06/10/2026
Mas afinal de contas, qual a importância do feminismo?
Uma resposta está guardada em papel: cartazes, pôsteres, fotografias, jornais e fanzines que registram a luta das mulheres no Brasil e na América Latina. É o acervo do CIM – Centro de Informação Mulher. No dia 14/10, a partir das 14h, a Me Too Brasil e o Arquivo Edgard Leuenroth (AEL) da UNICAMP apresentam à comunidade acadêmica o resultado da parceria que abre esse acervo à pesquisa.
Ao longo desta semana vamos divulgar a programação completa, em parceria com o AEL e o PAGU, o Núcleo de Estudos de Gênero da Unicamp.
Você conhece a história do CIM?
Criado em São Paulo em 1981 por militantes feministas, como Miriam Botassi, Rosa Beatriz Gouvea, Sônia Cairó e Marta Baião, o CIM é uma organização feminista sem fins lucrativos. Seu objetivo era registrar a história e a luta das mulheres e combater a invisibilidade feminina na sociedade.
Em 2023, o acervo, com cerca de 240 metros lineares de documentação e aproximadamente 5 mil cartazes, foi doado ao AEL, na Unicamp, considerado o maior arquivo de movimentos sociais da América Latina. Em 2025, a Me Too Brasil e o AEL firmaram um acordo de cooperação para a salvaguarda, a preservação e a difusão desse material.
SALVE A DATA
📆 Quarta-feira, 14/10, das 14h às 17h
📢 Feminismos latino-americanos: a documentação do CIM
📍Auditório II – Marielle Franco, IFCH-Unicamp • Rua Cora Coralina, 100, Cidade Universitária, Barão Geraldo, Campinas (SP)
Às 17h, teremos um coquetel e lançamento do livro Produção legislativa e gênero no Brasil, de Marina Ganzarolli, na ADUNICAMP.