Meditando com a Imperatriz
A Imperatriz, carta número 3 do baralho, é uma fonte de inspiração valiosa dos melhores caminhos, pois ela governa pelo amor, agi positivamente para que o bem e o bom se realizem.
Assim, uma reflexão feita com cuidado diante da Imperatriz, buscando obter dela a orientação dos melhores caminhos e as melhores alternativas para os nossos dilemas e questões, pode ser muito valiosa. Coloque a carta bem na sua frente, observe-a nos seus detalhes e, depois, peça o seu auxílio.
Observe que ela tem uma coroa, o que signif**a que tem poder; da águia sob o seu braço que simboliza a liberdade a ser conquistada; o cetro que demonstra a sua autoridade, o manto que representa seu poder de proteção e suas cores que lhe dá grande importância.
Tudo leva a se pensar e repensar as nossas atitudes e comportamentos, sob o prisma do amor. Pensar o quanto temos sido generosos no tratar com os outros, com tolerância e respeito, paciência e delicadeza, sempre tendo consideração e reconhecimento da dignidade do outro, mesmo que não se aceite as suas ideias e comportamentos
Em relação a nós mesmos há que se buscar inspiração para sermos melhores; ela pode nos sugerir alternativas para aperfeiçoarmos alguns aspectos das nossas decisões pessoais. A aceitação dos nossos erros, o aprendizado que nos oferecem e a busca do aperfeiçoamento a partir de atitudes de amor.
De ver melhor, sentir-se bem, usufruir das oportunidades que surjam.
Ser mais e melhor.
É uma meditação muito produtiva se for bem-feita!
Desejo a todos os melhores resultados
O TARÔ
Ensino e Uso do TARÔ.
OS SEIS MELHORES MÉDICOS
STEVE JOBS, o criador da APLE, já desenganado quanto a cura do câncer de pâncreas que o atormentava, escreveu um texto muito comovente afirmando que, apesar de sua fortuna, não podia comprar uma nova vida, não podia sequer contratar alguém para assumir o seu lugar naquele sofrimento, fosse custar o que custasse.
No fechamento desse texto, elencou os seis melhores com os quais se pode contar:
1- A luz do sol que, além de nos aquecer, também nos estimula a produzir doses generosas de vitamina D, o que nos garante uma estrutura óssea adequada além de outros benefícios;
2- O descanso. Descansar é necessário para a renovação das nossas energias, permitir retomar as atividades com mais disposição, manter o entusiasmo e buscar resultados, além do que, segundo Domenico de Maze, o ócio é criativo;
3- O exercício. Lembrar que o que não é usado, se deteriora. Músculos se enfraquecem, ânimo se empobrece, cérebro se torna esquecido, memórias desaparecem e a saúde se esvai;
4- Confiança em si mesmo. Da confiança depende a coragem, a iniciativa, os sucessos. Ela é básica para alimentar sonhos, nutrir a imaginação, avançar para um futuro melhor;
5- A dieta. Lembrar de comer para viver e não viver para comer. Comer para viver implica em não comer demasiado, pois o excesso de comida reduz o tempo de vida, comer bem não é comer muito;
6- Os afetos. Nós como seres sociais, precisamos nos relacionar e essas relações precisam ser saudáveis, termos razões para querer bem e darmos motivos para que nos queiram bem. Amar e sermos amados. Vivermos num ambiente onde haja amor é muito saudável.
A sugestão do grande e genial pai dos Macs, sugeriu que vivamos racionalmente, atendendo esses seis aspectos, para que se tenha uma vida longa, feliz e saudável.
Outra sugestão dele é que ensinemos aos nossos filhos para que eles sejam felizes e não ricos, pois no futuro, eles saberão o valor das coisas e não os seus preços.
F**a a sugestão; sejam felizes!
O LOUCO E O MAGO
O que fazer? Ser criativo(a), pensar coisa novas, acreditar no ainda não vivido, ser afoito(a), corajoso(a) e resistir aos erros cometidos sem mudar de metas ou objetivos, sem receio de errar de novo?
Um ser criativo e guerreiro ou apenas um louco, sem grandes feitos, sem sucessos, que não desiste apesar de repetidos fracassos?
A alternativa é ou ser Louco ou ser Mago, ou seja, inteligente, que aprende com os seus erros, que não insiste em algo que percebeu errado, seja no método, seja no objetivo, seja no momento, arriscando-se a insucessos de forma consciente, enfrentando os desafios que se apresentem em sua trajetória, analisando prós e contras racionalmente.
Louco ou Mago, qualquer um dos dois pode ter sucessos ou insucessos, qualquer um dos dois pode ser muito feliz nas suas empreitadas. A sorte pode ser aliada de um deles, a fortuna pode se inclinar por qualquer deles; a diferença é que o Louco, sem sorte, dificilmente tem resultados permanentes.
Louco ou Mago? Ousado e inconsequente ou ousado e planejador? Sonhador ou Oportunista? Herói ou Vilão?
Podemos fazer a escolha, ambos podem nos levar a resultados positivos, a escolha é nossa e as consequências também!
Espero que o Ermitão o (a) aconselhe e a Fortuna o(a) ampare!
O TARÔ EM TEMPO DE PANDEMIA
Nesse período em que temos mais tempo para estar conosco mesmo, uma leitura para si, buscando obter respostas quanto a situações vividas ou esperadas, pode ser bastante produtiva.
O importante nas leituras para si mesmo(a) é ser bem objetivas, tenha sido bastante claro o que quer saber, mas, além de ser claro o objetivo, é preciso também que tenha se conscientizado de que precisa se colocar distante de respostas desejadas, ter firmemente na sua mente de que não pode induzir respostas. Não pretenda que o Tarô apenas corrobore uma ideia pré-estabelecida por você.
É difícil se por equidistante, como se não fosse para você, mas é isso que deve conseguir. A resposta deve vir naturalmente, a interpretação que dará as cartas nas posições que surgirem não pode ser manipulada pela sua mente de modo a conduzir a resposta na direção que deseja.
Tirar varias vezes sobre a mesma questão ou recolher as cartas para uma nova distribuição porque achou que já lhe pareceu ruim a primeira também não funciona! Caso você esteja emocionalmente ligado(a) a uma linha de conduta, não adiante consultar o Tarô, a leitura não será precisa, certa.
A primeira disposição das cartas é a que deve valer, se lhe parece ruim é porque o que busca não é adequado pelo menos no momento presente! Se não lhe agrada, é pena, mas é a que vale e sempre lembre que o Tarô lhe dá caminhos, você decide qual irá escolher!
Saliento bem que o estado de espírito com que vai iniciar a consulta é fundamental para uma boa leitura, faça a leitura de coração aberto, procurando interpretar cada carta e sua colocação na leitura de modo adequado e sem manipulação, sem distorcer o sentido real que cada uma tem.
Use o Tarô para ajuda-lo(a) a compreender situações pessoais e faça bom uso do que obtiver.
O Tarô é um bom conselheiro e durante a pandemia pode ser um parceiro precioso quando se realiza uma reflexão a respeito das suas atividades e atitudes, porém, é independente de você, não lhe dará as respostas da forma que deseja, mas sim, da forma que são, goste ou não goste!
Lembre-se, o que está no mundo do inconsciente não é, necessariamente, o que deseja o seu consciente.
Boa leitura.
O TARÔ ZEN DE OSHO
Inicialmente é necessário oferecer ao leitor não versado na cultura oriental, uma rápida e simplif**ada explicação sobre a filosofia ZEN. Os conhecedores me perdoem pela audácia de tentar uma explicação simples para uma doutrina tão profunda e tão rica, mas para tentar facilitar o entendimento do Tarô Zen, arrisco dizer que é uma derivação do Budismo e do Taoismo, pensamentos orientais sobre a vida e sobre a transcendência do existir humano, muito vivenciados principalmente na China e no Japão.
O Zen tem como meta permitir ao praticante uma maneira de compreender a natureza das coisas pela meditação, de modo que possa, através da própria intuição, aceitar e compreender a impermanência da vida, a possibilidade ou impossibilidade de influenciar algumas coisas e fatos e ter capacidade de obter benefício para si e para outros dessa compreensão, aceitando o imutável e alterando positivamente o mutável.
O Zen é uma das escolas budistas mais difundidas e de maior expansão no Ocidente, tendo por ênfase a natureza de Buda e sua doutrina, permitindo a sua prática, uma evolução espiritual e, com a interação com os mestres, buscar a iluminação, ou seja, a libertação das ilusões do ego, criadas pela mente.
Não se limitando por regras, dogmas ou rituais, mas tão somente pela meditação é que considera possível evoluir-se a ponto de se obter uma consciência plena da vida e da essência divina do espírito.
Diz ele:
“Quando praticamos essa atenção, essa abordagem meditativa da vida, isso logo traz a consciência que cada um de nós é detentor de um centro de observação imutável, imperturbável e eterno – um centro que tem a capacidade de ver a vida como uma grande aventura, um jogo, uma escola de mistério e, finalmente, como uma viagem abençoada sem outro propósito que não o deleitar-se à cada passo ao longo do caminho”
Não se trata de idolatrar budas, mas torna-se um buda, não imitar um mestre, mas ser mestre!
Para isso não podemos nos isolar, mas sim nos envolver, ser parte, ser protagonista no cotidiano, vivendo e entendendo a vida, cada coisa, cada fato, pois tudo é meditação na medida que se veja ou faça de modo intenso, com propósito e com vontade.
O Tarô de Osho não é um tarô tradicional no sentido de lidar com predições, trata-se antes de um jogo transcendental do Zen que espelha o momento presente, o aqui e o agora, sem julgamento ou comparação.
É um chamamento para o despertar para sintonizar-se com a sensibilidade e a intuição, a compaixão, a receptividade, a coragem e a individualidade.
Com esse propósito, abre-se ao consulente um mundo de percepções dos fatos e das coisas que o envolvem e o que está havendo com eles, com a sua vida.
Você não precisa conhecer a doutrina Zen para uma leitura pois o baralho vai lhe permitir entender o signif**ado de cada carta, no começo com a ajuda de um livro que normalmente acompanha o baralho e, com a prática, sua intuição será de grande valia.
Tomo por exemplo o Cavaleiro do Fogo:
“Você não tem que ser um seguidor, um imitador. Você precisa ser original, encontrar por si mesmo o seu âmago mais profundo, sem nenhum guia, sem escrituras que o orientem”
É preciso caminhar pela noite escura com convicção e na direção certa, para ver o nascer do sol
Não é uma leitura fácil, mas é enriquecedora!
VOCÊ E O TARÔ
Há pessoas que estão vivendo um momento de dificuldade e se voltam para o Tarô como remédio para todos os problemas, sejam delas ou de outros, mas nem sempre funciona assim, em muitos casos é necessário, antes da consulta ao Tarô, procurar entender a si mesmo e as causas que tiveram as consequências para as quais se vai fazer a consulta no intuito de resolve-las.
Por isso, bom seria, sempre, começar se situando, onde está você no contexto do problema; o que você tem consigo capaz de, se não resolve, pelo menos ajuda na solução do problema e, ainda, verifique se você já fez o que podia para resolver.
Com essas providências, você situa sua posição no problema, o que tem como ferramenta para minimizar ou resolve-lo e a convicção de que já fez tudo o que podia; nessas condições o Tarô pode auxiliá-lo(a) muito bem, pois o entorno está claro e o que pode precisar f**a mais fácil de ser compreendido quando da leitura.
Especialmente quando a leitura que está sendo feita é para você mesmo(a), é de todo interessante que esteja o mais possível consciente de onde está em relação ao problema, isto é, o quanto está equidistante de ideias pré-concebidas em relação à questão que está sendo posta para o Tarô, caso contrário, não há porque consultá-lo, você já tem a resposta!
Em relação a um seu consulente a regra é a mesma, antes de colocar a questão ao Tarô entenda bem o que lhe está sendo colocado, a consulta ao oráculo é para buscar respostas e não para confirmar convicções.
O interessante é que, em algumas ocasiões, é bem essa a resposta obtida faça o que está pensando em fazer, ou você está com a razão.
COMENTÁRIOS SOBRE A CARTA DA MORTE
Para os que se iniciam na leitura do TARÔ, a carta da morte leva a um certo constrangimento porque a morte física não é um fato muito fácil de aceitar.
No entanto, na tradição esotérica, essa carta não signif**a morte física na maioria das vezes, mas sim uma transformação, uma mudança signif**ativa, um momento no qual o Eu superior envia a “Personalidade para baixo” para prepara-se para mais uma vida, reencarnando. No dizer de Paul Case, pode também estar demonstrando ao consulente a necessidade de mudança e essa mudança deverá ser profunda, para que coisas desejadas possam ser possíveis.
Robert Wang comenta em relação ao caminho da Morte na Cabala: A Personalidade sofre uma “morte voluntária, renunciando a tudo que ela acreditava ser.
Não é o caso de em uma simples leitura, se conclua que deva ser assim. Na Cabala é exigido uma análise cuidadosa, uma meditação profunda, um estudo meticuloso da árvore da vida do consulente, para fundamentar o que se deva entender o que o caminho indica. Numa leitura de Tarô também é preciso esse cuidado; a carta pode estar apenas demonstrando que, apenas, deva ser feita uma mudança de direção, de atitude, de lugar etc, mas que é signif**ativa, dentro do tema proposto para a consulta.
O esqueleto representa aquilo que permanece, a estrutura do conteúdo examinado, o que remanesce, enquanto o mais deva ser reformulado.
“Embora a planta morra no inverno, isso não acontece antes que possa produzir sementes que vão regenerar sua imagem na primavera”
É preciso cuidado no analisar a presença da Morte numa leitura, não se pode retira-la do contexto, como também não se pode valorizar a sua presença além do seu valor relativo dentro da leitura. Pode até ser uma mudança menos expressiva, caso a leitura seja composta de várias cartas boas. Lembrem-se, uma leitura correta deve considerar o conjunto das cartas, pois ela é uma unidade plural, mas uma unidade. Não é uma composição de varias leituras e distintas interpretações.
Como sempre, o meu desejo pessoal de que façam o melhor de vocês. A melhor leitura do que dizem as cartas.
Sucesso e tranquilidade>
VIVENCIANDO UM MOMENTO COM O GUIA INTERIOR
A tecnologia demonstra de forma bastante clara que a nossa mente não distingue a realidade da fantasia quando exposta a uma experiência realidade virtual.
Basta colocar um equipamento ótico que envolva toda a área da visão para que a sensação de realidade seja incrível.
A Disney utiliza muito bem essa tecnologia.
Para que possamos vencer a fantasia é preciso racionalizar, repetir para a mente que aquilo não é verdade, que não está acontecendo e, mesmo assim, podemos nos assustar com uma queda abrupta, uma curva em grande velocidade ou um monstro vindo em nossa direção.
Confiamos em nossa mente, f**amos nesse nível de consciência, de realidade vivida, quase todo o tempo, porém, caso desejarmos de fato, podemos nos aprofundar, explorar o nosso inconsciente.
Há uma meditação que induz o encontro do nosso(a) Guia Interior; em síntese, é assim:
Sente-se confortavelmente em um local silencioso, onde possa f**ar todo o tempo que precisar, sem interrupção. Feche os olhos, conte de 10 a 1, devagar, a cada numero, ir mais e mais fundo, buscando aprofundar-se na experiência, pense, por exemplo, na descida dentro de uma caverna, ao chegar bem no fundo, abre-se um espaço de luz, um lugar lindo, tranquilo, com arvores frondosas, caminhos bem traçados, planos e rodeados de flores em canteiros bem cuidados. Ande por um caminho devagar, observando as flores, identif**ando cada uma delas, percebendo as diferenças de cores, ouvindo pássaros. Depois de um tempo você encontrará um banco de jardim numa sombra acolhedora, onde está sentada uma pessoa, aproxime-se, sente-se ao seu lado, espere que essa pessoa se vire para você e fale alguma coisa. Na troca de um olhar, você se sentirá bem. Se lhe fizer uma pergunta, responda.
Fique certo(a) que o(a) Guia Interior não lhe dará conselhos; não lhe dirá o que deve ou não fazer.
No caso de se sentir bem e a conversa for boa, aproveite. Quando a conversa terminar, volte pelo mesmo caminho, vá subindo na direção do sair da caverna, contando de 1 a 10 até voltar à entrada, sair, respirar fundo, abrir os olhos e voltar à vida normal.
Caso não se sinta bem, ou o Guia começar a lhe dar conselhos ou lhe fazer reprimendas, despeça-se e volte pelo caminho conforme já explicado.
É importante cuidar pois o(a) Guia Interior não é moralista, não é um(a) conselheiro(a). Se isso acontecer, volte pelo mesmo caminho, tente de novo em outro dia.
Depois de aprendermos como chegar ao nosso(a) Guia interior, a experiência de vida f**ará diferente, a certeza de que é possível sentir-se em paz, que é possível sentir alegria espontânea, sincera e gratif**ante fará enorme diferença. Estar consigo mesmo(a) sem angústia, sem ansiedade e sem cobrança nenhuma, é um momento muito enriquecedor.
A leitura do Tarô, estando nesse estado mental, tranquilo, despojado de qualquer outra intenção a não ser o de fazer uma leitura bem feita, cria uma atmosfera diferente, quando se tem a impressão de que o Guia Interior parece estar ditando as palavras que devemos falar.
Pode ser apenas uma impressão, uma artimanha da nossa imaginação. Talvez seja, não posso afirmar nem uma coisa nem outra; se é uma mensagem do Guia ou se é a minha mente criando essa sensação.
Experimente, faça você essa “viagem” no seu inconsciente, visite o seu, sua Guia Interior, tenha com ele ou ela a sua própria experiência e tire as suas conclusões.
Lembre-se, não há conselhos, não há reprimendas, qualquer coisa nessa linha, está errado! Não continue, despeça-se e volte ao nível consciente conforme o explicado.
Mas não desista, em outro dia, faça de novo.
O(A) Guia Interior não é moralista, não é castrador(a); é alguém que deseja o seu bem, o seu crescimento pessoal, a sua paz.
Com essa atitude, por certo, as suas leituras do Tarô serão muito boas.
Ah, não esqueça, me conte os seus sucessos!
Namastê
Divinação ou adivinhação
Para os esotéricos ortodoxos, ou seja, para aqueles que acham o uso do Tarô como instrumento de adivinhação, uma forma empobrecida de usá-lo, pois consideram ser sua grande e adequada utilização a de desenvolvimento das faculdades psíquicas do ser humano, sendo um instrumento valioso para direcionar o espírito na direção do transcendental, no caminho do pleno conhecimento do EU SUPERIOR e, assim, aproximar-se da maior semelhança de DEUS.
Quanto mais a pessoa utilizar o Tarô para descobrir respostas a perguntas mais profundas que lhe façam ou que lhe venham à cabeça, tanto mais irá penetrar em correntes invisíveis, em percepções de verdades que não lhe eram conhecidas. Os que usam bem o Tarô, podem chegar a um ponto tal de percepção que as cartas podem até se tornarem desnecessárias para um entendimento, uma compreensão clara do que buscava como resposta. As respostas para questões específ**as podem ser simplesmente intuídas, sentidas.
Muitas pessoas consideram o psiquismo um talento natural, algo com que algumas pessoas nascem. Isso é verdadeiro, porém, é possível desenvolver conscientemente as faculdades psíquicas.
Tal como fazer um bolo, inicialmente é preciso ler a receita, mas, com o tempo de prática, após fazer a mesma receita muitas vezes, não será mais necessário ler a receita, faz-se o bolo naturalmente, sem quase pensar.
Assim também ocorre com a intuição; é preciso testar sem medo as suas habilidades, expressar as suas sensações a respeito de situações vivenciadas e correr o risco de errar completamente.
Fazer leituras e dar palpites, ir evoluindo, se aperfeiçoando, crescendo, e, cada vez errando menos.
Alguns rapidamente chegam a um bom grau de acertos, outros, demoram mais; alguns acham que precisam de uma oração antes de uma leitura; outros invocam a proteção de um anjo ou de uma entidade, outros mais acreditam que uma dose de uma bebida ajuda e há os que se utilizam de dr**as ou de um chá como o Santo Daime e há aqueles que simplesmente intuem e acertam!
Cada um segundo suas habilidades.
O que é preciso fazer é descobrir qual é a sua, mas o certo é que seja ela qual for, a persistência é fundamental e ela funciona!
Paciência e persistência são irmãs da perfeição. Como de hábito, nosso conselho é, tente, repita, tente de novo!
Lembre-se que a qualidade é um hábito! E ela não depende de sorte, mas da insistência no esforço de alcançá-la.
E se conseguir bons resultados não se esqueça de postar no site o seu sucesso, ajuda outros e a mim em especial!
DEIXE A RAIVA SECAR
Quando alguém lhe pede uma leitura para se posicionar em questões pessoais, em um número signif**ativo de vezes, há alguma desavença com uma pessoa ou mais pessoas, que precisa ser resolvida, ou mesmo um conflito mais evidente que transparece no momento da leitura e isso precisa de algum direcionamento para sugerir um caminho para a solução.
Questões que envolvem raiva com mais ou menos intensidade e a melhor orientação é deixa-la secar. Explico.
Há uma estorinha interessante intitulada “DEIXE A RAIVA SECAR”
Uma menina, quando andava pela calçada, foi alcançada pela lama que um carro jogou em sua direção ao passar por uma poça d’água.
Ela ficou muito brava e logo que chegou em casa quis lavar o seu vestido, porém, sua avó, carinhosamente não deixou, dizendo: Deixe secar, depois de seca, será muito mais fácil limpar. E assim foi feito.
Em outra ocasião, uma amiguinha lhe pediu um brinquedo emprestado e, quando o devolveu, estava quebrado, quis ir de imediato reclamar, mas sua mãe a lembrou da lama no vestido e do conselho de sua avó para deixar secar, sugerindo a ela esperar a raiva secar.
Pensou nisso e resolveu esperar o dia seguinte. Sua amiguinha veio a sua casa e contou que seu irmão havia quebrado, mas a sua mãe havia comprado um novo e ela estava lhe trazendo.
A espera tinha sido muito útil.
Esse conselho serve sempre quando se está lidando com a raiva, deixar passar o momento mais forte da raiva ou da decepção, a emoção envolvida diminue de intensidade e é possível lidar com mais cuidado da raiva.
Lembre-se da regra usada por nossos avós: Conte até dez, antes de dizer ou fazer alguma coisa ditada pela emoção!
Uma atitude mal pensada pode pior muito o problema que, as vezes, poderia até se resolver sozinho, se você, não fizesse ou não falasse nada.
No momento da leitura você pode colocar essa historinha para seu(sua) consulente e, talvez, ela sirva muito bem para ele ou ela fazer uma reflexão, ponderando prós e contras e achando uma solução adequada.
Deixe a raiva secar! Depois, uma simples escova da razão, pode eliminar todo o pó daquela raiva que, agora, não é tão marcante assim.
E aproveite você também a sugestão: “DEIXE A RAIVA SECAR!”
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