28/09/2026
2.100 horas executando. 26 horas aprendendo.
Essa é a rotina média de um colaborador no Brasil, segundo o Panorama do Treinamento no Brasil 2025/2026 (ABTD, Integração e Carvalho & Mello).
Colocando na ponta do lápis: o tempo dedicado ao desenvolvimento representa cerca de 1,2% da jornada anual. Os outros 98,8% vão para execução, operação e entrega.
E aqui mora um ponto que muita empresa ainda não enxerga: o problema raramente é só o orçamento de T&D. É o tempo e o formato.
Com 26 horas por ano, cada hora de desenvolvimento precisa valer muito. E o que a gente vê na prática é que horas passivas (palestra, slide, conteúdo que entra por um ouvido e sai pelo outro) dificilmente viram mudança de comportamento.
O que muda comportamento é experiência. Quando as pessoas:
→ enfrentam um desafio real, em grupo
→ erram num ambiente seguro e refletem sobre o erro
→ conectam o que viveram com o dia a dia do time
É isso que sustenta a nossa metodologia C.A.V. (Ciclo de Aprendizagem Vivencial): transformar poucas horas em aprendizados que f**am, porque foram vividos, não apenas ouvidos.
Então, a pergunta para RH e lideranças não é só "quanto estamos investindo em treinamento?".
É: o tempo que damos para desenvolver pessoas é suficiente para mudar comportamentos?
Seja para 20 ou para 400 pessoas, a North Brasil desenha atividades vivenciais que cabem no desafio da sua empresa.
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