13/06/2023
NAPlus
Página do Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais (NAPlus) da Universidade Federal de Mato Grosso.
13/06/2023
16/04/2023
CHAMADA DE PROPOSTAS MESAS REDONDAS E GRUPOS DE TRABALHOS (GTS)
A organização da V Reunião de Antropologia da Saúde recebe até o dia 30 de abril de 2023 submissões de propostas de Mesas Redondas e Grupos de Trabalho. As propostas devem ser enviadas para o e-mail [email protected], indicando no título do e-mail “Proposta Mesa V RAS” ou “Proposta de Organização de GT V RAS”.
As mesas devem ser coordenadas por 1 ou 2 pessoas que poderão ou não fazer parte da mesa. Pelo menos um/uma dos/as proponentes deve ter doutorado concluído. Cada mesa deve ter no mínimo 2 e no máximo 3 palestrantes e um/a debatedor/a. Sugerimos, quando possível, que as mesas sejam de composição mista garantindo a representação dos movimentos sociais, pessoas indígenas, negras, quilombolas, ciganas, LGBTQI+ e pessoas com deficiência. A proposta deve conter título com até 200 caracteres; resumo até 1500 caracteres; 3 palavras-chave (serão aceitas em português, espanhol e inglês).
Já os GTs devem ser coordenados por 2 pessoas de localidades diferentes e podem ocorrer na modalidade presencial, online ou híbrida. Pelo menos um/uma dos/as coordenadores deve ter doutorado concluído. A proposta deve conter título com até 200 caracteres; resumo até 1500 caracteres; 3 palavras-chave; indicação da modalidade. Serão aceitas propostas em português, espanhol e inglês.
17/03/2023
V Reunião de Antropologia da Saúde Reunião de pesquisadores da Antropologia e das Ciências Humana que se dedicam aos estudos de saúde e de políticas públicas.
22/01/2022
Mestrado em Antropologia está com inscrições abertas Período para candidaturas segue até o dia 27/01 via SEI
14/09/2021
Dossiê Masculinidades contemporâneas: cruzando temas e perspectivas Revista de Antropologia
03/08/2021
A Editora da UFSC acaba de lançar o 13º volume da Coleção Brasil Plural, projeto que desde 2013 tem dado visibilidade às produções científicas de pesquisadores do Instituto Brasil Plural. A coletânea Dissidências, Alteridades, Poder e Políticas: Antropologias no Plural, organizada e escrita por pesquisadores do Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais (NAPlus), da Universidade Federal de Mato Grosso, é o resultado de pesquisas desenvolvidas junto às redes do IBP. A UFMT é uma das instituições do centro-oeste brasileiro que, por meio de seus pesquisadores da área de Antropologia, tem desenvolvido pesquisas e projetos de extensão que priorizam os diálogos e as tensões existentes entre os saberes da ciência, as experiências dos sujeitos e as políticas públicas de Estado.
Organizada por Sonia Regina Lourenço, Marcos Aurélio da Silva e Moisés Lopes, que atuam no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFMT, a coletânea também conta com artigos de pesquisadores de universidades do Norte e do Nordeste. Os dez trabalhos se debruçam sobre as experiências de coletivos urbanos e rurais, LGBTs, indígenas e quilombolas, em suas lutas por direitos, por políticas públicas e pela própria existência. Segundo os organizadores, na apresentação do livro “a intersecção entre as pesquisas está nas singularidades de coletivos sociais que vivenciam situações de dissidências e conflitos atravessados por agenciamentos de gênero, sexualidade e modos de relação que exigem o reconhecimento do Estado como sujeitos de direitos sem se deixar capturar pelo agenciamento estatal que suprime toda a singularidade, encapsulando modos de existência e modos de fazer política em forma de acantonamento identitário”.
https://brasilplural.paginas.ufsc.br/2021/08/02/coletanea-dissidencias-alteridades-poder-e-politicas-antropologias-no-plural-13o-volume-da-colecao-brasil-plural/
18/07/2021
O Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais (NAPlus/UFMT) realiza no dia *29 de julho, às 19h*, mais uma edição do CINEPlus – Ciclo de Cinema e Debates, com a exibição do documentário *MAJUR* (Direção e Fotografia: Íris Lacerda, 20', MT, 2018). O documentário apresenta a vida de Majur, chefe de comunicação do povo indígena Bororo de Mato Grosso. Após a exibição do filme, haverá um debate com a presença do diretor de arte, Ayrton Amaral. O evento será transmito pelo canal do núcleo no YouTube e na página do Facebook.
https://www.youtube.com/channel/UC7-Y5ZCLjXTFUlazgjMqcZQ
https://www.facebook.com/saberesplurais/
22/03/2021
A maior edição de todos os tempos da Aceno – Revista de Antropologia do Centro-Oeste está no ar com o maior número de artigos e páginas já publicados em suas edições: 27 trabalhos em 404 páginas compõem esta décima quinta edição, entre artigos, ensaios, resenhas e ensaios fotográficos. O periódico científico on-line do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS), da Universidade Federal de Mato Grosso, dá continuidade a seu projeto de se tornar um espaço de difusão científica da Antropologia e das Ciências Humanas, apresentando pela primeira vez seu terceiro número em um mesmo ano – consolidando seu projeto de tornar-se quadrimestral.
O dossiê temático desta edição tem como título Formas de habitar, vizinhança e ação política e conta com 16 artigos que trazem ótimas etnografias sobre coletividades das mais diferentes regiões brasileiras. O dossiê coordenado por Flávia Carolina da Costa (UFMT) e João Vicente Marques Lagüéns (UFRJ) mostra a vitalidade do tema da vizinhança e como ele permeia tanto as antropologias urbana e rural quanto as etnologias indígenas e quilombolas, tornando-se uma arena para se pensar nas políticas do habitar no mundo contemporâneo.
Na sessão de Artigos Livres, três trabalhos de áreas distintas trazem tanto uma reflexão de cunho bibliográfico, como em “Subalternidade nas sociologias brasileira e indiana: um estudo comparativo da obra de Jessé Souza e Gayatri Spivak”, de Fabio Alves Ferreira, quanto dois trabalhos etnográficos: um sobre uma forma de violência de gênero – “Visibilidade compulsória e moralidade feminina: reflexões sobre gênero a partir das práticas de pornografia de vingança”, de Roberta de Sousa Mélo et al.; e outro um trabalho de antropologia visual que analisa uma produção do projeto Vídeo nas Aldeias – “Caminhos, abelhas e passarinhos: um estudo da mise en scène no documentário Duas aldeias, uma caminhada”, de José Francisco Serafim e Francisco Gabriel Rêgo.
Na sessão Ensaios, onde passamos a publicar trabalhos dos integrantes do PPGAS/UFMT, Marcos Aurélio da Silva e Susana Sandim Borges apresentam o trabalho “Corporalidades, bem viver e saberes urbanos: entre paradas LGBTs e ‘cracolândias’, a quem pertence a cidade?”, em que elaboram uma inusitada comparação entre coletividades urbanas e seu direito à cidade. Já o ensaio “Jogos eróticos de sedução? Simmel, Freud e um ensaio sobre coquetismo e histeria”, de Clark Mangabeira, elabora uma interessante reflexão crítica sobre temas bastante caros à sociologia e à psicanálise.
Continuamos com a sessão Memória: Série Antropologia, com a reedição de mais um artigo publicado, no ano de 2002, pelo Departamento de Antropologia da UFMT. Dessa vez, “O imaginário da fronteira no Guaporé lusitano no século XVIII”, de Suelme Evangelista Fernandes, mostra-se atemporal ao trazer interessantes reflexões sobre a colonização de Mato Grosso que servem para pensarmos no contexto atual.
A sessão de Ensaios Fotográficos conta, pela primeira vez com dois trabalhos de belíssimas imagens: “Os Avá Guarani/Ñandeva de Porto Lindo (Jakarey) Yvy Katu: terra, território e palavras guardadas”, de Yan Leite Chaparro, traz a poesia da relação com a terra de grupos indígenas que lutam pelo direito à existência; já “Tornando visíveis os atores sociais que lutam contra o invisível”, de Marina Garcia Lara, busca dar visibilidade ao cotidiano da pandemia de 2020 e suas “novas normalidades”.
A sessão Resenhas nunca contou com tantos trabalhos e traz quatro obras de peso nas produções recentes do campo das humanidades. Before Brasília: frontier in Central Brazil, de Mary Karasch; O Bem Viver: uma oportunidade para imaginar outros mundos, de Alberto Acosta; Feminismo para os 99%: um manifesto, de Cinzia Arruzza, Tithi Bhattacharya e Nancy Fraser; Política Nacional de Atenção à Saúde Indígena no Brasil: dilemas, conflitos e alianças a partir da experiência do Distrito Sanitário especial indígena do Xingu, de Reginaldo Araújo, foram resenhados por Felipe Vander Velden, Kesley Gabriel Bezerra Coutinho, Isabela Alves Mercuri e Ana Carolina Magalhães Rocha, respectivamente.
A Aceno se sente honrada por contribuir no fortalecimento da Antropologia brasileira e agradece a todos os colaboradores que fazem parte deste número.
Boa leitura!
Os editores
https://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/aceno/issue/view/583
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Cuiabá, MT
29/07/2021