Conhecendo um pouco sobre a escola
Histórico
A Escola Ananias Carlos Nascimento é uma escola pública que tem um papel importante na região Além de formar cidadãos para agirem na sociedade, é a única que oferece ensino médio para a comunidade de Riacho Seco e fazendas do entorno; sempre buscando mecanismos que possibilitem o melhor atendimento à comunidade, além de desempenhar o seu papel principal de construir conhecimento. Foi inaugurada em 31 de outubro de 1986 pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia. Era cenecista, desde 1959, até que passou a ser administrada pelo Estado, contemplando o ensino de primeiro grau – atual ensino fundamental I e II. No início, a escola atendia apenas ao Ensino Fundamental I e II, com capacidade para 300 (trezentos) alunos. Com o passar dos anos, as exigências escolares aumentaram, aumentando também sua capacidade. A partir de 2003 é implantando o Ensino Médio, suprindo uma imensa necessidade da comunidade de Riacho Seco e demais fazendas circunvizinhas, que antes tinham que se deslocar até a sede do município de Curaçá para que pudessem ter acesso ao ensino médio. Em 2005 houve uma reforma, ampliando assim a estrutura física do ambiente escolar, com o que a escola passou a contar com uma capacidade de 600 (seiscentos) alunos. Com a redistribuição das responsabilidades pelo ensino, passando a competir ao Estado o oferecimento do Ensino Médio, a escola não oferece mais o Ensino Fundamental I e II; sendo que há uma escola próxima, cerca de 100 metros, que disponibiliza tal modalidade de ensino à comunidade. Com isso, houve também uma redução no número de alunos, que hoje gira entorno de 340 (trezentos e quarenta) educandos. Nos dias atuais a unidade escolar oferece apenas o ensino médio, o que é um grande avanço, porque até então os alunos que terminavam o ensino fundamental necessitavam se deslocar até a sede do município de Curaçá/BA e hoje tanto os discentes de Riacho Seco e das comunidades próximas têm o acesso à educação facilitado. A comunidade de Riacho Seco se localiza numa região bastante seca do interior baiano. As chuvas são inconstantes e se concentram em pequeno período do ano. Como alternativa a esse fator, vem sendo empregada a agricultora irrigada, através do bombeamento da água do rio São Francisco, que fica bem próximo da comunidade, uma característica favorável. A economia da região, desse modo, se baseia essencialmente na agricultura familiar. Há pequenos comerciantes e indivíduos que, em maiores proporções, produzem cebola, maracujá, melancia e melão e comercializam tal produção fora do município, principalmente em Juazeiro, cidade vizinha que conta com o Mercado Produtor, onde há intensa movimentação negocial agrícola. Os alunos exercem atividades agrícolas em parte do dia. Dentre o público que estuda à noite, é grande o número de alunos que trabalha na agricultura, até mesmo porque nesse turno é onde é atendida a população proveniente das fazendas da região, em que o número de trabalhadores agrícolas é mais acentuado. Se na sede do distrito ainda há os que exercem alguma atividade diversa da agricultura, principalmente relacionada ao comércio, nas fazendas a atividade agrícola é praticamente a única.