16/10/2024
O curso PRÁTICAS CLÍNICAS NO PROCESSO DO LUTO reúne quatro profissionais experientes, representantes das principais abordagens psicoterapêuticas, para compartilhar suas técnicas e estratégias de manejo clínico no cuidado ao luto. Voltado para estudantes e profissionais da Psicologia e Medicina/Psiquiatria que buscam aprofundar suas habilidades no acolhimento e tratamento de pessoas enlutadas
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
9h - Abordagem - Psicanálise ( Prof. Dr. WILLIAN MAC CORMICK MARON)
11h - Abordagem - Psicologia Analítica ( Profª. Dra. JÉSSICA CAROLINE DOS SANTOS)
14h - Abordagem - Análise do Comportamento ( ACT) ( Profª. Me. NIONE TORRES)
16h- Abordagem Sistêmica - ( Profª. Dra. SAMARAH PERSZEL DE FREITAS)
📍 Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Bloco 3 (Verde) - Escola de Medicina e Ciências da Vida - Auditório Gregor Mendel (Próximo à cantina do Térreo).
🔗Garanta a sua vaga! O link está na bio.
15/10/2024
O curso PRÁTICAS CLÍNICAS NO PROCESSO DO LUTO reúne quatro profissionais experientes, representantes das principais abordagens psicoterapêuticas, para compartilhar suas técnicas e estratégias de manejo clínico no cuidado ao luto. Voltado para estudantes e profissionais da Psicologia e Medicina/Psiquiatria que buscam aprofundar suas habilidades no acolhimento e tratamento de pessoas enlutadas
9h - Abordagem - Psicanálise ( Prof. Dr. WILLIAN MAC CORMICK MARON)
11h - Abordagem - Psicologia Analítica ( Profª. Dra. JÉSSICA CAROLINE DOS SANTOS)
14h - Abordagem - Análise do Comportamento ( ACT) ( Profª. Me. NIONE TORRES)
16h- Abordagem Sistêmica - ( Profª. Dra. SAMARAH PERSZEL DE FREITAS)
📍Pontifícia Universidade Católica do Paraná - Bloco 3 (Verde) - Escola de Medicina e Ciências da Vida - Auditório Gregor Mendel (Próximo à cantina do Térreo).
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20/08/2024
Garanta a sua vaga para o nosso curso presencial de Aconselhamento e Terapia do Luto. Acesse o link na bio para mais informações!
05/06/2024
Na sociedade contemporânea, a morte continua a exercer uma influência profunda e complexa. Dentro do campo da Tanatologia, observa-se uma série de impactos significativos da morte na sociedade atual:
A morte muitas vezes se torna um tema tabu, evitado ou tratado superficialmente. O avanço da medicina e da tecnologia médica contribui para uma desconexão das pessoas em relação ao processo de enfrentamento da finitude.
Além disso, a morte tornou-se cada vez mais medicalizada, com a maior parte dos óbitos ocorrendo em ambientes hospitalares. Isso pode distanciar as pessoas do processo natural da morte e do luto, afetando a percepção e o manejo do luto.
A diversidade cultural e religiosa na sociedade contemporânea também influencia a forma como a morte é compreendida e vivenciada. As tradições e rituais de luto variam amplamente entre diferentes grupos e comunidades, influenciando a maneira como os indivíduos enfrentam a perda.
A morte continua a desempenhar um papel central na sociedade contemporânea, afetando não apenas os indivíduos e suas famílias, mas também as instituições sociais e culturais. É importante reconhecer e abordar esses impactos de maneira sensível e compreensiva, promovendo uma cultura de aceitação e apoio em relação à finitude humana.
10/05/2024
Registro especial da participação do no podcast Neurociências e Psicologia do professor .neurociencia disponível no YouTube!
13/04/2023
Quando conhecemos alguém que passou por uma perda, é comum querer ajudar, mas muitas vezes não sabemos como. As dicas a seguir podem ajudar você a acolher e auxiliar de maneira mais eficaz uma pessoa enlutada durante seu processo de luto.🦋
30/03/2023
Eai, gostou de conhecer essa técnica ? Você já conhecia ? Conta ai pra gente!!!💬
28/03/2023
Está querendo conhecer uma nova abordagem ou aprofundar seus conhecimentos na Terapia Cognitiva-Comportamental focada em Esquemas? Venha participar do nosso grupo de estudos, onde iremos debater uma obra atualizada na área, lançada em 2022. As vagas são limitadas!!!
Para se inscrever, acesse: https://www.sympla.com.br/evento__1914392
05/10/2022
A caixa de baralho “Conversando Sobre o Luto e Ressignificando Perdas”, é um ótimo material de intervenção psicoterapêutico, que visa auxiliar no processo de expressão dos sentimentos e comunicação do enlutado, aprimorando no acolhimento e, consequentemente, no processo terapêutico.
Esse material pode ser usado em forma individual, ou em grupos. Composto por 126 cartas, e dividido em 7 eixos temáticos. Que são aspectos importantes para o enlutado perpassar, podendo discutir, conversar, afim de, ressignificar sua perda (seja simbólica ou concreta) em um ambiente protegido e com acolhimento.
03/10/2022
O luto é uma resposta característica à perda de um objeto valorizado, seja este uma pessoa amada, um objeto especial, um emprego, status, casa, país, um ideal, uma parte do corpo. Sendo o luto um processo de oscilação natural, entre um movimento voltado para a perda e outro voltado para a restauração e compreensão da nova realidade.
Em 1969, Elisabeth Kubler-Ross, pioneira em estudos de proximidade da morte com pacientes terminais, ofereceu-lhes escuta em momentos de solidão e medo. Compreendia que o luto era composto por emoções fortes, instituindo as 5 fases do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação.
O luto não é uma doença, é um processo natural e psicológico de adaptação à perdas. Cada indivíduo reage de uma maneira, a depender de sua estrutura emocional e vivências singulares. E o apoio psicológico no luto é muito importante para auxiliar na compreensão do processo e na aceitação da nova realidade. Diminuindo sentimentos de culpa, mágoas, e rancores, o processo psicoterapêutico promove qualidade de vida aos enlutados.
FRANCO, M. H. P. O Luto no Século 21: Uma compreensão abrangente do fenômeno. 1 Ed. 2021.
30/09/2022
A OMS demonstrou que 800 mil pessoas morrem por suicídio todos os anos, sendo a segunda principal causa de morte entre esses mesmos jovens com idade entre 15 e 29 anos. Compreender este fenômeno tem sido um grande desafio para todos.
A depressão está ligada a mais da metade das tentativas de suicídio, muitas vezes, é silenciosa e não percebida pela própria pessoa ou por familiares e pessoas próximas.
O comportamento suicida envolve ideação, planejamento, tentativa e suicídio propriamente dito, comportamentos em geral motivados por crenças de desesperança.
A desesperança é uma cognição, uma crença de um futuro sem perspectivas, e está intimamente relacionada à intenção suicida. Ela pode ser compreendida como uma crença pertinente a um esquema de suicídio que, quando ativada, recorre a recursos cognitivos que o reforçam. Percebe-se que, com esses pensamentos, o indivíduo não consegue vislumbrar outra saída, que não seja acabar com a própria vida, único meio que acredita ter para lidar com seus problemas sem solução.
Geralmente estes pensamentos estão associados ao Transtorno de Humor Depressivo, onde sua interpretação do mundo está enviesada. Padrões cognitivos que levam o paciente a compreender a si mesmo, suas experiências e seu futuro de forma distorcida e não condizente com a realidade. Produzindo sofrimento psíquico a este sujeito.
E para um processo psicoterapêutico, da TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), há uma busca pelo desenvolvimento de processos conscientes e adaptativos de pensamento, como o pensamento racional e a solução de problemas. Além disso, espera-se que o paciente reconheça e modifique sua maneira disfuncional de interpretação do meio, especificamente em dois níveis de processamento de informações, que são os pensamentos automáticos e os esquemas centrais.
O terapeuta tem como função educar o paciente, apresentando-lhe o modelo cognitivo, ressaltando as interpretações e distorções cognitivas e como estão associadas com emoções e comportamento disfuncionais. Desta forma, diminui o sofrimento psíquico e promove qualidade de vida.