Espaço Compartilhar

Espaço Compartilhar Espaço multiprofissional para atendimentos de fonoaudiologia, psicologia, psicopedagogia, terapia c

Experiência no atendimento aos problemas de linguagem decorrentes de quadros de Transtormo do Espectro do autismo, síndromes, deficiência auditiva, transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Ministra cursos e palestras sobre dificuldades de aprendizagem, inclusão, distúrbios do desenvolvimento entre outros além de prestar assessoria e supervisão a professores, coordenadores, estudantes de pedagogia, fonoaudiologia e áreas afins

Atendimento clínico de bebês, crianças eadolescentes na prevenção, detecção e tratamento das seguintes áreas:
• Atraso no desenvolvimento da linguagem
• Troca de sons na fala
• Distúrbios da linguagem oral e escrita
• Gagueira
• Dificuldades de aprendizagem (leitura e escrita)
• Processamento Auditivo
• Deficit de Atenção
• Motricidade oral

A fala do seu filho está diferente ou demorando mais do que você esperava? 💭Trocar sons, omitir letrinhas, gaguejar ou t...
28/09/2026

A fala do seu filho está diferente ou demorando mais do que você esperava? 💭

Trocar sons, omitir letrinhas, gaguejar ou ter dificuldade para montar frases mais longas são sinais comuns. Nem sempre indicam algo grave, mas merecem atenção.

O que realmente ajuda no início é observar:

• Quando esses sinais começaram?
• Estão evoluindo ou estagnados?
• Isso está dificultando a comunicação dele com outras pessoas?

Lembre-se: um post nas redes sociais nunca substitui um diagnóstico. Ele é um convite para olhar com carinho e buscar orientação. A fonoaudiologia é a chave para entender o que está por trás e traçar o melhor caminho para o desenvolvimento do seu pequeno. 💙

Quer conversar sobre isso? Clique no link da bio e fale direto com a nossa equipe. 📲

O que hoje é referência em cuidado infantil, um dia nasceu de um sonho: olhar para cada criança de perto, de forma genuí...
23/09/2026

O que hoje é referência em cuidado infantil, um dia nasceu de um sonho: olhar para cada criança de perto, de forma genuína e integrada. 🌟

Aqui no Espaço Compartilhar, a gente acredita que cuidar vai muito além de tratar sintomas. É enxergar a criança não por partes, mas em sua totalidade, respeitando o seu tempo, a sua essência e a sua família.

Se você está chegando agora e quer entender o que nos move, preparamos este carrossel com todo o carinho para você nos conhecer melhor. Deslize para o lado para saber mais! 👉

Ficou com alguma dúvida ou quer agendar uma conversa? É só clicar no link da bio e falar direto com a nossa equipe. 💬

Procurando um espaço especializado e estruturado para o atendimento infantil ?Você encontrou! 🏠🎈O Espaço Compartilhar co...
15/09/2026

Procurando um espaço especializado e estruturado para o atendimento infantil ?Você encontrou! 🏠🎈

O Espaço Compartilhar conta com salas exclusivas e preparadas para cada modalidade terapêutica, oferecendo um suporte completo e integrado para as crianças e suas famílias.

Vem tomar um café com a gente e conhecer a nossa estrutura de perto!

📍 Endereço: Av. São Camilo, 989 – 2º andar | Ed. Granville Tower – Granja Viana, Cotia - SP.

Para ver a rota certinha de como chegar até nós, basta acessar o link na nossa bio. 🚗💨

No Espaço Compartilhar, as especialidades não trabalham em gavetas separadas; elas conversam de verdade. 🤝Fonoaudiologia...
09/09/2026

No Espaço Compartilhar, as especialidades não trabalham em gavetas separadas; elas conversam de verdade. 🤝

Fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional, psicopedagogia, psicomotricidade, fisioterapia, musicoterapia e orientação parental. Aqui, todas essas áreas atuam em conjunto, e nunca em consultórios isolados.

Isso significa que a nossa equipe discute cada caso lado a lado, garantindo que o cuidado do seu filho faça sentido como um todo e nunca como pedaços soltos. 🧩💙

Não se preocupe se você ainda não sabe exatamente qual profissional procurar. Nós avaliamos a situação e traçamos o melhor caminho junto com a sua família.

Quer entender como podemos ajudar? Fale com a gente pelo link na bio e agende uma avaliação! 📲✨

Você já percebeu como seu filho se senta no chão para brincar?Muitas crianças preferem uma posição em que os joelhos fic...
31/08/2026

Você já percebeu como seu filho se senta no chão para brincar?

Muitas crianças preferem uma posição em que os joelhos ficam dobrados e as pernas se abrem para os lados, formando uma espécie de “W” no chão. De vez em quando, isso é só uma posição confortável entre tantas outras. O que os fisioterapeutas infantis observam é a frequência: quando essa se torna praticamente a única forma de sentar, pode ser um sinal de que o tronco ainda está buscando mais estabilidade e força para sustentar outras posições.

O que costuma chamar atenção: preferência forte por essa posição, dificuldade de ficar em pé sem apoiar as mãos, ou cansaço fácil ao correr e subir escadas.

Não é sobre proibir a posição toda vez que aparecer, é sobre oferecer alternativas ao longo do dia: sentar de pernas cruzadas, de lado, numa almofada ou numa cadeira baixa, sem transformar isso em cobrança constante.

Isso não é diagnóstico, é um detalhe que vale a pena observar com calma. 🧍

Compartilhe com outra família, muita gente nunca ouviu falar disso.

30/06/2026

Entre jogos, torcida e muitas brincadeiras, vivemos momentos especiais por aqui! ⚽💛

Mais do que acompanhar a Copa, aproveitamos cada atividade para estimular interação, comunicação, movimento, trabalho em equipe e, principalmente, criar memórias afetivas.

Porque aprender também pode acontecer brincando, torcendo e compartilhando experiências. ✨

Que possamos continuar celebrando cada conquista, dentro e fora de campo!

Fim de semestre não é sempre “preguiça”.Às vezes, é esgotamento.Nesta época do ano, é comum que crianças, jovens e adult...
24/06/2026

Fim de semestre não é sempre “preguiça”.
Às vezes, é esgotamento.

Nesta época do ano, é comum que crianças, jovens e adultos cheguem ao final do semestre ou de períodos intensos de trabalho e estudos emocional e cognitivamente sobrecarregados, sem conseguir expressar claramente o que estão sentindo. Isso pode aparecer como:
• irritabilidade;
• dificuldade para começar tarefas;
• cansaço excessivo;
• desinteresse repentino;
• maior sensibilidade emocional;
• resistência para estudar, ir à escola, ou cumprir responsabilidades do dia a dia.

Isso pode estar relacionado à chamada exaustão executiva, um estado de sobrecarga mental causado pelo esforço contínuo de atenção, adaptação, autocontrole e demandas escolares acumuladas ao longo do semestre.

Segundo estudos sobre funções executivas e desenvolvimento infantil, o cérebro da criança ainda está em processo de maturação. Isso significa que manter foco, organização, flexibilidade emocional e controle da frustração exige muito mais energia do que imaginamos.

E quando esse sistema entra em sobrecarga, o comportamento muda.

A criança que parece “desmotivada” pode estar apenas tentando lidar com um nível de esforço que já ultrapassou o limite dela.
Por isso, antes de aumentar a cobrança, vale observar:
como está o sono;
como ela reage às tarefas;
se houve aumento de irritabilidade;
se o cansaço aparece até em atividades que antes eram prazerosas.

Acolher não significa deixar de orientar.
Significa entender o que está por trás do comportamento antes de exigir mais da criança.

💛 Em muitos casos, suporte emocional, adaptações na rotina e acompanhamento profissional fazem toda a diferença nesse processo.

Fontes:
Harvard Center on the Developing Child • APA • estudos sobre funções executivas e desenvolvimento infantil.

Autismo não é algo que precisa ser escondido para que uma pessoa seja acolhida.Durante muito tempo, o cuidado com pessoa...
18/06/2026

Autismo não é algo que precisa ser escondido para que uma pessoa seja acolhida.

Durante muito tempo, o cuidado com pessoas autistas foi confundido com tentativas de “corrigir” ou “normalizar” comportamentos considerados socialmente aceitáveis. Hoje, compreendemos que o desenvolvimento não significa apagar diferenças,e sim reconhecer:
potencialidades,
promover autonomia,
garantir inclusão.

Isso vale para crianças, adolescentes, jovens e adultos. Indivíduos que devem ser respeitados, acolhidos e ter oportunidades de participação plena na sociedade.

Isso significa olhar para além do comportamento visível. Muitas vezes, aquilo que parece “dificuldade” está relacionado a:
• sobrecarga sensorial;
• dificuldades de comunicação;
• necessidade de previsibilidade;
• formas diferentes de interação social;
• maneiras únicas de perceber o ambiente.

A literatura atual sobre neurodiversidade reforça que o suporte terapêutico deve priorizar qualidade de vida, participação social e redução de sofrimento e não o mascaramento constante das características autistas.

Na prática, isso muda a forma como cuidamos.
Muda a forma como escutamos.
E, principalmente, muda a forma como enxergamos cada ser humano.

Comunicação é um direito. Participação também.
E acolher não deveria exigir que alguém deixasse de ser quem é para pertencer.

Mais acolhimento. Menos tentativa de encaixe. 💛

Junho chegou, os jogos começaram… e, em muitas casas, a rotina mudou completamente.Mais barulho.Mais telas.Maior concent...
15/06/2026

Junho chegou, os jogos começaram… e, em muitas casas, a rotina mudou completamente.

Mais barulho.
Mais telas.
Maior concentração de pessoas.
Horários diferentes.
Sono desregulado.
E algumas pessoas sentem tudo isso de forma muito intensa.
Muitas crianças não conseguem expressar esse incômodo.

Nessa época, é comum pais perceberem:
• mais irritabilidade;
• dificuldade para dormir;
• agitação acima do habitual;
• explosões emocionais;
• dificuldade de concentração.

Especialmente em crianças e adolescentes com TEA, TDAH ou dificuldades de autorregulação emocional, mudanças bruscas no ambiente e na rotina podem aumentar a sobrecarga sensorial e emocional.

Segundo o Harvard Center on the Developing Child, previsibilidade e estabilidade ajudam o cérebro infantil a se organizar emocionalmente. Já a American Occupational Therapy Association (AOTA) destaca que excesso de estímulos pode impactar diretamente a capacidade da criança de regular emoções, atenção e comportamento.

Isso não significa evitar momentos em família ou impedir a criança de participar.
Significa observar, adaptar e acolher.

Às vezes, diminuir o volume, antecipar mudanças na rotina (planejar o passo a passo, mostrar em imagens e fotos, mostrar o local eu brincar tentando vivenciar como seria) e, até mesmo oferecer um espaço mais tranquilo já faz diferença.
Nem sempre é “birra”.

Às vezes, é um cérebro tentando lidar com estímulos demais ao mesmo tempo.

As festas que  fazem parte da infância de muitas crianças, e são levadas para vida adulta em família, acontecem agora: F...
10/06/2026

As festas que fazem parte da infância de muitas crianças, e são levadas para vida adulta em família, acontecem agora: Festa Junina, Arraiá, Festa na Roça, Festa na Fazenda, eita trêm bão!

Mas, para algumas delas, o que parece diversão pode rapidamente se transformar em sobrecarga.

Barulho alto, excesso de pessoas, roupas desconfortáveis, mudanças na rotina, cheiros intensos e ambientes muito estimulantes podem causar desconforto emocional e sensorial, especialmente em crianças, jovens e adultos com TEA, TDAH ou dificuldades de regulação emocional.

E isso não significa “frescura”, “manha” , “birra” ou falta de adaptação.

Segundo a American Occupational Therapy Association (AOTA), crianças com maior sensibilidade sensorial podem apresentar dificuldade para processar estímulos simultâneos, o que impacta diretamente comportamento, comunicação e autorregulação.

Algumas estratégias simples podem ajudar:
• antecipar como será o ambiente;
• respeitar limites da criança;
• levar itens de conforto;
• evitar obrigar participação;
• criar momentos de pausa durante a festa.

Participar não precisa significar suportar sofrimento.

Cada criança vive os ambientes de forma diferente e acolher isso também faz parte do cuidado. 💛

Endereço

Avenida São Camilo 989 Salas 28/29 Granja Viana
Cotia, SP
06709-150

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