24/01/2024
hoje, 24 de Janeiro, comemora-se o Dia Mundial da Cultura Africana e Afrodescendente
"A cultura africana chegou ao Brasil com os povos escravizados trazidos da África durante o longo período em que durou o tráfico negreiro transatlântico. A diversidade cultural da África refletiu-se na diversidade dos escravos (sic), pertencentes a diversas etnias que falavam idiomas diferentes e trouxeram tradições distintas.
São inúmeras as contribuições da cultura de origem africana para a construção da personalidade brasileira. Elas estão em toda parte. A promoção da cultura africana e afrodescendente é de suma importância para o desenvolvimento da humanidade como um todo, desde o saber, a música, o diálogo, a culinária, a religião, a linguagem e as expressões corporais.
Em todo o mundo, concertos, performances e exibições permitem-nos descobrir e explorar estas culturas de infinita riqueza, simultaneamente surpreendentes e inspiradoras, mas também prestar homenagem ao trabalho de todos os artistas e criadores que transmitem e renovam estas culturas.
Assim como o cantor e compositor Carlinhos Brown, considerado o grande representante da cultura afro-brasileira na Ibero-América e porta-voz da diversidade e da importância da cultura para o desenvolvimento e a inclusão social da região, na qual foi nomeado Embaixador em 2018.
A influência dos afrodescendentes na formação de nossas sociedades mediante a apresentação de perfis de figuras historicamente renomadas que sobressaíram-se em sua contribuição nacional ou hemisférica para as Artes e a Cultura, os Esportes, a Política, os Direitos Humanos e a Ciência, ou que com seu trabalho deram uma contribuição signif**ativa para sua região.
Fonte: Fundação Palmares, 2023
📸Imagem 2 me tocou muito e quis "eternizar" no feed. É da autoria de
20/12/2023
O facebook puxou minha orelha dizendo que não entro aqui para responder as pessoas e a verdade é que eu não entro mesmo, e não vou entrar 🙃
Não dou conta de mais do que uma rede social e todo o pouco foco que tenho para isso vai para o meu instagram ".rafadalbem"...
Tô me explicando pq vi que pessoas queridas responderam e não quero que pensem que estão no vácuo de propósito🥲. Todas as postagens que aparecem aqui são as que a plataforma de 'perfis profissionais' (Meta Business Suite) possibilitam postar em dois lugares e eu esqueço de desabilitar a opção do facebook...
Enfim, é isso... me sigam lá, tem vida e divulgação acadêmica, pero sem perder la ternura 🖤📚
19/12/2023
'tô pensando no arco de duas décadas entre as fotos pessoais da imagem 3 - meus primeiros anos na universidade - e o resultado final do processo seletivo para o Doutorado em Geografia na Universidade Federal do Paraná. (imagem 1) 🎉
Também estou pensando na minha felicidade de poder desenvolver uma ideia com profundidade, depois de tanto tempo.
Também estou pensando que o título do meu projeto não tem uma boa relação com a minha hipótese (imagem 2), mas a hipótese, de fato, teve bem mais aceitação do que a organização do projeto (rs) 🤣 - Hoje o título seria outro, e tudo bem: ano que vem tem tempo para isso.
Também estou pensando que vou ver vários ex-alunes/alunas/alunos no Centro Politécnico e, com isso, ver um pouco das suas vidas e relações e, de certa forma, ver meu propósito de professora se desenhando com as conquistas de vocês*. ♥
Também estou pensando que esse ano foi muito bom, embora tenha sido MUITO difícil em vários momentos. Não sou muito 'gratiluz', mas quem não saiu do meu lado foi muito importante, e vocês sabem quem vocês são. Obrigada demais 🌍 ♥
Copiei aqui a postagem que cometi no pq o sentimento tá aí mesmo, não tem muito o que acrescentar :)
18/11/2022
só porquê "depois de mais de mês" eu coloquei tudo num pdf com hiperlink e tem link no linktree (é o 3º link) 🙃
18/11/2022
terceira e última capinha do episódio sobre gentrif**ação... nesse aqui, conto os preâmbulos dos episódios anteriores e falando de maquiagem (com um pouco de caos)
**ação
24/06/2022
a última imagem é a capa do episódio que acabou de sair!
"Marrocos e Clichês viajantes" serão 5 episódios do meu tópico de conversa preferido: viajar 🇲🇦
errata: no episódio eu queria falar continente euroasiático e falei só asiático 🤷🏽♀️
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voltei com uma série nova de episódios que sai um pouco do escopo 'tradicional' da Geografia (a das mulheres já saiu, né?)
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09/05/2022
aquela "organizada na biblioteca de áudios" 😅
06/05/2022
A minha turma que se formou em Geografia, aquela de 15 anos atrás, tem o nome de "a Geografia se faz com os pés" que é uma homenagem direta a fala da Professora Salete e, também, a materialização escrita de uma crença pessoal.
Os tempos estão cada vez mais sombrios para os sonhadores e nessa sexta, dia 06/05/2022, venho compartilhar uma lembrança do dia 21/11/2018 (não sou boa em formal)
Abdul foi um dos nossos guias no deserto que, depois de guiar turistas desengonçados nos dromedários, direcionar para as tendas, ajudar a servir o jantar e tocar tambores, convidou as pessoas para subir a duna e olhar as estrelas.
Ninguém foi.
Fomos.
Eu, amante de História desde sempre e de Geografia a partir dos 15, estava no Sahara e isso é a realização de muita coisa. Tanta coisa de livro de história materializada em infinitos cristais de quartzo que moldaram e moldam territórios ainda hoje que, por umas 3 ou 4 vezes no trajeto, eu chorei.
Subimos, sentamos em um tapete que ele levou até lá e f**amos olhando sentido Argélia (poderíamos ver a fronteira se eu tivesse preparo para subir a duna inteira, que chega a quase 300m).
Eu não conseguia falar...
Conversando com Abdul, ele me contou que nasceu em uma tenda no Sahara, filho de uma família nômade. Tem trabalhado com turismo há uns 4-5 anos e ama a dinâmica.
Pode permanecer no deserto, conhece pessoas do mundo todo que querem estar no deserto e, principalmente, não precisa se mudar para uma cidade grande.
Esteve em Marrakech poucas vezes na vida e, de acordo com ele, não tem intenção de voltar.
Diz amar o deserto porquê está com a natureza e, consequentemente, nada de ruim pode acontecer.
Vê o nascer do sol todos os dias.
Vê o pôr do sol todos os dias.
Diz que gosta de todos os povos (um pouco menos dos franceses) e, como nômade, f**a confuso ao ver uma fronteira com a Argélia e não poder atravessar.
Hoje pela manhã ele já não estava lá.
PS: o senhor da foto é Mohamed, não tirei uma foto do Abdul
PS2: depois dessa conversa, algumas outras pessoas chegaram e daí eu fui dormir
04/05/2022
O Delta do Rio Lena na Sibéria se estende por 100 quilômetros no Mar de Laptev e no Oceano Ártico, e inclui uma extensa área protegida que é refúgio de vida selvagem. Nesta imagem do Landsat 7 de 2000, a vegetação aparece como tons de verde, áreas arenosas como tons de vermelho e água como roxos e azuis. O delta do rio Lena tem cerca de 400 quilômetros de largura e se divide em uma infinidade de ilhas planas. O delta é tundra congelada por cerca de 7 meses do ano, e a primavera transforma a região em um pântano exuberante.
Fonte: Earth as Art (uma publicação que sempre rola no site da NASA) - Friedl, Lawrence. Earth as art / Lawrence Friedl, Karen Yuen...[et.al.]. p. cm.
02/05/2022
: Rodeado por dunas de areia, o Lake Disappointment é um lago salgado efêmero em uma das áreas mais remotas da Austrália Ocidental.
Localizado ao sul do Rudall River National Park, Lake Disappointment é o lar de muitas aves aquáticas. Segundo os aborígenes, os seres mitológicos vivem em um mundo sob o lago, e o lago e seus arredores ainda são considerados tabu. Nesta imagem do Terra de 2000, as áreas douradas e marrom-alaranjadas são areia e afloramentos de rocha sedimentar. As dunas aparecem como estrias longas e lineares. As diferentes cores com contornos mais nítidos podem ser vestígios de queimadas, sendo o amarelo o mais recente. No lago, aquilo que é branco representa depósitos salinos brilhantes, e as áreas azuis são águas rasas na parte ocidental e nas margens.
Fonte: Earth as Art (uma publicação que sempre rola no site da NASA) - Friedl, Lawrence. Earth as art / Lawrence Friedl, Karen Yuen...[et.al.]. p. cm.
01/05/2022
"Trabalhadores do mundo, uni-vos"
No 1º de maio boa parte do mundo comemora o Dia do Trabalho.
A origem da celebração está ligada à luta pela redução das jornadas fabris desumanas no século XIX e ao crescimento dos partidos social-democratas europeus, de inspiração marxista.
No ano passado eu perguntei o que achavam dos sindicatos e, de maneira geral, as pessoas não conseguiram embasar muito suas opiniões e, no fundo, eram isso: opiniões.
Eu, Rafaela, ainda olho com bons olhos as iniciativas sindicais. Ao mesmo tempo em que me sinto meio impotente dentro do sistema produtivo que vivemos (e talvez, por isso mesmo, um ajuntamento de classe - trabalhadora, no caso - continue sendo necessária?).
Em algum momento do dia de hoje vou colocar nos stories o link de uma (longa) reportagem da Revista Piauí que traz uma série de bons argumentos para pensar como eu (mas escritos de forma que eu não conseguiria, rs
29/04/2022
: nesta imagem do Landsat 5 de 1985, uma miríade de cores denota a composição e as texturas das montanhas da Sierra del Velasco no norte da Argentina. Tons de rosa e tons quentes indicam as áreas mais secas e áridas das montanhas. As áreas que lembram fitas e estão azuis ou verdes sugerem áreas mais úmidas de vegetação com porte maior. Na base das montanhas, no canto inferior esquerdo, uma área rosa marca a cidade de La Rioja, que é a capital de uma das províncias menos povoadas e mais áridas da Argentina. Em forte contraste, o canto superior direito da imagem mostra os arredores mais exuberantes da cidade de San Fernando del Valle de Catamarca e seus extensos vinhedos.
Fonte: Earth as Art (uma publicação que sempre rola no site da NASA) - Friedl, Lawrence. Earth as art / Lawrence Friedl, Karen Yuen...[et.al.]. p. cm.
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a série ainda não acabou! a publicação da que eu uso como referência está quase acabando, mas pretendo fazer uma curadoria minha, usando imagens para explicar algumas coisas através de visões aéreas.
enfim, mas por enquanto, ainda seguimos com a seleção da Nasa mesmo. 🙂