13/04/2017
ASSEMBLEIA GERAL DOS ESTUDANTES DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS - UNIDADE CARANGOLA.
Às 19h e 30min do dia 11, do mês de Abril, do ano de 2017, reuniram-se os estudantes da instituição pública Universidade do Estado de Minas Gerais – unidade Carangola em seu respectivo auditório, para algumas discussões internas relacionadas ao movimento estudantil, em especifico o D.A – Diretório Acadêmico Resiliência. As pautas encaminhadas foram: Revisão de estatuto do D.A Resiliência, formação da comissão eleitoral e paralisação nacional do dia 28. Sendo a mesa presidida por Marcos Gouvêa, Samara Alves e Cleiton França.
A assembleia iniciou-se com uma breve fala de Marcos Gouvêa, explanando o que iria ser discutido no momento, como: a importância de uma assembleia sendo uma instância máxima de decisão dos alunos frente à direção, colegiado de curso e afins. Além de ser representativa, pois os próprios representantes são os estudantes.
Relacionado as pauta, primeiro: explicou sobre a comissão pró-D.A que teve grande importância na criação e desenvolvimento do estatuto; segundo: sobre o funcionamento da comissão eleitoral – inscrições das chapas e todo o processo de chegada a posse – e terceiro: dia da paralisação nacional, enfatizando os retrocessos que vivemos, em especifico reforma trabalhista e da previdência.
Sobre a revisão do estatuto, a metodologia utilizada se rodeou na leitura de cada capitulo, parágrafo e inciso, após a leitura do capitulo abertura para as falas, se caso precisasse, votação. Por exemplo, no capitulo VI, art.18 parágrafo 3 e inciso 1, foi proposto pela estudante Shaylla de Administração, especificar todos os fluxos do D.A. Proposta levada a votação com 83 votos a favor, ou seja, alteração no texto. Outras duas mudanças no estatuto foram: o estudante Marcio do curso de Sistemas de Informação propois acrescentar um artigo salientando a não remuneração de todos os membros do D.A, aceito por contraste e por fim, proposto por uns dos que estavam presidindo a mesa “Marcos Gouvêa”, a criação de uma coordenação de tecnologia, aceito também por contraste. OBS: os demais artigos não foram citados pois não houve nenhuma discordância.
Relacionado a formação da comissão eleitoral, três alunos se dispuseram a ser os representantes, são eles: Micaela Rodrigues do primeiro período do curso de Geografia, Igor Takashi Santos Nakanishi do primeiro período de Administração e Nathan Robson Borges do terceiro período de Administração. Levado pra votação, contraste visual.
O que se diz respeito a paralisação nacional do dia 28 de abril de 2017, houveram breve falas. Josias representante do SindUTE - Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação, fez o questionamento da participação dos estudantes na assembleia, relacionou a UEMG com a sociedade – nós como agentes políticos – enfatizou as idas para as ruas como fertilidade acadêmica e fez um outro questionamento, qual nossa aflição acadêmica rente ao movimento estudantil na década de 60? A estudante Micaela trouxe a importância de se fazer política; política no sentido de sermos agentes ativos para a elevação do senso crítico, para além de um uma universidade fechada para os próprios estudantes. Deixou claro para não nos enquadrarmos no título que algumas universidades públicas levam “BOLHA”, onde os alunos vivem apenas para a academia e esquecem da sociedade civil. Assim, levado a proposta pra votação, houve 83 sim, 6 não e 1 abstenção, totalizando 90.
Por fim, a assembleia fechou com noventa estudantes e duas observações: Falta de bebedouro no BLOCO 2 e 3.