A vida não ficou menor com o passar dos anos.
Eu é que aprendi a ocupar mais espaço nela.
E hoje, quando levanto a mão para a vida, é para dizer SIM ao que ainda quero viver.
Porque ainda tem muito começo pela frente.
Muito desejo.
Muito riso.
Muito sonho.
Muito caminho.
Afinal, protagonismo não se aposenta.
Neide Arantes Pipou
Te ajudo a atravessar os desafios da maturidade, Coaching e Longevidade Saudável.
Há 20 anos…
Escrevi esse texto quando era servidora da Justiça Eleitoral de Mato Grosso, convocando principalmente os jovens para o exercício consciente do voto e alertando para a importância desse direito.
Hoje, aposentada, mas plenamente ativa, revisitei aquele texto e ampliei a convocação: a cidadania também é um chamado para nós, eleitores 60+.
Somos uma parcela expressiva do eleitorado brasileiro e temos experiência, memória e voz para participar das escolhas que definem o país que queremos deixar para as próximas gerações.
Exercer a cidadania é também exercer o protagonismo.
E protagonismo não se aposenta.
Concorda?
Compartilhe com seus amigos 60+ que também acreditam que continuar participando é uma forma de permanecer presente na história. E também com jovens, por que não?
O que completaria neste post?
Viver em plenitude.
vida toda valer a pena viver.
“O que faço com o presente de ainda estar aqui?”
Ousadia pura… me divertindo comigo mesma, pode?
A liberdade de chegar sozinha.
Quantas oportunidades deixamos passar porque estamos esperando companhia?
Eu sei.
Existe uma pergunta que costuma aparecer antes de muitas decisões:
“O que será que vão pensar?”
Acho curioso como, principalmente nós, mulheres, fomos ensinadas a acreditar que alguns lugares precisam ser ocupados em companhia.
Um restaurante.
Um cinema.
Um evento.
Uma viagem.
Como se a nossa presença só fizesse sentido quando acompanhada.
Quando recebi esse convite da amiga e parceira Lissandra Pasinato, uma pergunta voltou à minha cabeça:
“Por que não?”
Resolvi ir.
Sozinha.
E descobri que desfrutar da própria companhia também é uma forma de liberdade.
Curiosamente, a escritora Julia Cameron recomenda que, de tempos em tempos, façamos algo assim. Ela chama esses momentos de Programas Artísticos: pequenos encontros consigo mesma, que alimentam a criatividade e ampliam nosso olhar para a vida.
E foi exatamente isso que vivi.
Encontrei amigas por lá.
Conheci outras pessoas.
Conversei com as palestrantes da noite Dra. Fabiana Bersch Ginecologista e Referência em Menopausa e Claudia Liz.
Sorri, me diverti.
Mas, acima de tudo, confirmei que não preciso esperar companhia para viver experiências que fazem sentido para mim.
E você?
Qual foi a última coisa que deixou de fazer porque não tinha companhia? Hoje faria diferente?
Vou gostar de ler sua história.
Sem palavras!
Respira e segue!
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