Adriana Czelusniak Terapeuta Integrativa

Adriana Czelusniak Terapeuta Integrativa

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Consteladora familiar e terapeuta integrativa sistêmica RT/PR 9095450. Atende online e presencialmente.

Facilitadora do curso de Barras de Access, CFMW, com formação em Thetahealing, Reiki, Mindfulness, Aromaterapia e outras práticas integrativas.

13/04/2022

COMPOSTOS QUÍMICOS CONTRA O ENVELHECIMENTO PRECOCE DA PELE

O envelhecimento da pele é um processo natural e que expressa todas as nossas experiências e vivências ao longo de nossa jornada.

Porém, embora esse processo seja decorrente do tempo cronológico, o envelhecimento precoce é difícil de lidar. Ele é ocasionado por fatores ambientais e emocionais que experienciamos.

A poluição, os produtos que passamos na pele, a forma como nos alimentamos, o estresse, a agitação do dia-a-dia e tantos outros fatores acabam por fazer com que a pele avance sobre o tempo e ganhe marcas de expressão, manchas, ressecamento, enrugamento, lesões e doenças de pele.

Para amenizarmos esse processo, acabamos por consumir e passar na pele cosméticos que acabam prejudicando-a ainda mais, já que muitos produtos afetam a barreira de proteção natural da pele, prejudicam a sua hidratação, desequilibram a sua microbiota e ainda são compostas por substâncias muitas vezes tóxicas e até cancerígenas.

Devido a esses fatores, novas soluções estão sendo buscadas. E ainda que estas novas soluções sejam antigas formas usadas há muito tempo, mais e mais estudos científicos vem para nos mostrar que a natureza há eras já nos traz as respostas que buscamos.

Em um estudo de 2011, pesquisadores, por meio da análise de diversos outros estudos científicos fizeram um levantamento dos compostos químicos contidos em extratos, óleos essenciais e óleos vegetais que são capazes de cuidar e evitar o envelhecimento precoce da pele, sem que causem com isso efeitos colaterais e danos à saúde de seus consumidores.

Ainda segundo os autores, o envelhecimento precoce da pele é desencadeado por diversas reações provocadas pela exposição da pele a diversos agressores como, os descritos anteriormente, destacando aqui poluição, alimentação inadequada, os raios ultravioletas e o estresse contínuo e constante que vivemos.

Esses agressores ocasionam basicamente a oxidação das células, o que acarreta alterações em todo o nosso corpo, com ênfase à diminuição dos níveis de elastina e colágeno da pele, proteína fundamental para a sua estrutura e para a sua firmeza.

Por outro lado, os autores mostram que compostos químicos contidos nas plantas e em seus óleos essenciais e vegetais são capazes de atuar contra o envelhecimento precoce da pele, seja agindo como antioxidantes e impedindo a oxidação das células, seja atuando na síntese de colágeno, diminuição das manchas da pele e etc. Tudo isso sem causarem efeitos colaterais.

Assim, o estudo apresenta mais de dez compostos químicos que contribuem para o antienvelhecimento da pele, cabendo destacar alguns como: o ácido oléico, contido no óleo vegetal de Amêndoas Doce (Prunus dulcis), capaz de reduzir as mudanças degradativas da pele, quando exposta aos raios ultravioletas; o ácido boswélico, presente na óleo resina de Olíbano (Boswellia carterii), que além das propriedades anti inflamatórias, atua como imunomodulador e na redução de manchas; e o limoneno, presente no óleo essencial de Laranja Doce (Citrus sinensis), apresentando também propriedades anti inflamatórias, mas também atuando na prevenção do início e do progresso de câncer de pele.

Os autores ainda enfatizam a importância do uso desses compostos químicos nas formulações que usamos em nossa pele e apresentam algumas espécies de plantas que os compõem.

Isso tudo nos mostra o quanto os estudos científicos vêm corroborando com os saberes milenares e apontando para novos (antigos) caminhos para a nossa saúde.

E, enquanto ainda estamos debelando os agressores ambientais e subjetivos que tanto prejudicam a nossa saúde e nos envelhecem, o frescor e a potência dos óleos essenciais, vegetais e da Aromaterapia apontam um caminho de mais bem-estar e menos vincos na pele, que ainda não encontra no tempo motivos para envelhecer.

Por André Ferraz
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22115797/

15/02/2022

A nossa pele faz parte de um sistema denominado Tegumentar, identificado por ser o maior sistema de nosso corpo. É devido a ela que muitos vírus e bactérias não entram em nosso organismo; conseguimos eliminar resíduos de nosso metabolismo; mantemos a nossa temperatura; sintetizamos a vitamina D e somos sensíveis e percebemos os estímulos sensoriais vindos do ambiente, dentre muitas outras funções importantes desse sistema. Não é à toa, portanto, que o sistema Tegumentar ocupa lugar de destaque em nossa saúde.

Todavia, dependendo do que passamos em nossa pele, podemos prejudicá-la intensamente. Um dos exemplos bastante comum se dá quando um determinado produto que passamos em nossa pele contribui para o desenvolvimento da dermatite de contato. Ela é caracterizada por ser uma inflamação da pele decorrente do contato direto dela com alguma substância específica. Esse contato pode causar uma irritação ou uma reação alérgica na pele.

Quando a reação é alérgica, a dermatite de contato alérgica é identificada quando o sistema imunológico do organismo reage à exposição de uma determinada substância. Em algumas situações, podemos ficar sensíveis à substância com apenas um contato com ela, mas, em outras circunstâncias, essa sensibilização pode ocorrer após algumas exposições.

Ambos os casos deixam a pele com bastante coceira, apresentando também erupções cutâneas avermelhadas e que podem conter bolhas, que variam de tamanho.

Pensando em como as alergias são frequentes nas pessoas que fazem uso de cosméticos, sejam para unhas, sejam para a pele e até para os cabelos, em 2009, um estudo americano teve como objetivo fazer um levantamento de substâncias químicas contidas em cosméticos que ocasionaram alergias de contato, a qual se destaca a dermatite de contato.

Dentre as inúmeras substâncias químicas identificadas pelos autores como agentes alergênicos, encontramos conservantes, como os parabenos, surfactantes, como a lanolina, e algumas fragrâncias.

De acordo com o estudo, pessoas que apresentavam reações alérgicas eram recrutadas no Departamento de Dermatologia e diagnosticadas por meio de avaliações médicas, onde era feito o diagnóstico e a análise das substâncias que estavam causando a sensibilização nos pacientes.

Nos resultados, enquanto substâncias, como o aldeído cinâmico, composto majoritário contido no óleo essencial de Canela (Cinnamomum zeylanicum) pode ocasionar até 1% de sensibilização na pele, um mix de compostos químicos sintéticos, por exemplo, o alpha amil cinamaldeído, que imita o aroma do óleo essencial de Jasmim (Jasminum grandiflorum); o benzoato de metila, que imita o aroma do Cravo (Syzygium aromaticum) e do Ylang Ylang (Cananga odorata), e o benzoato de benzila, usado como fixador de perfumes, pode chegar a um aumento de até 8 vezes de sensibilização da pele.

Conclui o estudo que, como de 1 a 4 % da população pode apresentar alergias a fragrâncias, é fundamental o cuidado com elas para que se evite alergias no uso de cosméticos.

Muitas vezes, usamos cosméticos industrializados, devido às crenças de autocuidado e tratamento que eles nos trazem. Todavia, não apenas estamos passando em no maior sistema de nosso corpo substâncias que trazem diversos prejuízos a ele, como também acabamos por inflamar a nossa pele, o qual a alergia passa, então, a ser um pedido de socorro para pararmos essa inflamação.

E, ainda que muitas pessoas afirmem que óleos essenciais como o Cravo (Syzygium aromaticum) e a própria Canela (Cinnamomum zeylanicum) podem trazer danos à nossa pele, o estudo nos mostra o contrário. Isso porque, quando usados na dosagem e concentração corretas, dificilmente, irão trazer prejuízos a ela.

Logo, a dermatite de contato alérgica deve ser devidamente evitada para que a nossa pele possa desempenhar adequadamente todas as suas funções. Nada disso é possível quando ela pode até estar cheirosa, porém também inflamada, dolorida e com coceiras.

Assim, manter a nossa pele sem inflamações e aromatizada é cuidar de nossa proteção, de nosso equilíbrio e de nosso contato com o ambiente que nos cerca. Tudo isso é possível com o uso da Aromaterapia e dos óleos essenciais.
Por André Ferraz

Stimulatory effect of Eucalyptus essential oil on innate cell-mediated immune response - PubMed 02/02/2022

Sobre estudo: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/18423004/
Um estudo de 2008, realizado pelo Instituto de Neurobiologia e Medicina Molecular de Roma, realizou um experimento para verificar quais são os efeitos do óleo essencial de Eucalipto Globulus (Eucalyptus globulus) em nosso sistema imunológico.

Uma das principais funções do sistema imunológico é combater agentes estranhos que o nosso corpo não reconhece como nosso. Ele faz isso por meio de mecanismos de defesa criados por células de nosso corpo responsáveis por combater qualquer tipo de invasão.

Dentre as células imunológicas, temos os monócitos, que podem ser diferenciados em macrófagos, e que usam como maior forma de combate aos micro-organismos invasores a fagocitose.

A fagocitose, portanto, é a capacidade que essas células apresentam de englobar e, literalmente, ingerir esses micro-organismos para os digerir posteriormente, de forma a manter a homeostase de nosso organismo.

Baseado nessas informações, os pesquisadores averiguaram se o óleo essencial de Eucalipto Globulus (Eucalyptus globulus) seria capaz de estimular a fagocitose de macrófagos no sistema imunológico humano e também de ratos imunossuprimidos.

A análise contou, então, com experimentos in vitro dos monócitos humanos, sem e com o contato com o óleo essencial. E com a análise do sangue dos ratos, coletado do grupo controle, que não fez a ingestão do óleo essencial, e do grupo experimental, o qual lhe foi dado oralmente o óleo essencial.

Tanto no experimento in vitro, quanto com os animais, os resultados demonstraram que o óleo essencial de Eucalipto Globulus (Eucalyptus globulus) é capaz de induzir a ativação dos monócitos macrógafos, estimulando intensamente a sua resposta fagocitária.

Concluem os autores que o óleo essencial, além de suas já comprovadas ações antissépticas e anti inflamatórias, é capaz de estimular o nosso sistema imunológico, apresentando potencial para atuar como coadjuvante para diversas doenças, as quais se destacam as imunossupressoras e as infecciosas.

É fácil perceber, portanto, o quanto o óleo essencial de Eucalipto Globulus (Eucalyptus globulus) precisa estar em uma sinergia para o cuidado de nossas crianças na volta às aulas. Dessa maneira, além do acolhedor e terapêutico toque dos familiares, esse óleo essencial irá preparar e estimular as células de defesa do corpo de nossas crianças a combater qualquer invasão que possa lhes acometer.

E assim, além da expressão de nosso afeto por meio de uma deliciosa massagem terapêutica em nossas crianças, teremos a firmeza de que o seu corpo estará seguro e ativo junto à ação do Eucalipto Globulus (Eucalyptus globulus).
Por equipe André Ferraz

Stimulatory effect of Eucalyptus essential oil on innate cell-mediated immune response - PubMed Our data, demonstrating that Eucalyptus oil extract is able to implement the innate cell-mediated immune response, provide scientific support for an additional use of this plant extract, besides those concerning its antiseptic and anti-inflammatory properties and stimulate further investigations als...

20/12/2021

Ao vivo, gratuito! Vivência de Encerramento do ano com jogo Maha Lilah! Para participar entre no grupo de reflexões do whats: bit.ly/mensagemrumoaocentro
Terça, 20h30!

19/12/2021

"É somente após um diagnóstico que uma mulher pode perguntar: “Quais partes de mim são um ato e quais partes de mim estão escondidas? O que eu tenho de valor dentro de mim mesma que não pode ser expresso porque estou constantemente e automaticamente camuflando minhas características autistas?".

Pra mim a chave é autoconhecimento! Quanto mais a gente se trabalha nas terapias integrativas, mais se liberta para ser quem somos, independente de diagnóstico!

https://progene.ib.usp.br/autismo-em-mulheres-os-custos-da-camuflagem-do-autismo/

Que fazer das emoções na escola? 10/12/2021

Ir à escola para falar sobre as emoções, acaba sendo ir à escola ouvir estudantes e professores falarem sobre as emoções, acaba sendo também (ou principalmente) um espaço de desabafo além do autoconhecinento.
Estudantes e professores se encontram na escola em funções aparentemente opostas, mas são igualmente carentes em oportunidades de serem ouvidos e acolhidos.

Que fazer das emoções na escola? Por Ana Laura Godinho Lima, professora da Faculdade de Educação da USP

Entenda quem são as 'Pessoas Altamente Sensíveis' e faça o quiz para saber se você é uma delas 04/12/2021

“Pessoas Altamente Sensíveis”, também conhecidas por aqui como PAS, são pessoas mais suscetíveis à estímulos internos, como as emoções afloradas, e externos, como barulhos altos, cheiros fortes, muitas luzes ou superfícies, é uma sensibilidade no processamento sensorial, como o cérebro lida com os estímulos, um traço biológico. Uma PAS é diferente da outra, porque as pessoas não têm a mesma personalidade.

Entenda quem são as 'Pessoas Altamente Sensíveis' e faça o quiz para saber se você é uma delas Conceito criado por psicóloga americana trata de quem é mais afetado por estímulos internos e externos

23/11/2021

Dissertação de mestrado da USP com informações valiosas a respeito da Aromaterapia!

www.teses.usp.br

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