12/11/2021
Pesquisas científicas com modelos animais progressivamente apontam que o exercício físico além de promover benefícios a saúde em geral, pode ser usado como método de tratamento e retardo para diversas enfermidades, entre elas:
👉 Sistema Motor: Atrofia do músculo esquelético, Lesão muscular, Lesão no tendão, Osteoporose, Osteoartrite;
👉 Sistema Metabólico: Obesidade, Diabetes, Pré-diabetes, Síndrome metabólica, Doença hepática gordurosa não alcoólica;
👉 Sistema Cardiovascular: Infarto do Miocárdio, Acidente vascular cerebral, Hipertrofia cardíaca, Lesão miocárdica, Aterosclerose, Hipertensão, Insuficiência cardíaca;
👉 Sistema Nervoso: Parkinson, Alzheimer, Depressão, Ansiedade, Dor neuropática, Lesão no nervo, Lesão cerebral traumática, Ataxia cerebelar, Epilepsia e Autismo.
👉 Sistema Urinário: Doença renal crônica;
👉 Câncer: Câncer de mama, Câncer de colo, outros cânceres.
Desta forma, o exercício pode ter efeitos positivos no combate a doenças e/ou no alívio dos sintomas, consequentemente na melhora da saúde. Porém, apesar de seus benefícios, a prática equivocada pode produzir um efeito reverso trazendo prejuízos substanciais.
Diante disso, assim como remédio ou veneno, a dose dos exercícios deve ser bem conduzida e adequada para conseguir alcançar objetivos benéficos. Pensando nisso, uma das áreas de estudos de nosso grupo de pesquisa, busca compreender os efeitos do exercício físico sobre o corpo e se aproximar do conhecimento de doses ideias para ganhos em saúde.