06/03/2023
Nome Popular: Grumixama, Grumixame, Grumixaba, Cumbixaba, Comichã e Ibaporoití
Nome Científico: Eugenia brasiliensis Lam.
Família: Myrtaceae
Locais de Ocorrência: Originária da floresta atlântica desde Minas Gerais até o Rio Grande do Sul. Planta de crescimento rápido que aprecia qualquer tipo de solos com boa fertilidade natural e rápida drenagem da água das chuvas, é resistente a geadas leves de até -3 graus. A planta frutifica abundantemente em pleno sol, mais não deve faltar água na época da florada e granagem dos frutos. Começa a frutificar com 3 a 4 anos a depender do clima e tratos culturais. Também pode ser cultivada na sombra onde frutifica bastante.
Características da espécie: árvore de 3 a 6 metros (ou até 15 m quando na mata)
As sementes são redondas, recalcitrantes (perdem o poder germinativo se forem secadas) e germinam em 30 a 60 dias se plantadas em substrato de 50% de terra vermelha, 30% de matéria orgânica e 20% de areia. Podem ser plantadas em jardineiras e quando atingirem 10 cm podem ser transplantadas para embalagens individuais. As mudas devem ser formadas na sombra e atingem 30 cm com 10 a 12 meses de vida.
Recomendo que seja plantada a pleno sol num espaçamento 5 x 5 ou 6 x 6 m em covas abertas com no mínimo 2 meses antes do plantio. A melhor época de plantio é outubro a novembro, convém irrigar 10 l de água após o plantio e a cada 15 dias se não chover.
A planta cresce rápido e não necessita de cuidados especiais, apenas deve-se cobrir a superfície com capim cortado e eliminar qualquer erva daninha que possa sufocar a planta. Deve-se fazer podas no fim do inverno para fazer a formação da planta eliminando ramos e brotos da base e todo o excesso de ramos que nascerem voltados para o interior da copa.
Frutifica nos meses de outubro a dezembro. Os frutos são deliciosos para serem consumidos in natura ou aproveitados para fazer sucos, doces, rechear bolos e sorvetes. A árvore é ornamental e ótima para arborização urbana e as flores são melíferas.
Referências Webgráficas:
https://apremavi.org.br/grumixama-a-surpresa-de-natal-da-mata-atlantica/
https://www.colecionandofrutas.com.br/eugeniabrasili.htm
03/03/2023
Hoje iremos conhecer um pouco sobre essa espécie árborea nativa que é a Castanha-do-Maranhão (Bombacopsis glabra), também conhecida como: Cacau-do-Maranhão, Castanha-da-Praia, Mamorana, Cacau-selvagem, Amendoim-de-Árvore.
Nome científico: Bombacopsis glabra
Família: Bombacaceae
Locais de ocorrência: Alagoas,Maranhão,Mato Grosso do Sul,Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo. É de clima tropical e adapta-se ao subtropical. Ocorre em beiras dos rios, igarapés e estuários do Amazonas.
Características da espécie: A árvore Castanha do Maranhão é de porte pequeno de 4 a 6 metros de altura e apresenta aspecto ornamental. A muda da Castanha-do-Maranhão costuma florescer de setembro a novembro e seus frutos podem ser colhidos de janeiro a fevereiro. As sementes são comestíveis, com sabor semelhante ao do cacau ou amendoim e a planta é largamente usada como ornamental e para cercas vivas. A madeira é utilizada na confecção de utensílios leves.
As espécies de árvores nativas como a Castanha-do-Maranhão são muito indicadas para ações de reflorestamento, preservação ambiental, arborização urbana, paisagismos ou plantios domésticos. O reflorestamento, por exemplo, corresponde a implantação de florestas em áreas que já foram degradadas, seja pelo tempo, pelo homem ou pela natureza. Já quando há a finalidade de arborização urbana ou paisagismo, é necessário avaliar o espaço em que a muda será plantada para que não haja problemas com a fiação elétrica ou rachaduras na calçada.
Referências Webgráficas:
https://www.ibflorestas.org.br/lista-de-especies-nativas/castanha-do-maranhao
https://sites.unicentro.br/wp/manejoflorestal/6943-2/
https://www.scielo.br/j/rarv/a/GLFk7MMr7L5GJs3j9Hn9pfp/?lang=pt&format=pdf
https://www.todafruta.com.br/castanha-do-maranhao/
09/05/2021
O chorume produzido a partir da decomposição do lixo orgânico descartado de forma inadequada é um grande problema ambiental por contaminar o solo e a água. Já o chorume produzido de forma controlada por meio da compostagem, além de perder sua capacidade de contaminação é considerado um excelente biofertilizante rico em nutrientes e microrganismos benéficos, além de poder ser utilizado como isca ou ativador em outras composteiras.
07/05/2021
As minhocas mais utilizadas na vermicompostagem no Brasil são as minhocas californianas. Uma boa taxa de reprodução delas é um indicativo que a vermicompostagem está dando certo. Com isso, é possível ver seus ovos no minhocário.
26/04/2021
O projeto A-CEA gerando frutos. O livro "Silvicultura Tropical: o potencial madeireiro e não madeireiro das espécies tropicais " do laboratório de Sementes da UFSCAR foi lançado no dia 21/04/21 e, com muito orgulho participamos como autores do capítulo "Mimosa caesalpiniifolia Benth.", sendo que outras espécies que fazem parte do projeto também foram contempladas no livro. O livro completo está disponível para download na página https://www.laboratoriosementesemudas.com.
22/04/2021
https://www.youtube.com/watch?v=Ne3fUUAnAUI
LIVE: LIVRO SILVICULTURA TROPICAL
Um bate papo com os organizadores, colaboradores e alguns autores desse grande livro sobre espécies madeireiras e não madeireiras da Silvicultura Tropical.Um...
16/02/2021
O projeto A-CEA participou de uma entrevista para o programa Intertvrural no 07/02. Para quem não viu, segue o link para você ver e fazer a sua composteira.
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Confira a edição do Inter TV Rural deste domingo, dia 07 de fevereiro - G1 Região Serrana - Inter TV Rural - Vídeos - Catálogo de Vídeos
Programa mostra as curiosidades do campo, condições do mercado e as mais diferentes experiências de quem decide viver da terra ou do mar.
04/12/2020
Período de inscrições entre 03/12 e 08/12 no e-mail [email protected]. Enviando e-mail para solicitar inscrição, você receberá a confirmação e o link do curso. Vagas limitadas.
10/11/2020
Na quinta-feira teremos a live sobre compostagem. Iremos ensinar como montar uma composteira. Quem tiver interesse, é só acompanhar no dia 12/11 às 18 horas no Instagram .uenf.