25/09/2026
Talvez cuidar de si também seja ter coragem de voltar a prestar atenção em si.
Porque existe uma diferença entre saber racionalmente que precisamos parar de nos comparar, confiar mais nas nossas escolhas, colocar limites ou nos priorizar… e conseguir levar essa consciência para a maneira como vivemos.
E nem sempre fazemos esse caminho sozinhas.
Às vezes precisamos de espaços, práticas, terapias ou profissionais que nos ajudem a perceber padrões que já se tornaram tão habituais que quase não conseguimos mais enxergá-los.
Para mim, é aí que o desenvolvimento pessoal e a espiritualidade ganham sentido: quando ampliam a nossa percepção e essa percepção começa, aos poucos, a aparecer na vida prática.
Na forma como você se posiciona.
Nas decisões que toma.
Nos limites que coloca.
Naquilo que deixa de aceitar apenas para agradar.
Na maneira como reconhece seus talentos sem precisar medi-los pela régua de outra pessoa.
Na confiança que começa a construir nas próprias escolhas.
E até na forma como se relaciona consigo e com os outros.
Práticas como o Despertar da Kundalini fazem parte do meu trabalho justamente como ferramentas para favorecer esse espaço de percepção e consciência.
Mas a ferramenta nunca é a protagonista.
A protagonista é você: quando começa a se perceber, se incluir e construir referências próprias sobre quem é e sobre a vida que quer viver.
E talvez cuidar de si também seja reconhecer quando você precisa de ajuda para fazer esse caminho. 🤍
Porque pedir ajuda não tira de você a autoria da sua vida.
Pode ser justamente uma das formas de começar a retomá-la.