10/02/2022
A inovação no setor de saúde trouxe novas formas de contato entre médicos e pacientes. Isso tornou mais dinâmico o relacionamento e acelerou o diagnóstico. Na newsletter “Inovação na Prática”, selecionamos algumas das tecnologias mais atuais para você ampliar seus conhecimentos e entender mais dessa mudança que tem ajudado tanto médicos e instituições de saúde quanto os pacientes.
Saiba mais acessando a matéria em nosso blog!
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18/01/2022
O bloqueio criativo é um problema que pode atingir profissionais de todas as áreas e tende a chegar nos momentos em que você mais precisa da sua criatividade.
De acordo com a professora dos módulos de criatividade da HOTMILK ACADEMY e dos cursos de comunicação da PUCPR, Evary Anghinoni, a falta de repertório e as crenças limitantes são seus principais motivos causadores.
Quer entender como isso funciona e a melhor forma de combater o bloqueio criativo?
Inscreva-se na Newsletter Inovação na Prática e tenha acesso a esse e muitos outros conteúdos sobre inovação.
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01/01/2022
Chegou o momento de movimentar as ideias do papel, para isso, conte com a HOTMILK Academy. Seja bem-vindo 2022!
25/12/2021
Eai empreendedor, qual seu principal pedido para esse natal? Conta pra gente!
A HOTMILK Academy deseja a todos um feliz e iluminado natal, e que todos seus desejos se realizem!
25/11/2021
Já ouviu falar em inovação organizacional? Ela é essencial para que as empresas atinjam maior velocidade e assertividade na criação de novos produtos, serviços e soluções para seus clientes.
E para colocá-la em prática, é necessário criar um ambiente inovador e que proporcione independência aos profissionais para criarem, sugerirem e alterarem elementos.
Entenda mais sobre inovação organizacional assinando nossa newsletter. Lá você ficará por dentro de tudo que acontece no mundo da inovação e transformação digital nas empresas.
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10/11/2021
No 2021 não faltaram palestras para falar sobre branding e elas trouxeram vários recados para a construção de marcas realmente conectadas com o futuro.
O primeiro é um entendimento de que hoje as marcas precisam criar senso de pertencimento. Porque ao invés de consumidores, temos comunidades que querem dialogar, compartilhar suas necessidades, desejos e valores, com a empresa e com as outras pessoas que estão ao redor dela. Nutrir uma comunidade de marca é compreender que as relações de consumo mudaram de nível. Não são apenas transações pontuais, é relacionamento e conexão. As pessoas podem continuar escolhendo os produtos e serviços que consomem a partir do diferencial que eles oferecem, mas só continuarão consumindo por se sentirem parte de algo maior.
O que poderia trazer essa sensação de fazer parte de algo maior? Causas. As marcas de sucesso do presente e principalmente do futuro são aquelas que atuam na interseção entre o que as pessoas desejam e o que o planeta precisa. Elas conhecem bem seu propósito, seus valores, identificam uma causa que seja compatível com sua essência e se tornam obsessivas por ela. Levando o impacto positivo para o centro do modelo de negócios. Para que a causa não esteja apenas no que ela diz, mas principalmente no que ela faz.
Um outro aspecto do futuro das marcas é a experiência – tanto física quanto digital. Cuidar da jornada das pessoas, compreendendo qual a melhor forma de se relacionar e oferecer o que elas querem em diferentes momentos e canais. Não por acaso, algumas das empresas mais inovadoras do mundo têm algo em comum: um grande número de funcionários trabalhando no sucesso do cliente (Customer Success).
E erra quem pensa que construção de marca (branding) é assunto do marketing. É tema para toda a organização. Inclusive, porque Brand Experience é o resultado da experiência do cliente (customer experience) e do funcionário (employee experience). Não são mais as propagandas que constroem marcas, são o que elas são de verdade. De dentro pra fora. Por isso, fortalecer a cultura organizacional e enxergar funcionários como embaixadores da marca são movimentos que muitas empresas começaram a fazer nos últimos anos.
Você e sua empresa já estão preparados para esse futuro?
Este é nosso último post de tendências do Websummit 2021, mas ainda tem um conteúdo super especial vindo aí. Nosso e-book está quase pronto e para recebê-lo gratuitamente, basta você acessar o link: https://hotmilk.pucpr.br/academy/cobertura-exclusiva-websummit-2021/?fbclid=IwAR1UV-saB2_ThxOJq5Qaf-AuoVcA-5EvYesYecMykRcZYBFUKJz3KE-yXms
09/11/2021
O WebSummit 2021 aconteceu em paralelo à COP26, a conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, onde os líderes mundiais buscaram se alinhar em torno de uma agenda única e de novos compromissos para diminuir a emissão de CO2 e outros gases que contribuem para o aquecimento do planeta. No entanto, não foi apenas por isso que o tema emergência climática também apareceu forte durante a conferência de tecnologia. E sim, porque as lideranças das maiores empresas do mundo já compreenderam que existe uma grande expectativa da sociedade e dos governos (principalmente da União Europeia) em torno do papel delas nesse assunto.
Brad Smith, presidente da Microsoft, por exemplo, disse durante sua palestra que as empresas estão acelerando seus compromissos com a meta de carbono zero. Algumas para 2030 e 2040 ao invés de 2050, que é o prazo estabelecido por pesquisadores e pela ONU para que o corte de emissões globais seja suficiente para desacelerar o aumento da temperatura. Segundo ele, só com inovação e tecnologia seremos capazes de atingir nossos objetivos. E foi nessa linha que o tema ganhou muito campo durante o . A grande pergunta na conferência foi: quais são as novas tecnologias desenvolvidas por grandes empresas e startups que podem contribuir para frear o aquecimento global?
A fala de Smith está muito alinhada com estudo recente da McKinsey, que afirma que tecnologias avançadas são fator crítico para combater as mudanças climáticas. Ainda de acordo com o estudo, tecnologias já maduras podem contribuir com o alcance de até 60% da meta estabelecida pela ONU, enquanto 30% seria atingido por tecnologias ainda em fase de maturação e 10% por inovações que ainda precisam vir dos centros de pesquisa e desenvolvimento.
Por isso, as empresas serão cada vez mais cobradas por acionistas, investidores, consumidores e sociedade sobre o lado que elas escolhem estar: de quem polui ou de quem cria as soluções que garantem o futuro da vida na Terra. Existem também grandes expectativas de que em 2022 veremos surgir os primeiros Unicórnios de Impacto – empresas de tecnologia que alcançam o valor de mercado de 1 bilhão de dólares e ao mesmo tempo tem o impacto positivo como centro do seu modelo de negócios. Grandes desafios e oportunidades para quem lidera uma organização ou está em vias de criar uma startup.
Quer conhecer mais tendências que mapeamos durante o WebSummit? Confira os outros posts no feed e inscreva-se pra receber nosso e-book gratuito e exclusivo.
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08/11/2021
O ambiente de trabalho nunca mais será o mesmo pós pandemia. Aliás, já podemos começar por aqui a mudança: é necessário falar no plural, são ambientes de trabalho. Remoto ou presencial. Online, físico ou híbrido. Muitas empresas, passada a fase de isolamento social na maior parte dos países, estão chamando os funcionários de volta aos escritórios. Mas não pode ser uma simples retomada de onde parou. Fundamental compreender como novos comportamentos emergiram durante a pandemia e não lutar contra eles.
Um dos novos comportamentos tem a ver com flexibilidade. As pessoas querem ter uma agenda mais maleável e que, preferencialmente, combine momentos de presença física com momentos de trabalho remoto, o famoso modelo híbrido de trabalho. À distância, os funcionários querem se dedicar a tarefas mais individuais que exijam mais foco e concentração. Presencialmente, querem estar juntos, restabelecendo processos e atividades que não conseguiram traduzir para o digital. Estamos falando aqui de colaboração e criatividade.
Por isso, um dos grandes temas para o próximo ano, do ponto de vista de habilidades e competências profissionais é colaboração e inteligência coletiva. A colaboração como elemento-chave para o alcance de metas e objetivos compartilhados. E a inteligência coletiva, que foi tema de um painel do com o ator e embaixador global da PNUD, Nikolaj Coster-Waldau, e Mik Thobo-Carlsen, cofundador e CEO de uma plataforma focada no tema, a Mindpool.
Mik, durante o painel descreveu a importância da inteligência coletiva:
“Foi comprovado cientificamente, em diversos estudos, que coletivamente somos mais inteligentes, somos melhores em prever, somos melhores criar novas ideias.”
Precisamos desenvolver culturas corporativas que oportunizem, verdadeiramente, o trabalho em equipe, a construção conjunta. Dois elementos fundamentais para isso: confiança e diversidade. Por onde começar? Pelas lideranças, que podem criar rituais, abrir espaços para o diálogo e servir como modelo para toda a organização.
Faz sentido pra você? Então continue acompanhando nossa cobertura. Ainda temos mais tendências durante esta semana e ainda dá tempo de se inscrever, gratuitamente, para receber nosso e-book exclusivo sobre Innovation Skills.
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05/11/2021
Não tem como negar que privacidade e segurança no ambiente digital foi um dos temas mais quentes do WebSummit 2021. As graves denúncias de Frances Haugen contra o Facebook foram apenas a última gota para um movimento que já estava em curso.
E durante o evento foram várias falas duras que trouxeram a necessidade de governos formularem leis de regulação para que as big techs não tenham tanto poder assim sobre a vida das pessoas. Podemos esperar, porque ao que tudo indica, 2022 será o ano da regulação das grandes empresas de tecnologia.
Por outro lado, nunca o termo alfabetização digital foi repetido tantas vezes. A necessidade de desenvolvermos nossas competências digitais, como forma de tomar decisões mais acuradas a respeito dos nossos dados, da nossa privacidade e da nossa segurança.
A UNESCO já vem a alguns anos apontando essa competência que envolve a curadoria de informação, capacidade de tomada de decisão e criação no ambiente digital. Só assim, nos tornaremos protagonistas num mundo cada vez mais tecnológico.
Precisamos ser cidadãos e profissionais digitais para que não estejamos à margem do futuro do trabalho. Este inclusive foi um outro tema forte dentro dessa discussão. A marginalização digital atingirá profissionais que terão suas tarefas substituídas por automações e não tem competências digitais suficientes para entrar nos novos campos profissionais que se abrem com o avanço da tecnologia.
Aprendizado contínuo e intencional é chave para que empresas e profissionais continuem relevantes nos próximos anos. Mas sem nunca esquecermos que a tecnologia só é o futuro se colocar o ser humano no centro.
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04/11/2021
Começamos com o Spotify, que criticou bastante a Apple por seu monopólio na Appstore. Segundo o diretor da empresa de streaming, é hora de atualizar as leis de competição, porque o assunto está em debate e é o momento certo para fazer isso. Segundo ele, a falta de competição inibe a inovação e o que a Apple faz é impedir que novas soluções surjam.Curiosamente, o VP da Apple esteve no mesmo palco ontem, defendendo sua Appstore, usando como justificativa a privacidade e a segurança dos usuários.
No capítulo metaverso, finalmente tivemos refrescos. Após as muitas criticas ao Facebook em diversas palestras, foi a vez de Jon Vlassopouloss, da Roblox, mostrar como a indústria da música está se reinventando nesta realidade virtual. Junto com ele estava Zara Larsson, cantora pop e entusiasta do metaverso, que inclusive já fez show dentro do Roblox. Jon apresentou algumas possibilidades de criação de receita para artistas na plataforma, como venda de artefatos digitais, participação em comunidades e ingressos para shows.
Da diversão para o trabalho remoto. Hoje foi dia de muitas palestras sobre o tema e com discursos bem alinhados. O formato híbrido é o caminho que todas as empresas estão apostando, porque pega o melhor dos dois mundos. O trabalho remoto permite a atração de talentos e o aumento da diversidade, por outro lado, os encontros presenciais trazem de volta a capacidade criativa e colaborativa dos times.
Falando em colaboração, este foi um outro tema forte no dia de hoje e durante o evento por ser uma competência considerada chave para as empresas inovarem. Os caminhos apontados para isso foram: desenvolvimento da confiança, mentoria, social sponsors (pessoas que funcionam como conectores entre as pessoas da empresa), ferramentas de colaboração, clareza da missão e valores compartilhados e, finalmente, investimento em employee experience.
Ah, e hoje tivemos a final da tradicional competição de startups do WebSummit. Quer saber quais foram as três finalistas e a grande vencedora? Conto tudo no vídeo resumo do dia de hoje. Pra ter acesso, basta se inscrever gratuitamente no link: https://bit.ly/3GFmkIJ