenas biológica, é fruto de toda uma cultura que foi produzida. A linguagem, a fala, a escrita e a leitura são exemplos desses símbolos.

A partir da decifração desses códigos, a criança passa a ter uma capacidade maior de compreender o mundo externo e a realidade em que está inserida. Hoje quem está a margem desses símbolos está também à deriva do meio social, tendo pouca compreensão do mundo que permeia.

A educação é papel da escola, da família, do Estado e da sociedade, sendo essas indissociáveis para a formação integral do aluno. Devemos respeitar a criança como ser ativo no processo de ensino/aprendizagem, pois ela é a protagonista desse processo tão valioso.

Cada criança possui suas especificidades, as quais deverão ser levadas em consideração para se obter os objetivos esperados dentro desse processo. Cabe ao professor identificar as melhores condições de aprendizagem para cada indivíduo, pois ele é o protagonista do ensino ao exercer seu papel de mediador do conhecimento. Um bom professor não é aquele que sempre terá uma resposta pronta e acabada, pois isso impede que o aluno faça uma reflexão acerca da situação, esperando sempre por uma resposta do outro, incapaz de buscar ou tomar suas próprias decisões.

Precisamos refletir constantemente de maneira dialógica, buscando alternativas para inovar e nos adaptar às novas exigências, visto que vivemos em uma sociedade onde somos cada vez mais cobrados por resultados. A educação será sempre um diferencial diante desse desafio social em constante mudança.

Marcela Marcelo

Photos 14/02/2016

Entenda melhor o que são Ondas Gravitacionais.

Recentemente, um grupo de cientistas participantes do projeto internacional LIGO (Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory) anunciou ter detectado diretamente a existência de ondas gravitacionais, fenômeno já previsto por Albert Einstein na sua Teoria Geral da Relatividade.

Mas o que, afinal, são ondas gravitacionais?

Ondas gravitacionais são nada mais que pequenas liberações de energia, efetuadas por corpos com uma massa de valor grande (mas muito grande mesmo, da ordem de 10^30 quilogramas, ou seja, o número um seguido de 30 zeros).

Essas liberações de energia provocam vibrações no espaço-tempo e são propagadas como ondas (analogamente às ondas que surgem na superfície de um lago, quando jogamos uma pedrinha na água), para longe de sua fonte. Tais vibrações são similares ao efeito da gravidade como a conhecemos hoje, e sua interferência no espaço-tempo.

Mas como a gravidade interfere no espaço-tempo?

Pense no espaço-tempo como um colchão e no planeta Terra como uma bola de boliche, por exemplo. Quando colocamos a bola no meio do colchão, ele se deforma, criando uma alteração em seu formato. Caso uma bolinha de gude fosse lançada nesse colchão, sua deformação provavelmente iria fazer com que a bolinha de gude alterasse sua trajetória inicialmente retilínea até encostar na bola de boliche.

A gravidade trabalha de forma similar: todo corpo com massa é como se fosse uma bola no “colchão” espaço-tempo. Quanto mais pesada for essa bola, mais o colchão se deforma e mais a bolinha de gude é atraída para a bola maior.

Em algumas circunstâncias, uma bola de boliche que sofra uma aceleração grande suficiente, pode fazer com que pequenas ondas (como se fosse a superfície do lago lá de cima) sejam propagadas através do colchão. Essas pequenas ondas são as chamadas ondas gravitacionais, evidenciadas diretamente esse ano.

E o que acontece com os corpos quando essas ondas gravitacionais passam por eles?

Basicamente essas ondas causam uma alteração rítmica no espaço-tempo. Em outras palavras, as distâncias entre objetos, quando atingidos pelas ondas são aumentadas e diminuídas, em um ritmo proporcional à frequência da onda gravitacional.

As ondas gravitacionais, por terem um efeito extremamente sutil, são muito difíceis de serem detectadas diretamente. Até porque os corpos com massas extremamente grandes situam-se ridiculamente longe do nosso planeta, e quanto mais longe a fonte de ondas estiver, menor será o efeito das mesmas.

Patrick Kondlatsch.

Photos 05/02/2016

Você sabe qual é a velocidade da luz?

Durante muito tempo pensou-se que a luz tinha velocidade infinita, ou seja que a luz se propagava de forma instantânea.
A partir do séc. XVII, começou a ganhar força a ideia que a luz tinha velocidade finita, e assim começaram a surgir tentativas de medir a sua velocidade.

Um dos primeiros cientistas a tentar medir qual a velocidade da luz foi o físico e astrónomo italiano Galileu Galilei. No séc. XVII, Galileu apresentou uma experiência que era teoricamente válida, porém não existiam meios técnicos para a realizar naquela época.

Posteriormente outros cientistas fizeram diversas tentativas para medir a velocidade da luz, tais como o dinamarquês Ole Romer, o inglês James Bradley, o francês Armand Hyppolyte Fizeau, o também francês Jean Bernard Léon Foucault, entre outros cientistas.

Com o passar do tempo e com a introdução de novas técnicas, a velocidade da luz foi sendo conhecida com mais precisão. Atualmente a velocidade da luz no vácuo está estabelecida como sendo 299.792.458 m/s por vezes “arredondada” para 300.000 km/s.

A velocidade da luz está na base de uma importante unidade astronómica: o ano-luz. Um ano-luz corresponde à distância percorrida pela luz no vácuo durante um ano Juliano (que corresponde a 365,25 dias).

sitecuriosidades.com.br

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