CACAU - Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp

CACAU - Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp

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Entidade estudantil que representa os estudantes do curso e existe desde 1999 (também ano de criação do curso).

Foi oficializado legalmente no final do ano de 2007. Instalados em uma sala no primeiro andar, ao lado esquerdo da Projec, no prédio azul da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da UNICAMP.

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Gestão atual: PROSA (2017)

Coordenação Geral:
Thays Guimarães
Ana Carolina Romagnolo

Coordenação de Comunicação:
Thiago Keltke
Amanda Amparo

Coordenação de Eventos:
Mateu

04/05/2020

O Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Unicamp criou um Grupo de Trabalho para avaliar a situação da saúde mental dos alunos de graduação e os impactos que o ambiente e o modelo acadêmico têm nesse aspecto de nossas vidas.
Responderam ao questionário 167 pessoas, entre alunos e ex-alunos das turmas de 2001 a 2019.
No final do questionário abrimos um espaço para relatos pessoais, que relacionamos aqui com alguns dos dados apresentados, preservando o anonimato dos participantes.
Nosso objetivo com a divulgação destes resultados é qualificar o debate sobre saúde mental na Arquitetura e Urbanismo e fomentar essa discussão em outros cursos - dentro e fora da Unicamp.

Link para formulário completo: https://forms.gle/eXpAmNSbcib8TpoN9

25/10/2018

Diante de um possível contexto em que as garantias democráticas põem-se em risco e a liberdade de expressão e a diversidade são tolhidas por ideais extremistas e autoritários, o Centro Acadêmico do Curso da Arquitetura e Urbanismo, o CACAU, da Unicamp vem por meio dessa carta posicionar-se contra a candidatura de Jair Bolsonaro e o que ela representa.

Consideramos que as atitudes do candidato são de cunho fascista, na medida em que se incita um apelo à ordem baseada na violência e principalmente contra grupos que são históricamente mais vulneráveis e fragilizados. Defendemos que a diversidade deve ser defendida e valorizada, seja ela de gênero, de orientação sexual ou de raça. Quaisquer atitudes ou declarações que firam a expressão dessa diversidade devem ser combatidas.

Ademais, enquanto arquitetos e urbanistas, não podemos deixar de frisar que as declarações no plano de governo do candidato contra qualquer relativização da propriedade privada é perversa para que criemos cidades mais justas e democráticas. Entendemos que esse tipo de declaração ignora a função social que é inerente à propriedade e atua em favor da especulação imobiliária desenfreada, a qual relega às populações mais pobres às áreas da cidade em que se torna mais difícil o acesso aos bens e serviços que ela pode oferecer.

Em função disso, o CACAU julga importante se posicionar e expressar um alerta a questões que são diretamente ligadas ao nosso campo de atuação. Acreditamos que somente pelo respeito e pela diversidade poderemos criar sociedades e cidades mais justas.

Como resultado da Assembleia dos Estudantes de ontem, dia 24/10, foi votado paralização na quinta-feira, dia 25/10. A paralização foi votada para que os alunos possam participar das atividades da mobilização geral dos estudantes da Unicamp para as eleições do 2º turno.

Ass.,
Centro Acadêmico do Curso de Arquitetura e Urbanismo

30/09/2018

[ELEIÇÕES DIRETORIA DA FEC]

Na próxima semana, do dia 01 (segunda) ao dia 05 (sexta), ocorrerão as eleições para os cargos de Diretor e Diretor Associado da FEC. Estamos colocando os links do Programa de Gestão de cada uma das chapas para ajudar vocês com a votação :)

Prof. Luiz Carlos de Almeida e Profa. Ana de Goes Monteiro:
http://www.fec.unicamp.br/includes/pdf/web/viewer.php?arq=2467

Prof. Alberto Luiz Francato e prof. Daniel de Carvalho Moreira
http://www.fec.unicamp.br/includes/pdf/web/viewer.php?arq=2466

25/09/2018

não se esqueçam que HOJE tem debate para DIRETOR ASSOCIADO DA FEC. 15h30 no Auditório da FEC

24/09/2018

[IMPORTANTE / ELEIÇÕES]

Nesse semestre ocorrerão as eleições para o novo mandato da diretoria da FEC, que entrará em vigor no dia 01/11/2018 e perdurará até o dia 31/10/2022. Portanto, é imprenscindível que toda a comunidade acadêmica participe desse processo e ajude a escolher os melhores candidatos para os cargos de Diretor e Diretor associado de nossa faculdade.

Na próxima terça-feira, dia 25/09, às 15h30, no auditório da FEC, ocorrerá o debate entre os candidatos a Diretor Associado. Nesse ano, teremos dois candidatos que são professores do curso de arquitetura: a profa. dra. Ana Goes Monteiro (Diretor : Luiz Carlos de Almeida) e o prof dr. Daniel de Carvalho Moreira (Diretor: Alberto Luiz Francato)

Os alunos poderão participar dos debates enviando perguntas aos candidatos. As urnas para o envio de perguntas estão disponíveis na Secretaria Acadêmica da FEC, no período de 17 a 24/09/2018.

Além disso, é valido lembrar que os alunos podem votar nos candidatos e que representará 1/5 dos votos totais das eleições. (das outras categorias, ficam com 1/5 os funcionários e 3/5 os docentes da faculdade)

Portanto, PARTICIPEM GALERA, POIS É IMPORTANTE!!!

05/06/2018

Com a presença de aproximadamente 30% do corpo discente (70 pessoas), foi aprovada em assembleia dos estudantes de arquitetura e urbanismo a paralisação do curso nos dias 12, 13 e 14 de junho (terça, quarta e quinta feira da próxima semana), sob o mesmo mote da paralisação geral dos alunos da unicamp: "Em apoio a greve dos funcionarios, em defesa da universidade publica, gratuita e de qualidade. Por mais permanencia e contratacoes. Contra o assedio, as punicoes e as novas regras de jubilamento!"

23/05/2018

[O problema de financiamento da Unicamp e a greve dos trabalhadores]

→ Como a Unicamp se financia?
As três estaduais paulistas (USP, Unicamp e Unesp) são financiadas a partir do repasse de 9,57% do ICMS (imposto sobre circulação de mercadorias e serviços). Infelizmente, além de ser um imposto que pesa de forma desigual entre a população e os mais ricos, ele oscila ao longo dos anos e cai em tempos de crise. Ainda assim, seria possível manter as três universidades sem as políticas de arrocho salarial e de contingenciamento que vemos atualmente se o repasse aumentasse para 11,6% do ICMS, reivindicação histórica dos estudantes, funcionários e professores.

Além do repasse insuficiente de 9,57%, outro problema afeta diretamente a capacidade de sustentação das estaduais paulistas. Antes de repassar o valor para as universidades, o governador do estado de SP retira da base de cálculo diversos itens como habitação, juros e multas, juros de mora e dívida ativa. Isso faz com que a porcentagem de repasse seja calculada com base em um valor menor do que o ICMS de fato arrecada. De 2014 a 2016, as estaduais paulistas perderam cerca de R$0,9 bilhões de reais por conta dessa manobra.

No entanto, essa forma de financiamento que mantém a Unicamp e suas deficiências não são os únicos problemas. A insuficiência financeira - diferença entre o que se arrecada de contribuição previdenciária e o que se paga de aposentadorias e pensões - da USP, Unicamp e Unesp chega a consumir cerca de 20% de toda sua arrecadação. Segundo a Lei Complementar 1.010/2017, cabe ao governo arcar com essa diferença, mas o Alckmin e o Márcio França (que agora assume o cargo do primeiro) optam por deixar as universidades afundarem e arcarem sozinhas com esse gasto.

→ Têm dinheiro para reajuste salarial?
Como o Fórum das Seis (órgão que une as entidades representativas dos funcionários, docentes e estudantes da USP, Unesp e Unicamp) já demonstrou, a crise não é financeira, é de financiamento. Ou seja, o problema não é a falta de dinheiro, mas sim as escolhas políticas dos reitores e do governador do estado a respeito de como financiar as estaduais paulistas. Um exemplo disso é que, em 2017 e 2018, a assembleia legislativa e o governo de SP conceberam uma isenção de R$29 bilhões do ICMS para empresas privadas. Tem dinheiro para as grandes empresas, mas não tem para a permanência estudantil e para o reajuste salarial!

Outro fator que não pode ser ignorado, apesar dos reitores insistirem que sim, é que de janeiro a abril deste ano houve um crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2017. Além disso, entre 2016 e 2017 a arrecadação do ICMS cresceu o dobro da inflação. Ou seja, o discurso da crise que dá base para o arrocho salarial e o contingenciamento de verbas da universidade não passa de um oportunismo profundo que escancara qual é o real projeto dos reitores e do governador de SP para a universidade pública. A arrecadação cresce, mas o reajuste salarial segue sendo negado e o vale alimentação, mesmo com o aumento do bandejão, segue pelo 4º ano consecutivo congelado.

Desde maio de 2015, o salário não é ajustado ao nível da inflação. Em 2016, o reajuste foi de 3% na USP e na Unicamp e 0% na Unesp. Em 2017, 0% para as três estaduais paulistas. Para voltar a ter o mesmo poder aquisitivo de maio/2015, é necessário um reajuste de 12,6% para USP e Unicamp e 16% para a Unesp. Ainda assim, o CRUESP (Conselho de reitores das Universidades Estaduais de São Paulo) anunciou um reajuste de somente 1,5%!

Aqueles que garantem o funcionamento da universidade todos os dias não devem pagar pela crise. A luta por uma universidade pública e de qualidade é também uma luta por melhores condições de trabalho, e, nesse sentido, nós, estudantes, temos que nos somar às reivindicações dos trabalhadores. 1,5% de reajuste não dá! Por isso, convidamos todas e todos a se somarem à mobilização dos trabalhadores e demonstrarem toda solidariedade à suas reivindicações.

Todo apoio à greve dos trabalhadores da Unicamp! Contra o arrocho salarial, por 12,6% de reajuste já!

01/04/2018

!!!

Estamos mapeando a produção das arquitetas negras brasileiras.
Se você é arquiteta negra, preencha nosso formulário.
Se você não é mas quer ajudar, compartilhe com suas amigas!

Link para o formulário:
https://goo.gl/forms/FyyqQQLgvfoq5g0E3

02/03/2018

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Vem ser educad@r no Cursinho Popular Quilombo Urbano!

Procura educad@res de Biologia, Química e Matemática!

O cursinho popular e pré-vestibular Quilombo Urbano, localizado em Monte Cristo (Parque Oziel, Campinas) - perto da escola Oziel Alves Pereira, foi inaugurado no primeiro semestre de 2016. O cursinho acontece no espaço do Quilombo Urbano OMG, centro de referência e cultura da população negra e periférica do bairro. As aulas são de segunda à sexta no período noturno: a primeira entre 19h e 20h30; e a segunda entre 20h30 e 22h. Das três vagas, oferecemos Bolsa Auxílio Social (aos contemplados pelo SAE) para duas.

interessad@s podem entrar em contato com/através da nossa página do Facebook: https://www.facebook.com/CursinhoPopularQuilomboUrbanoOMG .

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