Paula - Neuropsicopedagoga

Paula - Neuropsicopedagoga Neuropsicopedagoga clínica e institucional:

- Diagnóstico Psicopedagógico;
- Estimulação cognitiva do idoso;

Hoje é dia de textãoVamos falar sobre diagnósticos?Quando falamos em diagnósticos neuropsicopedagógicos, logo nos vem a ...
14/06/2023

Hoje é dia de textão
Vamos falar sobre diagnósticos?
Quando falamos em diagnósticos neuropsicopedagógicos, logo nos vem a mente: Qual será o laudo?
Laudar uma pessoa, é um processo muito complexo. Não podemos esquecer jamais que este laudo será para a vida toda.
Sendo assim, a finalidade do diagnóstico neuropsicopedagógico vai muito além de simplesmente laudar, mas sim identificar quais são as dificuldades do sujeito aprendiz. Este trabalho é detalhado, minucioso e exige tempo.
Por muitas vezes vejo chegar em meus atendimentos mães desesperadas, chorando com seu filho nas mãos, sem saber o que fazer, pois acabou de receber um diagnóstico de autismo, TDAH ou qualquer outro transtorno, simplesmente porque seu filho não está alfabetizado, ou porque não tem uma convivência social esperada pelo professor.
Mas porque isto acontece?
O que vejo hoje são profissionais imediatistas que não estão levando em conta o contexto desta criança e por muitas vezes nem investigam outros campos da situação.
Para se fazer um diagnóstico é preciso um conjunto de profissionais com o mesmo objetivo e focado no paciente, para que possamos eliminar todas as hipóteses destas dificuldades.
Solicitar exames simples como uma audiometria, PAC, acuidade visual, pensar no contexto pandêmico em que passamos, nos levam a excluir várias suspeitas de alguns transtornos que seriam possíveis após estes quesitos terem sidos eliminados.
Através de te**es específicos e alguns exames, o neuropsicopedagogo vai traçando hipóteses diagnósticas. Estas hipóteses irão nortear o seu trabalho para que ele chegue em uma hipóstese diagnóstica, com um olhar humanizado.
E por que hipótese e não laudo?
Para se laudar um paciente, (caso algumas exceções evidentes de comportamento contínuo e desde o nascimento), é preciso acompanhá-lo por um tempo para averiguarmos se ele permanece neste quadro de dificuldade, pois por muitas vezes este quadro pode ser modificado, simplesmente por condições emocionais que o paciente estava passando no momento, sendo assim por exemplo uma criança pode estar TDAH e não ser TDAH.
A hora é de tranquilidade, procurem profissionais habilitados e competentes para cuidar de seu tesouro.
😍😍

HOJE É DIA DE TEXTÃOQuem nunca se deparou com uma criança que discute por qualquer coisa?Ou que não assume seus erros ou...
31/05/2023

HOJE É DIA DE TEXTÃO
Quem nunca se deparou com uma criança que discute por qualquer coisa?
Ou que não assume seus erros ou responsabilidades por falhas?
Uma criança com essas características de comportamento pode ter um quadro com dificuldades de tempo e de avaliação para analisar regras e opiniões e intolerância às frustrações. Levando a reações agressivas, intempestivas, sem qualquer controle emocional. Sendo assim, essas crianças costumam ser discriminadas, perdem oportunidades e desfazem círculos de amizades.
Você sabia que isso pode ser TOD?
Transtorno Opositivo Desafiador (TOD), ou Transtorno Desafiador Opositivo, é um transtorno que afeta diretamente o comportamento infantil.
Mas isto acontece por quê?
Não existe um fator específico que desencadeia o Transtorno Opositivo-Desafiador. No entanto, a maioria dos especialistas considera o TOD uma consequência de combinações entre predisposições neurobiológicas, fatores de risco psicológicos e disfunções no ambiente social no qual a criança está inserida.
As características do TOD podem aparecer em qualquer momento da vida, mas é mais comum entre os 6 e 12 anos.
Apesar de não ter cura, é possível que os pequenos recebam tratamento e tenham uma qualidade de vida melhor.
Quando não tratado, pode evoluir para transtornos comportamentais mais graves, como o transtorno de conduta ou da personalidade antissocial. Além disso, o adolescente com TOD tem mais risco de abuso de dr**as, delinquência e transtornos de ansiedade.
Mas é possível ajudar quem tem TOD, tomando algumas atitudes básicas:
- Olhe nos olhos e seja direto.
- Imponha sem ser agressivo.
- Fale de forma a convencer antes de qualquer contra-argumento e assuma a postura de quem realmente manda, sem pestanejar. Este modo de discursar e expor inibe atitudes opositoras e vai condicionando a criança a respeitar autoridades.
O ideal é que se tenha uma equipe multidisciplinar para tratar e acompanhar o paciente com TOD já que o transtorno pode afetar vários ambientes sociais. O neuropsicopedagogo também poderá tratar a criança com TOD uma vez que os sintomas afetarão diretamente o ambiente escolar.
Gostou? Curta e compartilhe!! Na próxima quarta teremos mais textão para vocês!

HOJE É DIA DE TEXTÃOVocê sabe o que é a Dislexia?A dislexia é considerada um Transtorno Específico da Aprendizagem (TEAp...
24/05/2023

HOJE É DIA DE TEXTÃO
Você sabe o que é a Dislexia?

A dislexia é considerada um Transtorno Específico da Aprendizagem (TEAp) que tem origem neurobiológica e afeta diretamente a leitura e a escrita. Em outras palavras, é um transtorno do neurodesenvolvimento que preocupa pais e professores no processo de alfabetização das crianças, embora se manifeste desde muito cedo por sua origem biológica.
As pessoas com Dislexia costumam ter dificuldades quando associam o som à letra, e costumam também trocá-las ou mesmo escrevê-las em ordem contrária.
Apesar de sua evidência se apresentar com mais ênfase no período escolar, a dislexia é um transtorno hereditário que sempre acompanhará o indivíduo.
Os disléxicos recebem informações em uma área diferente do cérebro. Infelizmente essas informações em áreas diferentes resultam de falhas nas conexões cerebrais. O resultado é que devido a essas falhas no processo de leitura, eles têm dificuldades de aprender a ler, escrever, soletrar, pois é difícil assimilarem as palavras.
Detectar o transtorno da dislexia não é uma tarefa fácil.
Porém após o diagnóstico efetivo, a neuroplasticidade pode ajudar muito neste processo de aquisição da leitura e escrita, uma vez que os hemisférios cerebrais se comunicam. Como o hemisfério direito do cérebro é mais desenvolvido que o esquerdo, logo, podemos afirmar que não há relação entre inteligência, ou níveis de inteligência com a dislexia.
Os indivíduos com transtornos de aprendizagem possuem algumas habilidades psicológicas mais desenvolvidas, principalmente a criatividade. Valorizar a criatividade das crianças disléxicas para favorecer o desenvolvimento de sua autoestima e diminuir o sentimento de frustração e incapacidade, favorece o desenvolvimento das habilidades acadêmicas e cognitivas que possam ter maior déficit.
A criança com Dislexia precisa de pessoas persistentes e encorajadoras que lhes ofereçam
apoio e que compreendam seu modo diferente de ler, compreender e interagir com o mundo.
Gostaram? Compartilhem!!!

Nossa como a semana passou rápido!!E amanhã já é dia de textão!!Falaremos um pouquinho sobre a dislexia!! Não deixem de ...
23/05/2023

Nossa como a semana passou rápido!!
E amanhã já é dia de textão!!
Falaremos um pouquinho sobre a dislexia!! Não deixem de ler, comentar e compartilhar!! Afinal podemos ajudar algumas pessoas a identificarem este misterioso transtorno!!!
Beijinhos até amanhã!!

HOJE É DIA DE TEXTÃOVocê sabe qual é a importância da estimulação cognitiva para o idoso?Assim como acontece com outros ...
17/05/2023

HOJE É DIA DE TEXTÃO
Você sabe qual é a importância da estimulação cognitiva para o idoso?
Assim como acontece com outros órgãos do corpo, o cérebro começa a envelhecer quando ainda somos jovens, em torno dos 30 anos. Por volta dos 60 anos, lapsos de memória, raciocínio mais lento, diminuição na agilidade e dificuldade para processar informações tornam-se mais comuns, e não precisam ser motivo de preocupação se não chegam a atrapalhar o dia a dia da pessoa idosa. São mudanças cognitivas previstas com o envelhecimento, resultado de falhas na comunicação entre os neurônios e da diminuição na capacidade de criar novas conexões.
Por muitos anos a ciência acreditava que ao atingir determinada idade o cérebro perderia a capacidade de produção neuronal, atualmente sabemos, por meio dos resultados das pesquisas científicas, que embora o cérebro seja incapaz de se regenerar ele possui uma capacidade de se reorganizar, ou seja, de se adaptar, de modificar o processamento das informações e que essa capacidade de modificação e rearranjo das redes de neurônios formam novas sinapses. Assim múltiplas possibilidades de respostas ao ambiente tornam-se possíveis, pois o cérebro é altamente maleável e com os estímulos adequados e intensos pode-se modificar a estrutura cerebral desenvolvendo habilidades e retardando o próprio envelhecimento natural.
É a neuroplasticidade entrando em cena de novo, portanto, diria ser a base de tudo!
O fortalecimento das sinapses está na variedade das tarefas que tiram o indivíduo dos vícios cotidiano, do automático que já não há estímulos, da zona de conforto. Assim como na ginástica para exercitar os músculos do corpo fazemos esta ginástica cerebral para estimularmos diferentes sinapses.
A deterioração no cognitivo das pessoas pode estar relacionada a vários fatores, dentre elas, a falta do uso. Algumas ações em prol de manter o cérebro do idoso funcionando, podem ser feitas através do treino cognitivo com o objetivo de manter e expandir essa capacidade de reserva, evitando assim, o declínio cognitivo, por isso fique atento e mantenha-se sempre ativo!
Não deixe de compartilhar e continuar a me seguir! Logo em breve teremos novidades!!
Até breve!!

Você sabe qual é a importância da estimulação cognitiva para o idoso?Fique atento !! Quarta é dia de textão!!!
16/05/2023

Você sabe qual é a importância da estimulação cognitiva para o idoso?
Fique atento !! Quarta é dia de textão!!!

HOJE É DIA DE TEXTÃOVocê sabe o que é TDAH?O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno ...
10/05/2023

HOJE É DIA DE TEXTÃO
Você sabe o que é TDAH?
O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, que aparece na infância e acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Os pacientes com TDAH apresentam alterações na região frontal do cérebro.
As disfunções nesta área podem afetar o sistema motor, provocar déficits nas funções cognitivas, afetivas, comportamentais e sociais, decréscimo na inibição do impulso e controle, dificuldade em focar e sustentar a atenção, aumento da atividade motora e impulsividade, prejuízo das funções executivas e incapacidade de planejar, especialmente se o objetivo exigir pensamento abstrato.
Funções que para muitos é realizada automaticamente, para estas pessoas aparecem com muita dificuldade, pois é como se faltasse um disjuntor para desligar ou ligar a chavinha. É o caso da atenção seletiva, que o cérebro normal automaticamente retira seu foco atencional de barulhos não importantes para o momento e seleciona apenas o que necessita para realizar determinada tarefa.
Uma das maiores descobertas da ciência sobre nosso cérebro foi a neuroplasticidade, que é a capacidade do sistema nervoso de se modificar, moldar e adaptar sua estrutura ao longo de seu desenvolvimento e quando vivencia novas experiências.
Com muito treino, organização e carinho podemos levar a pessoa portadora de TDAH a se conhecer e entender suas necessidades de planejamento, organização e treinar a seletividade cerebral e assim ir moldando seu cérebro para que consiga ter uma vida mais tranquila, produtiva e sem necessidade de medicamentos.
Para fazer o diagnóstico de TDAH de maneira correta, é necessário realizar uma avaliação criteriosa em diferentes aspectos da vida da criança.
Além disso, é necessário que os sintomas de TDAH estejam presentes muitas vezes por seis meses ou mais; ocorram em pelo menos dois ambientes diferentes, como a casa e a escola, e se manifestem antes dos 12 anos de idade interferindo no desempenho da pessoa em atividades em casa, na escola ou outro ambiente.
Fiquem atentos e me sigam.
Abraços.

O intuito deste material é auxiliar todas as pessoas interessadas em ajudar neste processo que é viver e aprender. Em es...
08/05/2023

O intuito deste material é auxiliar todas as pessoas interessadas em ajudar neste processo que é viver e aprender. Em especial educadores, psicólogos, pais, filhos, terapeutas, cuidadores etc., para que, junto com bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos possam entender a importância da neuroplasticidade, dentro da estimulação cognitiva, no dia a dia , fortalecendo as sinapses cerebrais, habilidades tão importantes no mundo de hoje.
Não perca a oportunidade de conhecer essa trajetória mágica!!
Acesse o link e se apaixone!!
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08/05/2023

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HOJE É DIA DE TEXTÃOVocê sabe o que é TEA?O TEA (transtorno do espectro autista) é o termo usado para diferentes transto...
03/05/2023

HOJE É DIA DE TEXTÃO
Você sabe o que é TEA?
O TEA (transtorno do espectro autista) é o termo usado para diferentes transtornos do neurodesenvolvimento infantil, que tem como características marcantes as dificuldades na interação social, comunicação, comportamentos repetitivos, interesses restritos e alterações sensoriais.
Esse termo foi adotado para substituir todas as subdivisões que existiam para estes transtornos, desde então não existe mais a Síndrome de Asperger, Transtorno global ou invasivo de desenvolvimento. Todos estes transtornos agora são conhecidos como TEA.
É importante lembrar que o autismo não é um transtorno adquirido, o indivíduo já nasce com ele, seja por causa hereditária (50%), ou casos de fatores externos como poluição do ar, uso de pesticidas em alimentos, complicações durante a gravidez e infecções causadas por vírus entre outras (50%).
O TEA possui diferentes níveis de comprometimento quando a criança é diagnosticada. São três níveis: leve, moderado e grave.
O diagnóstico do autismo é clínico, feito através de observações direta do comportamento da criança e de uma entrevista com pais ou responsáveis.
Quanto antes diagnosticado (até 3 anos), a criança poderá desenvolver ou ampliar suas capacidades de compreensão, comunicação e interação social. Mas, é importante saber que cada criança exige um tipo de tratamento específico e individualmente elaborado.
Para quem está no Transtorno do Espectro Autista (TEA) a neuroplasticidade significa a possibilidade de desenvolver e aperfeiçoar as habilidades do autista por meio das experiências as quais o autista vai sendo submetido, em amplos sentidos, sobretudo sensoriais: audição, paladar, tato, olfato e visão.
Fiquem atentos ao diagnóstico, muitos aspectos hoje em dia estão sendo confundidos na hora da avaliação. É importante realizar a anamnese e ter um olhar muito observador nesta hora, conhecer a família e personalidades das pessoas envolvidas, por muitas vezes traz um diferencial importante nos casos leves.
Fiquem atentos e me sigam.
Abraços.

Você sabe o que é?
30/04/2023

Você sabe o que é?

HOJE É DIA DE TEXTÃOVocê sabe o que é a Síndrome de Down?A Síndrome de Down foi descrita pela primeira vez em 1866 pelo ...
26/04/2023

HOJE É DIA DE TEXTÃO
Você sabe o que é a Síndrome de Down?
A Síndrome de Down foi descrita pela primeira vez em 1866 pelo médico John Langdon Down, um pediatra inglês que atuava no Hospital John Hopkins em Londres em uma enfermaria para pessoas com deficiência intelectual.
Depois de algum tempo ele e mais alguns colaboradores descobriram que a causa dessa condição era genética e acometia seus portadores ainda no útero materno.
Os portadores desta Síndrome, possuem três cromossomos 21 em suas células, por isso também é conhecida como trissomia do cromossomo 21.
Mas o importante mesmo é lembrar que mesmo com estas similaridades cada pessoa é única e apresentam personalidades e características diferentes.
Há muito se tem discorrido sobre a Síndrome de Down. Esta alteração genética provoca um desequilíbrio da função reguladora dos genes, contribuindo para alterações no desenvolvimento e nas funções das células.
Estas funções apresentam alterações estruturais e funcionais e isso pode gerar déficits na formação e na consolidação das conexões neurais necessárias para estabelecer certos mecanismos como atenção, memória, o pensamento abstrato, entre outros aspectos que são necessários para que se ocorra a aprendizagem.
Por meio de estudos da neurociência é possível definir que características como modificações neuronais, podem ser moldadas através da interação com o meio ambiente, o que pode levar a processos de superação e adaptação.
Isto tudo só é possível devido a plasticidade cerebral, uma capacidade adaptativa do sistema nervoso central com habilidades para modificar sua organização estrutural e funcional.
Graças a esta descoberta é que podemos hoje ver pessoas portadoras desta Síndrome tendo uma vida normal, ocupando um espaço profissional muito bem respeitado, organizado e com seu devido mérito.
Prova disto é a reportagem do jornal “O Estado de São Paulo: Curso de fotografia prepara jovens com Síndrome de Down. (3 de março de 2023 - Caderno A20) https://acervo.estadao.com.br/pagina/ #!/20230303-47253-nac-20-999-a20-not
A plasticidade cerebral é mágica, envolvente e apaixonante, mas isto será assunto para os próximos posts.
Fiquem atentos e me sigam.
Abraços.

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