Luto: Vivências e Possibilidades

Luto: Vivências e Possibilidades Essa página é dedicada à discussao do luto e à divulgação dos trabalhos de pesquisa e extensã

Convidamos a todas e todos para a defesa de dissertação de Maiara Maciel, orientanda do professor Gabriel de Luca, a ser...
24/09/2026

Convidamos a todas e todos para a defesa de dissertação de Maiara Maciel, orientanda do professor Gabriel de Luca, a ser realizada amanhã , 25/09, às 14:00h.

O projeto “Lutos Vivências e Possibilidades II” irá passar por mudanças!Por conta disso, ficaremos algum tempo sem posta...
29/02/2024

O projeto “Lutos Vivências e Possibilidades II” irá passar por mudanças!

Por conta disso, ficaremos algum tempo sem postagens novas. No entanto, você ainda pode acessar nosso conteúdo por aqui e ver tudo o que produzimos nos últimos anos!

Gostaríamos de agradecer a todos os extensionistas, estagiários, alunos da graduação e pós-graduação que fizeram parte da história do projeto.

À nossa coordenadora, , agradecemos pela orientação atenta e sensível.

Um agradecimento especial a você, seguidor da nossa página, por acompanhar nosso trabalho e torná-lo possível.

Até breve!

26/12 - Indicação: Cartilha “Como falar de luto com crianças?” A cartilha “Como falar de luto com crianças?” foi publica...
26/12/2022

26/12 - Indicação: Cartilha “Como falar de luto com crianças?”
A cartilha “Como falar de luto com crianças?” foi publicada em dezembro de 2022 e é de autoria de Carla Cristina Karpem, Carolina Cristine Martins de Souza e Letícia Venturi da Silva e foi escrita sob orientação da professora Drª. Joanneliese de Lucas Freitas.
Nela, são discutidas questões como: o que é o luto, como falar sobre morte com crianças, quem pode falar com a criança após uma perda, entre outros temas. O objetivo deste trabalho é o de “orientar pais e responsáveis sobre como lidar com crianças no que se refere ao tema da morte e do luto, bem como ajudá-los a proceder diante de uma situação de morte e de luto na infância”.
Feriados e confraternizações de final de ano tendem a ser especialmente difíceis para aqueles que perderam os seus entes queridos por morte. Por isso, é importante que criemos espaços para poder dialogar sobre esses temas - inclusive, com as crianças, que têm, por muitas vezes, sua experiência de luto não validada e não reconhecida pelos adultos e demais figuras de referência. Nesse sentido, separamos um trecho da cartilha que pode sugerir caminhos possíveis em relação a como acolher e conversar sobre morte e luto com as crianças.
“Existe um momento certo para dar a notícia do falecimento à criança? A informação sobre a morte de um ente querido deve ser dada de preferência o mais rápido possível à criança, de maneira direta e com linguagem simples: trate do assunto com verdade e transparência!”
“Quem pode falar com a criança após uma perda? Em uma situação de morte, é importante que a criança receba a notícia de alguém próximo, com quem ela tem confiança e uma boa relação. Dessa maneira ela terá mais condições de se sentir amparada e protegida. É essencial que essa pessoa esteja capaz de dar a notícia. Não tem problema chorar, porém quem vai dar a notícia deve ter condições de explicar à criança o que aconteceu.“

O curta-metragem “Memórias à venda” foi lançado em 2020 e é de autoria de  Manu Mercurial. Nele, é retratada a história ...
15/12/2022

O curta-metragem “Memórias à venda” foi lançado em 2020 e é de autoria de Manu Mercurial. Nele, é retratada a história de um jovem que perdeu o pai e que, em dado momento, decide vender o táxi dele. Ao longo de sua experiência com o luto, o jovem rapaz
entra em contato com objetos que despertam memórias e sentimentos distintos em relação ao seu pai e ao seu presente e passado.

Somos levados por uma jornada que nos faz refletir sobre a relação de um filho com o seu pai. Relação essa que não se limita apenas à infância e ao início da vida adulta, mas que se reconstitui após a morte. O curta retrata o processo de ressignificação da vida e da relação do filho para com os seus pais após a morte do genitor, desenhando memórias e sentimentos que compõem esse movimento.

Título Original: Memories For Sale (2020)
Onde assistir: Youtube

Texto alternativo:
Texto alternativo: Post em carrossel com seis imagens contendo o texto da legenda na cor verde em fundo bege e detalhes em marrom de folhagens em aquarela, círculos e linhas. Na primeira imagem há o título “Indicação” e uma imagem em que está escrito “Memories for sale”, em que há a ilustração de um jovem rapaz sentado em um banco e atrás dele há um táxi com as luzes acesas o iluminando. A última imagem convida o leitor a compartilhar, salvar, acessar as referências e comentar, caso tenha gostado do conteúdo.

O projeto Luto: Vivências e possibilidades participou semana passada do 3° Festival de Ciência, cultura e inovação, apre...
03/12/2022

O projeto Luto: Vivências e possibilidades participou semana passada do 3° Festival de Ciência, cultura e inovação, apresentando-o à comunidade, através da exposição sobre os projetos de extensão da UFPR.

As nossas atividades buscam aproximar alunos e comunidade, sendo algumas delas: o suporte ao grupo Amigos Solidários na Dor do Luto, o plantão psicológico, as pesquisas, os eventos e as cartilhas gratuitas, além da divulgação de conteúdo científico, filosófico e cultural através das redes sociais.

Acompanhe e divulgue as nossas redes para saber mais sobre nosso projeto e o tema da morte e luto!

A canção “É doce morrer no mar” é de autoria de Dorival Caymmi e Jorge Amado  e foi escrita em 1941 na casa do pai de Jo...
01/12/2022

A canção “É doce morrer no mar” é de autoria de Dorival Caymmi e Jorge Amado e foi escrita em 1941 na casa do pai de Jorge. A música é um poema cantado que retrata a odisseia dos pescadores brasileiros que, ao buscarem a alimentação para si e para as suas famílias, morrem no mar e ao deixarem seus barcos e jangadas vazios, deixam também saudade daqueles que ficam.
A música fala sobre a vida e a morte de uma forma muito potente, atravessada pelo sincretismo religioso e construída a partir de uma cadência que remete aos movimentos ondulatórios do mar- ora calmo ora rápido e sempre impermanente.
“É doce morrer no mar, nas ondas verdes do mar” retrata, com delicadeza, o mistério da vida e da morte. Cantar sobre o luto daqueles que se foram parece ser a forma encontrada por Dorival Caymmi e Jorge Amado de manter presente o amor.

Referências:
https://www.youtube.com/watch?v=5qAQLCfZnmo&t=62s&ab_channel=DorivalCaymmi-Topic
Brandão, José Maurício. (2020). Acerca da doçura de morrer no mar, por Caymmi e Widmer. ICTUS Music Journal vol. 14 n.2. Orcid: 0000-0003-2775-1587
Armando Pacheco / Fotos: Chico Vizzone "É DOCE MORRER NO MAR!" DORIVAL CAYMMI CONTA A HISTÓRIA DOS PESCADORES QUE NÃO TÊM HISTÓRIA. https://www.jobim.org/caymmi/handle/2010.1/12672
https://www.suspeito.com.br/post/%C3%A9-doce-morrer-no-mar-108-anos-de-dorival-caymmi
http://365cancoes.blogspot.com/2010/02/37-e-doce-morrer-no-mar.html

O abortamento provocado é um processo complexo e envolve diversos fatores, tais como a falta de educação sexual, gravide...
25/11/2022

O abortamento provocado é um processo complexo e envolve diversos fatores, tais como a falta de educação sexual, gravidez indesejada, desemprego e a falta de apoio do parceiro e/ou família.
Embora encoberto por tabus e preconceitos, segundo dados da Organização Mundial da Saúde, no Brasil o ab**to representa a quarta causa de morte materna, configurando-se como um problema de saúde pública.
A decisão de interromper a gravidez até o abortamento inaugura um período de extrema sensibilidade emocional, o que demanda não apenas assistência técnica, mas também apoio em relação ao processo de perda e, então, à vivência de luto.
No entanto, comumente, o processo de luto nessa situação não é reconhecido e, portanto, a sua manifestação pode ser problemática, sendo vivenciada como um trauma e podendo levar ao adoecimento.
Para que a dor subjetiva de uma perda seja dissipada, é necessário que “ela seja dita, vivida, sentida, refletida e elaborada, mas nunca negada” (Gesteira, Barbosa & Endo, 2006, p. 465). Nesse sentido, espaços solidários, de escuta, cuidado e acolhimento, quando ofertados, desapontam as possibilidades de enlutamento e de ressignificação dessa experiência.

Referências:
Gesteira, S.M.A.; Barbosa, V.L; Endo, P.C. (2006). O luto no processo de ab**to provocado. Acta Paulista de Enfermagem, 19 (4), p. 462-467. Recuperado de: https://doi.org/10.1590/S0103-21002006000400016

Texto alternativo: Post em carrossel com cinco imagens contendo o texto da legenda em fundo branco e detalhes em verde e marrom de folhagens, círculos e linhas. Na primeira imagem há o título " O luto em ab**to provocado". A última imagem convida o leitor a compartilhar, salvar, acessar as referências e comentar, caso tenha gostado do conteúdo.

A indicação de hoje é o podcast Conversas sinceras sobre Viver e Morrer EP72- “E quando minha hora chegar no Brasil?” de...
17/11/2022

A indicação de hoje é o podcast Conversas sinceras sobre Viver e Morrer EP72- “E quando minha hora chegar no Brasil?” de Tom Almeida com Luciana Dadalto.
A convidada Luciana Dadalto é advogada especialista em Testamento Vital há mais de uma década no Brasil e nesse episódio ela fala sobre, e explica com exemplos práticos, os processos de eutanásia, ortotanásia e distanásia. Também traz para a conversa os temas do Suicídio Assistido, dos Cuidados Paliativos e do Testamento Vital, utilizando como exemplo seu próprio testamento para nos ensinar como construí-lo.

Todos estes assuntos são atravessados pelo tema da autonomia, e em que medida esta pode ser exercida na hora da morte.
Como tomar decisões sobre a própria morte em um país onde as leis ainda são bastante restritas quanto ao morrer?
O que QUEREMOS e o que NÃO QUEREMOS que aconteça caso nos encontremos em um leito, ou com uma doença grave, limitados de expressar a nossa vontade?

Texto alternativo: Post em carrossel com cinco imagens contendo o texto da legenda em fundo bege e detalhes em verde e marrom de folhagens, círculos e linhas. Na primeira imagem há o título do posdcast e a imagem de Tom Almeida, um homem branco de cabelos e barba grisalhos, e Luciana Dadalto uma mulher branca de cabelos escuros e ondulados. A última imagem convida o leitor a compartilhar, salvar, acessar as referências e comentar, caso tenha gostado do conteúdo.

Eros Funéraire  e o luto na Macedônia romana Eros era considerado o deus do amor pelos gregos e conhecido como o cupido ...
11/11/2022

Eros Funéraire e o luto na Macedônia romana

Eros era considerado o deus do amor pelos gregos e conhecido como o cupido pelos romanos. A imagem de Eros foi, historicamente, associada à de um homem branco, belo, jovem e com cabelos claros e cacheados. Em algumas representações o deus aparece como uma criança, com asas brancas.

Um estudo de Georgia Aristodemou identificou monumentos e figuras de Eros em que ele aparece dormindo ou segurando uma tocha invertida, em sepulturas localizadas na região da Macedônia durante o período do domínio romano (145 a.c.- 395).

As esculturas e relevos representam os falecidos homenageados na forma divina de Eros, com elementos como tochas, flores, animais e objetos diversos, que remetiam aos rituais funerários, além da associação às simbologias de beleza e juventude eterna, a esperança de um vida após a morte feliz, despreocupada e protegida pelas divindades.

A autora descreve que as imagens de Eros eram utilizadas em sepulturas de crianças na região da Macedônia durante o período do domínio romano e que representavam o luto intenso sofrido pelos pais e pela comunidade. Segundo Aristodemou, a imagem de Eros possivelmente estaria associada ao "sono eterno", "morte", "tristeza eterna" e a pureza das crianças.

Ela acredita que indicariam também o sentimento de ansiedade e a impotência diante do destino, da morte e do rumo póstumo, além da crença na imortalidade, seja pela vida após a morte ou pela memória dos entes falecidos.

Referência: Aristodemou, G. (2021). Eros Figures in the Iconography of Death. Eikon / Imago, 10, 25–42. https://doi.org/10.5209/eiko.74134

*Todas as imagens foram retiradas do artigo, a não ser ilustração de Eros.

A indicação dessa semana é o episódio 8: “Como eu nasci” da série animada da Netflix The Midnight Gospel.Criada pelo com...
09/11/2022

A indicação dessa semana é o episódio 8: “Como eu nasci” da série animada da Netflix The Midnight Gospel.

Criada pelo comediante Duncan Trussell e pelo animador Pendleton Ward, “The Midnight Gospel” utiliza o áudio de entrevistas dadas no podcast de Duncan, recontextualizando-as na narrativa do desenho como um podcast interdimensional gravado por Clancy Gilroy (dublado pelo próprio Duncan) que entrevista pessoas em mundos distantes.

Nas conversas, acompanhadas de visuais alucinantes e bem humorados, são discutidos temas como meditação, espiritualidade, a morte e outras questões existenciais tanto com irreverência como profundidade.

O último episódio da série adapta a conversa de Trussell com sua mãe Deneen Fendig (psicóloga), que foi gravada em seu podcast 3 semanas antes dela falecer de um câncer de mama. Duncan e Deneen inicialmente discutem a infância e maternidade, Deneen revela então a sua situação terminal e se inicia um profundo e íntimo diálogo entre mãe e filho sobre a aceitação da morte de si e a morte do outro.

Texto alternativo: Post em carrossel com cinco imagens contendo o texto da legenda em fundo bege e detalhes em verde e marrom de folhagens, círculos e linhas. Na primeira imagem há o título da série e uma imagem dos dois personagens principais sentados conversando diante de um fundo de universo, com nebulosas e galáxias. A última imagem convida o leitor a compartilhar, salvar, acessar as referências e comentar, caso tenha gostado do conteúdo.

Endereço

Pça. Stos Andrade, 50
Curitiba, PR

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