Nanotecnologia Brasil

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Photos 19/05/2013

A parceria que vai mudar o futuro da computação, Google e Nasa se uniram para criar avançado laboratório de computação quântica.

"O Google anunciou nesta quinta-feira que vai abrir um laboratório, em parceria com a NASA, para estudar computação quântica - e com um computador quântico. No Quantum Artificial Intelligence Lab, no centro de pesquisa Ames da agência espacial americana, essa e o gigante das buscas, junto com universidades associadas a uma ONG de pesquisas especiais, vão trabalhar com o D-Wave Two, um computador de 512-qubit. As informações são da Wired.

A computação quântica se destaca pela capacidade de processamento, algo que poderia ser muito útil ao Google para melhorar seus sistemas de inteligência artificial, como a busca por voz e o reconhecimento de imagens, serviços que Mountain View já desenvolveu mas que consomem uma imensa capacidade computacional.

Computadores quânticos usam física quântica para quebrar o paradigma binário do processamento da máquina, e em vez de bits binários usar qubits, que podem ao mesmo tempo representar muitos mais valores.

"Acreditamos que a computação quântica pode ajudar a resolver alguns dos mais desafiadores problemas da ciência da computação, especialmente em termos de aprendizado", escreveu o diretor de Engenharia do Google, Hartmut Neven, no post que anuncia a abertura do laboratório. "Aprendizado de máquinas é basicamente construir modelos melhores do mundo para fazer previsões mais precisas."

A empresa que está construindo o computador, a D-Wave, tem feito uma abordagem um pouco diferenciada da computação quântica - o que levou ao ceticismo de alguns críticos. Isso porque ela escolheu tentar construir o computador com o modelo adiabático, enquanto quase toda a comunidade que pesquisa o tema acredita que o modelo 'portão' é melhor. Mas uma pesquisa desta semana da faculdade de Amherst mostrou que, em te**es com certas tarefas, o computador quântico da companhia funciona bem.

Além das questões sobre a construção do computador, pesa ainda que é difícil criar algoritmos capazes de tirar vantagem das propriedades únicas que o qubits oferecem. O Google, no entanto, diz que já progrediu nesse aspecto. "Já criamos alguns algoritmos de aprendizado de máquinas quânticas. Um produz reconhecedores muito compactos e eficientes - muito úteis quando você tem pouca energia elétrica disponível, como em um dispositivo móvel", descreve Neven no blog.

O Google ainda tem a intenção de misturar a computação quântica com a tradicional. Além disso, o gigante das buscas afirma que o laboratório será aberto a pesquisadores de todo mundo."

http://tecnologia.terra.com.br/hardware-e-software/google-e-nasa-vao-abrir-laboratorio-de-computacao-quantica,6c83a580ccfae310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html

27/03/2013

Campinas irá produzir luz de terceira geração
Correio Popular, em 26/03/2013

Fonte poderá gerar figuras tridimensionais de partículas com apenas 1 bilionésimo de metro

O maior projeto de tecnologia do País começa a ser implantado em Campinas em um mês para que, em 2016, o Brasil inicie a produção de uma luz de terceira geração, capaz de obter imagens com resolução 10 mil vezes maior que um aparelho de raio X e dez vezes mais brilhante que a produzida atualmente por países que detêm a tecnologia. Com o Sírius, uma fonte de luz síncrotron de terceira geração, o Brasil ganhará competitividade em áreas estratégicas de pesquisa como nanociência, biologia molecular estrutural (base para o desenvolvimento de fármacos), materiais avançados e energias alternativas e entrará no mapa mundial dos aceleradores de partículas.
A fonte de luz é capaz de produzir figuras tridimensionais de partículas com 1 bilionésimo de metro. Com ela, os pesquisadores terão condições de explorar novas fronteiras da biologia estrutural, trazer resoluções nanométricas nas análises estruturais e espectroscópicas de materiais, e obter imagens 3D em tomografia por raios X. Das 45 fontes síncrotrons em operação no mundo, 15 são de terceira geração.
Uma área de 150 mil metros quadrados no polo de alta tecnologia Ciatec 2 começará a receber, no final de abril, tratores e máquinas para a limpeza do terreno e terraplenagem para a construção dos prédios do Sírius, a fonte de luz que irá operar com 3,0 gigaelétron-volts (GeV) de energia e terá muito mais brilho que a fonte atual, emoperação desde 1997.
A área foi declarada de utilidade pública pelo governo do Estado e será desapropriada por R$ 23,4 milhões. A nova fonte de luz vai exigir investimentos de R$ 467 milhões, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação (MCTI).
Na prática, o Sírius aumentaria o número de empresas interessadas no uso do País como campo de pesquisas. Gigantes como a General Electric e a IBM usam a luz de síncrotron para pesquisas de materiais. Os vencedores do Nobel de Química em 2009 usaram um acelerador dessa categoria para desvendar a estrutura molecular do ribossoma, organela celular que catalisa a tradução do código genético para proteínas.
A estimativa é que a capacidade de pesquisas por ano também saltaria de 1,6 mil para 2,7 mil — hoje, empresas ficam na fila para poder usar o UVX, o atual acelerador de partículas do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS).
O MCTI informou que a Petrobras deverá apoiar a construção de Sírius e aguarda a autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Há negociações igualmente avançadas com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e conversas iniciais com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Acelerador será pioneiro no hemisfério

O Sírius será a primeira fonte de luz síncrotron de terceira geração do Hemisfério Sul, segundo o diretor do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Antônio José Roque da Silva. A fonte de luz síncrotron é um potente emissor de raios X e ultravioleta e permite a cientistas realizar experimentos que objetivam compreender propriedades de materiais. No síncrotron, os elétrons são acelerados emumanel interior por meio de micro-ondas.
Quando são liberadas para o anel externo, essas partículas estão com altíssima quantidade de energia. No LNLS, esse número chega a 1,7 gigaelétron-volts, seis vezes mais que a energia de uma partícula liberada em uma bomba atômica. O LNLS tem 16 estações experimentais, como são chamadas essas linhas, que servem a diversos estudos de instituições científicas e também de indústrias, como Petrobras e Natura.
A nova fonte irá operar em 3,0 gigaelétron-volts de energia em um anel acelerador de elétrons de 146 metros de diâmetro e equipado de 18 seções retas.
Oatual acelerador tem 30 metros de diâmetro. A quantidade de fótons emitidos durante a aceleração das partículas será cerca de 25 bilhões de vezes maior que a anterior, possibilitando que a capacidade de penetração da luz sobre os materiais a serem pesquisados saia da ordem dos milímetros para a casa dos centímetros.
(MTC/AAN)

Photos 08/03/2013

Um excelente dia das mulheres para todas as mulheres!(Every Day)

Conheçam a mais nova fan page para amantes da engenharia!

Marco Tempest: A elétrica subida e queda de Nikola Tesla | Video on TED.com 05/03/2013

Marco Tempest: A elétrica subida e queda de Nikola Tesla

"Com projeções e um livro pop-up, Marco Tempest conta a história visualmente fascinante de Nikola Tesla - chamado de "maior géniozinho que já existiu" - da sua bem sucedida invenção da corrente alternada aos seus últimos dias de penúria."

http://www.ted.com/talks/lang/pt/marco_tempest_the_electric_rise_and_fall_of_nikola_tesla.html

Marco Tempest: A elétrica subida e queda de Nikola Tesla | Video on TED.com Com projeções e um livro pop-up, Marco Tempest conta a história visualmente fascinante de Nikola Tesla - chamado de "maior géniozinho que já existiu" - da sua bem sucedida invenção da corrente alternada aos seus últimos dias de penúria.

Aaron O'Connell: Making sense of a visible quantum object | Video on TED.com 05/03/2013

Aaron O'Connell: Entendendo um objeto quântico visível


http://www.ted.com/talks/aaron_o_connell_making_sense_of_a_visible_quantum_object.html

Aaron O'Connell: Making sense of a visible quantum object | Video on TED.com Physicists are used to the idea that subatomic particles behave according to the bizarre rules of quantum mechanics, completely different to human-scale objects. In a breakthrough experiment, Aaron O'Connell has blurred that distinction by creating an object that is visible to the unaided eye, but p...

04/03/2013

Novo acelerador de partículas custa R$650 mi As obras para a construção do novo acelerador de partículas brasileiro devem começar nos próximos meses no LNLS(Laboratório Nacional de Luz Síncrotron), em Campinas, no interior de São Paulo. O equipamento de terceira geração foi batizado de Sirius.

OS EFEITOS DA BIZARRA TEMPERATURA NEGATIVA ABSOLUTA 03/03/2013

Sempre se acreditou ser impossível avançar além da mais baixa temperatura dada por -273,15˚C, o zero absoluto ou zero Kelvin. O mais intrigante é que os átomos a temperaturas negativas absolutas são os sistemas mais quentes possíveis. Download em PDF:http://fisica.net/folders/Os-Efeitos-da-Bizarra-Temperatura-Negativa-Absoluta.pdf

OS EFEITOS DA BIZARRA TEMPERATURA NEGATIVA ABSOLUTA 21/02/2013

A supercondutividade não é o único fenômeno que ocorre com os átomos quando submetidos a temperaturas próximas do zero absoluto, agora imagine o que acontece se ultrapassarmos o zero absoluto. Confira!

Sempre se acreditou ser impossível avançar além da mais baixa temperatura dada por -273,15˚C, o zero absoluto ou zero Kelvin. O mais intrigante é que os átomos a temperaturas negativas absolutas são os sistemas mais quentes possíveis. Download em PDF:http://fisica.net/folders/Os-Efeitos-da-Bizarra-Temperatura-Negativa-Absoluta.pdf

Cientistas produzem novos medicamentos através de impressora 3D 29/12/2012

Cientistas produzem novos medicamentos através de impressora 3D
Tecnologia pode reduzir drasticamente o tempo de desenvolvimento e teste de novas dr**as.

De acordo com uma notícia do National Science Foundation, dos EUA, um grupo de cientistas do Parabon NanoLabs desenvolveu uma nova tecnologia que permite a criação e teste de novos medicamentos de maneira muito mais rápida e precisa do que os te**es clínicos tradicionais. Para isso, os pesquisadores desenvolveram uma plataforma de desenho auxiliado por computador (CAD) para a fabricação de dr**as sob medida através da impressão 3D.

Segundo a publicação, os pesquisadores utilizaram a plataforma de design chamada inSequio para combater um tipo de câncer cerebral. Assim, os cientistas utilizaram o simples comando de “arrastar e soltar” presente no software para criar um medicamento específico e bastante preciso a partir de determinadas moléculas que, depois de combinadas, saíam em busca de células cancerosas para atacá-las e destruí-las.

“Arrastar e soltar”
Os pesquisadores primeiro selecionaram quais as características que o novo medicamento devia apresentar e, depois, utilizaram uma superplataforma para identificar sequências de DNA capazes de reunir os componentes necessários. Mais tarde, lançando mão de tecnologias para a fabricação em nanoescala — ou impressoras 3D —, os cientistas conseguiram produzir trilhões de cópias das moléculas que compõem os medicamentos.

O procedimento permite que novas dr**as possam ser desenvolvidas e produzidas em apenas poucas semanas — ou dias, inclusive —, ao contrário dos métodos convencionais, que podem demorar anos. E além da aplicação na área médica, os pesquisadores acreditam que a nova tecnologia também poderá ser empregada na criação de nanosensores moleculares e circuitos lógicos em nanoescala.

Texto reproduzido integralmente de:

http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/34537-cientistas-produzem-novos-medicamentos-atraves-de-impressora-3d.htm





Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/34537-cientistas-produzem-novos-medicamentos-atraves-de-impressora-3d.htm

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