23/06/2026
Em uma vivência de plantio com o professor Guilherme, as crianças participaram de todo o processo, explorando a terra, limpando o espaço para o plantio e colocando as mudas na terra com muito cuidado.
Conhecemos a Espada-de-São-Jorge e a Espada-de-Santa-Bárbara, observando suas características e acompanhando cada etapa desse momento de conexão com a natureza.
Grupo: Jabuticaba
Profe: Fran
15/06/2026
Ao ser convidado para uma sessão investigativa de autorretrato, Felipe, do grupo Alecrim, prontamente decidiu realizar seu desenho de cabeça para baixo. Ao invés de trocar de lugar, encontrou uma solução criativa para permanecer onde estava, optando por inverter a posição do papel.
Concentrado e com atenção aos detalhes, Felipe dedicou-se ao desafio que havia criado para si. Após concluir o desenho, demonstrou grande satisfação, não apenas com o resultado alcançado, mas também pelo fato de ter conseguido realizar a proposta de uma maneira pouco convencional.
Felipe nos mostrou, mais uma vez, que a resolução de problemas acontece nos detalhes do cotidiano. As crianças elaboram estratégias próprias, formulam hipóteses e encontram soluções criativas que, muitas vezes, escapam à lógica do adulto, revelando diferentes formas de pensar, agir e aprender.
Grupo: Alecrim
Professores: Carol e Ezequiel
10/06/2026
A professora Eva organiza uma proposta onde a parede da sala, em vidro, vira tela. Mas para Betina e Isabela, a primeira tela é o corpo. Escolhem juntas as cores para pintar as unhas, primeiramente, e depois toda a mão.
Nisso, se deslocam para o vidro, que parece ter se tornado um enorme bloco de anotações:
Pedro comeu tudo? - pergunta Isabela
Repetiu. - responde Betina, convicta
Reproduzindo o mesmo gesto das professoras ao registrarem as refeições do grupo Hibisco, as duas seguem fazendo pequenas marcações no vidro e mencionando o nome de todas as crianças:
Santiago? - pergunta agora Betina
Repetiu. - responde Isabela, enquanto as duas marcam no enorme vidro o registro de um trabalho de cuidado que presenciam todos os dias, entre um ar de seriedade e risos cúmplices?
Todo mundo já repetiu? - pergunta Isabela.
Não, ainda não
As duas seguem conduzindo perguntas e anotando as respostas no vidro, tela do pensamento das duas. Ao propor que risquem, tracem e ocupem o espaço com suas marcas, o convite não se resume a fazer um desenho: ele permite também se crie, viva, fantasia e interprete papeis ao experimentar as funções de registrar e deixar marcas. E as duas, cúmplices, partilham da alegria de experimentar e (re)viver o que do cotidiano enxergam.
Grupo: Hibisco
Texto e imagens : Profe Ju
10/06/2026
A coreografia do investigar
Isabela (1a10m), possui uma conexão profunda com a linguagem da modelagem. Em nossas sessões, organiza o seu pesquisar em algumas etapas. Inicia com os dedos: enfiando, raspando e minhocando. Depois, começa a tocar com as palmas da mão, aproximando o corpo quase como em um abraçar. Depois de sentir o elemento, de tocar e experienciar sua textura, temperatura e conexão com o que é vivo; natural; Isabela decide ficar pesquisar na vertical. Olha para a argila de cima, em outro ângulo, e pisa com seus pés. Seu elo com a argila é tão profundo que, mesmo em pé, precisa, de tempos em tempos, voltar a tocar com as mãos, e se conectar com o corpo todo. À vontade, confortável e em relação na sua coreografia do investigar.
Grupo Camomila
Escrita e fotos: profe Nathi
Criança: Isabela (1a10m)
09/06/2026
As experiências cotidianas com a Palavra do Dia e o acompanhamento do calendário favorecem importantes aprendizagens no campo da linguagem e da matemática. Nesse contexto, as crianças exploram a linguagem escrita, ampliam suas hipóteses sobre o sistema de escrita alfabética e constroem noções relacionadas à contagem, sequência numérica e passagem do tempo.
Grupo : Hortelã
Fotos: Profes Wuil e Pamela
Texto: Profe Pamela
09/06/2026
Em uma brincadeira de pedra, papel e tesoura, todas as mãos mostraram pedra. Ao empilharmos uma sobre a outra, Júlia logo observou: “Olha, profe, montamos uma apacheta.” Durante a brincadeira, a pesquisa esteve presente no olhar atento das crianças, que seguiram observando, comparando e criando novas relações com as pedras.
Crianças: Júlia, Maria Antônia e Martina
Professora: Fran
Grupo: Jabuticaba
08/06/2026
Uaaau! Que maravilha!
O olhar compenetrado de Alice e Anita dividindo o mesmo espaço, bolacha de madeira e microscópio é a definição pura do maravilhamento em estado bruto. Fomos pesquisar como é um piolho-de-cobra visto pela lente do microscópio digital. O que para nós, adultos, pode passar despercebido, para elas virou um acontecimento extraordinário.
Dividindo o instrumento, partilhando a hipótese e multiplicando o encantamento. A ciência na infância nasce desse espanto bom diante da vida!
Texto e imagem: Profe Jaque
Grupo Bergamota
08/06/2026
O grupo Carambola em uma tarde leve de outono no pátio.
As crianças se reuniram para o lanche, entre conversas, risadas e pequenos encontros do dia.
Ali, o tempo pareceu mais devagar, feito de presença e partilha.
Catarina, Matteo C. Aurora R., Aurora M. e Cecília Jung estavam nesse movimento cheio de vida.
Aurora R. adorou a broa de milho da tia Samantha!
Entre um gesto e outro, a infância acontecia simples e inteira.
E são esses momentos que ficam, silenciosos, na memória do grupo 💛
Professoras : Simone e Nicole
Grupo: Carambola
08/06/2026
Ao observar os patos tomando banho, Akin, Lucca e Otto se sentam para acompanhar a cena. As asas batendo, a água se espalhando contra o sol e os movimentos dos patos prendem seus olhares por um longo tempo. Porque, às vezes, observar também é se encantar.
Texto e imagem: Natielle
Grupo: Pitanga