21/12/2019
A Educação Brasileira nos seus últimos 30 anos lançou mão de teorias e ferramentas gramscistas para chegar a pontos específicos. O primeiro ponto é que os conflitos da sala de aula inexistam pela total libertinagem dos discentes, pois eles são o centro do aprendizado e não tem regras para seguir. O docente é um mero facilitador do conhecimento não cabendo a ele "oprimir" o discente: aí se foi o respeito do docente e sua condição de controle do processo educacional. Finalmente, a avaliação não deve ser meritocrática e apenas desenvolver competências necessária para a total cidadania do discente. Aprovação automática, nivelamento intelectual, liberdade total e ninguém deve respeito a ninguém. Sem disciplina e sem objetivos só por acaso chegaremos a algum lugar...