25/04/2026
O 2º ano do Ensino Fundamental está realizando um mapeamento do parque da escola com o objetivo de identificar as árvores, observar suas características e ampliar o conhecimento sobre elas. A partir dessa investigação, irão produzir uma comunicação para toda a escola, compartilhando, em formato de informativo, o que foi pesquisado.
Durante a construção do mapa, surgiu a necessidade de incluir também as estruturas do espaço e outros elementos que não pertencem ao reino vegetal. Os brinquedos, por exemplo, foram desenhados com atenção aos detalhes e, neste momento, estão sendo ajustados em proporção para se adequarem à escala do mapa.
24/04/2026
O ateliê de botânica dos grupos 5 e 6 se transformou, há algumas semanas, em um espaço de visita e troca. O 1º ano passou a investigar diferentes maneiras de observar e compreender como as crianças da educação infantil se relacionam com as plantas, tanto na observação quanto nos registros.
Nesse encontro entre grupos, algo essencial se revela: a aprendizagem não acontece em um único sentido. Não são apenas os mais velhos que ensinam os mais novos, mas também o contrário. As crianças menores trazem outras formas de olhar, de perguntar e de representar, que provocam e ampliam as investigações dos mais velhos.
24/04/2026
Por aqui, já estamos nos preparando para o Encontro Cultural! Cada um contribui à sua maneira, com suas habilidades, percepções e ideias, compondo coletivamente esse momento. Mais do que a festa em si, o processo de preparação com as crianças já é, por si só, uma celebração: um tempo de encontros, trocas e construções compartilhadas. O Encontro Cultural é um espaço onde as diferentes culturas da escola se encontram e se entrelaçam. No momento do lanche coletivo, cada família traz um pouco de sua história e de sua cultura alimentar para partilhar. No palco aberto, ampliamos o repertório de mundo por meio de músicas, danças e diferentes formas de expressão. Nas oficinas, o convite é para o fazer junto: compartilhar saberes manuais, fazer a cultura circular de mão em mão e fortalecer, nesse gesto, os vínculos que nos constituem como comunidade.
Esperamos vocês!!
23/04/2026
No ateliê de botânica a pintura das árvores do parque continua. O grupo 5 se debruça em registrar as folhas e frutos da amoreira, árvore que vive na escola há muito tempo.
22/04/2026
No grupo 5, investigamos a atenção aos detalhes das formas que compõem o rosto humano. O sequenciamento dos dentes e dos cílios, assim como a repetição de linhas para produzir o efeito do cabelo, são características marcantes dessa fase.
Transpor os traços da caneta no papel sulfite para a argila se apresenta como um grande desafio. Como disse o artista carioca Tunga, “o desenho é uma escultura bem fininha”, e o trânsito entre um material e outro constrói conhecimento sobre o sujeito observado.
21/04/2026
Existe um céu embaixo da terra?
Seria um mundo paralelo, com um sol negativado?
As cores seriam as mesmas ou o avesso daquilo que vemos?
E se o nosso cima for o baixo de alguém que vive do outro lado?
O imaginário, no grupo 6, ocupa um lugar central. É ele que amplia as possibilidades de criação, que permite às crianças inventarem explicações, criarem relações inesperadas e sustentarem teorias que ainda não precisam ser comprovadas, mas vividas. O imaginário não é um desvio do conhecimento, é um caminho legítimo de construção de sentido.
20/04/2026
No grupo 6, durante o acolhimento, as crianças se auto organizam a partir de seus interesses. O canto de desenho e pintura de observação é bem habitado e os detalhes das observações se transformam a cada dia.
18/04/2026
Entre gestos atentos, olhares curiosos e narrativas que se conectam, as práticas compartilhadas revelaram a potência de uma escola que reconhece a infância como território de investigação. As educadoras apresentaram os percursos de cada grupo, tornando visíveis as investigações em curso, as teorias construídas pelas crianças e as hipóteses que orientam seus caminhos. Ao trazerem esses processos à superfície, abriram espaço para um tempo de reflexão e partilha, no qual, a partir de pautas de observação, foi possível escutar, analisar e dialogar coletivamente sobre o que se revelou nas experiências. Inspiradas pela ideia do educador como pesquisador das infâncias, reafirmamos a importância de observar, interpretar e dar sentido ao que as crianças produzem. Como nos lembra Carla Rinaldi, é nesse movimento de conexões e relações que se constroem experiências significativas, onde aprender e ensinar se constituem como um processo coletivo, sensível e profundamente humano.
“Os professores são a peça chave na articulação do trabalho, pois são vistos como aqueles que têm o fio, que constroem e constituem os entrelaçamentos, como pesquisadores da prática e promotores das conexões, da rede de relacionamentos, para transformá-los em experiências significantes de interação e comunicação.” Carla Rinaldi
18/04/2026
Biscoito de queijo e sorbet de limão e uva verde: Receitas que trouxeram encantamento e sabores para as crianças do Integral do G3 e G4. As crianças se envolveram no preparo, colocando os ingredientes nos recipientes, mexendo, amassando, sovando e dando forma aos alimentos manuseados. A degustação dos sabores fechou o processo, reverberando memórias afetivas de momentos vividos coletivamente na escola.
17/04/2026
Jogo Heurístico | Brincar Heurístico | Grupo 2
O brincar heurístico é o brincar da descoberta, em que a criança aprende ao explorar, combinar e investigar objetos, construindo conhecimentos a partir da própria experiência.
16/04/2026
O Grupo 3 percorre os caminhos da escola para uma coleta de folhas, transformando o percurso em uma experiência investigativa. Ao chegarem no Ateliê de Botânica, um pequeno grupo se debruça sobre as descobertas e inicia a organização das materialidades. Nesse processo, emergem saberes matemáticos construídos pelas próprias crianças: elas comparam, classificam, agrupam e estabelecem critérios, ora pela cor, ora pela textura, pelo tamanho ou pela forma. Cada criança elabora suas próprias estratégias, que, ao serem compartilhadas, tornam-se objeto de diálogo, negociação e construção coletiva.
Na roda de conversa, o grupo retoma as escolhas feitas e nomeia as características observadas: folhas secas, verdes, amarelas, macias, grossas. E assim, ampliam as invetigaçãos do conceito de diversidade. Ao escutarem umas às outras, as crianças refinam seus critérios de classificação e ampliam o olhar para as múltiplas possibilidades de organizar o mundo, revelando um pensamento matemático vivo, sensível e em constante construção.
15/04/2026
No contexto investigativo do ateliê de botânica, as crianças do Grupo 3 iniciam a primeira fase da pesquisa, voltada ao cuidado com as plantas. São convidadas a olhar, observar e se aproximar, transformando esse encontro em uma experiência atenta e sensível. A partir dessa observação, surge a pergunta que mobilizam às crianças: Por onde as plantas bebem água?