24/12/2017
Autonomia Psicopedagogia
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24/12/2017
17/07/2017
Tem sido pauta de conversas e preocupações de pais e educadores, um transtorno conhecido como TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade). A ele tem sido alegada a responsabilidade de muitas situações que dificultam o dia a dia de muitas crianças, adolescentes e também adultos.
O TDAH é uma das desordens neuropsiquiátricas mais comuns na infância, ocorrendo em 3 a 10% das crianças, principalmente do s**o masculino. Alguns podem ter apenas o déficit de atenção, outros o de hiperatividade e ainda outro grupo pode ter a soma dos dois. O TDAH aparece na infância e se caracteriza basicamente por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade, em mais de um ambiente. Os portadores deste transtorno parecem ter alterações na região pré-frontal do cérebro e nos neurotransmissores (principalmente dopamina e noradrenalina). Essa região cerebral é responsável pelo autocontrole do comportamento social, pela capacidade de prestar atenção, memória executiva, organização e planejamento.
Acredita-se que o transtorno possa ter causas genéticas (filhos de pais com TDAH têm maior chance, congênitas (exposição ao álcool, cigarro ou medicações durante a gestação aumentam a incidência) ou ambiental. Alguns ou muitos dos sintomas diminuem ou desaparecem com o avançar da idade, e na vida adulta o transtorno pode reduzir expressivamente. Entretanto, também pode retornar em caso de privação de sono, uso de dr**as, ou outros fatores ambientais.
Em se tratando de crianças ou não, o diagnóstico de TDAH é bastante complexo, pois, pessoas diagnosticadas podem ter sintomas diferentes, além de, em muitos indivíduos, estarem sobrepostos a outras desordens ou carências. Outro ponto dificultador é o fato do diagnóstico ser essencialmente clínico, pois, não existem exames que possam detectar o problema. Esse aspecto atribui maior vulnerabilidade aos diagnósticos, muitas vezes contaminados por interpretações equivocadas e o uso precoce de medicações desnecessárias. Diante disso, a avaliação por equipe multidisciplinar, integrada por neuropediatra, psicopedagogo, neuropsicólogo, além de observações de pais e professores, indubitavelmente dará maior segurança ao diagnóstico que será o primeiro passo para o tratamento adequado.
Fonte: Revista Essentia Pharma- abril 2017-11ª Edição
20/02/2017
De volta às aulas: é necessário decorar a tabuada? | VEJA.com Além da eficiência para resolver problemas do cotidiano, a memorização da tabuada é essencial para aprendizagens subsequentes
16/02/2017
Após superar limitações de síndrome, jovem enfrenta vestibular e espera oportunidades de inclusão Jacqueline Hoadley, 19 anos, é portadora de uma anomalia genética rara, conhecida como Angelman; síndrome tem dia internacional nesta quarta-feira (15).
12/10/2016
Muitas vezes, as dificuldades escolares não são de ordem cognitivas e sim de uma demanda emocional, Como a ansiedade é um grande vilão também nessa área, achamos interessante compartilhar esse link:http://www.portaleducacao.com.br/psicologia/artigos/55574/como-tratar-a-ansiedade-sem-medicamentos
Como tratar a ansiedade sem medicamentos? - Artigos de Psicologia - Portal Educação Confira algumas dicas totalmente naturais que ajudam a livrar-nos da ansiedade que atualmente aflige um número grande de pessoas.
06/07/2016
“Perguntei para o meu filho, por curiosidade e por querer escrever esse post, o que a amiga dele, Manu, (que tem Síndrome de Down) tinha de diferente. Ele queria muito acertar a resposta, achou que era um quiz. Pensou, pensou, pensou. E me respondeu, ainda em dúvida: “É a franja, mamãe?”."
http://vida-estilo.estadao.com.br/blogs/ser-mae/amigos-nao-contam-cromossomos/
Texto de março de 2015.
30/05/2016
Menino que nasceu surdo vira astro de competição estilo 'Soletrando' Neil Maes, de 11 anos, é um dos melhores soletradores do país. A surdez foi causada por um problema genético; Neil recebeu o implante com 11 meses.
20/05/2016
Daniel Goleman: "Temos de ensinar nossas crianças a ter empatia pelos outros e pelo mundo" O psicólogo e pesquisador de Harvard fala sobre a importância de crianças desenvolverem o foco em suas próprias emoções e do efeito de suas ações nas outras pessoas e no mundo
18/05/2016
http://educacao.estadao.com.br/noticias/geral,inclusao-em-sala-de-aula-ainda-e-desafio,10000049884
Inclusão em sala de aula ainda é desafio - Educação - Estadão Pais de crianças com síndrome de Down reclamam de falta de acompanhamento individual, direito garantido em lei desde 2015
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