LAPA - Laboratório de Antropologia e Produção Audiovisual

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Curso de extensão em Antropologia Visual e do Cinema, ligado ao Núcleo de Antropologia e Saberes Plurais, do Departamento de Antropologia/UFMT

16/04/2023

CHAMADA DE PROPOSTAS MESAS REDONDAS E GRUPOS DE TRABALHOS (GTS)

A organização da V Reunião de Antropologia da Saúde recebe até o dia 30 de abril de 2023 submissões de propostas de Mesas Redondas e Grupos de Trabalho. As propostas devem ser enviadas para o e-mail [email protected], indicando no título do e-mail “Proposta Mesa V RAS” ou “Proposta de Organização de GT V RAS”.
As mesas devem ser coordenadas por 1 ou 2 pessoas que poderão ou não fazer parte da mesa. Pelo menos um/uma dos/as proponentes deve ter doutorado concluído. Cada mesa deve ter no mínimo 2 e no máximo 3 palestrantes e um/a debatedor/a. Sugerimos, quando possível, que as mesas sejam de composição mista garantindo a representação dos movimentos sociais, pessoas indígenas, negras, quilombolas, ciganas, LGBTQI+ e pessoas com deficiência. A proposta deve conter título com até 200 caracteres; resumo até 1500 caracteres; 3 palavras-chave (serão aceitas em português, espanhol e inglês).
Já os GTs devem ser coordenados por 2 pessoas de localidades diferentes e podem ocorrer na modalidade presencial, online ou híbrida. Pelo menos um/uma dos/as coordenadores deve ter doutorado concluído. A proposta deve conter título com até 200 caracteres; resumo até 1500 caracteres; 3 palavras-chave; indicação da modalidade. Serão aceitas propostas em português, espanhol e inglês.

02/03/2022

CHAMADA DE ARTIGOS PARA DOSSIÊS TEMÁTICOS

A Aceno – Revista de Antropologia do Centro-Oeste (ISSN: 2358-5587– Qualis A3), publicação eletrônica semestral de caráter público, ligada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal de Mato Grosso, convida membros da comunidade acadêmica e pesquisadores a apresentarem artigos aos dossiês temáticos Patrimônio, Diversidade Sexual e de Gênero e Poder: interfaces, práticas e tensões contemporâneas, a ser publicado em sua edição de número 19 (v. 9, 2022) e Educação, Políticas Públicas, Processos Formativos e Direito à Diferença, a ser publicado em sua edição de número 21 (v. 9, set./dez., 2022), conforme propostas abaixo.



DOSSIÊ TEMÁTICO: Patrimônio, Diversidade Sexual e de Gênero e Poder: interfaces, práticas e tensões contemporâneas (v. 9, n. 19, 2022)

COORDENADORES:
Prof. Dr. Fabiano Gontijo (UFPA)
Prof. Dr. Daniel Reis (IPHAN)

PRAZO FINAL DE SUBMISSÃO: 31 DE MARÇO DE 2022

É notório o renovado interesse pelos estudos sobre os patrimônios culturais nos últimos anos. A emergência do chamado Patrimônio imaterial somada a novos olhares sobre monumentos, objetos, museus, o espaço urbano, assim como as reconfigurações de disputas por memórias, passados e culturas impulsionaram toda uma gama de pesquisas e políticas públicas de cultura que vem impactando de modo decisivo as formas de olhar e agir sobre este campo. Também é notória a consolidação, no Brasil, do campo dos estudos de gênero, assim como daquele sobre a diversidade sexual, ao longo das últimas quatro décadas com temas diversos e abordagens múltiplas. Mas, o que dizer sobre a relação entre os patrimônios culturais, as perspectivas de gênero, as experiências da diversidade sexual e as relações de poder? Falamos de um território ainda pouco mapeado por ambas as áreas de pesquisas, noutros termos, as interfaces entre os patrimônios culturais e as questões relativas às expressões de gênero, experiências da diversidade sexual e relações de poder. Essas interfaces apresentam, por um lado, os múltiplos mecanismos, dispositivos, tecnologias, instrumentos, estratégias e símbolos das práticas de poder da governamentalidade estatal que agem para manter as coesões morais nas bases das ordens sociais vigentes. Por outro lado, essas interfaces apresentam também os múltiplos saberes, discursos e práticas de resistência aos efeitos daquelas práticas de poder.

Nossas indagações surgiram a partir de trabalhos anteriores em que buscamos refletir sobre as relações entre arte e culturas populares, gênero e diversidade sexual e por meio dos quais percebemos uma série de questões que cruzavam também o campo dos patrimônios culturais. A partir daí, identificamos alguns estudos recentes para além de ações como o “Seminário Patrimônio e Gênero”, realizado em Pernambuco por um conjunto de instituições como SecMulher-PE, Secult-PE, Fundarpe, Iphan-PE e do Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA/UFPE), e que chega a sua sexta edição em 2021. Mencione-se também a Rede de Arquivos de Mulheres (RAM), coletivo de pesquisadores/as e instituições formado recentemente com objetivo de pesquisar e difundir os acervos de mulheres presentes e, não raramente invisibilizadas, nas instituições. Estas experiências nos confirmam a importância sobre o debate acerca das interfaces dos patrimônios culturais e das questões de gênero, diversidade sexual e poder.

Os discursos sobre patrimônios culturais podem ser pensados enquanto formas de ação no mundo. Entre a perspectiva mais formal e regulada por agências dedicas ao assunto, até a dimensão mais íntima do sujeito que percebe e o aciona para reivindicar passados, memórias e culturas existe um emaranhado de significados, tensões e formas de se pensar, definir e identificar patrimônios. A sua forma frequente de se materializar na vida social é por meio de situações ritualizadas. Os rituais são aqueles espaços-tempo em que são formuladas e reformuladas culturalmente, negociadas e renegociadas socialmente, editadas e reeditadas simbolicamente e tensionadas politicamente as múltiplas formas de pertencimento e as mais variadas demonstrações identitárias, entrecruzando os eixos da identidade (indivíduo versus coletividade) e da alteridade (mesmo versus outros). A maneira como determinados saberes, celebrações, monumentos, objetos, ritos cívicos, entre outros são performados, acionando a categoria patrimônio cultural, portanto, não são apenas um mecanismo de reprodução da vida social por meio da repetição, mas sobretudo um conjunto de dispositivos acionados para produzir reflexões críticas acerca dos arbitrários culturais sobre os quais se assenta a ordem social e as coesões morais que a sustentam e, assim, silenciar e/ou denunciar, os efeitos de poder instituídos nos discursos e práticas sociais.

Num aparente paradoxo, se pensamos no âmbito do patrimônio imaterial, em suas íntimas relações com as culturas populares por exemplo, a liminaridade dos rituais parece contribuir para a naturalização do status quo hegemônico, no que diz respeito às expressões de gênero e às experiências da diversidade sexual, representado por um regime de verdade médico-científico e jurídico-moral (e religioso) instaurador do binarismo de gênero, do dimorfismo sexual e da heterossexualidade compulsória, ao mesmo tempo em que subvenciona potentes críticas a essa naturalização, ao promover, ainda que momentaneamente, a subversão, a transversão, a reversão ou a inversão da ordem ou, pelo menos, a ponderação sobre a sua versão oficial e a possibilidade de sua desestabilização. Além disso, podemos notar também que o impacto das discussões sobre identidade, gênero e sexualidade resultaram na pressão crescente para o reconhecimento e a abertura de novos espaços, dentro de tais manifestações antes ocupadas majoritariamente a partir de uma lógica predominantemente heteronormativa. Tais reivindicações possibilitaram a emergência de novos agentes e narrativas, bem como tornando visíveis aquelas até então silenciadas. Assim, à potência das ambiguidades do espaço da liminaridade ritual, somou-se também o da reivindicação e luta política.

No campo dos patrimônios culturais tais questões reverberam em diversos âmbitos. Entre mestres/as, brincantes e detentores/as de um determinado bem cultural; o corpo técnico das instituições; as formas de uso e ocupação de monumentos e espaços patrimonializados; as presenças e ausências em coleções de objetos e conjuntos documentais; etc. Deste modo, este dossiê pretende reunir estudos que se investiguem esse tema num sentido amplo e com objetivo de fomentar e potencializar a gama de estudos em que ainda há muito a se explorar, sobretudo no contexto brasileiro.

Mobilizam o dossiê as questões a seguir: Qual é o panorama atual dos estudos sobre gênero e/ou experiências da diversidade sexual nos contextos de produção cultural, situações ritualizadas, festividades ou processos de patrimonialização? Que expressões, conflitos, tensões, silenciamentos e resistências perpassam esses campos em suas interações? Como estas questões impactam a reflexão sobre coleções, museus, fundos arquivísticos no mundo atual? O que este olhar pode nos oferecer como possibilidades de visualizar a produção de sujeitos e instituições no mundo contemporâneo?


DOSSIÊ TEMÁTICO: Educação, Políticas Públicas, Processos Formativos e Direito à Diferença (v. 9, n. 21, set./dez., 2022)

COORDENADORES:
Prof. Dr. Alexsandro Rodrigues (UFES)
Prof. Dr. Marcio Caetano (UFPEL)
Prof. Dr. Pablo Cardozo Rocon (UFMT)

PRAZO FINAL DE SUBMISSÃO: 30 DE ABRIL DE 2022

Buscamos com este Dossiê congregar pesquisas e problematizações que envolvam os processos formativos, o direito à diferença e os efeitos das políticas públicas na saúde e na educação. Com isso objetivamos diálogos com os/as praticantes no cotidiano das instituições em sua relação com as artes do fazer com o/a outro/a. Neste Dossiê tomamos os campos da Saúde e Educação numa perspectiva ampliada e implicada com os processos formativos tramados pelas invenções, criações, resistências e negociações daqueles/as praticantes que não desistem da vida diante das forças que buscam silenciá-lo/a, enfraquecê-lo/a e/ou exterminá-lo/a. Compreendemos que os processos formativos, como suas tecnologias políticas, afirmam modos de existir e intencionam definir/fabricar corpos e vidas que importam. Convidamos, com este Dossiê, pesquisadores/as a problematizações que nos ajudem a melhor compreender o que temos feito com os processos formativos em meio aos espaços-tempos que buscam nos (con)formar no interior das normas hegemônicas de sexualidades, de gênero e de raça. Se por um lado, as instituições educativas, com suas narrativas e projetos políticos de curta e longa duração, disputam as vidas que por ali interagem experiências e aprendizagens; por outro, suas práticas, que afinam e desafinam políticas, não renunciam as estratégias de fabricação de corpos racializados, sexualizados, generificados e marcados pela conformada mesmidade. Por dentro das muitas instituições da saúde, educativas e práticas pedagógicas bonitas, são tecidas as políticas de alianças interseccionadas de amizades que permitem atos resistentes e a coprodução de saberes que fazem ruir projetos normativos. As reivindicações mobilizadas pelas pautas etnicorraciais, de gênero e sexualidades têm, insistentemente, por dentro das instituições, inventado práticas de resistências e firmando alianças, porque delas não podem abrir mão, fomentado a produção de saberes e políticas que nos permitem acolher a novidade da existência com a educação e a saúde. E por essa via, da denúncia e dos anúncios, que a educação que luta pelo acesso e permanência da vida no sistema único de saúde e nas escolas brasileiras que nos propomos a debater com as políticas de alianças cotidianas dos/as praticantes.

10/08/2020

Bom Dia, ladies and gentlemans!

Vamos começar a semana falando de arte e cultura urbana!

Vai lá no canal de nossa agência no Yutube e assista ao teaser 1 de “Oh! Crew, O Documentário”. Certamente a maior obra audiovisual sobre o graffiti fluminense no Youtube.

www.bit.ly/ohcrewteaser1

Você vai acompanhar e conhecer a arte urbana dos artístas plásticos que vivem para fazer a cidade mais bonita.

Em breve sai o teaser 2, com um puco mais do que vem por aí na obra completa.

É o seu Portal São Gonçalo News produzindo e levando até você conteúdo de qualidade sobre nossa cidade. Entre no canal do Youtube, curta os vídeos, inscreva-se, ative as notificações para ficar sabendo a data do lançamento oficial.

Acesse nossas redes nos links abaixo!

www.bit.ly/estudofinoyoutube


Portal da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT 20/01/2020

Mestrado em Antropologia prorroga inscrições de seleção para vagas remanescentes

Estão prorrogadas até 27 de janeiro, as inscrições para a seleção de alunos regulares para a turma 2020 do mestrado do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS) da UFMT. São oferecidas 6 (seis) vagas remanescentes, não preenchidas na última seleção, sendo 5 (cinco) para ampla concorrência e 1 (uma) para ações afirmativas (indígenas e quilombolas). O Mestrado em Antropologia possui duas linhas de pesquisa: “Etnicidades, Territorialidades e Cosmologias”, voltada a pesquisa com comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas, e “Sociabilidades, Identidades e Subjetividades”, cujas pesquisas se voltam a contextos urbanos.

Os candidatos devem pagar uma taxa de R$ 196,40. Todas as solicitações e o processo de inscrição deve ser realizado via SEI - Sistema Eletrônico de Informações. Para se inscrever, os candidatos devem possuir diploma de ensino superior ou comprovante de que concluirão a graduação até o dia da matrícula. A prova escrita, a análise de currículos e as entrevistas acontecem a partir do dia 5 fevereiro. Os aprovados começam a cursar o mestrado em março.
Mais informações estão disponíveis no site do PPGAS (https://www1.ufmt.br/ufmt/un/ppgas).

Portal da Universidade Federal de Mato Grosso - UFMT A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) ocupa lugar de destaque entre as instituições federais de ensino superior do país. A UFMT é responsável pela maior produção científica no Estado, integrando redes nacionais e internacionais de investigação.

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ICHS/Instituto De Ciências Humanas E Sociais/UFMT
Cuiabá, MT

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