19/06/2026
Confirmada a participação do GEPALE no XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadores/as Negros/as nacional em Brasília.
O minicurso será sobre as Metodologias de pesquisa em ações afirmativas, em que as pesquisadoras falarão sobre o uso de bancos de dados e as plataformas R e Locker Studio.
27/05/2026
Em 2024, a Unicamp aprovou o programa piloto de concursos para docentes e pesquisadores pretos e pardos (negros). Neste ano de 2026, algumas unidades começaram a divulgar as provas relacionadas ao processo seletivo.
A e o estão com uma vaga cada para professor doutor. Enquanto o está com 2 vagas para pesquisadores nas áreas de humanas e exatas.
19/05/2026
O GEPALE entrou em GREVE!
06/05/2026
O trabalho infantil no Brasil ainda tem um recorte racial evidente. Crianças negras representam 62,7% da mão de obra infantil no país, número que sobe para 73,5% no trabalho doméstico, onde mais de 94% são meninas. Esses dados refletem um processo histórico que começa na escravidão e se mantém após a abolição, que não garantiu acesso a direitos, renda ou condições dignas de vida para a população negra.
Especialistas apontam que essa realidade está ligada ao racismo estrutural, que ao longo do tempo limitou o acesso da população negra à educação, ao mercado de trabalho e a oportunidades básicas. Esse cenário faz com que muitas famílias ainda vivam em situação de pobreza, o que aumenta a incidência do trabalho infantil entre crianças negras.
Além disso, há uma naturalização dessa desigualdade: crianças negras são mais expostas ao trabalho nas ruas, à informalidade e à evasão escolar, muitas vezes vistas como pertencentes a esses espaços. Esse contexto reforça um ciclo histórico de exclusão que atravessa gerações.
Falar de trabalho infantil no Brasil é entender que ele não é apenas uma questão social, mas também racial, construída ao longo da história e ainda presente hoje.
Leia mais em:
https://livredetrabalhoinfantil.org.br/especiais/trabalho-infantil-sp/reportagens/trabalho-infantil-negro-e-maior-por-heranca-da-escravidao/
06/05/2026
O trabalho infantil no Brasil ainda tem um recorte racial evidente. Crianças negras representam 62,7% da mão de obra infantil no país, número que sobe para 73,5% no trabalho doméstico, onde mais de 94% são meninas. Esses dados refletem um processo histórico que começa na escravidão e se mantém após a abolição, que não garantiu acesso a direitos, renda ou condições dignas de vida para a população negra.
Especialistas apontam que essa realidade está ligada ao racismo estrutural, que ao longo do tempo limitou o acesso da população negra à educação, ao mercado de trabalho e a oportunidades básicas. Esse cenário faz com que muitas famílias ainda vivam em situação de pobreza, o que aumenta a incidência do trabalho infantil entre crianças negras.
Além disso, há uma naturalização dessa desigualdade: crianças negras são mais expostas ao trabalho nas ruas, à informalidade e à evasão escolar, muitas vezes vistas como pertencentes a esses espaços. Esse contexto reforça um ciclo histórico de exclusão que atravessa gerações.
Falar de trabalho infantil no Brasil é entender que ele não é apenas uma questão social, mas também racial, construída ao longo da história e ainda presente hoje. REFERÊNCIA: SOARES DIAS, Guilherme. Trabalho infantil negro é maior por herança da escravidão. Livre de Trabalho Infantil, s.d. Disponível em: https://livredetrabalhoinfantil.org.br/especiais/trabalho-infantil-sp/reportagens/trabalho-infantil-negro-e-maior-por-heranca-da-escravidao/
01/05/2026
O Dia do Trabalhador não é apenas uma data comemorativa. Ele marca uma trajetória histórica de lutas por direitos, reconhecimento e melhores condições de vida. Ao longo do tempo, conquistas como a limitação da jornada de trabalho, o descanso semanal e a valorização do salário foram fundamentais para redefinir o lugar do trabalho na sociedade.
Hoje, esse debate ganha novos contornos. Em um cenário de intensificação das rotinas e aumento do adoecimento físico e mental, cresce a reflexão sobre o equilíbrio entre trabalho e vida. Nesse contexto, propostas recentes, como a apresentada pela deputada Erika Hilton, recolocam no centro da agenda a discussão sobre o tempo do trabalhador.
A chamada PEC que propõe o fim da escala 6x1 sugere a reorganização da jornada para modelos mais equilibrados, como a semana de quatro dias de trabalho e três de descanso, com redução da carga horária semanal para cerca de 36 horas . A ideia parte do reconhecimento de que o trabalho não deve ocupar a totalidade da vida, mas coexistir com o direito ao descanso, ao convívio social e ao bem-estar.
Esse debate também dialoga com movimentos sociais contemporâneos, como o Movimento Vida Além do Trabalho, que denunciam os impactos da escala 6x1 na saúde e na qualidade de vida, defendendo uma reorganização que priorize o ser humano e não apenas a produtividade .
Mais do que uma mudança técnica, discutir a jornada de trabalho é pensar o modelo de sociedade que queremos construir. Trata-se de refletir sobre como distribuímos o tempo, a riqueza e as oportunidades — e sobre o papel do trabalho na promoção de uma vida digna.
Neste 1º de maio, o convite é para ampliar o olhar: reconhecer as conquistas do passado, compreender os desafios do presente e imaginar futuros possíveis, em que trabalhar não signifique abrir mão de viver.
15/04/2026
Orgulhosamente, nosso membro André Luis Dolencsko representa o GEPALE em cenário internacional! 🌎📚
📅 Data: 16 de abril
⏰ Horário: 10h
📍 Local: Facultad de Filosofía y Letras – UNAM (Salón 206)
Historicamente, a identidade docente é atravessada por políticas, reformas, influências neoliberais e disputas de poder que impactam e descaracterizam a práxis, a subjetividade e a autonomia na função social educacional. Produzir pesquisa a partir destes fatores requer compreender as variáveis e as diferentes dimensões históricas que a docência enfrenta, sem desconsiderar a sua prática política e intencional. Nesse sentido, a presente Conferência, apresentada pelo Prof. André Luis Dolencsko, na Universidade Nacional Autónoma do México, como requisitos para a conclusão de suas atividades pós-doutorais, agrega produção à sua participação enquanto membro do Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Avaliação Educacional – GEPALE.
18/03/2026
Manuela Queiroz de Souza, nossa mestranda do Gepale, apresentou 3 trabalhos no 50° ANNUAL
NATIONAL COUNCIL FOR BLACK STUDIES CONFERENCE ( ), na cidade de Baltimore em Maryland nos Estados Unidos.
O primeiro trabalho feito junto com a Doutoranda Ana Rita Ferreira, apresentado no dia 12/03, tensiona e reflete sobre a criminalização da juventude negra através do encarceramento em massa e outras ferramentas de opressão, como o racismo estrutural e institucional, o trabalho trás como exemplos prisões arbitrárias e perseguições culturas como os Rolezinho, Lei Anti-Oruam e as batalhas de rima.
O segundo trabalho fala sobre o Lei Anti-Oruam, foi apresentado no dia 13/03, em que se debate sobre o apagamento cultural negro e periférico por parte do Estado.
O último trabalho foi sobre o potencial das batalhas de rima brasileiras de formarem e informarem as juventudes negras e periféricas a partir do freestyle, este foi apresentado no dia 14/03 e recentemente teve seu artigo publicado em português pela revista .nzinga