Somos Mais APP - Cornélio Procópio

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Somos candidatos(as) da Chapa 1 - SOMOS MAIS APP - às Eleições Gerais da APP-Sindicato, no Núcleo Sindical de Cornélio Procópio.

Sindicalize-se já! 20/03/2020

Comunicado - O atendimento presencial da APP-Sindicato f**a suspenso a partir de sexta-feira (20). Atendimento emergencial será feito por telefone. Veja na matéria os contatos: http://bit.ly/394Lrmv . Todas as reservas para as Casas do Trabalhador em Educação, Colônias de Praia e do Clube do Professor estão canceladas e essas unidades estarão fechadas. Decisão tem o objetivo de conter o avanço da pandemia do Coronavírus.

A APP Defende Você.
Defenda a APP!

Faça parte da luta!
Sindicalize: http://bit.ly/sindicalizeapp
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Sindicalize-se já! Professor(a) ou funcionário(a) de escola pública no Paraná, faça parte da construção coletiva em defesa da escola pública de qualidade para todos(as). Faça parte da luta: Sindicalize-se já! ATENÇÃO! Só podem fazer a sindicalização os(as) professores(as) e funcionários(as) que possuem ...

11/03/2019

É hoje! Ao Vivo, direto da APP-Sindicato Estadual.
Não perca

26/02/2019

COMUNICADO OFICIAL
Velório da Diretora Estadual da APP-Sindicato: LIRANI MARIA FRANCO DA CRUZ

- Hoje (26/02) - 23h até 07h de amanhã (27/02) no Auditório da Sede Estadual da APP-SINDICATO
Avenida Iguaçu, 880, Bairro Rebouças- Curitiba/PR;
- saída da APP-SINDICATO às 7h para a Casa da Lirani, sito à Rua João Quirino Leal, 860, Jardim Veneza, Fazenda Rio Grande;
- saída às 16h de casa para sepultamento às 16h30 no Cemitério Municipal de Fazenda Rio Grande.

26/02/2019

Estamos em Luto!

Lirani, presente!

Estamos de luto. É com imenso pesar que comunicamos o falecimento da secretária da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBTI da APP-Sindicato, professora Lirani Maria Franco, às 13h50 desta terça-feira (26).

Lirani veio a óbito devido a uma hemorragia no cérebro, decorrente de um procedimento cirúrgico que realizou nesta segunda-feira.

Atualizado (16h50)

Professora Lirani Maria Franco, secretária da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBTI da APP-Sindicato. Lutadora, guerreira, amorosa, corajosa, alegre, gentil, forte, acolhedora. Quem a conheceu sabe o quanto é difícil encontrar uma única palavra para definir essa mulher que nos deixou às 13h50 desta terça-feira, dia 26 de fevereiro de 2019, em Curitiba.

Natural de Fazenda Rio Grande, onde nasceu em 12 de fevereiro de 1963, fez da luta pela educação pública, pelos direitos das mulheres e por uma sociedade justa a razão do seu viver. Apesar de toda sua coragem diante de todos os desafios impostos pela vida, ela não resistiu a uma hemorragia no cérebro, decorrente de um procedimento cirúrgico que realizou nesta segunda-feira (25).

Para o presidente da APP-Sindicato, professor Hermes Leão, “imprescindível” é a palavra que melhor define a importância da professora Lirani. “Seu legado de compromisso com a defesa dos direitos de professoras, professores, funcionárias e funcionários, com a luta pela escola pública, se soma à sua militância contra todas as formas de opressão desta sociedade injusta e desigual. Que sua vida seja fonte permanente de inspiração para as batalhas tão necessárias destes tempos”, comentou.

Consternados com essa triste notícia, nos unimos aos familiares e amigos(as) e manifestamos nossas condolências e solidariedade. Na sequência, compartilhamos um pouco dos 56 anos de sua presença entre nós.

Biografia - A professora Lirani Maria Franco nasceu em Fazenda Rio Grande, no dia 12 de fevereiro de 1963. Era casada, mãe, professora aposentada com mais de 30 anos de carreira e exercia a função de dirigente sindical, compondo a diretoria estadual da APP-Sindicato, à frente da Secretaria da Mulher Trabalhadora e dos Direitos LGBTI.

Formou-se em Matemática pela PUC, onde recebeu o prêmio de Mérito Acadêmico pelo melhor desempenho no curso. Fez curso de Ciências Contábeis na FAE, especialização na UFPR e UNICENTRO. Formou-se em Política pelo Núcleo de Educação Popular 13 de Maio. Participou do Programa de Desenvolvimento Educacional do Governo do Estado (PDE/SEED).

Deu aulas no Colégio Estadual Jorge Andriguetto, Colégio Estadual Décio Dossi, onde também foi diretora (89-90) e vice-diretora (93), ambos de Fazenda Rio Grande, no Colégio Estadual Joaquim de Oliveira Franco, em Mandirituba, e no Colégio Estadual do Paraná, em Curitiba.

Convencida de que uma educação de qualidade faz a diferença na vida das pessoas e comprometida com a luta em defesa da educação pública gratuita e de qualidade para todos(as), professora Lirani atuou na direção nacional da CNTE, foi dirigente no Núcleo Sindical Curitiba Metropolitana Sul e atuava pela terceira vez na direção estadual da APP-Sindicato.

Fora das salas de aula, professora Lirani também deixou grandes exemplos de cidadania e um legado de sua atuação em defesa de uma sociedade justa e fraterna para todos(as). Foi vereadora em Fazenda Rio Grande em dois mandatos (legislaturas 2001/2004 e 2009/2012).

No legislativo municipal destacou-se por sua inteligência, força e coragem. Em seu segundo mandato, fez parte da mesa diretora e das comissões de Constituição e Justiça e Educação, Tecnologia e Meio Ambiente.

Educadora popular, estava até então titular no Conselho Estadual dos Direitos da Mulher, representando a APP-Sindicato. Feminista, dedicou-se a organização das mulheres, do movimento Marcha Mundial das Mulheres, tendo atuado na na coordenação estadual do movimento.

Em sua despedida deste mundo, deixa um esposo, uma filha adolescente e um número incontável de amizades que construiu ao longo de seus breves 56 anos de vida.



Materiais para debate na Semana Pedagógica, dias 26 e 27 de julho de 2018 19/07/2018

ATENÇÃO, escolas estaduais,
Segue link dos materiais da APP-Sindicato, para o debate na Semana Pedagógica, nos dias 26 e 27 de julho de 2018:

Materiais para debate na Semana Pedagógica, dias 26 e 27 de julho de 2018 Ao longo dos últimos dois anos resistimos à imposição de várias políticas educacionais que, mascaradas por uma forma legalista e alimentadas pelo discurso de austeridade fiscal como “meios que justif**am os fins”, ferem os princípios do “Estado Democrático de Direito”, em especial o ...

15/06/2018

O Acampamento pela data-base continua. Os dias de acampamento foram fundamentais na luta pelo reajuste salarial dos trabalhadores(as) da rede estadual. E a pressão dos servidores(as) conseguiu a retirada dos projetos de lei – que já tramitavam na Alep – e previam o pagamento da data-base para parte do funcionalismo, mas excluía quem já sofre com os menores salários.

O Acampamento pela data-base continua. Os dias de acampamento foram fundamentais na luta pelo reajuste salarial dos(as) trabalhadores(as) da rede estadual. E a pressão dos(as) servidores(as) conseguiu a retirada dos projetos de lei – que já tramitavam na Alep – e previam o pagamento da data-base para parte do funcionalismo, mas excluía quem já sofre com os menores salários.

08/06/2018

Participe! A partir da próxima segunda, dia 11, às 10h!
Vigília e acampamento em defesa da nossa data-base!

26/04/2018

É hoje! Aniversário de 71 anos da APP-Sindicato.

02/10/2017

*Caras/os pedagogas/os*
Dando continuidade ao movimento de resistência das/os pedagogas/os da rede estadual na luta pela manutenção da jornada de trabalho em hora-aula, encaminhamos a *CARTA DE APOIO À JORNADA DE HORA-AULA DOS(AS) PROFESSORES(AS) PEDAGOGOS(AS) DA REDE ESTADUAL DO PARANÁ*, para que solicitem amplo apoio e adesão das direções escolares, ou conselhos escolares, ao referido documento que expõe a importância do princípio da isonomia no cumprimento da jornada de trabalho das/os professoras/es e pedagogas/os do Paraná, e na manutenção da jornada hora-aula. Após adesão e assinatura das direções escolares, encaminhar a carta aos Núcleos Sindicais o mais rápido possível para que possamos com esses apoios buscar diálogo com a SEED. Neste sentido, solicitamos todos os esforços das pedagogas/os na busca pelo apoio/ adesão das direções escolares à carta de apoio na manutenção de nosso direito à jornada de trabalho em hora-aula. Nenhum direito a menos!
*Aline Carissimi*
*Coordenação Estadual do Departamento de Pedagogas/os da APP-Sindicato

29/09/2017

PROPOSTAS DE MUDANÇA NA EJA APRESENTADAS NA WEB CONFERENCIA
1- A mudança atinge toda oferta de EJA no Paraná.
2- Proposta inicia em 2018.
3- Objetivo: terminalidade para estudante e adequação da demanda docente com a oferta e aos recursos disponíveis.
4- Oferta será “Semipresencial” – 70% presencial e 30% de atividade dirigida (atrelada a parte presencial).
a. CEEBJAS – módulo presencial + atividade dirigida
i. Módulo flexível (turma individual)
b. Escolas de EJA e APEDs – módulo presencial + atividade dirigida
5- Ensino Fundamental – 4 módulos – um semestre cada – dois anos
a. Língua Portuguesa (12h) + Ed. Física (04h)
b. Geografia (10h) + História (10h)
c. Matemática (12h) + Arte (04h)
d. Inglês (10h) + ciências (10h)
6- Atividades dirigidas (30% da carga horária)
a. Parte é a distancia.
b. O professor terá que dar conta sem ter suprimento dessa carga horária.
c. Já virá “uma base” pronta.
d. Deverá estar no Plano de Trabalho Docente
7- MODULAR FLEXÍVEL (INDIVIDUAL)
a. 70 % presencial e 30% atividades dirigidas
b. 100% de freqüência na parte presencial (70%)
c. 30 estudantes no mínimo para abrir o módulo. Esse número inviabiliza a formação da turma.
d. Matrícula todas efetivadas antes.
e. Tempo de ausência – passa de 2 meses para 15 dias, 20 ou 30 dias.
f. Carga horária do módulo flexível é a mesma do módulo “presencial”.
8- ENSINO MÉDIO – 1200h – 4 disciplina por módulo – 1 ano e meio
a. Portugues (8H) + Ed. Fisica (3H) + Ingles (3H) + Arte (3H)
b. Geografia (5h) + Matemática (8h) + História (5h) + Filosofia (3h)
c. Quimica (5h) + Física (5H)+ biologia (5h) + Sociologia (3h) + PROJETO DE VIDA (2H)
d. PROJETO DE VIDA – será acrescida às 1200h – obrigatória. Reformulação do Ensino Médio – mundo do trabalho. Poderá ser ministrada pelo professor da área de Humanas (Sociologia).
9- MÓDULO:
a. Se houver demanda – todos os módulos poderão ser ofertados.
b. Não há linearidade para conclusão dos módulos.
c. Mínimo 30 matrículas para ofertar o módulo.
d. Pode ser ofertado mais módulos das mesmas disciplinas.
e. Salas com capacidades inferior a 30 estudantes será estudado.
f. Os módulos são rígidos – não é possível mudança na carga horária, nem de disciplina.
g. Matriculas feitas antes do início do módulo.
10- Para estudante:
a. Matrícula por módulo.
b. Pode ter matricula em dois módulos, desde que a carga horária seja compatível.
c. Só poderá se matricular num novo módulo ao concluir o que estava cursando, mesmo que tenha parado e volte no ano seguinte.
d. O atendimento individual desaparece – deve ter mínimo 30 estudantes.
e. O estudante pode matricular na disciplina que falta para ele concluir, mas a matricula será por módulo.
f. Para aprovação: média 6,0 e 75% de freqüência.
g. Mínimo 15 anos para Fundamental e 18 anos para Médio.
11- PROFESSOR/A:
a. Suprimento apenas na parte presencial.
b. A maioria não completará a carga horária na EJA. As aulas que faltam não completam nos módulos.
c. A Hora atividade será calculada apenas sobre a parte presencial, no entanto terá trabalho dobrado por conta das correções da parte não presencial.
12- CARGA HORÁRIA SEMANAL
a. 5 horas aulas semanais
b. As que ofertam 4 terão que se adequar
c. Aulas de 50 minutos
d. Reduz a carga horária das disciplinas, relegando 30% dela aos trabalhos.


MUDANÇAS GRAVES
Proposta imposta. Não fez debate com quem atua e com público alvo. Realizada a partir de números do sistema sem analisar a realidade.
Sonegação da informação para as direções e comunidade escolar, gestada apenas pela SEED.

1- PARA ESTUDANTE:
a. Não aproveitamento das disciplinas cursadas.
b. Não oferta da organização individual. Estudantes trabalhadores sazonais ou por escala não conseguirá mais cursar a EJA.
c. A matrícula por módulo pode obrigar o estudante f**ar dois anos para concluir 4 disciplinas faltantes.
2- PARA PROFESSOR/A:
a. Reduz carga horária docente.
b. Amplia o trabalho, obrigando o atendimento dos 30% dentro da hora atividade da parte presencial.

Walkiria Olegário Mazeto
Direção estadual da APP-Sindicato

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