Saturnália - Escola de Astrologia & Cidade

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Saturnália - Escola de Astrologia. Ensino e Pesquisa.

Photos from Saturnália - Escola de Astrologia & Cidade's post 17/06/2026
23/04/2026

Uma efeméride de respeito na Saturnália é o Domingo 23. (E respeito… é pra quem tem).

https://www.youtube.com/watch?v=OVC_tb-N0uc

Com a Lua cheia, cheíssima, Lua de São Jorge, como se diz no interior da nossa terra, a mensagem do domingo 23 só aumenta em dignidade.

E é de dignidade - Claudius Ptolomeu, Almagesta - que falamos quando falamos do guerreiro de olhar sereno que traz a Sirius na testa. Jorge Ben Duílio Lima Menezes, homem de Sirius, porque tem sua Lua, como a de hoje, alinhada a Estrela do Cão Maior, dá a letra do que é uma dignidade da natureza, a um só tempo, de Marte e de Júpiter. Dignidade de um Marte imbatível ao extremo, como lhe é próprio, muito bem vestido “de armadura e capa, espada forjada em ouro”. E dignidade de Júpiter, pois, palavra do poeta, "com sua sabedoria e coragem mostrou que com uma rosa e o cantar de um passarinho, nunca nesse mundo se está sozinho”.

PT saudações lembrando que foi por Jorge Ben que cheguei aqui, num domingo 23 do ano da graça de 2009.

"Foi por Jorge Ben que cheguei aqui" dá no mesmo que dizer foi por Sirius, a brilhante, que cheguei aqui, mundo.

E é por Sirius meu axé. (I’m serious, man).

Três vezes Salve Jorge, três vezes salve a Esperança.

Bruno Lima.

O Oráculo como uma situação dramática 04/03/2026

O Oráculo como uma situação dramática O Oráculo, seja ele qual for, compõe uma determinada situação dramática: a consulta a um dos grandes mistérios da vida, o Destino. Morte, Sonho, Desejo, Desespero, Destruição e Delírio são os irmãos mais novos do Destino. E, como qualquer cena dramática, há atores, ação, cenário e te...

06/02/2026

Isto é Saturnália!

Pergunto à moça do cafezinho com a qual faço PhD em Astrologia:

─ Qual a vantagem de ser Gêmeos?

─ A vantagem de ser ge-mi-no? A vantagem de ser ge-mi-no é que nunca se está sozinho.

─ Ah é, hmm… E a vantagem de ser Escorpião?

─ A vantagem de ser Escorpião é que ele se protege com o rabo.

Em seguida, a moça apoiada no balcão diz até logo, mas não sem antes revelar a tatuagem de escorpião em seu baixo-ventre.

─ Eu não disse, eu não disse…? Essa tipinha aí é do Escorpião, resmunga a sábia do cafezinho.

A sabedoria popular sempre me fascinou. Culpa do virginiano Nelson Rodrigues por me ensinar a dar ouvido ao que o povo diz e pensa. Astrologia como ela é.

─ E a Senhora Astro? Por que a Astrologia é tão popular? – Faço a pergunta do dia.

─ Ué, porque a gente lê horóscopo todo santo dia pra saber como vai ser o dia?! – responde com espanto, surpresa por ter que dizer o óbvio.

Resposta, aliás, que faz lembrar que a Astrologia sempre esteve ligada à mídia, seja a do jornal, a do rádio ou a do profeta em praça pública.

A moça do cafezinho, sem saber, ditou a máxima:

Astrologia é mídia.

Astrologia é mídia, meio, linguagem. O Céu é um livro aberto, página a ser lida, traduzida. Astrologia é a lógica, a mídia, a ferramenta que trata de fazer essa tradução. Mas há outros motivos que a faz popular.

Astrologia é a psicologia dos antigos, através de sua linguagem identif**a e nomeia temperamentos psicológicos e contribui para que possamos celebrar a diferença. E assim sendo, a moça do cafezinho terá que o Leão é metido à besta, e o Virgo, perfeccionista e obsessivo. Faz com que Ítalo Calvino se diga de Saturno, por exemplo:

“Os antigos nos ensinam que o temperamento saturnino é próprio dos artistas, dos poetas, dos pensadores, e essa caracterização me parece correta. (…) Meu caráter apresenta sem dúvida os traços tradicionais da categoria a que pertenço: sempre permaneci um saturnino, por mais diversas que fosse as máscaras que procurasse usar. Minha veneração por Mercúrio talvez não passe de uma aspiração, um querer ser: sou um saturnino que sonha ser mercurial, e tudo o que escrevo se ressente dessas duas influências”. (Calvino em ‘Seis propostas para o próximo milênio’)

“Mercúrio, de pés alados, leve e aéreo, hábil e ágil, flexível e desenvolto, estabelece relações entre os deuses e entre os deuses e os homens, entre as leis universais e os casos particulares, entre as forças da natureza e as formas de cultura, entre todos os objetos do mundo e todos os seres pensantes. Que patrono melhor poderia escolher para o meu projeto literário?”. (idem)

A Astrologia é arte mercurial. Com os seus mapas revela qual a correspondência e a finalidade de cada momento celeste. Em outras palavras, pela sua voz, liga o céu e a terra (e vice-versa). Linka a aparência com a sua finalidade seja o mapa de uma pessoa, de um time de futebol ou mesmo o de uma cidade. Deste modo, a Astrologia revela assim seu caráter intrinsecamente teleológico, seu espírito essencialmente mercurial.

O outro motivo da popularidade da Astrologia está no fato de que seus deuses são feitos à imagem e semelhança humana. Panteão de paixões humanas. Os planetas e os signos do zodíaco desejam, amam, odeiam, guerreiam entre si, assim como os personagens de Nelson Rodrigues – o que contribui com a verdade de sua força psicológica. A vida como ela é.

─ Sabe por que Libra é o signo da Justiça? Continua a moça do cafezinho.

─ …

─ Porque Libra nunca pega juízo – diz com um sorrisinho no canto da boca.

Outro motivo, talvez o mais relevante, que faz da Astrologia viva e poderosa, é a preservação da idéia de Destino no centro do seu pensamento. É a simples idéia de que temos uma sorte única, um destino particular, uma história específ**a a trilhar. Há quem diga que, por conta disso, a Astrologia nos tira o livre-arbítrio (o que é uma bobagem, já que apenas a ignorância é capaz de tanto).

A idéia do Destino me garante que ninguém procura um astrólogo somente em busca do autoconhecimento. Não! Procura-se o extraordinário, um falar com os deuses (o que Jung chamou de complexos), um negociar com as paixões (aí está a magia, a alquimia de operações, a terapêutica, a astrologia médica), um sentido ao destino, um mergulho que vá da lama ao cosmos.

Só há determinismo onde não há mistério.

E aí, só de butuca, um moço com anel de doutô, depois de bebericar seu café com leite, dispara:

─ Astrologia é ciência?

O meu Mercúrio exaltado diz num balão de pensamento destes de HQ: “Defina ciência, por favor! Mas rápido, por favor. Mais ligeiro, please…”

Sabe-se lá Deus o que se quer dizer por ciência nesta altura do campeonato.

Ciência heisenberguiana? O observador perturba a coisa observada?

Ciência eisteniana? Ciência newtoniana?

Respondo:

─ Se considerarmos ciência toda prática que possui finalidade, método próprio, linguagem específ**a, prática passível de erros e acertos, portanto de autocrítica, campo de estudo em eterno desenvolvimento… Sim! Astrologia é ciência.

Confesso que dou pouco valor ao rótulo ‘ciência’ carimbando com louvor a carinha da Astrologia.

Há os que querem Astrologia regulamentada e com cadeira na Universidade como em tempos medievais. Prefiro interferir na conversa on line.

Casar Astrologia com a cultura contemporânea é fazê-la ressuscitar como sistema de representação o qual, por milênios, ajudou a organizar o mundo. Por isso, Televisão do Céu (Astrologia assistindo TV), Astrologia e mitos contemporâneos (vide Astrologia, quadrinhos e cinema), Astrologia e cultura pop (análise do panteão contemporâneo e sua influência), Astrologia como jogo oracular, Astrologia e dramaturgia, Astrologia como cinema falado. Astrologia, para valer suas máximas, terá que adentrar o admirável mundo pop, a aldeia global.

Nem guru, nem ligue djá, nem Nostradamus anunciando o juízo final, é Astrologia perturbando a leitura dos fenômenos culturais e não mais professando verdades sacerdotais.

Astrologia de rua, na rua, alimentando-se da cidade: Saturnália.

Polêmicas à parte, digo que a Astrologia é um ofício. E um segredo.

Do ofício, faz parte a escrita, a pesquisa (a fenomenologia é uma via preferencial), a crítica da tradição e o desenvolvimento de técnicas que pode vir a se unir ao corpo da tradição astrológica.

─ Ok ok ok, mas o que é o mapa astral, afinal? Pergunta a chefia do estabelecimento e palmeirense doente.

O mapa é o desenho do céu a partir de data, hora e local de nascimento. E ali está o teatro do mundo: a primeira forma de perceber a realidade (Lua); o gosto pelas coisas da vida (Vênus); o modo de ler e de se comunicar (Mercúrio); a virtude e a maneira de ser herói na vida (Sol); o modo de ir à luta (Marte); as crenças, a visão de mundo (Júpiter); o mestre e a responsabilidade de crescer através da superação da dor e dos próprios limites (Saturno).

Ainda acrescentamos à análise, o signo Ascendente, a Parte-da-Fortuna, Cauda e Cabeça-do-Dragão, Meio-Céu… Todos juntos no Céu do nosso mapa, num arranjo único e surpreendente, ditam o ritmo (o tempo) dos acontecimentos.

─ Mas se a Astrologia é isso, e se é possível fazer mapa de países, como poderia evitar crises políticas e econômicas, dentro de um contexto político tão difícil? indaga a chefia.

A influência do astrólogo na história política da Inglaterra pode ser vista no filme Elizabeth, com direção de Shekar Kapur, com Cate Blanchet no papel principal. John Dee, astrólogo, médico e conselheiro pessoal de Elizabeth, a Rainha Virgem (aliás, recebe Elizabeth é chamada assim por também ser do signo de Virgem), ao ser inquirido se a Inglaterra ganharia a guerra que se anunciara, não diz sim nem não, mas prepara a Rainha ao confronto inevitável. Entre o sim e o não há um vão. A função do astrólogo é preparar quem quer que seja a trilhar a vida que se apresenta: andaluz.

A Astrologia de países ou cidades é uma prática antiga. É a idéia de que estamos e ligados ao destino de uma comunidade. Como pensar o mapa do Michael Jackson, por exemplo, sem avaliar o mapa dos USA? E vice-versa?

Nada me tira da cabeça de que os fantasmas e os zumbis de Thriller são os ancestrais do povo americano renascidos das tumbas midiáticas pelo Sol-Plutão de Michael. Plutão é o dono das almas no mundo grego e Jackson é seu mensageiro. Fantasmas que vieram assombrar e… dançar. O Rei do Pop operou um expurgo midiático.

Este é o mapa do Brasil: 7 de Setembro de 1822, às 16h30, às margens do Rio Ipiranga – SP.

Brasil tem a Lua em Gêmeos e a Lua no mapa de um coletivo representa a população. Vai ver que é por isso que gostamos tanto de duplas sertanejas, irmãos no Poder (Pedro e Fernando), Flora e Donatela, Claudinho e Bochecha, Pelé e Garrincha.

Por conta de Mercúrio, regente de Gêmeos e de Virgem, o povo brasileiro tem aptidão aos negócios, espírito fraterno, gosto pela fofoca, poder de adaptação, senso de humor, espírito malandro, e também uma tremenda dificuldade de assumir responsabilidades enquanto cidadão. Gêmeos é o eterno jovem que jamais cresce. Saca aquela que Deus é brasileiro? Pois é. E ainda tem a vantagem de ser gemino.

Mercúrio, o ladrão mítico, o menino-prodígio, o príncipe dos larápios e negociantes, o Exu, o Saci, a inteligência viva e comunicativa, reina no céu e por baixo do chão brasileiro. E é com ele que teremos que conversar sobre as dores e as delícias de ser Brasil.

─ Mas por que Astrologia é um segredo? Pergunta a mestra do cafezinho.

Arregaço as mangas da alegria e devolvo:

─ Você não sabe? Então não sou eu que vou dizer.

Enquanto sentires os astros acima de ti, jamais serás um vidente. (Nieztsche)

por Joao Acuio
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artigo publicado na revista ffw_Mag! edição 13, 2009

06/02/2026

CRIOLO LION MAN

Lançado em abril de 2011, o álbum "Nó na Orelha" não só é um dos mais importantes da década como foi o álbum que apresentou Criolo para o mundo. Produzido por Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, nesse disco o rapper, que até então assinava como Criolo Doido, passou a dialogar com outros estilos e criou para si um lugar bem particular na música brasileira.

"Nó na Orelha" chega trazendo novos ares com Ascendente no autêntico signo de Aquário, regido por Saturno, o planeta do tempo, da maturidade, da construção de uma identidade artística. Saturno está em Libra e inclui, de cara, as parcerias, principalmente com os produtores Daniel Ganjaman e Marcelo Cabral, que muito colaboraram para o resultado sonoro. Tanto eles como as outras participações do disco (Juçara Marçal, Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Verônica Ferriani) acabaram fazendo com que tanto o álbum como o próprio Criolo fossem enxergados dentro no contexto de uma cena musical paulista que despontava na época. O signo de Libra é a exaltação de Saturno e "Nó na Orelha" foi tão aclamado que chegou ao grande público consagrando Saturno (Criolo) na Casa 9, a do conhecimento, da filosofia, nesse lugar de alguém que experimenta novas linguagens e é sempre respeitado devido a sua própria devoção à música, ao seu pensar, à sua causa.

Não por acaso, o disco estourou. Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Parte da Fortuna estão em Áries, signo de elemento Fogo, ligado à faísca, à primeira chama e notável por ser sincero, contundente, novo e verborrágico. Principalmente com Áries abrindo a Casa 3, das comunicações, do pensamento e também das ruas, da vizinhança. Seu regente está na própria Casa e nos próprios termos, deixando o discurso ainda mais quente, e também rege o Meio do Céu, a carreira, os feitos do rei, a vida pública, os feitos do disco e, por que não, os feitos de Criolo. "Nó na Orelha" leva a "rua" para a pauta principal, com tom bastante escorpiano, evocando histórias que têm a ver com sobrevivência, perigos, vícios, mortes e resistência.

Saturno em Libra, a ponderação, está em oposição aos planetas em Áries, a pressa, o rompante. A primeira frase do disco é: "Quando uma pessoa lhe oferece o caminho mais curto, fique atento". Saturno está na Casa 9, das viagens, e a faixa se chama "Bogotá". "Vamos embora para Bogotá/ Muambar/ Muambei/ Vamos cruzar Transamazônica/ Pra levar/ Pra freguês" diz a letra. E o regente do Ascendente está lá mesmo na Casa 9, olhando para a Lua em Aquário, regente da Casa 6, dos funcionários. O narrador tem empregados e manda muambas para Bogotá. É um trabalho arriscado e as oposições revelam isso. "Desde pequeno sabe o que é isso/No fio da navalha/Brincar no precipício/A vida e a morte/Escolha seu troféu".

É curioso que o Mapa Astral de "Nó na Orelha" tenha planetas basicamente em Áries e Libra, dois signos opostos que se enxergam mas que não ouvem ninguém. O "nó na orelha" f**a por conta da Lua em Aquário, ao dar voz ao coletivo amarra a orelha do ouvinte. Aquário dá exílio ao Sol, expõe as desigualdades do mundo, e a Lua deixa isso claro logo no Ascendente: "Di Cavalcanti, Oiticica e Frida Kahlo/ Têm o mesmo valor que a benzedeira do bairro" - Criolo canta em "Sucrilhos".

A Lua também espelha o movimento, o passar das faixas do disco. O primeiro planeta que a Lua encontra, por sextil, é Marte, as armas, domiciliado em Áries, sua potência máxima. Em "Subirusdoistiozin" Criolo canta: "As criança daqui tão de HK /Leva num sarau, salva essa alma aí/ Os perreco vem, os perreco vão/ As vadia quer, mas nunca vão subir/ É, 'cença aqui, patrão, eu cresci no mundão/Onde o filho chora e a mãe não vê/ E covarde são quem tem tudo de bom/ E fornece o mal pra favela morrer". Marte também rege a Casa 12, e lá está a favela, sempre ocultada da cidade, escondida, sem voz, um filho que chora mas a mãe não vê. Marte leva a Casa 12 para a Casa 3, a mensagem do álbum, sua fala, rápida, eloquente, tapa na orelha.

Quando a Lua chega no 21º de Aquário faz sextil exato com Júpiter, o planeta das crenças. Em Áries a fé passa por travar batalhas, se defender e ir direto ao ponto. "Mariô" começa saudando Ogum, saudando Marte, e cita referências (Júpiter tem exaltação em Câncer, a memória, os que vieram anteriormente): "Antes de Sabota escrever "Um Bom Lugar" /A gente já dançava o "Shimmy Shimmy Ya"/ Chico avisara "a roda não vai parar" /E quem se julga a nata cuidado pra não quaiar". Com Júpiter em Áries, não dá para "cantar de galo". "Atitudes de amor devemos samplear/ Mulatu Astatke e Fela Kuti escutar/ Pregar a paz, sim, é questão de honra/ Pois o mundo real não é o Rancho da Pamonha". Prosperidade é questão de honra (Júpiter em Áries).

Chegando no 26º a Lua olha para a Parte da Fortuna, a essência do álbum, do Mapa. A Fortuna está em Áries, o disco é um ato de coragem e um alerta. "E se fosse pra ter medo dessa estrada/ Eu não taria há tanto tempo nessa caminhada/ Artista independente leva no peito a responsa, tiozão/ E não vem dizer que não" é a letra de "Criolo Lion Man". Leão ("Lion") é o domicílio do Sol, a Casa 7, o outro, os relacionamentos e os inimigos. O Sol é exaltado por Áries. "Nó na Orelha" exalta a si mesmo, sua história e seus oponentes, contrapontos. Marte só pode ser Marte quando enfrenta alguém ou alguma coisa. "Sua rainha tá ciscando, já era! /O país tá no abandono, já era! /O planeta tá morrendo, já era!/Vai cair o rei", perfeita definição do sextil Áries/Aquário. "O Criolo quer colar pra somar/Sempre foi assim". "Nó na Orelha" soma, traz a Parte do Espírito, o vir a ser, na Casa 10, a mesma regida por Marte, a da vida pública. O álbum coloca Criolo na Casa 9, o Rei, e o "vir a ser" na Casa 10, seus feitos. Depois desse lançamento Criolo está sempre reafirmando seu lugar na música brasileira e gerando mais e mais frutos, lançando trabalhos diversos e mantendo sua personalidade em tudo o que faz, como já testemunhava o Ascendente em Aquário.

Meu nome é Mariana Candeias, adoro esse disco e escrevo na página Magaastrologica - Mariana Candeias, tarô e astrologia. Esse texto teve a colaboração fundamental do João Acuio meu professor e editor na . A imagem é da também astróloga

Benzedeiras sobrevivem na terra de Chica da Silva, no interior de Minas 29/01/2026

Benzedeiras sobrevivem na terra de Chica da Silva, no interior de Minas É em uma casa cercada de plantas medicinais que vive Maria Mercita Cunha. Aos 86 anos, dona Mercita vai ao quintal e, diante de um pé de guiné, pede permissão à natureza para usar seus poderes de cura. Enquanto isso, um rapaz a espera na cozinha para ser benzido. Ela segura algumas folhas da

29/01/2026

Tudo que se manifesta acontece sob um céu.
Tudo.
Absolutamente tudo. Nada é excluído. Toda manifestação acontece sob um céu a partir de um determinado ponto. Tudo está dentro do Mundo.
Desde um gol numa final de Copa do Mundo, até o anúncio de uma nova nação.
Tudo tem Céu porque tem Tempo. E Terra. Quer dizer, corpo. Não há Terra e Céu e sim só um organismo, o Mundo - este imenso Teatro Cósmico. O Céu é a cumeeira, a Terra é o chão. E o que está entre é a manifestação.
Existe até a televisão. Televisão do Céu. Tudo faz parte do mundo. Tudo, absolutamente tudo, quer a política queira ou não.
Tudo faz parte da Fortuna do Mundo. E a sua sorte é a minha.
Um abraço imenso ao meu querido professor de história da sexta série que um dia não teve dúvida, rasgou a apostila e ensinou a turma a ler. Primeira vez que alguém me olhou como se eu fosse um velho.
Ler as pegadas da Terra no Céu é disso que se trata a Astrologia e a Saturnália.
Grato a todos que até aqui vieram. E de algum modo lembra da gente com carinho e aprende e partilha e nos ensina tanto. Obrigado por tudo. Obrigado pelo coração imenso e pelo senso de humor. Obrigado, de coração.
E hoje a Lua está em Leão e é tempo de Lua Nova.
Que ressurja o Sol.

29/01/2026

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AULAS DO MOMENTO 04/11/2025

Aula 2 do Momento, com Simão Cortês

AULAS DO MOMENTO Uma aula por mês, uma aula inspirada em cada capítulo d´O Momento da Astrologia, de Geoffrey Cornelius. Aula seguida de debate.

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