Evolubio, a evolução como método de ensino.

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Curso com método inovador para o ensino e aprendizagem de biologia (nível ensino médio), baseado

05/09/2022

É por isso que nas questões escolares mais complexas era necessário justificar as respostas...

A realidade cobra seu preço!

Informação e conhecimento de qualidade são indispensáveis...

*Edit:

É bom não confundir ceticismo com negacionismo...

Ceticismo como elemento definidor da prática científica, está atrelado a qualidade das evidências produzidas pelos te**es das hipóteses, nesse sentido o ceticismo é uma postura metodológica, é sobre saber discernir entre evidências de qualidade que compõem um conhecimento verificável, seguro, e correspondente a realidade investigada, de um pseudoconhecimento que não atende corretamemte os critérios de aferição de verdade e causalidade...

Já o negacionismo científico, é mais sobre negar evidências vindas de estudos de qualidade, quando estas contradizem os vieses cognitivos que os negacionistas assumem como verdadeiros, por preferências políticas, ideológicas e por uma falta de compreensão dos padrões de objetividade da Ciência.

O negacionista vai criticar estudos bem conduzidos, em favor de estudos metodologicamente frágeis, por preferências baseadas em opiniões pessoais irrefletidas, e não devidamente postas a prova pelo correto processo de análise científica.*

15/06/2022

Chega a ser inacreditável que uma informação tão tosca esteja circulando nas redes sociais e alcançando um número absurdo de pessoas como algo verídico, inclusive chegando a ser compartilhado por grandes perfis/portais como algo cientificamente acurado. Segundo a história sendo disseminada no Tik Tok, Twitter e afins, "pesquisadores" teriam encontrado a cidade perdida de "Ratanabá" no meio da Amazônia Brasileira. Segundo a narrativa criada na Faculdade dos Loucos, Ratanabá teria sido a capital do mundo há mais de 450 milhões de anos e fundada pelos Muril, civilização considerada a primeira a habitar a Terra há cerca de 600 milhões de anos.

Essa Fake News maluca provavelmente surfou junto com a real e recente descoberta na Amazônia de vestígios civilizatórios de uma avançada sociedade associada à cultura Casarabe, mas que habitou a região no período de 500 d.C. a 1400 d.C. (1).

Aliás, a realidade é que exatamente há cerca de 450 milhões de anos iniciou-se a evolução das primeiras plantas terrestres! (2) O mais antigo animal terrestre conhecido data de 425 milhões de anos! (3) Os primeiros primatas só foram aparecer no planeta há cerca de 55 milhões de anos, o gênero Homo há ~2 milhões de anos, e a nossa espécie (Homo sapiens) há apenas ~300 mil anos (4).

> Os trilobitas - uma antiga linhagem de artrópodes marinhos - emergiram no Cambriano, há cerca de 521 milhões de anos, e se diversificaram dramaticamente nos oceanos durante a famosa Explosão Cambriana.

(1-4) Referências e mais informações nos comentários.

Instagram Photos 05/01/2022
16/10/2021

A partir de 1963 o Dia do Professor passou a ser comemorado oficialmente em 15 de outubro em todo o Brasil. Mas a data já era celebrada em Santa Catarina desde 1948 por iniciativa de Antonieta de Barros, a primeira mulher negra a ser eleita deputada no país. Professora por formação e filha de uma ex-escravizada, ela teve papel fundamental na luta pela igualdade racial e pelos direitos das mulheres.

A trajetória de vida de Antonieta de Barros é admirável. Nascida em Florianópolis, em 1901, ela teve uma infância difícil. Após ser libertada da escravidão, sua mãe trabalhou como lavadeira e, para completar o orçamento, transformou sua casa em pensão para estudantes. O pai de Antonieta, um jardineiro, morreu quando ela ainda era menina.

Foi convivendo com os estudantes na pensão de sua mãe que Antonieta se alfabetizou. Aos 17 anos, entrou na Escola Normal Catarinense, concluindo o curso em 1921. No ano seguinte, fundou o Curso Particular Antonieta de Barros, voltado para a educação da população carente.

Antonieta também trabalhou como jornalista, sendo fundadora do periódico A Semana, que circulou entre 1922 e 1927. Por meio de suas crônicas, divulgava ideias ligadas às questões da educação, dos desmandos políticos, da condição feminina e do preconceito.

Em 1934, na primeira vez em que as mulheres brasileiras puderam votar e se candidatar, filiou-se ao Partido Liberal Catarinense, elegendo-se deputada estadual. Uma das principais bandeiras de seu mandato foi a concessão de bolsas de estudo para alunos carentes. Ela exerceu o mandato até 1937, quando começou o período ditatorial de Getúlio Vargas. No mesmo ano, sob o pseudônimo Maria da Ilha, escreveu o livro Farrapos de Idéias.

Em 1947, após o fim da ditadura Vargas, ela se elegeu deputada novamente, desta vez pelo Partido Social Democrático, cumprindo o mandato até 1951. Antonieta nunca deixou de exercer o magistério. Ela dirigiu a escola que levava seu nome até morrer, em 1952.

Fontes: El País, NSC Total, Hypeness, HuffPost Brasil, Fundação Cultural Palmares e A Cor da Cultura
Reposted from Pretitudes

07/04/2021

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