20/08/2026
Era terra arrasada. Hoje vivemos o melhor momento econômico da história.”
O presidente disse isso na Cúpula do Mercosul. De pé, sorrindo, com discurso de reeleição pronto.
Enquanto isso, no Brasil que não sai no discurso:
🔴 Bradesco fecha 346 agências, corta +3 mil vagas
🔴 Land Rover encerra 10 anos de produção no país
🔴 Toyota fecha a fábrica histórica do Corolla
🔴 BMG Foods pede recuperação judicial
🔴 Electrolux fecha a 3ª fábrica — 2,7 mil demissões
🔴 Lupo: “o Brasil empurrou a gente pro Paraguai”
🔴 Quero-Quero fecha 14 lojas, prejuízo milionário
🔴 Cooperativa Piá em colapso financeiro
🔴 Fornecedor do agro quebra após calote de R$ 115 milhões
Nove empresas. Nove CNPJs reais. Nenhuma delas ouviu que o Brasil está “recuperado”.
Enquanto isso é celebrado como vitória lá em cima, aqui embaixo é demissão, fábrica fechada, negócio que não resistiu. A pergunta não é se os números do governo são verdadeiros. É: verdadeiros pra quem?
Terra arrasada era antes ou é agora — só que hoje ninguém tá filmando?
Comenta aqui: o que você tá vendo de verdade no Brasil? Melhor momento ou terra arrasada disfarçada de recuperação?
Brasil
18/08/2026
Reduflação.
Ela está presente. E atacou até nossos cachorros de estimação.
Duas fotos. Mesmo sachê. Mesma embalagem. Mesmo preço na prateleira.
Só que um tem 100g. O outro, 85g.
Ninguém aumentou o preço. Diminuíram o produto.
Isso é reduflação: a empresa reduz a quantidade, mantém o valor igual, e aposta numa coisa simples — que você vai olhar o preço, não a gramatura.
E funciona. Porque quase ninguém confere.
Você continua pagando o mesmo de sempre, achando que está tudo normal, enquanto recebe 15% a menos de produto. Uma inflação silenciosa que não aparece em nenhum índice oficial do jeito que deveria — mas que corrói seu orçamento mês após mês.
Se fizeram isso com ração de cachorro, imagina o que estão fazendo com café, papel higiênico, sabão em pó, biscoito, chocolate — os produtos que realmente pesam na sua compra mensal.
A embalagem finge que nada mudou. O conteúdo prova o contrário.
Educação financeira não é só saber onde investir. É saber ler um rótulo e perceber quando estão tirando de você sem aumentar nada.
Você já percebeu isso em algum produto que compra toda semana?
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Nilceu Falkemback | Consultor Financeiro
16/08/2026
Toda história carrega outras histórias dentro dela. E de vez em quando você senta numa mesa e sente exatamente isso acontecendo — duas trajetórias diferentes, vindas de lugares parecidos, se cruzando num ponto de crescimento mútuo.
Marcos é campeão peso-mosca do LFA, número 1 do ranking brasileiro, faixa preta em Jiu-Jítsu e Muay Thai. Em 22 de setembro ele entra no Dana White’s Contender Series — uma vitória e o contrato com o UFC vem na sequência.
Nossa conexão nasceu de origens parecidas. Famílias humildes, sem atalho, sem rede de segurança pronta. E é justamente aí que mora o que mais me honra nesse trabalho: acompanhar de perto a trajetória de alguém que está construindo, com talento e disciplina no octógono, um patrimônio que precisa da mesma disciplina fora dele.
Meu papel não é só números, alocação e planilha. É estar ao lado de histórias como a do Marcos e ajudar a transformar o resultado do esforço em algo que dure além da carreira — que vire liberdade, segurança, legado.
Cada cliente que confia em mim adiciona um capítulo à minha própria história. E eu levo isso a sério.
Em 22 de setembro, o Brasil vai torcer por uma vitória no octógono. Eu já estou torcendo pela trajetória inteira — dentro e fora dele.
Obrigado por me deixar fazer parte da sua construção, Marcos.
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Nilceu Falkemback | Consultor Financeiro
29/07/2026
Todos os dias surgem centenas de notícias.
Um analista recomenda compra.
Outro recomenda venda.
Um influenciador diz que o mercado vai explodir.
Outro garante que a crise está apenas começando.
Nunca tivemos tanto acesso à informação.
E, paradoxalmente, nunca vimos tantos investidores tomando decisões emocionais.
O excesso de informação cria a ilusão de controle.
Mas, na prática, produz ansiedade, giro excessivo de carteira e decisões baseadas no medo ou na euforia.
Benjamin Graham já havia entendido isso há décadas.
"O investidor inteligente é um realista que vende para os otimistas e compra dos pessimistas."
Enquanto a maioria reage às manchetes, o investidor disciplinado observa os fundamentos.
Enquanto muitos perseguem ativos depois de grandes altas, ele procura valor onde quase ninguém está olhando.
Investir não é acertar a próxima notícia.
É construir um processo capaz de sobreviver às notícias.
No fim, patrimônio não é construído por quem mais acompanha o mercado.
É construído por quem menos permite que o mercado controle suas decisões.