O texto da Lei nº 9.394/1996, “Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional” esclarece a abrangência da educação, que deve estar inserida em vários níveis das relações humanas. Portanto, justifica-se a necessidade de um ensino muito mais amplo, preparando os indivíduos para a vida em sociedade e para a escolha de caminhos mais adequados a serem percorridos dentro da complexidade e metamorfose do mundo atual. Para realmente formar cidadãos, a educação deve ser concebida como um todo. Além disso, o melhor aproveitamento dos estudos é essencial num mundo que caminha à velocidade estonteante de criação, modificação e exigibilidade. Não restam dúvidas de que a adoção de métodos, hábitos e sistemas do estudo, são essenciais para a obtenção de resultados satisfatórios quando falamos em aprendizagem. Nos últimos anos, o termo “Aprender a Aprender” passou a permear com mais frequência as discussões sobre a forma mais eficiente de se aprender, economizando tempo e assimilando mais eficientemente informações. O ser humano é dotado de elevada capacidade de captura e acúmulo de informações, contudo, seja por falhas da escola ou dificuldades dos alunos, muitas vezes os resultados não condizem com as expectativas, fator que pode levar a frustrações e desânimo pelos estudos. Vislumbrando suprir essas dificuldades, surge a ideia do reforço escolar, atuando para melhorar o desempenho, ou mesmo, evitar o fracasso escolar de estudantes de todas as idades e classes sociais. O reforço escolar possibilita uma abordagem diferenciada do indivíduo diante da educação convencional, interagindo de forma mais autônoma e estratégica, de modo a desenvolver a consciência de seu papel social e das necessidades essenciais para seu sucesso pessoal e profissional.