Instituto Teológico Jacob Armínio

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Em Construção Esse projeto honra o servo de Deus

James Arminius


ARMINIUS, JACÓ (Jakob Hermanss): Um teólogo holandês. Arminius nasceu em Oudewater (18 m. (H.

em direção ao leste e nordeste de Roterdã) em 10 de outubro de 1560 e morreu em Leiden em 19 de outubro de 1609. Após a morte prematura de seu pai ele foi morar com Rudolphus Snellius, professor em Marburg. Em 1576 retornou para casa e estudou teologia em Leiden sob Lambertus Danæus. Aqui ele passou seis anos, até que recebeu autorização dos burgomestres de Amsterdã para continuar seus estudos em

Parte para a Eternidade o pastor Antonio Gilberto - CPADNews 01/03/2021

Antonio Gilberto e o Dispensacionalismo nas Assembleias de Deus no Brasil

O pastor e teólogo Antonio Gilberto nasceu em 7 de junho de 1927, na cidade de Várzeas (RN), e faleceu em 2018, aos 91 anos, na cidade do Rio de Janeiro. Converteu-se aos 14 anos de idade por meio de seu irmão mais velho José Apolônio da Silva, que se tornaria também pastor nas Assembleias de Deus como ele. Em 1948, ingressou na Marinha do Brasil e no mesmo ano foi transferido ao Rio de Janeiro, onde casou-se em 29 de agosto de 1953 com Iolanda Valente da Silva. Desta união nasceram quatro filhos: Isaque, Ismael, Gil e Ismar.

Formado em Teologia, Letras e Pedagogia, obteve seu mestrado em Educação pela Universidade Biola, nos Estados Unidos, sendo também um profundo conhecedor dos idiomas bíblicos hebraico e grego. Foi professor do Instituto Bíblico Pentecostal (IBP) de 1962 e 2º vice-presidente da instituição. Ele fundou o Curso de Aperfeiçoamento de Escola Dominical (CAPED) em 1974, a pedido do Conselho Administrativo da CPAD. Foi ordenado pastor em 1976, mesmo ano que foi convidado pelo missionário norte-americano Bernhard Johnson para fazer parte do projeto da Escola de Ensino Teológico das Assembleias de Deus, a EETAD.

Pastor Gilberto foi membro do Conselho Mundial de Evangelismo do Congresso de Lausanne, na Suíça, e era membro da diretoria da Sociedade Bíblica do Brasil, além de membro da diretoria da Global University, nos Estados Unidos, desde 1999. Foi diretor de Publicações da CPAD de 1989 a 1992, época em que começou a trabalhar como editor da Bíblia de Estudo Pentecostal, lançada em 1995, se tornando a Bíblia de estudo mais vendida no Brasil. Seus livros são todos best-sellers, somando milhões de exemplares vendidos, tais como “Manual de Escola Dominical”, “A Bíblia Através dos Séculos”, “Escatologia Bíblica”, “Daniel e o Apocalipse”, dentre outros. Seu livro “O Fruto do Espírito”, o mais vendido de todos, foi lançado em vários idiomas e em português no Brasil pela CPAD.

Em sua obra O Calendário da Profecia ele coloca o dispensacionalismo entre as grandes doutrinas escatológicas:

"Há pelo menos oito grandes doutrinas escatológicas, a seguir discriminadas [...]. A doutrina das dispensações e alianças da Bíblia. No ciclo da história humana, a Bíblia trata de sete dispensações e oito alianças entre Deus e os homens. Na doutrina das dispensações e alianças é justo incluir o estudo das eras bíblicas, dos tempos bíblicos, e dos dias bíblicos."

Para Gilberto, a vinda de Jesus abrange duas fases bem distintas na Bíblia: “o arrebatamento da Igreja, e a sua volta pessoal em glória, para livrar Israel, julgar as nações e estabelecer o seu reino milenar.”

Para ele: “As diferenças e os contrastes das duas fases da vinda de Jesus são tantos na Escritura, que se houvesse uma só fase, tudo seria uma grande contradição.”

Em seu sumário geral dos eventos escatológicos, Gilberto sugere que a ordem cronológica a partir do arrebatamento da Igreja seria a seguinte: (1) o rapto (arrebatamento) da Igreja (1 Co 15.151,52; 1 Ts 4.14-16); (2) julgamento da Igreja no Tribunal de Cristo, para galardão (Ap 19.7,8); (3) As Bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9); (4) retirada daquele que restringe o pecado, o Espírito Santo (2 Ts 2.3-10); (5) surgimento do Anticristo no cenário mundial (Ap 13.1,2); (6) surgimento do Falso Profeta (Ap 13.11-16); (7) o pacto de 7 anos do Anticristo com Israel (Dn 9.27); (8) os juízos do Céu sob os sete selos de Apocalipse (Ap 6.2-17; 8.1-5); (9) as duas testemunhas e sua missão nos primeiros três anos e meio de pacto do Anticristo com Israel (Ap 11.3-12); (10) 144.000 judeus salvos dentre as doze tribos de Israel para testemunharem na terra (Ap 14.1-5); (11) o Anticristo continua a se fortalecer à frente do bloco de dez nações; (12) o bloco de nações do Norte continuará com suas provocações e desafios, logrando adesões do bloco árabe; (13) a igreja falsa mundial continuará se projetando, com a união de todas as religiões; (14) a pregação do evangelho do reino pelos judeus salvos (Mt 24.14); (15) Gogue e Magogue invadem Israel (Ez 38-39; Dn 11.40); (16) o Anticristo romperá seu acordo com Israel e começará a persegui-lo (Ap 13.3; Dn 11.45); (17) a igreja falsa mundial que predominou na terra sob a égide do Anticristo, por três anos e meio, será destruída pelos dez países sob a chefia do próprio Anticristo (Ap 17.16-18); (18) talvez nesse tempo os 144.000 judeus serão martirizados (Ap 14); (19) mais juízos sobre a terra sob as sete trombetas (Ap 8.7-12; 9.1-11; 13-21; 11.15-18); (20) uma grande multidão de israelitas fiéis fugirá para os montes do deserto de Edom (Mt 24.16; Ap 12.6); (21) os últimos juízos divinos sobre o mundo (Ap 15 e 16); (22) a quase destruição de Israel (Zc 13.8; 142; Is 64.1-12; Ap 1.7; Jd 14; 2 Ts 2.7; Ap 19.11-21); (23) eventos geofísicos (Zc 14.4; Ez 47.8-12); (24) julgamento das nações viventes (Mt 25.31-46); (25) o final da carreira do Anticristo e do falso profeta, que serão lançados no Lago de Fogo e Enxofre, após a descida de Jesus à terra; (26) o remanescente judaico escapa do Armagedom (Zc 13.8,9; 12.10); (27) Satanás é aprisionado (Ap 20.1-3); (28) o reino milenar de Cristo (Ap 20.4-6); (29) o final da carreira de Satanás (Ap 20.7-10); (30) o Juízo Final (Ap 20.11-15); e (31) novos céus e nova terra (Ap 21 e 22).

Diante da ordem acima descrita, Gilberto alerta para o fato de não se poder dogmatizar esse assunto, como se fôssemos donos exclusivos da verdade. Ele afirma que:

"Muitas passagens escatológicas são de difícil harmonia e interpretação, mesmo para os mais abalizados no assunto. É evidente, pois, que o calendário profético como estudo aqui apresentado, não é nada final, nem completo no campo escatológico, pelas razões acima expostas. Maiores estudos e maior iluminação do Espírito através da palavra profética adicionarão novos detalhes, que enriquecerão tal conhecimento".

Referências

GILBERTO, Antonio. O calendário da profecia. Rio de Janeiro: CPAD, 201

Parte para a Eternidade o pastor Antonio Gilberto - CPADNews Ele era considerado o maior nome da Teologia Pentecostal no Brasil

Photos 22/02/2021

Pr. Rubem Rodrigues com Pastores da Igreja do Nazareno 2014

Lideres da Igreja do Nazareno e Rev. Rubens Palestrante

1ª Conferência Cristã Arminiana 2014 22/02/2021

Pr. Carlos Gomes e Pr. Isaque Ferreira Idealizadores da Primeira Conferência Cristã Arminiana do Brasil

Preletores

Pr. Wellington Mariano
Pr. Zwinglio Rodrigues
Bispo José Ildo Mello
Pr. Carlos Kléber Maia
Pr. Rubens Rodrigues

Um marco da Teologia Arminiana (2014)

16/02/2021

Ravi Zacarias, da forma mais difícil que se possa imaginar - um câncer agressivo - teve tempo para acertar-se com Deus. Creio que por ser algo que está nesse terreno não me compete apontar-lhe a artilharia, principalmente depois de sua morte.

O que aprendemos de sua vida é que tudo quanto escreveu não muda pelas recentes descobertas de seu comportamento doentio. O nosso pecado não desqualif**a a Palavra de Deus. Portanto, o que li está lido e se puder ainda lerei outros textos de sua lavra até como lição pedagógica para a minha vida. Não me desfarei de suas obras.

Aprendemos também que todos nós à medida que ocupamos posições de liderança corremos o risco de nos afastarmos e nos tornarmos pessoas solitárias por algumas razões:

1) Muitos passam a nos enxergar com olhar reverencial e isto costuma nos envaidecer, fazendo com que aflore o nosso orgulho. Passamos a ser o eixo ao redor do qual as coisas acontecem e assumimos para nós mesmos as palavras de Jesus: “Sem mim nada podeis fazer”.

2) Achamos que por Deus nos usar, apesar dos nossos pecados, podemos continuar a pecar cada vez mais sem levarmos em conta que um dia virá a cobrança geralmente de forma dura e insuportável.

3) Tornamo-nos insensíveis aos princípios da Palavra de Deus e aos vários sinais que o Espírito Santo nos dá de que estamos no caminho errado, mas ainda assim não nos corrigimos. Continuamos na prática deliberada do pecado.

4) Abrimos também mão dos nossos referenciais e mentores e, com isso, já não prestamos contas de nossos atos, já não nos aconselhamos com líderes mais maduros a ponto de trocarmos até o eixo de nossas amizades por pessoas que muito provavelmente só nos puxem para baixo.

5) Achamo-nos no direito de apontar nossas metralhadoras contra tudo e contra todos, sem amor e com certa dose de arrogância, esquecendo-nos que carregamos a mesma natureza pecaminosa, que precisa ser mortif**ada a cada dia.

6) Passamos a olhar o ministério com visão profissional, no pior sentido do termo, onde conta apenas o volume de dinheiro que entra na conta. Com isso, deixamos de pregar nas “bibocas” e só queremos pregar nos grandes palcos, onde, em sentido bastante certo, podemos sofrer todo tipo de assédio.

Enfim, a lista é grande, mas a maior lição que f**a é que não importa onde, quando e como o Senhor nos use: nunca devemos perder a perspectiva de que é para a sua glória e que isto implica estarmos cada vez mais escondidos no esconderijo do Altíssimo.

Essa é a postagem.

Geremias Couto

07/02/2021

SOBRE AQUELES QUE DESEJAM O FIM DO PENTECOSTALISMO

Apesar do desejo dos “fundamentalistas sectários” (um pleonasmo) pelo fim do pentecostalismo, graças a Deus, isso está longe de acontecer.

1. Muitas igrejas tradicionais, especialmente a Igreja Anglicana, não caíram totalmente nas garras da secularização graças ao seu braço carismático. O mesmo ocorre com a Igreja Católica na América Latina que conseguiu refrear a Teologia da Libertação pela Renovação Católica Carismática. Inclusive, muitos teólogos dessas tradições já escreveram longos elogios ao pentecostalismo como é o caso, por exemplo, dos teólogos James Dunn, James I. Packer, Alister McGrath, N. T. Wright etc. O pentecostalismo tem sido o bastião do cristianismo conservador, como lembra o especialista em história do cristianismo Philip Jenkins.

2. Na China temos hoje uma das mais crescentes igrejas do mundo e essa igreja é essencialmente pentecostal-carismática. O mesmo ocorre na Nigéria e outras partes da África. As únicas igrejas que ainda crescem no mundo rico (Europa, Austrália e Estados Unidos) são pentecostais-carismáticas.

3. Hoje a maioria dos seminários e faculdades de igrejas tradicionais só pagam as suas contas porque contam com a maior parte dos alunos oriundos de igrejas pentecostais e carismáticas. Caso essas escolas dependessem apenas do interesse dos membros dessas igrejas já teriam falido. O mesmo ocorre em conferências e vendas de livros.

4. A emergência dos teólogos pentecostais tem revolucionado a teologia no contexto anglo-saxão. Hoje alguns dos grandes especialistas em Novo Testamento são oriundos do contexto pentecostal-carismático. Exemplos: Craig Keener, Max Turner, Gordon D. Fee, Larry Hurtado, entre outros. Algumas referências em Teologia Sistemática são igualmente pentecostais-carismáticos: Amos Yong, Frank Macchia e Veli-Matti Kärkkäinen etc.

5. O pentecostalismo é ainda o lugar onde os mais pobres encontram espaço. Não só ouvem o Evangelho como também encontram dignidade. Em muitos contextos, a igreja é o único meio em que um jovem mergulhado no submundo do crime e das dr**as encontra como escape em suas comunidades.

6. Há problemas? Óbvio que há. Eu mesmo posso listar dezenas de problemas. Mas a balança justa certamente pesará para o lado da contribuição.

7. Certamente que alguns seres angelicais caídos também desejam o fim do pentecostalismo. O zelo sem entendimento pode colocar um “apologeta da verdadeira fé reformada” com o mesmo desejo do submundo das trevas.

Gutierres Fernandes

Arminio não foi a primeira escolha de Bangs 01/02/2021

INÉDITO.

Conheça esta história de bastidores sobre a escrita da biografia de Jacó Armínio.

Arminio não foi a primeira escolha de Bangs Carl Bangs foi impedido de escrever sua dissertação sobre Lucien Laberthonniere e então escolheu Arminio como segunda opção.

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