22/08/2026
A pensão especial da Lei 6.174/1970 vale 60% da remuneração quando o servidor morre em atividade e 50% quando morre em acidente de serviço.
Esses percentuais não substituem a pensão previdenciária. No falecimento em atividade, paga-se a diferença entre a pensão previdenciária e 60% da remuneração do mês anterior. No acidente em serviço, a pensão especial de 50% soma-se à previdenciária até o limite de 100%, e a doença profissional comprovada segue essa mesma regra.
A distribuição no Estatuto dos Servidores Públicos do Paraná é fixa: metade para a viúva e metade para os filhos. Filhos homens recebem até a maioridade, salvo incapacidade laboral, e filhas solteiras podem continuar recebendo mesmo depois de maiores.
O benefício também acaba: perdem a pensão especial a viúva que casa de novo, os filhos que casam, os filhos homens que atingem a maioridade e os dependentes que passam a ter recursos próprios. É nesse conjunto de detalhes que a banca troca o 60% pelo 50%.
Eu sou Tiago Zanolla, professor de concursos, e neste carrossel organizo a pensão especial do jeito que a Lei 6.174/1970 escreve, separando a causa da morte, a divisão entre viúva e filhos e as hipóteses de perda.
Salva esse carrossel pra fixar o par 60% e 50% antes da prova. Manda pra quem estuda o Estatuto dos Servidores Públicos do Paraná e ainda confunde esses percentuais.
Conteúdo completo no blog www.tiagozanolla.com.br.
21/08/2026
São 444 vagas num edital só, e isso é só uma das notícias de hoje. O TCE MA encerra as inscrições HOJE, com iniciais de até R$ 20 mil: se você estava esperando um sinal, é este. O CRECI SP publicou edital novo com 34 vagas imediatas e ganhos de até R$ 9,9 mil. A Cebraspe foi confirmada como banca do próximo concurso da PMDF, que deve ofertar cerca de 2 mil vagas de Soldado. Na Bahia, PM e Bombeiros abriram 40 vagas para Médicos e Odontólogos, e a ManausPrev pode publicar o edital ainda hoje. Desliza os cards, escolhe o seu alvo e começa hoje: edital bom é edital com o seu nome na lista de aprovados. Salva esse carrossel para consultar depois e manda para aquele amigo que está esperando uma chance. As notícias completas estão no blog, link na bio.
21/08/2026
Lei de Sayre: a disputa é tão feroz justamente porque o que está em jogo é tão pequeno.
A gente imagina que mais opções e explicações sempre melhoram uma decisão.
Só que excesso de escolha e hipótese costuma atrasar a ação.
Eu vejo isso quando o aluno abre vários materiais e termina o dia sem escolher um caminho.
Casa com a Lei da Trivialidade: o grupo de estudos que racha por causa do formato do resumo, a equipe que briga pela fonte do slide.
Quando a discussão esquentar demais, pergunte quanto vale o que está em disputa.
Não é falta de capacidade.
Esse padrão tem nome: Lei de Sayre.
Em termos simples:
A disputa é tão feroz justamente porque o que está em jogo é tão pequeno.
Pare de chamar isso de acaso.
A ideia não nasceu no feed. Wallace Sayre, cientista político de Columbia, observando brigas universitárias nos anos 1950.
A versão famosa: "a política acadêmica é a mais violenta porque as apostas são as menores".
O caso real deixa difícil negar. A Wikipedia mantém registro público das suas "guerras de edição" mais longas.
Editores travaram batalhas de anos sobre questões como a grafia de iogurte (yogurt ou yoghurt) e se a foto de um gato específico deveria ilustrar um verbete.
Discussões sobre neurocirurgia?
Tranquilas.
A conclusão não é decorar o nome da teoria.
É reconhecer o padrão antes que ele decida por você.
Por isso:
Se a resposta for "quase nada", saia dela.
Crie um critério objetivo para perceber quando o padrão aparece e decidir o que fazer.
Se você quer decidir com mais clareza e estudar sem paralisar, salve este carrossel. Mande para alguém que precisa reconhecer esse padrão.
Quer mais leis aplicadas aos estudos?
Acesse o blog.
LINK NA BIO
21/08/2026
A Lei 5.194/66 ainda cobra arquiteto em prova de CREA. Quem responde com a realidade de hoje marca errado achando que acertou.
Eu corrijo questão dessa lei há anos e o roteiro se repete: o aluno descobre que os arquitetos foram para o CAU em 2010, se sente atualizado, e cai na primeira cobrança literal.
A IESES fez isso no CREA-SC: cobrou a composição do CONFEA com os 3 arquitetos da letra da lei. A alternativa "corrigida", sem arquiteto, parecia a certa. Era a errada.
Não é falta de estudo. É estudar a lei real no lugar da lei escrita.
Grava a regra: enunciado citando a Lei 5.194, resposta pela letra da lei. Realidade é contexto, gabarito é texto.
No carrossel: as 5 portas do exercício ilegal, o par exclusivamente x maioria, quem pode o quê entre pessoa física e jurídica, autoria e a ficha completa do CONFEA.
Se você encara concurso de CREA e CONFEA a sério, salva esse post.
Quer saber mais?
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