14/08/2026
Vai ficar de fora?
Estamos nos últimos ingressos para o IV Seminário A Potência das Infâncias.
Um encontro para quem acredita que educar também é escutar, refletir, aprender e transformar o próprio olhar sobre as infâncias.
É agora ou vai ficar para a próxima? 🌿
📅 22 de agosto
📍 FESP – Curitiba
🎟️ Últimos ingressos. Garanta o seu pelo link na bio.
12/08/2026
FALTAM 10 DIAS! ⏳🌿
A contagem regressiva para o IV Seminário A Potência das Infâncias já começou!
Daqui a 10 dias, estaremos juntos para um encontro pensado para inspirar, provocar reflexões, compartilhar experiências e ampliar os olhares sobre as infâncias e a educação.
Será um dia de conhecimento, encontros e boas conversas com profissionais que nos convidam a repensar nossas práticas e, principalmente, a maneira como olhamos para as crianças.
E você, já garantiu sua vaga?
Estamos nos últimos dias de inscrições e restam poucas vagas.
💚 Não deixe para depois. Venha viver essa travessia com a Taba Coré!
📅 22 de agosto
📍 FESP – Curitiba
🎟️ Inscrições pelo link na bio.
11/08/2026
E pra você, o que é “chique” dentro da infância e da educação? 🤔
11/08/2026
Um tema tão pertinente quanto necessário para os dias de hoje. 🌿
As crianças têm voz. Elas se expressam o tempo todo — nas brincadeiras, nos gestos, nas escolhas, nos silêncios, nos corpos, nas emoções e nas diferentes linguagens que encontram para comunicar o que pensam e sentem.
Mas uma pergunta permanece: será que elas têm vez?
É sobre esse olhar atento para as infâncias que Adriana Friedmann, pesquisadora da infância e do brincar, irá nos provocar no IV Seminário A Potência das Infâncias.
Um convite para repensarmos os espaços que oferecemos às crianças, nossa disponibilidade para escutá-las e o quanto suas vozes podem — e devem — participar da construção dos cotidianos educativos.
Porque talvez não seja sobre dar voz às crianças.
É sobre criar condições para que elas tenham vez.
🌿 IV Seminário A Potência das Infâncias
📅 22 de agosto | FESP – Curitiba
🎟️ Últimas vagas. Garanta sua participação pelo link na bio.
10/08/2026
Olhar para a criança dessa maneira muda profundamente o modo de educar.
Porque, quando reconhecemos a criança como autora de sua própria história, deixamos de enxergá-la como alguém que apenas recebe, repete e reproduz aquilo que o adulto determina.
Ela pensa.
Ela interpreta.
Ela cria.
Ela questiona.
Ela comunica.
E comunica de muitas maneiras.
Pelo corpo que se movimenta, pelo desenho que inventa, pela brincadeira que transforma, pelo silêncio, pelo olhar, pela música, pela palavra, pela maneira como organiza os objetos e estabelece relações.
A criança possui uma cultura própria, construída nas relações que estabelece com outras crianças, com os adultos, com os espaços e com o mundo.
Por isso, talvez o papel de quem educa não seja falar o tempo todo o que a criança deve fazer, mas criar condições para que ela possa dizer, de diferentes maneiras:
“É assim que eu vejo o mundo.”
Quando escutamos verdadeiramente as crianças, a educação deixa de ser apenas transmissão.
Torna-se encontro.
E quando damos espaço para suas linguagens, não estamos apenas permitindo que elas se expressem.
Estamos reconhecendo que elas têm algo legítimo e importante a nos dizer.