19/05/2026
A tão sonhada liberdade… Mas, me diga: o que você faria se fosse livre? ✨
Viajaria o mundo? Dormiria até tarde? Moraria na praia de frente para o mar? Comeria o seu prato predileto todos os dias?
Muitas vezes, crescemos acreditando que a liberdade é simplesmente podermos fazer tudo o que queremos, na hora que queremos. Mas será que é só isso? Ou será que a verdadeira liberdade acontece quando escolhemos o que fazer para construir uma vida que faça sentido?
A liberdade, para mim, chegou quando me vi no controle das minhas decisões. É poder escolher cuidar do meu corpo, da minha mente, da minha alimentação, das minhas relações e da minha carreira, porque é justamente isso que me faz me sentir genuinamente feliz. É ter a coragem de muitas vezes dizer não mesmo não agradando para cuidar apenas daquilo que é essencial para mim.
E você, que está aqui dividindo essa pausa comigo: o que faria, ou tem feito, com a sua liberdade? 🦋
Conta para mim aqui nos comentários, vou adorar ler a sua resposta! 👇
28/04/2026
Novo texto saindo do forno no Substack! 😊
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28/04/2026
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14/04/2026
Hoje me pediram para atualizar o meu currículo.
Passou um filme na minha cabeça. São tantas histórias, tantas experiências, tantos desafios... A vontade inicial foi escrever tudo, mas foi aí que me dei conta de que não sou essas histórias; sou aquilo em que essas histórias me transformaram.
O mais relevante, hoje, é perceber quem eu me tornei.
Como f**aria, então, o meu currículo?
Não me defino pelo cargo de sócia-proprietária, mentora ou coach. Me defino pelo ser humano que ama a natureza. Estar na cozinha virou meu novo hobby; cultivar as relações, principalmente com as minhas filhas, tornou-se prioridade. O esporte me mantém ativa. Sou uma eterna curiosa, sempre em busca de novos saberes, reinventando-me a cada momento e nutrindo uma profunda vontade de cuidar do futuro do nosso país.
É essa vontade que me inspira a encorajar líderes a saírem do piloto automático. Quero que pratiquem, com corpo, mente e consciência, novas formas de conquistar resultados. Resultados financeiros, sim, mas com equilíbrio e satisfação. Afinal, todos sonhamos em ter condições de usufruir de nossas conquistas, e para isso precisamos nos cuidar hoje, para que o amanhã realmente aconteça.
E o seu currículo, como seria?
30/03/2026
O “Efeito Colateral” que paramos de medir 📈❤️
Estava revisando quais era as maiores demandas de meus clientes e cheguei em duas palavra que aparece 100% nas conversas.
Equipes eficientes!
Tenho me deparado com palavras que estão muito presentes em nosso vocabulário mas que quando paramos para observar não parece mais tão óbvio o seu signif**a e esse foi um momento.
O que signif**a eficiência?
Gerar valor sendo mais produtivos, fazendo mais...
Será que “fazer mais” é o único caminho para gerar valor e que a eficiência é a nossa métrica mestre.
Mas, após anos observando líderes e times, percebi que estamos sofrendo de uma “visão mecânica” que nos custa caro.
Nessa pressa por resultados externos, muitas vezes sacrif**amos o que é invisível, mas vital: a nossa experiência interna e a qualidade das nossas conexões.
Aprendi que o valor real não nasce apenas do que fazemos, mas de como fazemos.
Ele nasce da vivacidade de uma conversa sincera.
Ele nasce de um momento de presença real e de cuidado mútuo.
Ele nasce quando respeitamos os ritmos naturais humanos, em vez de tentar ignorá-los.
E se mudássemos a ordem das prioridades?
Se colocássemos o bem-estar e a vitalidade humana em primeiro lugar, o resultado não seria o caos. Ao contrário do que muitos imaginam: teríamos mais saúde, energia e um compromisso genuíno com o que realmente importa.
Hoje, entendo que os resultados de negócio que tanto buscamos são, na verdade, um efeito colateral de interações humanas de alta qualidade.
A fonte do valor não está na engrenagem, mas no coração das nossas relações.
Como tem sido a sua “qualidade da presença” nas suas reuniões ultimamente?
Estamos construindo resultados ou apenas operando máquinas?
09/03/2026
“Pare de consertar pessoas e comece a redesenhar as estruturas e conexões entre elas.”
Fiquei reflexiva ao ouvir essa frase. Afinal, para mim, a palavra consertar está muito ligada a algo (objeto, máquina) que quebrou, que não funciona mais.
Até quando vamos desenhar programas de desenvolvimento focados em “consertar” líderes (ou “transformá-los”, para usar uma palavra mais atual)?
Desenvolver uma liderança é muito mais do que ensinar um papel, técnicas de comunicação ou ritos estratégicos. Desenvolver líderes exige a criação de um ambiente seguro, que abra espaço para conexões genuínas, um lugar onde todos possam aparecer e ser quem são.
Para termos líderes melhores com equipes verdadeiramente eficientes, o foco deve estar nas relações. É a qualidade dessas trocas que impacta a estrutura e abre caminho para a autonomia, a criatividade e a inovação.
“Você já sentiu que os treinamentos tentam ‘consertar’ as pessoas em vez de melhorar o ambiente?”
“Como você tem desenhado as conexões na sua equipe hoje?”
Vamos conversar nos comentários! 👇
23/02/2026
Hoje trago uma reflexão que tem me acompanhado — e, de certa forma, me transformado.
O “Eu” pode ser um verbo?
Dizer que o “Eu” é um verbo signif**a que a nossa identidade não é algo fixo, preso ao passado ou a um único papel. Ao contrário: ela é dinâmica, viva, e se realiza no presente, a cada instante.
Quando estou com minhas filhas, sou mãe. Quando viajo, sou peregrina. Quando lidero, sou escuta, presença, movimento. Todos esses “eus” coexistem, mas nenhum me define por completo — eles simplesmente são enquanto estão sendo vividos.
Já tratar o “Eu” como um substantivo é limitá-lo a títulos, cargos ou circunstâncias: “sou líder”, “sou médica”, “sou escritora”, “sou vítima”. Essas etiquetas, quando nos apegamos a elas, podem se tornar gaiolas. Elas:
• Limitam a nossa autoexpressão
• Reduzem a nossa liberdade de escolha
• Fecham portas para o autodesenvolvimento
Confundir o “Eu” com um papel ou posição social pode criar um vazio que tentamos preencher com status, poder ou reconhecimento externo. Mas, no fundo, sabemos: um título não cabe a vida inteira. Se insistimos em carregá-lo como uma identidade fixa, ele vira um substantivo morto.
A verdade é que o “Eu” fixo não existe. Nós apenas assumimos, temporariamente, os papéis que os substantivos representam.
Compreender o “Eu” como verbo é libertador. É lembrar que não somos o nosso passado, nem a nossa ocupação. Somos presença. Somos o agora. Porque, no fim, a vida não pergunta o que você faz — ela sente quem você é.
Não somos um quadro fixo. Somos um caminho em movimento.
12/01/2026
Tem coisas das quais não me orgulho muito de quando era líder...
Era controladora, autoritária. Tinha tanta certeza de que o meu jeito era o certo, que exigia que todos seguissem essa cartilha. Quanta energia, e qual o resultado? É claro que entregava resultados mas por meio de uma equipe totalmente dependente de mim e eu, super sobrecarregada.
Durante muito tempo, liderança foi confundida com dureza, excesso de controle e distanciamento emocional. Eu fiz parte desse tempo.
Mas a liderança feminina vem mostrando outro caminho.
Um caminho onde:
escutar é estratégico,
sensibilidade é inteligência,
a clareza é mais poderosa do que a imposição,
presença é performance.
Liderar, hoje, não é repetir modelos antigos com um novo rosto.
É ter coragem de criar estruturas mais humanas, mais justas e mais conscientes — sem abrir mão de resultados.
Esse é o tipo de liderança que sustenta o futuro.
Te convido a pensar: Se você se sente sobrecarregada, será que a sua equipe realmente não tem capacidade de fazer mais, de ser mais protagonista, ou será que você não consegue abrir mão do seu jeito de fazer? A sua equipe tem a responsabilidade de te entregar resultados, e não de fazer do jeito que você quer.
22/12/2025
Caramba, nem acabou 2025 e já me pego pensando em 2026. 🙄
Esse ano, não. Quero curtir as minhas conquistas.
Sabe aquele dia que larguei tudo para estar com minha filha? Uau, foi um momento de me sentir presente com aquilo que realmente me importa, para fazer melhores escolhas.
Ou aquele outro em que fiquei em segundo lugar no beach tênis, categoria individual? Me superei, hein!
Ou me dar conta de que estou sem dor... É, com 53 anos, isso é realmente uma vitória. ☺️
E aquele pão maravilhoso que eu mesmo fiz depois de ter tentado mais de 10 vezes. 🤭
Tem também muitos clientes que passaram por mim esse ano. Quanto orgulho! Em muitas vezes, depois de ter feito uma mentoria ou coaching, me encontrava com minhas filhas e dizia: “Eu amo muito o que faço, por proporcionar ao meu cliente um ambiente de confiança, onde ele encontra respostas e sai empolgado com as novidades que descobriu sobre si mesmo.” eu realmente impacto a vida das pessoas.
Também corri 21 km, foi minha segunda vez depois de 8 anos. Foram muitos treinos no frio, na chuva, muito suor e dedicação que valem cada passo pois é na corrida que meu corpo f**a forte e com vitalidade.
E as amizades 🥹, esse ano foi um ano de encontrar verdadeiras amigas que quero levar para a vida.
E as viagens... Nossa, essas realmente me transformaram, principalmente a que fiz para o Egito. 🛬
Foi sim um ano desafiador, cheio de surpresas, calorões (pré-menopausa entrando sem pedir licença), perdas, frustrações. E sabe o que? Quero levar para 2026 o que aprendi, e enquanto 2025 ainda não acabou, curtir com muita gratidão todo o carinho, amor, dedicação e conquistas de um ano BEM VIVIDO.
Essa é a forma como eu quero finalizar o ano. E você, como escolhe finalizar o seu?
18/12/2025
No começo, parecia uma ideia meio louca. Eu duvidei que alguém se envolveria, que consideraria esse assunto algo importante o bastante para dedicar um tempo – algo tão escasso nos nossos dias.
Mesmo sem acreditar, tentei, pois o que me movia era maior: um desejo profundo de que mais pessoas enxergassem o impacto que cada um de nós causa no meio ambiente através do lixo que geramos.
Vivemos cercados por toneladas de resíduos que vão para aterros, onde muitos materiais levarão mais de um século para sumir. Qual é a minha e a sua responsabilidade?
Não quero um futuro assim para nós, nem para nossos filhos. Sabemos desse problema, mas no dia a dia, ligamos o piloto automático: limpamos nossas casas e despachamos o lixo para longe, sem nos questionarmos sobre “para onde ele vai”. Esquecendo que a cidade também é nossa casa.
Eu tento impactar menos em minha casa: composteira, separação rigorosa, sacolas retornáveis, compras a granel. Mas ainda havia um incômodo. Uma vontade de ir além.
Então, em maio de 2025, comecei com conversas informais. Chamei algumas pessoas e fiz o convite para pensarmos em possibilidades. Para minha surpresa, o grupo foi crescendo.
Hoje, somos 9. Nove pessoas motivadas, engajadas e comprometidas em abrir conversas que viram pontes, e pontes que viram ação.
Meu agradecimento mais sincero a cada um que transformou dúvida em movimento: Mari, Alexandre, Paulo, Elisa, Tita, Carlos, Gabriel e Alan.
Obrigada por acreditarem que, juntos, podemos fazer mais pela nossa cidade.
E que venha 2026. Estamos mais fortes, mais unidos e preparados para grandes conversas e mobilizações.
Bora conversar?
A mudança começa com uma conversa. E você, no que gostaria de colaborar?