A neurociência mostra que o cérebro da criança aprende e responde melhor em ambientes previsíveis e estruturados.
Rituais ajudam a criar segurança emocional, pois ativam áreas ligadas à memória e à antecipação (hipocampo e córtex pré-frontal). Quando a criança entende que há um “início e fim claros”, o nível de estresse reduz, e ela pode direcionar mais energia para atenção e engajamento na atividade.
Por isso, rituais simples (como uma música de início, uma roda de conversa ou um gesto combinado) organizam o grupo e diminuem a indisciplina.
💛 QUER MAIS CONTEÚDOS ASSIM? COMENTA "Quero mais dicas". 👇🏻
Profª Jéssica Dal Berto - Psicomotricista
Formada em Educação Física, especialista em psicomotricidade e Método KidCoaching. Professora de Educação Física nas séries iniciais e iniciação esportiva.
O final é sempre o melhor! 🥰💞🩷🩵
23/09/2025
Você já viveu essa sensação?
De preparar uma aula inteira… e no final perceber que quem mais precisava não foi alcançado?
Na psicomotricidade, aprendemos que o corpo fala.
A criança pode se comunicar pelo silêncio, pela recusa, pela repetição… e quando o professor se abre a esse olhar, a aula deixa de ser apenas movimento e vira cuidado, vínculo e transformação.
A psicomotricidade relacional ajuda o professor a enxergar o movimento como expressão integral da criança, indo além da técnica, alcançando quem parecia distante.
💛 Porque, no fim, não é sobre dar aula perfeita.
É sobre tocar quem mais precisa.
19/09/2025
Você também acredita que a Educação Física pode ser mais inclusiva?
💛 Marca aqui um professor que faz a diferença!
Saber o conteúdo é uma parte.
Sustentar uma aula com 20 crianças agitadas é outra história.
E você, já sentiu essa diferença na prática? Comenta aqui.
06/09/2025
Crianças com TOD e TDAH precisam de professores que saibam observar além do comportamento.
Na Educação Física, o corpo revela não só resistências, mas também potenciais.
Estratégias simples como dividir tarefas, reforçar conquistas e propor rotinas claras ajudam a transformar desafio em participação.
Referências:
Nascimento, E. C. S., Carvalho, E. C. S., e Lira, A. A. D. (2022). Transtorno Opositivo Desafiador e educação: aproximações na produção acadêmica brasileira. Anais do CONEDU.
Zanol Araújo, F., & Mendes Araújo, M. P. (2017). A criança com transtorno opositor desafiador nas aulas de educação física: pressupostos inclusivos. Linguagens, Educação e Sociedade, (37), 190–208.
04/09/2025
Na teoria, a gente aprende sobre diagnósticos, sintomas e estratégias.
Mas é só na prática, ali na quadra ou na sala, que a gente entende de verdade que cada criança é única.
O que percebi ao longo das aulas:
- O que está nos livros não funciona igual com todos.
- O vínculo vem antes da atividade, porque quando a criança confia, ela participa.
- O movimento não é só gasto de energia, mas uma forma de comunicação.
- Compreender o tempo da criança é tão importante quanto ensinar a técnica.
A psicomotricidade me ensinou a ver além do comportamento: a perceber os detalhes no movimento, a respeitar as pausas e a transformar pequenos avanços em grandes conquistas!
💛 E você, já teve uma experiência marcante com seus alunos?
31/08/2025
Quando a criança f**a sem estímulo pronto, o cérebro começa a buscar soluções: inventa brincadeiras, cria histórias, transforma objetos simples em mundos inteiros.
👉 O tédio ensina a lidar com o tempo, com a frustração e com a espera.
👉 Abre espaço para a imaginação florescer.
👉 E mostra que não precisamos de excesso de estímulos para crescer saudáveis.
O vazio também educa. No silêncio, nas pausas e até no “não ter o que fazer”, nascem grandes descobertas.
25/08/2025
E me conta nos comentários: qual é a brincadeira que mais conecta você com seu filho ou seu aluno?
💛
21/08/2025
Quando você vê uma criança em um circuito motor, pode pensar que é apenas para aprender saltar, correr ou rastejar.
Mas na verdade, é muito mais do que isso!
Enquanto ela executa cada movimento, também está ativando funções executivas do cérebro:
- concentração
- memória
- controle inibitório
- organização mental
Essas funções são fundamentais não só para o movimento, mas também para a aprendizagem na sala de aula e para a vida.
Por isso, quando trabalhamos com circuitos motores na Educação Física escolar, estamos cuidando do corpo e do cérebro da criança, ampliando sua capacidade de aprender, se organizar e se expressar.
💛 E também pode ser feito em casa, em família!!
Quer um exemplo? Comenta aqui em baixo 👇🏻
24/07/2025
No começo, eu não me permitia perceber.
Eu observava sim, claro. Mas com o olhar da pressa, do “vamos logo”, ou “não faz isso agora”.⠀
Muitas vezes, achei que estavam sendo birrentos, manhosos, distraídos.
Mas o corpo deles estava mostrando o que as palavras ainda não conseguiam dizer. E eu estava ocupada demais tentando dar conta de tudo.
Foi preciso desacelerar em mim para reconhecer o que acontecia neles. Desacelerar expectativas, aceitar o que era real, exercitar a minha presença verdadeira. Quando o Yuri estava com 7 meses, um start aconteceu e eu decidi que precisava agir diferente, antes que fosse tarde demais. E cada dia é um novo dia de novas oportunidades.
Mas a expressão corporal dos meus filhos me ensinou que, silêncio demais pode ser medo ou tristeza; agitação demais pode ser pedido de atenção; timidez demais pode ser uma forma de proteção emocional.
E foi nesse processo que a psicomotricidade ganhou maior sentido pra mim:
um jeito de ver o corpo como história real, não como problema a resolver e nem como máquina de resultados.
E você? Já ignorou sinais do corpo de uma criança que só queria ser compreendida?
Comenta aqui ou envia pra alguém que está vivendo isso agora.
Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.
Localização
Categoria
Site
Endereço
Cascavel, PR