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Biblioteca PMunicipal Dr José P Dantas Perfil da Biblioteca Pública de Ceará-Mirim

CEARÁ-MIRIM VALE DE CULTURA ARTE NO VALE Desenhista Wirandy Silva de Oliveira Texto: Gerinaldo Moura da SilvaFotos: Cedi...
27/09/2024

CEARÁ-MIRIM VALE DE CULTURA
ARTE NO VALE
Desenhista Wirandy Silva de Oliveira
Texto: Gerinaldo Moura da Silva
Fotos: Cedidas pelo artista
Wirandy Silva de Oliveira nasceu no Hospital Santa Catarina, na Zona Norte de Natal, no dia 10 (dez) de agosto do ano de 2005. Seus pais são o senhor Francisco Ribeiro de Oliveira Júnior e a senhora Deízia Nascimento da Silva Oliveira. Foi alfabetizado no lar pelos próprios pais e quando entrou no sistema regular de ensino, foi matriculado na Escola Municipal Maria Antonieta Pereira Varela onde cursou a Educação Infantil. O Ensino Fundamental I foi realizado na Escola Municipal Rotary. Para cursar o Ensino Fundamental II, Wirandy Oliveira estudou na Escola Estadual Monsenhor Celso Cicco e fechando esse ciclo, ele cursou o Ensino Médio na Escola Estadual Interventor Ubaldo Bezerra de Melo.
Foi no ano de 2017 que Wirandy Oliveira começou a desenhar usando a técnica do grafite. No ano seguinte, passou a fazer desenhos digitais, sempre buscando inspiração nos desenhos anime e/ou mangá (One Piece). De 2019 até 2024, ele já havia produzido aproximadamente 3.000,00 (três) mil desenhos digitais.
A Biblioteca Escolar “Professora Marlene Urbano da Silva”, através de sua Regente, a Professora Euclisvalda Oliveira dos Santos Carvalho, a estimada professora “Valda”, acolheu e descobriu os talentos do jovem Wirandy Oliveira, bem como de outros alunos que vêem se destacando em vários e diferentes estilos da arte, não só no desenho e na pintura, mas também no campo da literatura, com destaque para a Poesia e na musicalidade. E foi nesse ambiente acolhedor que os primeiros trabalhos começaram a ser divulgados para toda a comunidade escolar onde eram expostos em um pequeno mural.
Wirandy Oliveira também produz caricaturas digitais e dentre as diversas já feitas por ele podemos destacar a “caricatura de Valda” e a “caricatura de Vera Barreto”, que é poetisa e cordelista, tendo inclusive, o convidado para expor em um evento realizado pela ALAMP-Associação Literária e Artística de Mulheres Potiguares, no IFRN Central, em Natal.
Wirandy Oliveira tem como hobbie desenhar e jogar online, os mais diferentes tipos de jogos de lutas como Street fightler, Trigger e o Super Mário.

Ceará-Mirim Vale de Cultura NO LIMIAR DA HISTÓRIA Senhor José Correia de Moura(Seu Correia da SUCAM)Texto: Gerinaldo Mou...
26/08/2024

Ceará-Mirim Vale de Cultura
NO LIMIAR DA HISTÓRIA
Senhor José Correia de Moura
(Seu Correia da SUCAM)
Texto: Gerinaldo Moura da Silva
Foto: José Maria Bernardo Bezerra
Seu Correia. Foi assim, através de seu sobrenome que ele se tornou conhecido em Ceará-Mirim, onde nasceu no dia 01 de abril do ano de 1933, sendo o mesmo, filho do senhor Luís de França Moura e da senhora Maria Olívia Correia de Moura desse matrimônio. Desse matrimônio nasceram duas filhas, que são Elizabete de Moura e Maria das Dores Moura do Rego (in memoriam). A família residia na comunidade de Várzea de Dentro, onde ele passou sua infância e foi alfabetizado por dona Olímpia. Teve como colegas de classe, os irmãos Assis Venâncio, Hélio Venâncio e Manoel Venâncio, dentre tantos com quem estudou e fez amizade para toda a vida.
De seu tempo de estudos em Várzea de dentro, seu Correia destaca a doce lembrança de sua professora Guimar Soares:
“Dona Guimar era uma professora meiga e sempre de voz branda. Nunca levantou a voz para ninguém. Também era enérgica em sala de aula. Todos a obedeciam. A gente aprendia a Carta de ABC e também usava a Tabuada. Toda sexta-feira tinha o famoso e temido “argumento”, onde a professora tomava as lições e as contas de multiplicar. Ninguém podia errar, senão era castigado com a palmatória feita com madeira de sucupira preta. Nossa mestra não gostava de usar a palmatória para nos castigar, ela a deixava sempre dependurada na parede da sala.”
Tempos depois, seus pais venderam a propriedade em Várzea de Dentro à família Soares e em seguida se mudaram para Ceará-Mirim. Na cidade, ele passou a estudar no antigo Grupo Escolar Barão de Ceará-Mirim para continuar seus estudos do Curso Primário. Suas professoras foram: Alzira Vaz na 1ª série; Alzira de Sá Pereira na 2ª série; Maria de Lourdes Sobral na 3ª série e na 4ª série ele foi aluno de dona Nalva Xavier e dona Lourdinha Sobral.
As brincadeiras da infância eram mais frequentes na antiga Rua do Patu (atual Rua General João Varela), onde tinha por companhia o amigo Val (Dr. Edvaldo Paiva de Souza), filho de dona Lourdes e seu Valdinho da Bodega. Eram variadas brincadeiras, porém o jogo de bola e as corridas com carrinhos feitos de rodinhas de rolimã, eram as mais
na agricultura e ele ajudou seu pai na “roça” de Várzea de Dentro, como era costume, frequentes. Foi por essa época que conheceu e ingressou no Escotismo, sendo escoteiro liderado pelo Tenente Djalma Ribeiro da Silva.
Até o início da década de 1960, a família de seu Correia ainda seguia trabalhando até o dia 01 de julho do ano de 1961, pois, nessa data ingressou no serviço público passando a trabalhar na SUCAM, atualmente FUNASA. Inicialmente, durante os 04 (quatro) primeiros anos, seu trabalho era expurgando veneno. Participou de várias campanhas como a de Combate à Malária ou impaludismo, que se tornou bastante comum na zona rural. Muitas pessoas eram identif**adas com os sintomas mais visíveis, tipo calafrios e tremedeiras constantes. O trabalho nas residências era feito com 3 (três) tipos de veneno, sendo o mais utilizado o DDT, que era aplicado nas casas de taipa em formas de pasta ou de um pó branco, que se usava nas residências construídas com tijolos. Eram dadas as orientações para os moradores pintarem as paredes e/ou usarem uma mistura líquida a base de querosene. No início do seu trabalho, os funcionários usavam bombas manuais acopladas nas costas o que tornava a labuta um pouco cansativa e também perigosa pelo contato muito próximo da pessoa com o veneno, durante muito tempo. Muitas pessoas iam a óbito e sobre essa questão, seu Correia assim se expressou:
“Assisti a vários enterros pelos caminhos. Era muita gente morrendo. Saindo de uma povoação ou comunidade pra outra, avistava ao longe 7 (sete), 08 (oito) redes carregadas nos ombros de homens e às vezes, aqui e acolá, uma ou outra vez, também nos ombros de alguma mulher. Não era muito comum, mas a gente encontrava. Devido à grande quantidade de mortos, os corpos eram enterrados no meio do mato mesmo, formando-se assim um grande número de cemitérios clandestinos. Isso se repetia por todo o Rio Grande do Norte. Em alguns lugares com mais frequência e em outros ocorriam menos. A pobreza e a ignorância eram muito grandes. Isso facilitava a propagação das doenças.”
Seu Correia voltou a estudar, desta feita para fazer cursos na sua área de atuação, como por exemplo, o Curso de Exame de Sangue, aprendendo a colher o sangue dos pacientes a partir do furinho no dedo, cujo sangue era colocado em lâminas e depois de identif**ados, eram encaminhados ao laboratório para o diagnóstico e tratamento da enfermidade.
Apesar de ter percorrido muitos municípios do Rio Grande do Norte, seu Correia foi convidado pelo Dr. Kerginaldo Cavalcanti, então Diretor da SUCAM, para trabalhar em São Pedro do Potengi, onde residiu por 11 (onze) anos. Ele foi transferido inicialmente, para trabalhar na Campanha contra a Varíola, mas acabou sendo colocado inclusive à disposição da Prefeitura Municipal de São Pedro. Nessa época trabalhou diretamente com o Dr. Milton Torres de Carvalho Barbosa, que instalou o Posto de Vacinação através do Governo do Estado do Rio Grande do Norte.
Pelo seu trabalho e dedicação, o então prefeito de São Pedro do Potengi, o senhor Francisco das Chagas Ribeiro o nomeou para uma função gratif**ada, para ajudar nas despesas, principalmente de alimentação. Ao concluir seu trabalho, seu Correia voltou ao Ceará-Mirim, onde se aposentou.
Seu Correia era casado com a senhora Maria Edite Silva de Moura (in memoriam) e sua família é formada pelos seguintes filhos: Luís Antonio de Moura, Ozimar de Moura, Carlos Alberto de Moura, José Correia de Moura Filho, Elineide de Moura, Eclésia de Moura, Suzanete de Moura, Elione de Moura, Ana Maria de Moura, Edileusa de Moura.
Além dos 10 (dez) filhos, a família conta com 44 (quarenta e quatro) netos, 08 (oito) bisnetos e 01 (um) tataraneto. Seu Correia residiu grande parte de sua vida na Rua Izabel Eustáquio de Barros. Tinha como hobbie ouvir músicas românticas, sendo fã de Nelson Ned, Altemar Dutra, Agnaldo Timóteo e Nelson Gonçalves. Ele Faleceu no Ceará-Mirim no dia 24 de junho de 2024 aos 91 (noventa e um) anos de idade

CEARÁ-MIRIM VALE DE CULTURA Praça 30 de JulhoTexto:Gerinaldo Moura da Silva Foto: José Maria Bezerra Bernardo (Zé Bernar...
02/08/2024

CEARÁ-MIRIM VALE DE CULTURA
Praça 30 de Julho
Texto:Gerinaldo Moura da Silva
Foto: José Maria Bezerra Bernardo (Zé Bernardo Arq)
O Prefeito, Dr. Roberto Pereira Varela mandou construir a Praça 30 de Julho, para que se perpetuasse na memória de todos os filhos da Briosa Vila do Ceará-Mirim, o que realmente esse ato representou do ponto de vista político, econômico, religioso e social. Em 1858, o Imperador D. Pedro II criou a vila do Ceará-Mirim através da Lei Provincial nº 370, assinada em 30 de julho, transferindo-a de Extremoz. O trabalho nos engenhos Carnaubal, Porão, São Francisco, Umburanas, Verde Nasce e tantos outros, marcou o surgimento e a sustentação de uma classe social abastada explorando outra classe, que era a dos escravizados e ainda dos trabalhadores livres, que pareciam servos existentes no sistema feudal.
O 30 de julho do ano de 1858 representou uma nova forma de vida no vale e na nova cidade, cujo comércio floresceu, surgiu a feira de forma mais organizada e crescente com a construção do mercado público pelo Major Onofre José Soares. Apareceram as primeiras ruas e um certo desenvolvimento agropecuário na região. A Câmara se reuniu e assim teve início a rotina administrativa. O 30 de julho também representou o poder da Igreja Católica, através do lançamento da pedra fundamental da Matriz dedicada a Nossa Senhora da Conceição e que levou quase 50 (cinquenta) anos para f**ar pronta.
O simbolismo advindo do 30 de julho está guardado nesse singelo passeio público que foi construído e inaugurado pelo ex- prefeito Dr. Roberto Pereira Varela (in memoriam). A Praça 30 de julho f**a entre a Rua Dr. Oscar Brandão e a Rua Sebastião Araújo, na esquina que guarda ainda o antigo abatedouro de animais, conhecido como “Matadouro Público Municipal”, inaugurado em 1935 pelo então prefeito Dr. Luís Lopes Varela. A praça foi inaugurada no ano de 1999, para marcar o aniversário dos 141 anos de Emancipação Política do Município. No local existia um chafariz, de onde parte da população retirava água para suas necessidades diárias, o Chafariz Santa Águeda nº 01. Neste ano de 2024, a Praça 30 de Julho completa vinte e cinco anos de inaugurada.

CEARÁ-MMIRIM VALE DE CULTURA GALERIA HISTÓRICA Texto: Gerinaldo Moura da Silva Fotos: Zé Bernardo e arquivo do autor Cas...
27/07/2024

CEARÁ-MMIRIM VALE DE CULTURA
GALERIA HISTÓRICA
Texto: Gerinaldo Moura da Silva
Fotos: Zé Bernardo e arquivo do autor
Casa Grande do Engenho Guaporé
A casa grande do Engenho Guaporé, é uma antiga construção da segunda metade do século XIX, edif**ada em uma elevação cujo local teve o nome de “Sítio Bonito”, e pertencia ao Barão de Ceará-Mirim, Coronel da Guarda Nacional Manoel Varela do Nascimento, e foi dado como dote ao Dr. Vicente Inácio Pereira, quando casou com a senhora Isabel Augusta Duarte Varela.
Além da importância econômica e políticas comprovadas pelas presenças de figuras do alto escalão nas duas esferas na época do II Reinado, do Partido Liberal e/ou do Partido Conservador, também o alto clero prestigiava o solar e seu dono como também a esfera clerical como pode ser comprovada pela visita episcopal do Bispo de Olinda e Recife, que foi hóspede do Dr. Vicente Inácio Pereira, tendo pernoitado na casa do Dr. José
Construída em estilo neoclássico francês, tendo no seu interior, um sótão e colunas que emolduram sua fachada principal, além de uma janela central que se localiza entre as portas e mais seis grandes janelas, todas com arcos. Em frente à casa grande existe uma construção conhecida como casa de banho, para o asseio diário dos senhores e seus hóspedes, com apenas uma porta, sem outro local para ventilação.
No ano de 1979, a casa grande do Engenho Guaporé encontrava-se em precárias condições, quase em ruínas, e foi doada pelo então vice-governador Geraldo Melo para a Fundação José Augusto proceder com o processo de restauração, já que a casa senhorial estava localizada dentro das terras da antiga Usina São Francisco. Após a restauração, uma nova destinação foi dada ao velho solar, que foi transformado em museu e recebeu a denominação de “Museu Nilo Pereira”, homenageando o escritor cearamirinense que ali viveu a sua infância.

CEARÁ-MIRIM VALE DE CULTURA GALERIA HISTÓRICA 166 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLOLITICA Casa Grande do Engenho GuaporéRUÍNAS DE...
24/07/2024

CEARÁ-MIRIM VALE DE CULTURA
GALERIA HISTÓRICA 166 ANOS DE EMANCIPAÇÃO POLOLITICA
Casa Grande do Engenho Guaporé
RUÍNAS DE UM PASSADO-APOGEU E DECADÊNCIA
Texto: Gerinaldo Moura da Silva
Fotos: Zé Bernardo e arquivo do autor
A casa grande do Engenho Guaporé, é uma antiga e belíssima construção datada da segunda metade do século XIX, edif**ada em uma elevação que dá a todos que nela chegam uma privilegiada visão do vale e da cidade do Ceará-Mirim, cujo local teve anteriormente o nome de “Sítio Bonito” e pertencia ao Barão de Ceará-Mirim, o Coronel da Guarda Nacional Manoel Varela do Nascimento. A propriedade foi repassada como dote ao Dr. Vicente Inácio Pereira, quando ele se casou com sua filha do Barão, a senhora Isabel Augusta Duarte Varela.
A casa-grande do Guaporé foi muito importante para o Ceará-Mirim, e também para a província do Rio Grande do Norte, pois, o seu proprietário não era apenas um simples senhor de engenho. O Dr. Vicente Inácio Pereira também era médico, jornalista e político, tendo sido eleito para o cargo de Deputado Provincial e depois, Vice Presidente da Província, e foi um dos mais combativos empreendedores do ciclo açucareiro na região do Ceará-Mirim.
Além da importância econômica e política comprovadas pelas presenças de figuras do alto escalão nas duas esferas de poder (provincial e imperial) na época do II Reinado, políticos do Partido Liberal e/ou do Partido Conservador, também o alto clero prestigiava o solar e seu dono, bem como a esfera clerical, comprovada pela visita episcopal do Bispo de Olinda e Recife, que foi hóspede do Dr. Vicente Inácio Pereira, pernoitando na
A casa grande do Engenho Guaporé é uma construção característica de uma época aristocrática que guarda um inestimável valor arquitetônico. Construída em estilo neoclássico francês, tendo no seu interior, um sótão e colunas que emolduram sua fachada principal, além de uma janela central que se localiza entre as duas grandes portas e mais seis imensas janelas, todas com arcos. Já nos fundos da residência existe um amplo terraço e ainda se tem notícias que existia um relógio de sol, á direita de quem entra na casa, próximo às terras do Engenho Trigueiro.
O interior da casa não sofreu modif**ações signi

FIGURA DO VERDE VALE Os Cem Anos de Luiz Gomes de Sousa Texto:  Gerinaldo Moura da SilvaFoto: arquivo do autor Luiz Gome...
22/07/2024

FIGURA DO VERDE VALE
Os Cem Anos de Luiz Gomes de Sousa
Texto: Gerinaldo Moura da Silva
Foto: arquivo do autor
Luiz Gomes de Sousa, natural de Taipu/RN, nasceu em 23 de junho de 1924. É o filho mais novo do senhor Francisco Tomaz de Sousa e da senhora Joana Gomes de Souza. Dona Joana Gomes veio a óbito e o senhor Francisco Gomes, viúvo, conheceu a senhora Francisca Gomes com quem se uniu em um segundo matrimônio. Era da agricultura que seu Luiz Gomes tirava seu sustento e de sua família. Em 1954 ele começou a trabalhar no Ministério da Agricultura, para descarregar as enormes cargas que chegavam em caminhões e como estivador ele passou mais de um ano, fazendo um serviço que era chamado na época de “cabeceiro”.
Em 1955 ele foi chamado pelo seu encarregado, o chefe do Ministério do Trabalho, em Natal e foi admitido. Foi então que surgiu uma vaga no Fomento de Massangana, na zona rural de Ceará-Mirim, onde seria o “feitor” de turma, para comandar outros trabalhadores. Lá ele conheceu o senhor Alzair Varela.
Seu Luiz Gomes mudou-se para Massangana com sua família onde viveu por vários anos, morando em uma casa muito grande, até 1972 quando mudou-se para Ceará-Mirim, devido aos estudos dos filhos. Em 1975 foi transferido para trabalhara de vigia em Natal e depois, como contínuo, onde se aposentou depois de 30 anos de trabalho.
Luiz Gomes é temente a Deus, católico praticante e devoto da Imaculada Conceição, padroeira do Ceará-Mirim. Tinha respeito e admiração pelo Cônego Ruy Miranda (in memoriam). Na época das Missões de Frei Damião levava a família inteira para participar das celebrações no adro da Matriz, Santuário da Imaculada Conceição.
Apaixonado por política, amava participar dos comícios do então candidato vitorioso à Prefeitura de Ceará-Mirim, Ruy Pereira Júnior (Ruyzinho Pereira, in memoriam). Votando nele e o acompanhando desde sua eleição para prefeito até as eleições de Deputado Estadual.
O centenário Luiz Gomes de Sousa tem uma família que foi constituída ao longo dos anos por 09 (nove) filhos, 35 (trinta e cinco) netos, 38 (trinta e oito) bisnetos e 09 (nove) tataranetos.
Parabéns seu Luiz Gomes de Sousa pelos seus 100 (CEM) anos de vida, e que Deus o abençoe copiosamente!

Ceará-Mirim Vale de Cultura´FIGURA DO VERDE VALE Guilherme de Morais RodriguesTexto: Gerinaldo Moura da Silva Foto: Arqu...
06/07/2024

Ceará-Mirim Vale de Cultura´
FIGURA DO VERDE VALE
Guilherme de Morais Rodrigues
Texto: Gerinaldo Moura da Silva
Foto: Arquivo do autor
Guilherme Morais é cearamirinense, nascido na comunidade do Gravatá, no dia 25 (vinte e cinco) de junho do ano de 1944, sendo seus pais o senhor José Sebastião Rodrigues e a senhora Maria Celestina de Morais (ambos in memoriam. Quando estava com 04 (quatro) meses de nascido, Guilherme Morais foi conduzido para o antigo Engenho Diamante, de propriedade da Família do Dr. Augusto Meira, onde passou a morar, sendo criado por seus avós Manoel Francisco de Morais e Joana Balbina da Conceição. Como não tinha escolas nas proximidades, ele foi alfabetizado e estudou as primeiras letras com a professora Nair Simões de Matos, na escola particular que ela mantinha em sua própria casa, que f**ava no antigo Engenho Divisão. Ainda desse tempo com dona Nair Simões, ele se recorda do seu primeiro livro de leituras, chamado de “Infância Brasileira” e a primeira cartilha foi “Terra Querida”. Quando avançou nos seus estudos iniciais, estudou com dona Maria da Soledade Azevedo, sendo matriculado na escola que funcionava em uma casa do Engenho Trigueiro, e anos mais tarde passou a se chamar de Escola Municipal Professora Nalva Xavier, estudando a Tabuada e a Carta de ABC, no horário noturno. Nesse período ele se deslocava do Gravatá até o Trigueiro, fazendo todo o percurso a pé.
Como precisava trabalhar, ele foi forçado a abandonar seus estudos mas quando parou de estudar passou a ler tudo que estava ao seu alcance como os jornais da época e a famosa Revista Cruzeiro. Seu trabalho era muito cansativo. Ao nascer do sol se levantava e colocava a cangalha no b***o, os barris e se dirigia ao Diamante, retornando com o leite e água doce para o Gravatá.
Um momento que o marcou bastante, foi quando saiu do Gravatá para Ceará-Mirim a pé, para ver o ABC jogar contra o Centro Esportivo e Cultural, no campo do Centro. Isso só se tornou realidade por que o então prefeito da época Dr. Roberto pereira Varella trouxe o time de Natal, por ocasião da inauguração da sede do Centro Esportivo no ano de 1955. Foi também nessa ocasião passou a conhecer e admirar a família Costa através do grande jogador Itamar Rodrigues Costa e demais irmãos que davam um show no futebol.
Seu primeiro emprego foi no comércio, tornando-se funcionário do armazém do senhor Hélio Venâncio, as Casas Venâncio, no ano de 1976, quando ingressou na antiga SUCAM, atual FUNASA, trabalhando como Guarda, por 38 (trinta e oito) anos, na Campanha de Combate à Esquistossomose e participando também de outras campanhas como da Febre Amarela, Malária e Dengue. Em sua trajetória destaca o trabalho com alguns amigos e superiores como Gerson Vieira (in memoriam), Inspetor Correia (in memoriam) e o senhor Orlando Martins.
Guilherme de Morais Rodrigues se uniu em matrimônio à senhora Maria Soledade de Aquino Rodrigues e dessa união nasceram 3 (três) filhos, cuja descendência deu origem a (quatro) netas. Após alguns anos do falecimento de dona Soledade Aquino, ele se uniu à senhora Veridiana Alves de Medeiros, com quem vive até os dias

CEARÁ-MIRIM SE DESPEDE DE SEU ZÉ SILVINO DE PAULA                 SEU  ZÉ DA PREFEITURA, O MAIS LONGEVO FUNCIONÁRIO!Cear...
22/02/2024

CEARÁ-MIRIM SE DESPEDE DE SEU ZÉ SILVINO DE PAULA SEU ZÉ DA PREFEITURA, O MAIS LONGEVO FUNCIONÁRIO!
Ceará-Mirim Vale de Cultura
FIGURA DO VERDE VALE
José Silvino de Paula
(Seu Zé da Prefeitura)
Texto: Gerinaldo Moura da Silva
Foto: ZéBernardo.arq
O mais antigo funcionário da Prefeitura de Ceará-Mirim, trabalhando como copeiro, servindo diretamente no Gabinete do Prefeito, em atividade até o ano de 2016, quando foi definitivamente afastado.
Seu Zé da Prefeitura nasceu em Ceará-Mirim aos 25 (vinte e cinco) dias de janeiro do ano de 1925, batizado e registrado pelo nome de José Silvino de Paula. Seus pais eram o casal João Silvino de Paula e senhora Josefa Vieira de Paula. Tornou-se uma pessoa da confiança do senhor Edgar de Gouveia varela e de dona Flora Varela (ambos in memoriam), onde era responsável por toda a parte de jardinagem e muitas vezes recebia a incumbência de fazer pagamentos e pequenas compras para manutenção da casa.
Quando Edgar varela assumiu a Prefeitura de Ceará-Mirim, José Silvino de Paula passou a ser funcionário contratado, e seu expediente era dado no prédio da antiga Intendência, hoje Câmara Municipal de Ceará-Mirim, onde funcionavam no mesmo local, os poderes Legislativo e Executivo. Seu contrato como copeiro foi em 1959 e ele trabalhou por mais de doze gestões, tendo em vista que alguns prefeitos renovaram seus mandatos por mais de uma vez.
Com o passar do tempo, seu Zé Silvino foi exercendo outras funções em setores diferentes dentro da Prefeitura, como ASG- Auxiliar de Serviços Gerais, serviço de capinação nas ruas, foi gari coletando lixo nas carroças puxadas a bois que recolhiam todo o lixo na cidade e fez varrição das ruas. Em alguns casos tendo seus direitos desrespeitados por alguns mandatários. Foi então que durante a administração do prefeito Aderson Eloy de Almeida, o professor Floriano Ferreira, então secretário de Administração, pensando em corrigir esses desmandos, o tornou funcionário estatutário através de um documento intitulado Portaria Padrão, assegurando assim seus direitos trabalhistas.
Assim sendo, José Silvino de Paula passou mais de 50 (cinquenta) anos como servidor público municipal, sendo o responsável pela copa do Gabinete do Prefeito e pela limpeza interna do Palácio Antunes. Seu Zé da Prefeitura destaca a austeridade e o zelo pelo patrimônio público, que era a marca registrada de Edgar Varela, além de sua honestidade.
Cita também que houveram períodos de vacas magras, em que o prefeito não dispunha de dinheiro para honrar a folha de pagamento dos servidores e que alguns recebiam vales e trocavam em alguns locais do mercado por uma cesta básica.
De Aderson Eloy, ele recorda a euforia que tomou conta da prefeitura quando o Ginásio de Esportes estava para ser inaugurado, cujos preparativos da grande festa desportiva passava pelo gabinete da velha prefeitura.
Com relação ao Dr. Murilo Barros, ele lembra que foi em seu governo que a cidade começou a ter suas primeiras ruas saneadas e de como ficou ampla e bonita a Rua Dr. Meira e Sá com o calçamento que se estendia da Praça Monsenhor Celso Cicco até aproximadamente a Rua Dr. Vicente Inácio Pereira, culminando com a criação do SAAE- Serviço Autônomo de Aguas e Esgotos.
Do Governo de Ruy Pereira Júnior (Ruyzinho), ele destaca, além de seu amor por Ceará-Mirim, a maneira cortês com que se dirigia às pessoas, não discriminando ninguém, tratando a todos por igual, além de ter sido o único prefeito que doou parte de seu patrimônio particular para o município, como foi o caso do prédio conhecido como Solar Antunes, que depois da sua restauração passou a ser a sede da Prefeitura com o nome de Palácio Antunes.
Do prefeito Orione Barreto, ele lembra pouco, pois governou apenas um período curto, mas que reajustou e colocou em dias os salários dos funcionários e era brincalhão e contente com todos.
Com relação à prefeita Therezinha Mello ele cita que na sua administração a Prefeitura passava 24 (vinte e quatro) horas aberta, com o plantão da Secretaria de Assistência Social e que dona Therezinha era uma pessoa muito bondosa. Um ato dela que ele não esquece é do café para os garis no local do ponto. Todos os funcionários presentes só saiam para o trabalho após o desjejum e que a Prefeita Therezinha Mello sempre ia ao local onde era servido o café aos garis;
Seu Zé Silvino casou-se duas vezes: Primeiramente, com a senhora Maria das Dores de Souza de Paula, de quem ficou viúvo, contraindo novas núpcias com a senhora Maria Adelina de Souza de Paula. Ao todo é pai de 12(doze) filhos que são; José Ilton Souza de Paula, Manoel de Souza de Paula, Edmilson de Souza de Paula, Edson Souza de Paula, Cristóvão Souza de Paula, Maria Rosália Souza de Paula, Maria do Carmo Souza de Paula, Maria da Conceição Souza de Paula (in memoriam), Francisco Damião Souza de Paula (Tico – ex conselheiro tutelar) Luciano Souza de Paula, José Maria Souza de Paula e João Maria Souza de Paula
José Silvino de Paula, ou Zé da Prefeitura, é um exemplo de funcionário padrão que trabalhou por mais de 05 (cinco) décadas consecutivamente.de serviços prestados ao Ceará-Mirim. Pessoa humilde, honesta e trabalhadora, que através de sua simplicidade e seu sorriso constante, cativava a todos que dele se aproximavam.
Foi homenageado pela ACLA – Academia Ceará-Mirinense de Letras e Artes “Pedro Simões Neto” na gestão da Presidenta Joventina Simões e também foi agraciado com o Diploma de Figura do Verde Vale”, outorgado pelo ex-Prefeito Dr. Marconni Barretto, e expedido pela Biblioteca Pública Municipal Dr. José Pacheco Dantas, na gestão do então diretor, o professor e Historiador Gerinaldo Moura da Silva.
Seu Zé Silvino se despede do Ceará-Mirim, falecendo em 21 de fevereiro de 2024 aos 99 (noventa e nove) anos, quase um século de vida completados em 25 de janeiro do corrente ano.

FIGURA DO VERDE VALE: THEREZINHA JESUS DA CÂMARA MELLO Parabéns dona Therezinha, pelos seus 91 anos de idadeTexto: Gerin...
30/12/2023

FIGURA DO VERDE VALE:
THEREZINHA JESUS DA CÂMARA MELLO
Parabéns dona Therezinha, pelos seus 91 anos de idade
Texto: Gerinaldo Moura
Foto: José Maria Bezerra Bernardo (Zé Bernardo)
Therezinha Mello nasceu em Natal no dia 27 de dezembro de 1932, ano em que ocorreu a revolução constitucionalista de São Paulo durante o período do governo Vargas. Seus pais eram o senhor Pedro Ferreira de Mello, funcionário público da antiga Mesa de Rendas, atual Secretaria da Fazenda do estado do Rio Grande do Norte, e sua mãe, a senhora Almira da Câmara Mello. Em cuja família, nasceram ainda os seguintes filhos: Geraldo José da Câmara Ferreira de Mello (ex-vice-governador, governador e senador da república, também durante várias décadas atuou no Vale do Ceará-Mirim como empresário sendo proprietário da antiga Usina São Francisco, transformada em Companhia Açucareira Vale do Ceará-Mirim), Francisco de Assis da Câmara Ferreira de Mello (geólogo), Ana Zélia Mello Maia (historiadora e graduada em administração de empresas), Fernando Antônio da Câmara Ferreira de Mello (empresário), Maria Lúcia da Câmara Mello, Pedro Ferreira de Mello Filho (médico ortopedista), Ângela Maria da Câmara Correia de Mello, Carlos Ivan Ferreira de Mello (engenheiro civil) e Antonio Ferreira de Mello Neto (jornalista).
Therezinha foi alfabetizada no lar por sua mãe, dona Almira Mello, tendo sempre a ajuda do seu pai, Pedro Ferreira de Mello, e, com eles aprendeu a ler e escrever além das noções básica de matemática e iniciação à língua francesa, e com os mesmos se aperfeiçoou, chegando a falar fluentemente a língua citada. Sua educação básica regular foi toda no Colégio Nossa Senhora das Neves, localizado no bairro Alecrim, em Natal/RN, onde aprendeu dentre outras coisas, a tocar piano. Ainda no Colégio das Neves, fez iniciação musical, dando continuidade no Instituto de Música Waldemar de Almeida, que era mantido pela Fundação José Augusto. Com sua saída do Colégio das Neves após o antigo Curso Ginasial, foi matriculada no Colégio 7 de Setembro, onde fez o curso médio em contabilidade e, em seguida, graduou-se em administração e ciências contábeis.
Therezinha Mello estava no Recife comemorando seus 15 anos de idade quando recebeu um telefonema do seu pai, Pedro Ferreira, chamando-a de volta a Natal, pois iria trabalhar como secretaria do grande historiador e folclorista, seu primo Luís da Câmara Cascudo (a quem ela sempre se referiu como “meu primo cascudinho”), cujo trabalho se resumia em organizar os livros, artigos, correspondências e atividades tipo palestras, conferências, congressos etc., na Sociedade Folclórica do Rio Grande do Norte. Com a dissolução da entidade cultural citada, Therezinha assumiu um cargo na tesouraria da Base Aérea de Natal por um curto período, pois foi convidada para ser a secretária do brigadeiro Armando César de Menezes, durante o período do governo da ditadura militar. Da Base Área, ela ingressou na SUCAN – Fundação Nacional de Saúde, fazendo parte da CEM – Campanha de Erradicação da Malária, cujo chefe imediato era o senhor Kerginaldo Trigueiro.
Sua paixão por Ceará-Mirim teve início ainda na adolescência, quando aluna do Colégio Nossa Senhora das Neves, sua turma realizou uma aula de campo para conhecer os antigos e engenhos e casarões da terra de Nossa Senhora da Conceição, cujo primeiro contato com a visão paradisíaca do Vale despertou na mesma amor a primeira vista, que só aumentou desde a adolescência até os dias atuais. Essa paixão por Ceará-Mirim se fez mais forte e presente quando Therezinha Mello assumiu a diretoria administrativa da Usina São Francisco/Companhia Açucareira Vale do Ceará-Mirim. Sempre que podia, convidava e levava o Frei Damião para abençoar as instalações da fábrica os seus funcionários, bem como para presidir, juntamente com o cônego Ruy Miranda, as missas de início da safra.
De suas memórias, vêm imagens do velho frade capuchinho subindo as escadarias do palacete construído pelo Barão de Ceará-Mirim para ser sua moradia e que fora transformado no escritório principal da Usina, bem como das caminhadas que o mesmo fazia até a fabricação, subindo as escadas indo até o alto das instalações para benzer com água benta o maquinário da São Francisco. Também, com tristeza, relembra o trágico acidente que ocorreu envolvendo trabalhadores do campo que residiam em Coqueiros, cujas lembranças perduram até hoje.
Therezinha Jesus da Câmara Mello assumiu a chefia de gabinete do Palácio Potengi quando governou o Rio Grande do Norte o seu irmão Geraldo Mello, atendendo a todos os que a procuravam ou, que não conseguiam falar com o governador, tentando resolver ou amenizar os problemas daquelas pessoas, principalmente as mais humildes, com uma deferência bastante especial para aquelas oriundas do Verde Vale. Outra função ainda na esfera estadual foi como chefe administrativa SESAP – Secretaria de Saúde Pública, que tinha como titular o seu irmão, Dr. Pedro Mello, realizando funções administrativas, bem como de atendimento às pessoas carentes.
Dona Therezinha viu a oportunidade de realizar o seu sonho em ajudar os mais carentes de Ceará-Mirim quando entrou para a política local na condição de candidata a prefeita de Ceará-Mirim, tendo como seu vice o ex-prefeito e também ardoroso amante da terra dos Verdes canaviais, o senhor Ruy Pereira Júnior (Ruyzinho). Therezinha Mello foi eleita para governar o município entre 01 de janeiro de 1993 a 01 de janeiro de 1997, tendo sua gestão se destacado na cultura em todo o Rio Grande do Norte, além da sua atenção especial na área da assistência social.
Alguns feitos podem ser destacados como: a criação da Escola de Artes José Lemos de Oliveira, criação da Biblioteca Infantil Poetisa Ana Augusta da Fonseca Cabral (homenagem a poetisa Anete Varela), criação da Biblioteca Escolar Professora Isabel Poti (na Escola Municipal Mário Pinheiro da Silva), criação da Biblioteca Escolar Francisco Jussier Barreto da Escola Municipal Dr. Júlio Gomes de Senna, criação do prêmio de poesias Poetisa Adelle de Oliveira, realização de saraus Líteros-musicais no Colégio Santa Águeda, na Casa Grande do Engenho Guaporé (museu Nilo Pereira), na Biblioteca Pública Municipal Dr. José Pacheco Dantas e em outros locais da cidade, convênios com a AJEB – Associação das Jornalistas e Escritoras do Brasil/Secção Rio Grande do Norte, sob a presidência da cearamirinense poetisa Lúcia Helena Pereira, desenvolvimento do Projeto de Ação Cultural para a Zona Rural, beneficiando as comunidades de Capela, Muriú, Primavera e Coqueiros, além do projeto Cinema de Rua, executado na praia de Muriú, na Praça de Capela, no bairro do Passe e F**a (Ceará-Mirim), na Escola Rotary, da Praça das 5 Bocas, em convênio com o Cine Clube Tirol e a Fundação José Augusto, além do projeto A Biblioteca nas Escolas, que englobava a Hora do Conto.
Therezinha atualmente reside em Natal, onde convive com seus filhos Fernando Mello Trigueiro e Renato Mello Trigueiro, desfrutando ainda das presenças alegres de suas netas: Júlia Emerenciano Trigueiro e Laura Emerenciano Trigueiro. É católica praticante, devota de Nossa Senhora da Conceição, faz parte da irmandade de Nossa Senhora do Carmo e do Apostolado do Coração de Jesus, onde prioriza principalmente sua vinda a Ceará-Mirim para participar dos festejos da Imaculada Conceição na missa solene das 10 horas realizada sempre no dia 8 (oito) de dezembro na matriz da cidade.
Parabéns dona Therezinha Mello, pelos 91 (noventa e um) anos de idade! Que Deus lhe conceda sua saúde.

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