Pedagogia Brincante

Pedagogia Brincante

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Quando proporcionamos para a criança uma aprendizagem lúdica criamos pontes entre continentes distantes, despertamos a alma brincante !

Photos from CEI Santa Margarida's post 13/01/2024

O espaço como educador oferece vivências e oportunidades de criação e exploração. Qual vivência você oferece a suas crianças? Caixas de brinquedos que provocam disputas ou espaços que "provocam" e convidam a explorar?

Photos from CEI Santa Margarida's post 13/01/2024

Espaços educadores.

Photos from Pedagogia Brincante's post 20/05/2023

A festa junina é uma tradicional festividade popular no Brasil que acontece todo mês de junho e foi trazida para nosso país pelos portugueses durante a colonização.

A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o mês de junho. Essa comemoração é comum em todas as regiões do Brasil, especialmente no Nordeste, e foi trazida para o Brasil por influência dos portugueses no século XVI. Inicialmente, a festa possuía uma conotação estritamente religiosa e era realizada em homenagem a santos como São João e Santo Antônio.

Os historiadores apontam que as origens da festa junina estão diretamente relacionadas a festividades pagãs realizadas na Europa na passagem da primavera para o verão, momento chamado de solstício de verão. Essas festas eram realizadas como forma de afastar os maus espíritos e qualquer praga que pudesse atingir a colheita. Para melhor entendermos isso, é preciso considerar que o solstício de verão no hemisfério norte acontece exatamente no mês de junho.

As comemorações realizadas por diferentes povos pagãos europeus começaram a ser cristianizadas a partir do momento em que o Cristianismo se consolidou como a principal região do continente europeu. Assim, a festa originalmente pagã foi incorporada ao calendário festivo do catolicismo.

Essa foi uma prática comum da Igreja Católica. Para facilitar a conversão dos diferentes povos pagãos, fazia-se uma aculturação das festividades, adicionando-as ao calendário católico e acrescentando nelas elementos cristãos. Outra festa na qual essa prática se repetiu, por exemplo, foi a comemoração do Natal, que acontece todo mês de dezembro.

A cristianização da festa está diretamente relacionada ao estabelecimento de comemorações de importantes figuras do catolicismo, exatamente na época da passagem para o verão, entre as quais se destacam Santo Antônio (homenageado dia 13 de junho), São João (dia 24) e São Pedro (dia 29). Por fim, muitos elementos típicos das comemorações pagãs ganharam novo significado.

Fonte: site brasilescola.uol.com.br

14/05/2023

Porque não comemorar o "dia das mães" nas escolas?!

É comum com a chegada da data a espera de alguma lembrancinha feita pelos filhos na escola. A educação infantil tem passado por transformações em seu currículo. Mudanças essas que acompanham outras formas de como a sociedade vem se organizando em relação a "velhos hábitos" ou modelos pré-concebidos em relação a formação do núcleo familiar.
Nossas Diretrizes defendem a "superação de datas comemorativas" como norteadores do currículo, entendendo a escola como laica, já que algumas datas tem significado religioso e também o combate ao consumismo infantil, com datas marcadas pela compra e entrega de presentes.
Entendendo então que, a comemoração do "dia das mães" não contempla toda a diversidade de famílias atendidas pela escola, não faz mais sentido continuarmos a trabalhar baseados em tais datas.
A família pode e deve estar presente nas escolas, participando do Projeto Pedagógico, reunião de responsáveis, chás literários, saraus, mostra cultural e outros eventos que abarcam todo o cotidiano de uma escola que respeita a diversidade cultural.

19/04/2023

Um papo rápido sobre o momento do desfralde...

Os especialistas indicam que, a partir dos 2 anos, a criança está fisicamente pronta para o desfralde, graças ao controle dos esfíncteres (nome dado aos músculos de forma anelar que circulam um orifício e controlam sua abertura). A partir de então, na teoria, ela já consegue comandar a eliminação de excreções. Mas, saiba que só isso não basta para o desfralde acontecer.

Trocar a fralda pelo penico ou vaso sanitário implica em administrar uma série de outras competências. Em termos motores, a criança precisa ter mobilidade suficiente para andar até o banheiro sozinha, abaixar as calças e ainda conseguir ficar sentada de maneira estável no vaso. Do ponto de vista cognitivo, ela deve ter adquirido alguma independência, ser capaz de comunicar suas necessidades e de seguir ordens simples. Mas, o ponto fundamental para o sucesso da empreitada é a intenção, o psicológico da criança precisa estar em sintonia com todas as áreas importantes para o desfralde. Se a criança ainda não quiser se despedir das fraldas, não vai estar engajada e disposta, e será frustrante, qualquer tentativa vai se tornar sinônimo de estresse – para ela e para os pais.

Por isso, é tão importante esperar pela criança, pela intencionalidade dela em deixar a fralda e usar o banheiro. Criança totalmente pronta para o desfralde, desfralda rápido, sem escapes, sem estresse, sem insegurança. O desfralde acontece de fralda!! Lembre-se disso.

"_" Por Érica Stanev - Desfralde Consciente "_"

Brincar livre: afinal, o que isso significa para as crianças? 18/04/2023

Experiência de liberdade, experiência de movimento! É isso que devemos oferecer às nossas crianças. Imaginem o benefício, não só do ponto de vista físico-motor, mas, especialmente, do ponto de vista afetivo-emocional, que realizar coisas por si mesmo pode trazer às crianças pequenas? Confiar em si. Sentir-se capaz. Sentir-se competente. Experimentar esse sentimento e buscar novos desafios, porque “eu sou capaz”, “eu consigo”.

Brincar livre é isso. É quando o adulto oferece essa possibilidade, sem interferir o tempo todo no que deve ser feito, mas está lá próximo da criança: monitorando, organizando e reorganizando o ambiente. Acompanhando com seu olhar de encorajamento e admirando as mil e uma descobertas que eles são capazes de fazer.

Devolvendo o sentido da palavra “livre” para o que, de fato, ela significa! Não é sozinho, nem é solto. Não é perda de tempo, nem é pouco planejado. Não é mais fácil para o adulto, também não é deixar fazer o que quer. Não é sem limite, tampouco é independência total. Não é nada disso.

Brincar livre: afinal, o que isso significa para as crianças? Para propiciar o brincar livre, não é preciso estimular a criança além do que ela própria se interessará em conhecer. Confira o texto do Mamusca!

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