12/05/2019
VIVENCIANDO UM MOMENTO COM O GUIA INTERIOR
A tecnologia demonstra de forma bastante clara que a nossa mente não distingue a realidade da fantasia quando exposta a uma experiência realidade virtual.
Basta colocar um equipamento ótico que envolva toda a área da visão para que a sensação de realidade seja incrível.
A Disney utiliza muito bem essa tecnologia.
Para que possamos vencer a fantasia é preciso racionalizar, repetir para a mente que aquilo não é verdade, que não está acontecendo e, mesmo assim, podemos nos assustar com uma queda abrupta, uma curva em grande velocidade ou um monstro vindo em nossa direção.
Confiamos em nossa mente, f**amos nesse nível de consciência, de realidade vivida, quase todo o tempo, porém, caso desejarmos de fato, podemos nos aprofundar, explorar o nosso inconsciente.
Há uma meditação que induz o encontro do nosso(a) Guia Interior; em síntese, é assim:
Sente-se confortavelmente em um local silencioso, onde possa f**ar todo o tempo que precisar, sem interrupção. Feche os olhos, conte de 10 a 1, devagar, a cada numero, ir mais e mais fundo, buscando aprofundar-se na experiência, pense, por exemplo, na descida dentro de uma caverna, ao chegar bem no fundo, abre-se um espaço de luz, um lugar lindo, tranquilo, com arvores frondosas, caminhos bem traçados, planos e rodeados de flores em canteiros bem cuidados. Ande por um caminho devagar, observando as flores, identif**ando cada uma delas, percebendo as diferenças de cores, ouvindo pássaros. Depois de um tempo você encontrará um banco de jardim numa sombra acolhedora, onde está sentada uma pessoa, aproxime-se, sente-se ao seu lado, espere que essa pessoa se vire para você e fale alguma coisa. Na troca de um olhar, você se sentirá bem. Se lhe fizer uma pergunta, responda.
Fique certo(a) que o(a) Guia Interior não lhe dará conselhos; não lhe dirá o que deve ou não fazer.
No caso de se sentir bem e a conversa for boa, aproveite. Quando a conversa terminar, volte pelo mesmo caminho, vá subindo na direção do sair da caverna, contando de 1 a 10 até voltar à entrada, sair, respirar fundo, abrir os olhos e voltar à vida normal.
Caso não se sinta bem, ou o Guia começar a lhe dar conselhos ou lhe fazer reprimendas, despeça-se e volte pelo caminho conforme já explicado.
É importante cuidar pois o(a) Guia Interior não é moralista, não é um(a) conselheiro(a). Se isso acontecer, volte pelo mesmo caminho, tente de novo em outro dia.
Depois de aprendermos como chegar ao nosso(a) Guia interior, a experiência de vida f**ará diferente, a certeza de que é possível sentir-se em paz, que é possível sentir alegria espontânea, sincera e gratif**ante fará enorme diferença. Estar consigo mesmo(a) sem angústia, sem ansiedade e sem cobrança nenhuma, é um momento muito enriquecedor.
A leitura do Tarô, estando nesse estado mental, tranquilo, despojado de qualquer outra intenção a não ser o de fazer uma leitura bem feita, cria uma atmosfera diferente, quando se tem a impressão de que o Guia Interior parece estar ditando as palavras que devemos falar.
Pode ser apenas uma impressão, uma artimanha da nossa imaginação. Talvez seja, não posso afirmar nem uma coisa nem outra; se é uma mensagem do Guia ou se é a minha mente criando essa sensação.
Experimente, faça você essa “viagem” no seu inconsciente, visite o seu, sua Guia Interior, tenha com ele ou ela a sua própria experiência e tire as suas conclusões.
Lembre-se, não há conselhos, não há reprimendas, qualquer coisa nessa linha, está errado! Não continue, despeça-se e volte ao nível consciente conforme o explicado.
Mas não desista, em outro dia, faça de novo.
O(A) Guia Interior não é moralista, não é castrador(a); é alguém que deseja o seu bem, o seu crescimento pessoal, a sua paz.
Com essa atitude, por certo, as suas leituras do Tarô serão muito boas.
Ah, não esqueça, me conte os seus sucessos!
Namastê