Técnico em Plástico - Cotuca

Técnico em Plástico - Cotuca

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Página sobre o curso de técnico em plástico do COTUCA.

O curso se insere no contexto atual, onde o mercado apresenta cada dia mais a necessidade de profissionais com a formação específica na área e com um bom nível de especialização. O profissional recebe a formação na área de materiais plásticos bem como o treinamento na utilização dos principais equipamentos utilizados no processo de transformação dos materiais plásticos. Ahabilitação Técnico em Plá

02/01/2015

Produção de transformados plásticos cai 2,7% em 2014, diz Abiplast

A produção física de transformados plásticos no Brasil, indicador considerado fundamental para a evolução dos negócios da petroquímica Braskem, encolheu 2,7% neste ano, em comparação com 2013, e atingiu 6,24 milhões de toneladas. O número apresentado nesta segunda-feira, 08, pela Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) indica que a produção nacional já se aproxima do patamar registrado em 2010, quando foram produzidas 6,29 milhões de toneladas. Entre 2011 e 2013, a produção havia praticamente se estabilizado no patamar de 6,4 milhões de toneladas.
A indústria plástica nacional continua enfrentando dificuldades em concorrer com o produto importado, sobretudo em um momento no qual a indústria petroquímica norte-americana recupera o fôlego em função da exploração do shale gas. O avanço dos produtos chineses também é uma grande preocupação. O país asiático já responde por um quarto de toda a importação de plásticos feita pelo Brasil. Na ponta exportadora, por outro lado, a indústria nacional é vitimada pelas dificuldades econômicas enfrentadas pela vizinha Argentina.
Em 2014, os números preliminares da Abiplast indicam uma expansão de 6% das exportações, as quais somaram 778 mil toneladas. As exportações, por sua vez, encolheram 3,4% na comparação com o ano passado e atingiram 238 mil toneladas, quase 30% a menos do que em 2007, o ano pré-crise na economia mundial. O déficit anual, com isso, deve fechar o ano em 540 mil toneladas, alta de 11% sobre o ano passado.
Em dólares transacionados, a situação é igualmente delicada. As importações cresceram 3% no ano e já somam US$ 3,96 bilhões, mais de duas vezes o US$ 1,83 bilhão apurado em 2007. As exportações caíram 1,4% na comparação entre 2014 e 2013 e somaram US$ 1,38 bilhão. O déficit previsto para este ano é 6% superior ao do ano passado e deve atingir US$ 2,59 bilhões.
Consumo
Os fracos resultados do setor não refletem apenas a perda de competitividade da indústria plástica nacional. A demanda interna também está encolhendo, reflexo da debilidade da economia brasileira e da perda de competitividade da indústria nacional. O consumo aparente de transformados, indicador que considera a soma de produção e importação, sendo descontadas as exportações, encolheu 1,7% em 2014. Foram consumidos 6,78 milhões de toneladas de peças plásticas neste ano, contra 6,90 milhões de toneladas de 2013.

Photos 04/02/2014
Photos 02/12/2013

Estágio Dow.

Obs: Observe os requisitos antes de manda o e-mail

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Photos 02/12/2013

02 vagas de emprego - Para operador de máquinas

Photos 02/12/2013

Vaga para estágio: Técnico em Plásticos.
Segue os requisitos ->

23/10/2013

PRODUÇÃO DO SETOR DE PLÁSTICO CRESCE 2,6% ATÉ AGOSTO

A produção do setor de transformados plásticos cresceu 2,6% de janeiro a agosto em relação ao mesmo período de 2012, mostrou pesquisa da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast).

O desempenho foi sustentado pela recuperação na produção de laminados (6,57%) e pelo bom desempenho dos "artefatos diversos" (3,76%), fornecidos principalmente para a indústria automotiva.

Em consequência ao comportamento do setor de alimentos e bebidas, o segmento de embalagens teve crescimento de apenas 0,21%.

Em agosto, a produção ficou estável ante julho, com crescimento de 0,39%, sustentada pelo desempenho dos "artefatos diversos", já que houve queda em relação a laminados e embalagens. Em 12 meses, a produção subiu 2,42%.



De janeiro a agosto, o setor de transformados plásticos gerou 7,3 mil novas vagas de empregos, totalizando, até o mês, 355,1 mil trabalhadores registrados. A produtividade cresceu 0,64% em relação ao mesmo período de 2012, desempenho menor que o observado na indústria de transformação

Photos 18/10/2013

>>Braskem investe R$ 50 milhões na ampliação da produção de polietilenos especiais

A Braskem está investindo aproximadamente R$ 50 milhões para ampliar sua capacidade de produção de polietileno de baixa densidade linear (PEBDL) em 120 mil toneladas anuais – deste total, 100 mil toneladas farão parte da família Braskem Flexus®, a marca do polietileno base metaloceno da Braskem. A empresa vai converter uma de suas linhas industriais de produção de polietileno a fim de oferecer uma resina com tecnologia mais moderna para a indústria de transformação de filmes plásticos. A decisão confirma o compromisso da Braskem com o desenvolvimento da cadeia produtiva dos plásticos no Brasil.

A unidade, localizada no polo petroquímico de Camaçari, na Bahia, terá uma linha totalmente dedicada à produção desta resina. Para a conversão da planta, a Braskem já concluiu os estudos de engenharia. A previsão é que a linha de produção comece a operar no primeiro semestre de 2015. “Estamos ampliando nossa oferta de produtos da família Braskem Flexus® a fim de garantir suporte ao crescimento dos nossos clientes em segmentos de mercado que requerem resinas de alta tecnologia”, diz o vice-presidente de Poliolefinas da Braskem, Luciano Guidolin.

“Com esse investimento, conseguiremos atender ao crescimento demandado pelo mercado brasileiro nos próximos anos além de atender à necessidade dos nossos clientes por filmes com melhor desempenho”, diz o diretor de Negócio Polietilenos da Braskem, Edison Terra.

O Braskem Flexus® é utilizado em embalagens que exigem características como maior resistência, brilho, transparência e selagem. É voltado à indústria de transformação em aplicações de filmes especiais, bobinas técnicas e filmes industriais.
Desde 2004, a Braskem lidera o mercado da América Latina na oferta de polietileno base metaloceno, com capacidade superior a 350 mil toneladas por ano. Além disso, a empresa oferece uma estrutura de engenharia de aplicação para os clientes desenvolverem as formulações para seus filmes.

Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – Para fortalecer a competitividade de seus clientes, a Braskem lançou em setembro um programa de estímulos ao crescimento da cadeia transformadora do plástico no Brasil. O Plano de Incentivo à Cadeia (PIC) do Plástico prevê uma série de iniciativas que inclui incentivo à exportação de produtos transformados, apoio à melhoria da competitividade, inovação, e fortalecimento e promoção das vantagens do plástico na vida das pessoas.
Fonte: Braskem

Photos 18/10/2013

>> Alta tecnologia e oportunidades de negócio marcam segundo dia da Feira K

Com uma delegação composta por 16 pessoas, entre empresários e membros de instituições ligadas à Cadeia Produtiva da Química e do Plástico de Alagoas, o Estado segue representado no maior encontro internacional da indústria de plásticos e borracha, a Feira K 2013. Nesse segundo dia do evento, que acontece em Düsseldorf, na Alemanha, a comitiva alagoana esteve em contato com as novas tendências para o segmento. O grupo realizou uma visita técnica a pavilhões estratégicos da feira e visitou uma unidade da Braskem, em Wesseling.

Diante da proporção do evento, o secretário de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico, Luiz Otavio Gomes, declarou-se encantando com a quantidade de possibilidades que a Feira K fornece aos empresários. “Os representantes do setor produtivo da nossa comitiva estão maravilhados com a tecnologia encontrada. Alguns deles já planejam a aquisição de certos maquinários para a indústria alagoana. O empresariado precisa de parceiros que o incentivem a melhorar cada vez mais, e isso é tudo o que a Feira K representa, oportunidades de crescimento”, disse.

Durante a visita à unidade produtora de polipropileno da Braskem, em Wesseling, o grupo alagoano pôde constatar que a expansão instalada no Polo Multifabril José Aprígio Vilela, em Marechal Deodoro, em nada deixa a desejar em relação ao parque europeu. “Ficamos muito felizes ao verificar que Alagoas detém de um empreendimento dessa magnitude. Já sabíamos da sua importância, mas ver de perto que temos todo esse potencial é muito animador para o nosso empresariado”, revelou o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas, José Nogueira.

Participando pela quarta vez da Feira, o presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial de Marechal Deodoro, Manoel Marques, revela ser um grande incentivador do evento no setor produtivo, e diz voltar um empresário diferente a cada passagem pela Feira. “Muitas das aquisições da minha fábrica foram resultados de lançamentos que eu vi aqui, na Feira K. A cada ano que eu venho, a comitiva aumenta, são novos investidores que saem encantados com tanta novidade”, pontuou Manoel Marques.
A Feira K também é uma grande oportunidade para pequenos, médios e grandes negócios, como explica o superintendente do Sebrae Alagoas, Marcos Vieira. “Nem só de grandes negócios é feita uma cadeia produtiva, nós temos em Alagoas inúmeros empresários de pequeno porte com extremo potencial, e aqui eles já puderam entrar em contato com fabricantes de maquinários que fariam grande diferença na produção deles, essa é a vantagem”, destacou.

Ao confirmar a visão da comitiva alagoana sobre o evento, o presidente do Sindicato das Indústrias de Plásticos e Tintas do Estado de Alagoas (Sinplast-AL), Wander Lobo, destacou a sua satisfação de ver o setor produtivo alinhado ao que existe de mais moderno no segmento
Ainda nesta quinta-feira (17), a comitiva alagoana esteve reunida ainda com o vice-presidente de Relações Institucionais, Marcelo Lyra, o vice-presidente de Resinas, Luciano Guidolin, e o vice-presidente de Vinílicos, Américo Bertilotti, todos da Braskem. O encontrou tratou de novos interesses para Alagoas.

Fonte: Tribuna Hoje

18/10/2013

>>Estado busca atrair empresa alemã de produção de plástico

A comitiva gaúcha que está em Düsseldorf, na Alemanha, participando da Feira K, trabalha para que uma grande empresa alemã produtora de plásticos a partir de resíduos venha ao Estado em novembro a fim de buscar parceiros gaúchos. A proposta é produzir aqui, a partir da tecnologia desenvolvida na Alemanha.

A delegação gaúcha - que conta com o vice-presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI), Aloísio Nóbrega, e o coordenador executivo do programa setorial Petroquímica, Produtos de Borracha e Material Plástico, André Carmona - esteve em visita ao estande da empresa nesta quinta-feira, 17.

18/10/2013

>>DSM produzirá plástico de engenharia no Brasil
A DSM firmou parceria com a Petropol Polímeros, de Mauá (SP), para produzir plástico de engenharia no Brasil. A companhia aposta em aumento da demanda local como reflexo dos Inovar-Auto, que impõe metas de eficiência energética para os veículos.

Em entrevista à Agência Estado, o presidente da DSM para a América Latina, Antonio Ruy Freire, o estabelecimento de parcerias e aquisições de outras empresas são parte da estratégia de crescimento da companhia em mercados emergentes. Segundo ele, os diversos investimentos das montadoras no Brasil e a exigência de maior conteúdo local imposta pelo Inovar-Auto aceleraram os planos da empresa no Brasil.

Com produção local, a DSM pretende participar do processo de desenvolvimento dos carros ao lado das montadoras. A empresa estima que o mercado de plásticos engenharia cresça de 10% a 15% ao ano no Brasil.

18/10/2013

>>A empresa que fabrica desde autopeças até escolas de plástico está prestes a decolar: até o final de 2014, sua meta é crescer nada menos que 900%

Anote aí: em menos de dois anos, a paranaense MVC vai crescer 900% – isso mesmo, 900%. Especialista em plásticos de engenharia, um negócio cada vez mais essencial na indústria automotiva, aviônica e de construção civil, a companhia acaba de anunciar ao mercado o objetivo de expandir sua receita líquida anual de R$ 152 milhões para R$ 1,5 bilhão até o final de 2014. Uma meta arrojada, para dizer o mínimo. Mas que não assusta o diretor-geral Gilmar Lima, o homem encarregado de atingi-la. Afinal, o salto não é uma simples expectativa. É um compromisso, previsto em contrato. “Só neste ano, vamos dobrar a nossa receita líquida e chegar a R$ 300 milhões”, informa Lima, sem nenhum assombro.

No início deste ano, a MVC venceu cinco pregões eletrônicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (MEC-FNDE). Numa tacada, fechou negócio para construir 1.050 creches em nove Estados brasileiros. As unidades, já em produção, são frutos de um sistema construtivo desenvolvido pela própria MVC, conhecido como Wall System, que substitui o concreto e o aço por placas de plástico, fibra de vidro, EPS e gesso. Leves e duráveis, as peças agilizam a montagem das creches e, segundo Lima, tornam a construção mais barata. Para o governo federal, elas representam um meio de cumprir rapidamente as metas do Proinfância, como é conhecido o Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil. Só neste ano, o programa pretende entregar à população cerca de 1,5 mil creches em todo o país. Graças à MVC, que fará a maior parte delas, a promessa se tornou exequível.

Eduardo Kunst, presidente da Artecola, que controla 76% do capital da MVC (os 24% restantes pertencem à Marcopolo), mostra-se entusiasmado com o potencial dos negócios na área de construção civil – ainda mais agora, com um cliente tão expressivo na carteira. “Para o governo, isso é só um projeto-piloto. É grande para nós, mas ainda é pequeno para o Brasl”, diz ele. Segundo Kunst, o sistema Wall System vem sendo testado há quase uma década, em Angola e em alguns Estados do Brasil. Na maioria dos casos, a demanda se encontra em regiões com carências sociais e econômicas. Em 2011, por exemplo, a MVC ganhou uma licitação para entregar 35 escolas para o Estado de Alagoas – que, algumas semanas antes, fora abalado por uma grande enchente.

Agora, com os contratos firmados com o MEC, Kunst espera que a tecnologia se difunda não só no Brasil, mas também na Ásia, na África e em toda a América Latina, especialmente nos rincões mais desassistidos, que demandam sistemas construtivos mais acessíveis. “É uma tecnologia muito atual, com um custo de manutenção bem menor do que o convencional”, diz ele.

A maior vantagem do sistema é a rapidez de montagem. As creches levam, no máximo, 60 dias para sair do chão – 30 dias a menos do que o prazo máximo estabelecido pelo MEC. As placas plásticas saem da fábrica já com os recortes de fiação e de esquadrias e a montagem é feita por encaixe, o que dispensa o uso de parafusos. “Entregamos as creches com a chave na porta e todas as instalações elétricas e hidráulicas prontas”, garante Kunst. Os únicos materiais tradicionais são as portas, janelas e telhas. E se engana quem pensa que os imóveis ficam com uma aparência capenga. A durabilidade, destaca Kunst, é justamente um dos diferenciais das “creches de plástico” da MVC. “Elas não oxidam e não enferrujam. O isolamento térmico e acústico é fantástico – você dificilmente escuta o barulho que vem da sala ao lado, como ocorre nas construções tradicionais”, vangloria-se ele.

Sozinhas, as creches já permitiram um salto substancial nas receitas da MVC. Mas, com elas, vieram também outras oportunidades. Inscrita no programa “Minha Casa, Minha Vida”, a empresa venceu uma concorrência para construir 550 residências no Rio Grande do Sul. Encontrou, aí, mais um impulso para chegar aos 900%. “É a nossa consolidação no setor de construção civil e um reconhecimento da nossa capacidade de desenvolver novas tecnologias”, diz Gilmar Lima, da MVC.

Para dar conta da demanda, a companhia está usando suas duas fábricas no sul do país, localizadas em São José dos Pinhais (PR) e Caxias do Sul (RS). Também abriu uma nova unidade em Maceió (AL), que será usada para facilitar a logística de produção e distribuição das creches nos Estados do nordeste. Isso sem contar as plantas complementares em Catalão (GO), Sete Lagoas (MG) e Camaçari (BA). O investimento em toda essa empreitada soa irrisório perto do resultado anunciado: ao todo, a MVC está aplicando R$ 25 milhões nas novas operações e negócios. Desse total, R$ 15 milhões serão aplicados ainda neste ano. Os

R$ 10 milhões restantes virão em 2014, a partir de um convênio firmado com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) – que adiantará entre 70% e 80% dos recursos.

Muito além do plástico
Os plásticos da MVC são bem diferentes daqueles que todos estão acostumados a usar no dia a dia. Esqueça sacolas, escovas de cabelo, revestimentos e outros itens frágeis ou descartáveis. O que sai das fábricas da empresa são produtos compostos de alta durabilidade, conhecidos como compósitos. Além de casas e escolas, a MVC produz uma série de autopeças – de paralamas para caminhões até aerofólios –, revestimentos para caixas eletrônicos, painéis e carenagens para trens e componentes para aerogeradores em usinas eólicas. Uma linha de alto valor agregado que começou a tomar forma no final de 2008, quando a Artecola assumiu o controle operacional da companhia – até então, ela era uma espécie de subsidiária que fornecia peças para os ônibus da Marcopolo. Na época, lembra Eduardo Kunst, cerca de 95% dos negócios da MVC se concentraram no setor automotivo. Era preciso diversificar. “Tínhamos de diminuir o nosso risco – afinal, qualquer segmento tem seus bons e maus momentos”, explica ele. Na visão do presidente da
Artecola, uma empresa focada num único setor tende a ser menos inovadora. “Ela acaba ficando dentro de um só paradigma e não aproveita o aprendizado de outras áreas”. A MVC se esforçou para evitar a superdependência em relação a um único setor. Deu certo: hoje, os negócios de construção civil respondem por metade do faturamento da empresa. A outra metade vem, basicamente, do setor automotivo.

Mas a ideia é diversificar ainda mais. Ainda neste ano, a MVC pretende expandir as vendas no segmento de materiais para carrocerias de trens, vagões e vans. A empresa acredita que seus compósitos plásticos são substitutos ideais para os componentes de aço aplicados nesses tipos de veículos. Um exemplo é o TR-Lite, um compósito desenvolvido com materiais 100% reciclados. Segundo Gilmar Lima, o material é tão durável e resistente quanto o aço, com a vantagem de ser 40% mais leve e bem mais versátil – pode ser ser aplicado em painéis, revestimentos e até nos pisos de ônibus, vans e implementos rodoviários. “Também iniciaremos duas novas operações em parceria com outras empresas”, revela Lima. Uma delas é a joint venture Stabilit-MVC, que desenvolve perfis para o segmento da construção civil e transporte. A outra é a BFG Brasil, empresa especializada em peças plásticas para o setor ferroviário.

Em março, a MVC firmou uma parceria com a Gamesa, companhia espanhola que fabrica aerogeradores para usinas eólicas. Pelo acordo, a MVC será responsável por fornecer o bico e a fuselagem dos aerogeradores da Gamesa, cujas operações estão concentradas em Camaçari, na Bahia. “Estamos buscando aproveitar o melhor possível cada oportunidade”, destaca Lima.

Marca dos novos tempos
A diversificação dos negócios representou uma guinada estratégica para a MVC. Foi tão expressiva que a empresa decidiu expressá-la também na sua marca. No final de junho, ela estreou uma nova identidade corporativa. O logotipo ficou mais moderno e legível e o nome da empresa recebeu uma espécie de assinatura: “MVC Soluções em Plásticos”. O objetivo, segundo Lima, foi destacar as características e o conceito de força, modernidade e inovação que passaram a nortear os negócios da empresa. “A estilização e modernização da identidade visual permite que o logotipo acompanhe a evolução dos nossos produtos, que são aperfeiçoados a cada novo lançamento”, teoriza Lima. Segundo ele, antes da renovação, o logotipo era pouco convidativo – os próprios funcionários da MVC tinham dificuldade para entender o que estava escrito. “Com a nova marca, ficamos mais fortes inclusive para atuar no mercado externo”, acredita o diretor-geral da MVC. Pelo visto, os 900% são nada mais do que um arrojado primeiro passo.

18/10/2013

Empresa que usa cana para fabricar plásticos é a mais sustentável do Brasil

Usar cana-de-açúcar para fabricar plásticos, levar a sério a importância de cada um de seus funcionários e adotar estratégias para a redução de carbono e reaproveitamento de resíduos foram as principais ações que fizeram a Braskem ser eleita como a empresa líder em desempenho frente às mudanças climáticas no Brasil em 2013.

O anúncio foi realizado na última quarta-feira (9), durante o lançamento do relatório da ONG internacional CDP, divulgado em São Paulo.

Fundada em 2002, a empresa foi a única a alcançar desempenho exemplar entre as 100 participantes do relatório. Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, declarou ao CicloVivo que os investimentos em economia verde servem para aumentar os lucros da empresa, sem prejudicar o meio ambiente.

“Promover a sustentabilidade empresarial não é um peso, muito pelo contrário: no âmbito corporativo, é mais uma oportunidade no desenvolvimento de negócios, diminuindo prejuízos e ampliando o campo de atuação da marca”, contou Soto.

Os plásticos com a certificação “I’m Green” mostram, na prática, o resultado dos esforços em sustentabilidade assumidos pela empresa com os consumidores. No entanto, introduzir o produto no mercado não foi tarefa fácil. “Um dos grandes desafios ainda é o envolvimento do consumidor.

O cliente precisa querer produtos mais sustentáveis”, diz o representante da Braskem sobre os bioplásticos, que reduzem as emissões de carbono e são encontrados em vários produtos, como embalagens e até roupas.

Já nos prédios e unidades de produção, as medidas de sustentabilidade incluem mitigação de carbono e reaproveitamento de resíduos, prática que combateu de vez o desperdício nas fábricas – de acordo com o representante da empresa, mais de 500 milhões de reais foram economizados a partir da redução de riscos e perdas, que incluem resíduos, efluentes, emissões e consumo.

“A gente contabiliza as nossas reduções de desperdícios: entre 2002 e 2012, reduzimos em 60% o volume de resíduos. Tudo isso é energia que você consome menos, ou lixo que deixa de ser jogado no meio ambiente”, explica Soto.

Valorizar equipe de funcionários também é uma das estratégias que garantiram o reconhecimento à Braskem.

Assim, além de cumprir as premissas de sustentabilidade propostas no ambiente corporativo, os colaboradores também propõem novas soluções para o trabalho, que são incluídas no planejamento da empresa.

Além disso, as pessoas que se destacam recebem incentivos. “Os funcionários são os protagonistas do aperfeiçoamento da empresa, e também passam a ser reconhecidos com remunerações quando essas melhorias são alcançadas”, finaliza. (Redação CicloVivo)

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