Suzana Gauginski - Kundalini Activation

Suzana Gauginski - Kundalini Activation Facilitadora Despertar da Kundalini
Ative a energia vital e reconecte-se com seu magnetismo

25/09/2026

Talvez cuidar de si também seja ter coragem de voltar a prestar atenção em si.

Porque existe uma diferença entre saber racionalmente que precisamos parar de nos comparar, confiar mais nas nossas escolhas, colocar limites ou nos priorizar… e conseguir levar essa consciência para a maneira como vivemos.

E nem sempre fazemos esse caminho sozinhas.

Às vezes precisamos de espaços, práticas, terapias ou profissionais que nos ajudem a perceber padrões que já se tornaram tão habituais que quase não conseguimos mais enxergá-los.

Para mim, é aí que o desenvolvimento pessoal e a espiritualidade ganham sentido: quando ampliam a nossa percepção e essa percepção começa, aos poucos, a aparecer na vida prática.

Na forma como você se posiciona.
Nas decisões que toma.
Nos limites que coloca.
Naquilo que deixa de aceitar apenas para agradar.
Na maneira como reconhece seus talentos sem precisar medi-los pela régua de outra pessoa.
Na confiança que começa a construir nas próprias escolhas.
E até na forma como se relaciona consigo e com os outros.

Práticas como o Despertar da Kundalini fazem parte do meu trabalho justamente como ferramentas para favorecer esse espaço de percepção e consciência.

Mas a ferramenta nunca é a protagonista.

A protagonista é você: quando começa a se perceber, se incluir e construir referências próprias sobre quem é e sobre a vida que quer viver.

E talvez cuidar de si também seja reconhecer quando você precisa de ajuda para fazer esse caminho. 🤍

Porque pedir ajuda não tira de você a autoria da sua vida.

Pode ser justamente uma das formas de começar a retomá-la.

Dar conta da vida não deveria significar ir desaparecendo dela aos poucos.Entre cuidar de quem amamos, trabalhar e cumpr...
19/09/2026

Dar conta da vida não deveria significar ir desaparecendo dela aos poucos.

Entre cuidar de quem amamos, trabalhar e cumprir tantas responsabilidades, é fácil fazer de nós mesmas a parte sempre negociável da equação.

Mas não precisa ser assim.

Eu não acredito que uma mulher precise deixar de se cuidar para cuidar de quem ama.

Não acredito que produtividade seja medida de vitalidade.

Não acredito em um autoconhecimento que acumula respostas, mas nunca chega à vida.

Não acredito que espiritualidade precise nos afastar da experiência humana.

E não acredito que alguém de fora deva ocupar o lugar de autoridade absoluta sobre a vida de outra pessoa.

Acredito em percepção, experiência e referência própria.
Em relações onde exista troca.
Em escolhas que possam ser sustentadas.
Em movimento respeitando o próprio ritmo.
E em uma espiritualidade que dialogue com a vida.

As ferramentas que utilizo podem mudar conforme continuo estudando, experimentando e aprendendo. Mas nenhuma delas é maior do que aquilo em que acredito sobre o processo.

Não busco uma vida perfeita. Acredito em uma vida em que você também esteja presente enquanto ela acontece.

E você: o que acredita sobre a maneira como quer viver a sua própria vida?

17/09/2026

Eu gosto de práticas espirituais. Gosto da oração, da meditação, do trabalho energético, dos momentos em que silenciamos o ruído externo e percebemos coisas que talvez estivessem passando despercebidas.

Mas existe uma pergunta que considero igualmente importante:

O que eu faço com aquilo que percebo?

Nem toda experiência precisa produzir uma decisão imediata. Às vezes precisamos de tempo para compreender, sentir e integrar.

Mas, aos poucos, aquilo que percebemos pode começar a aparecer na maneira como conversamos, nos relacionamos, colocamos limites, experimentamos, escolhemos e conduzimos a própria vida.

É nesse encontro que a espiritualidade mais me interessa:

O invisível ampliando a percepção e a vida real oferecendo o lugar para experimentá-la.

Se quiser experimentar hoje, guarde estas três perguntas:

O que eu percebi?
Onde isso aparece na minha vida?
O que essa percepção me convida a fazer?

E observe o que acontece.

Algumas perguntas não mudam nossa vida porque encontramos imediatamente uma grande resposta.Elas mudam porque passamos a...
11/09/2026

Algumas perguntas não mudam nossa vida porque encontramos imediatamente uma grande resposta.

Elas mudam porque passamos a prestar atenção em coisas que antes não observávamos.

“O que me faz sentir viva?” é uma delas para mim.

Não porque eu possa organizar minha vida inteira apenas em torno daquilo que tenho vontade de fazer. Não posso e nem acredito que uma vida adulta funcione assim.

Mas porque durante muito tempo foi muito mais natural perceber o que precisava ser feito do que perceber aquilo que despertava meu interesse, minha curiosidade, meu prazer e minha vontade.

Hoje gosto de observar as duas coisas.

Há responsabilidades que escolho sustentar porque são importantes para mim.

E há experiências, pessoas, conversas, interesses, movimentos e momentos que me lembram que a vida não é apenas algo para administrar. É também algo para participar.

Talvez essa pergunta não tenha uma única resposta.

Talvez ela mude com o tempo.

Melhor ainda.

O que faz você se sentir viva hoje?

Quantas vezes você terminou um dia cansada, mas satisfeita e outras vezes terminou igualmente cansada com a sensação de ...
10/09/2026

Quantas vezes você terminou um dia cansada, mas satisfeita e outras vezes terminou igualmente cansada com a sensação de que apenas cumpriu tarefas?

Foi pensando nessas diferenças que comecei a separar coisas que durante muito tempo eu também coloquei no mesmo lugar.

Produtividade, energia física, disposição, vontade e vitalidade não são sinônimos.

E isso mudou bastante a maneira como eu observo meus próprios dias.

Eu posso precisar descansar e continuar curiosa, interessada, querendo viver alguma coisa.

Também posso cumprir uma lista enorme e perceber que passei o dia inteiro funcionando no automático.

Por isso, quando falo de vitalidade, não estou falando de estar “ligada” o tempo inteiro.

Estou falando de algo que, para mim, passa também por interesse, presença, vontade e disponibilidade para participar da própria vida.

E talvez exista uma pergunta mais interessante do que apenas
“quanto eu produzi hoje?”:
Como eu participei da minha vida hoje?

É essa compreensão de vitalidade que vem ocupando um lugar cada vez mais importante na forma como penso e construo o meu trabalho.

E quero conversar mais sobre isso por aqui.

Agora quero saber de você: o que costuma fazer você perceber que está se sentindo mais viva?

Existe um custo que nem sempre aparece quando pensamos em mudar alguma coisa na vida.Normalmente calculamos o desconfort...
08/09/2026

Existe um custo que nem sempre aparece quando pensamos em mudar alguma coisa na vida.

Normalmente calculamos o desconforto da mudança: o tempo, o medo, o trabalho, a possibilidade de errar.

Mas raramente calculamos o custo de continuar adiando aquilo que já percebemos ser importante.

E não estou falando de largar responsabilidades para fazer apenas o que temos vontade.

A vida real exige escolhas, prioridades e, muitas vezes, adiamentos.

A questão é outra:

Quando chega a sua vez, ela é sempre negociável?

Porque alguns adiamentos duram um dia. Outros começam a durar anos.

E, nesse tempo, não são apenas projetos ou experiências que podem ficar para depois. Podemos também ir perdendo intimidade com aquilo que queremos, gostamos e desejamos construir.

Talvez a mudança não precise começar fazendo uma revolução na vida.

Talvez comece percebendo o que já não deveria continuar eternamente para depois.

Nos próximos dias quero conversar mais sobre o caminho entre perceber alguma coisa sobre si e conseguir transformá-la em escolhas na vida real.

E você: o que já percebeu que é importante, mas continua tratando como negociável?

Hoje, a independência virou também uma pergunta por aqui. 🇧🇷Quanto das nossas escolhas nasce realmente daquilo que faz s...
07/09/2026

Hoje, a independência virou também uma pergunta por aqui. 🇧🇷

Quanto das nossas escolhas nasce realmente daquilo que faz sentido para nós?

Construir referência própria também é uma forma de liberdade.

O que você quer começar a escolher mais por você?

Feliz Dia da Independência. 💚💛

Durante muitos anos, eu achava que estar junto significava, de alguma maneira, estar em relação.Afinal, existe uma casa ...
06/09/2026

Durante muitos anos, eu achava que estar junto significava, de alguma maneira, estar em relação.

Afinal, existe uma casa compartilhada, uma rotina, responsabilidades, compromissos, momentos em família, duas pessoas fisicamente presentes.

Mas eu vivi uma experiência aparentemente contraditória: eu era casada e, muitas vezes, me sentia sozinha ao lado do meu marido.

E foi vivendo isso, e também experimentando outras formas de me relacionar ao longo da vida, que comecei a compreender o que fazia diferença para mim.

Eu não precisava simplesmente de alguém por perto.

Eu precisava sentir que existia interesse na relação.

Interesse pelo que o outro pensa. Pelo que sente. Pelas experiências que viveu. Pelo que está descobrindo. Pelo que deseja compartilhar.

Não estou falando de viver grudado.

Muito menos de duas pessoas precisarem gostar das mesmas coisas, pensar igual ou conversar o tempo inteiro.

Eu gosto de individualidade. Gosto de ter meu espaço. E aprendi que até o silêncio pode ser profundamente compartilhado quando existe presença.

Por isso comecei a chamar algo que valorizo muito de interesse relacional.

Para mim, ele acontece quando eu me interesso genuinamente pelo seu mundo e também existe espaço para você se interessar pelo meu.

Cada um chega com sua história, suas ideias, seus interesses, seus repertórios. E a conversa não precisa terminar com um convencendo o outro. Às vezes, justamente dessa troca nasce uma terceira percepção que nenhum dos dois tinha antes.

Isso vale para relações amorosas, mas não apenas para elas. Eu percebo essa qualidade nas amizades, na família e nas pessoas com quem gosto de conviver.

Hoje, quando penso em presença, penso muito menos em quanto tempo duas pessoas passam juntas e muito mais na qualidade do encontro que existe quando estão juntas.

Porque uma coisa é dividir o espaço com alguém.

Outra é dividir a experiência da vida com esse alguém.

E para você: o que faz você sentir que alguém está verdadeiramente presente em uma relação?

Liberdade sempre foi uma palavra importante para mim.Durante muito tempo, eu a associei principalmente à possibilidade d...
05/09/2026

Liberdade sempre foi uma palavra importante para mim.

Durante muito tempo, eu a associei principalmente à possibilidade de escolher.

Ter independência. Poder ir. Poder ficar. Conhecer lugares. Experimentar coisas. Mudar de direção. Não precisar viver uma vida inteira determinada pelas expectativas de outras pessoas.

Tudo isso ainda faz parte da minha ideia de liberdade.

Mas, com o tempo, fui percebendo uma camada que antes eu não enxergava:

não basta ter liberdade para escolher se eu não consigo reconhecer o que quero escolher.

E talvez essa tenha sido uma das descobertas mais importantes da minha própria trajetória.

Houve uma fase em que eu sabia muito melhor o que não queria do que aquilo que queria colocar no lugar.

Foi através de reflexão, autoconhecimento e também de muita experiência que fui construindo mais referência sobre mim: o que gosto, o que não gosto, o que valorizo, o que quero preservar, aquilo que não aceito mais e o que ainda quero experimentar.

Talvez por isso viajar seja algo tão importante para mim. Conhecer lugares, culturas, pessoas e maneiras diferentes de viver amplia meu mundo — mas também me dá novas oportunidades de me perceber dentro dele.

Hoje entendo liberdade de uma maneira um pouco diferente:

liberdade não é somente ter opções. É conseguir se orientar pela própria referência quando chega a hora de escolher.

E esse valor inevitavelmente atravessa a maneira como trabalho.

Não me interessa ocupar o lugar de quem tem as respostas sobre a vida de outra mulher.

Me interessa criar experiências, reflexões e espaços nos quais ela possa perceber mais sobre si — e levar aquilo que percebe para as escolhas da própria vida.

Porque, para mim, desenvolvimento pessoal não deveria criar mais uma voz dizendo quem você deve ser.

Deveria ajudá-la a escutar melhor a sua.

E para você: o que liberdade significa hoje?

05/09/2026

Hoje teve uma manhã linda de sol, meus estudos, academia, almoço, uma pausa, trabalho… e também alguns minutos a mais na internet do que eu gostaria. 😅

Enquanto terminava os exercícios da academia, aquele céu azul da manhã virou chuva.

Gosto de lembrar que a vida é feita muito mais desses dias comuns do que dos grandes momentos que costumamos registrar.

E talvez seja justamente neles que vamos construindo muita coisa: hábitos, interesses, projetos, relações, saúde, trabalho e a própria maneira de viver.

Nem tudo acontece no tempo exato que planejamos. Nem todos os dias rendem igual.

Mas existe algo muito bom em perceber que estamos participando daquilo que estamos construindo.

Por aqui, a sexta ainda não acabou.

E a sua? Teve mais cara de sol, de chuva ou um pouquinho dos dois? ☀️🌧️

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