Vagalumes Agroecologia

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Empresa especializada em cultivos orgânicos em todas as escalas de produção, de hortas urbanas a agrofloresta sintrópica, oferecemos cursos e oficinas de cultivo. Temos como meta o fomentar e partilhar à práticas sustentáveis, integrando as pessoas à natureza e promovendo a consolidação de um novo paradigma.Contato: 81 997228178 (André Padilha)[email protected]

23/10/2022
09/06/2022
É possível cultivar nas grandes cidades, alimentos livres de veneno e a prática do cultivo, são sinônimos de saúde físic...
16/04/2022

É possível cultivar nas grandes cidades, alimentos livres de veneno e a prática do cultivo, são sinônimos de saúde física e mental.

16/04/2022

Caldas, agrotóxicos. Inócuos?

Na agricultura orgânica tenta-se substituir pesticidas químicos muito tóxicos por pesticidas orgânicos, combater as pestes com inimigos naturais ou usar caldas como a calda bordalesa ou a calda sulfocálcica… O combate das pragas e pestes continua, embora sejam somente o sintoma de alguma causa.

Procura-se o “inimigo natural” em franca desconsideração ao fato de que na natureza não existem inimigos. Existem, sim, cadeias alimentares na quais todos se alimentam e servem de alimento, sendo que os seres de proteínas mais complexas se alimentam dos seres de proteínas mais simples.

Também a biodiversidade não faria muito sentido se todos os micróbios e insetos pudessem comer o que vem pelo caminho. Todos eles são programados por enzimas. E como possuem poucas enzimas, as bactérias somente uma única, fungos até quatro, insetos normalmente duas, eles podem somente comer a substância que sua enzima é capaz de digerir. Acrescentada meia molécula de oxigênio a uma estrutura química e determinada enzima já não pode mais agir sobre essa substância. Quer dizer, esta f**a fora do alcance desta bactéria, do fungo ou do inseto.

Em monocultivos se oferecem aos organismos do solo sempre as mesmas substâncias que sempre nutrem os mesmos seres. Todos os outros morrem de fome porque suas enzimas não os podem utilizar. Portanto, quanto mais variada a vegetação, mais diversa a vida do solo. E como todos controlam a todos, não existe a possibilidade de uma espécie se multiplicar demasiadamente, tornando-se, finalmente, praga quando as plantas do cultivo esgotaram determinados nutrientes. Esta falta, geralmente de micronutrientes, se agrava pela adubação unilateral de NPK.

Exagera-se em três elementos, quando a planta precisa de 42 a 45 elementos nutritivos (na ARS/USDA nos EUA já se analisam 35 elementos nutritivos). E como o excesso de um elemento induz a deficiências relativas de outro, uma vez que todos elementos existem em proporções exatas, como:

Nitrogênio/Cobre = 1250/1

Fósforo/Zinco = 35/1

Ferro/Manganês = 3/2

(OBS: é preciso um átomo de cobre para que o nitrogênio, com 1250 átomos, seja absorvido. É preciso um átomo de zinco para que os 35 de fósforo sejam absorvidos, e assim se deve considerar com as outras proporções.)

E etc., o aumento de um nutriente automaticamente signif**a a deficiência de outro, salvo o solo ser muito rico ou haver um reabastecimento, através da rocha muito superficial (ambas hipóteses raras em solos tropicais).

Por causa da indução de uma deficiência, que por sua vez causa outra praga ou peste, existem os “calendários de pulverização” que numa “sábia” previsão sempre provocam outros parasitas. Por isso Chaboussou escreveu seu livro “Plantas Doentes pelo uso de Agrotóxicos”. Há o caso de uma cultura de citrus onde se parou de aplicar os agrotóxicos e depois de um ano sobravam somente 2 das iniciais onze pragas e doenças. Todas as outras foram provocadas pelos pesticidas. Vejamos, por exemplo, num cultivo de uva de mesa, onde se combatia Botritis com Maneb: este provocou a deficiência de cálcio, que permitiu o assentamento de Antracnose. Esta foi combatida com fosforados, que por sua vez causaram a deficiência de zinco, permitindo o aparecimento de uma broca de tronco. E tudo isso porque a deficiência de cobre e boro possibilitava a Botritis.

As caldas usadas na agricultura orgânica não escapam à regra, embora na fruticultura são utilizadas para pincelar ou pulverizar os troncos. Mas na Universidade de Viçosa se descobriu que a partir do tronco a distribuição do agrotóxico é melhor, sendo todas as folhas alcançadas, enquanto numa aplicação foliar, muitas folhas não são atingidas…

A calda “supermagro” não é um defensivo mas um adubo foliar apresentando muitos micronutrientes, não importando se foram adicionados de forma química ou natural (pó de basalto) ou em forma orgânica, como em restos de peixes, farinha de sangue, farinha de osso, extrato de ervas nativas, etc. Mesmo não sendo defensivo, e não importando se é permitido ou não pelas normas de produção orgânica, sempre apresenta o perigo de causar outras pestes e doenças.

Assim, por exemplo, a deficiência de cobre equivale a um excesso de nitrogênio. Embora seja somente induzido, pode ser a causa de várias doenças fúngicas como de Pseudomonas em fumo, Erwinia em batatinha, Pernospera em alface e videira, Septória trigo, Alternaria em tomate e fumo. Vercillium em tomate e algodão, Brotritis em videiras e moranguinhos e Puccinia em cereais e feijão.

O problema não é o fungo ou inseto que se precisa combater mas a deficiência de algum elemento nutritivo que impede a formação de uma substância na planta.

Somente substâncias semi-acabadas podem ser atacadas por parasitas, como por ex. aminoácidos, mas nunca proteínas; nem as saúvas cortam folhas com proteínas formadas…

Portanto o problema não é resolvido matando-se o parasita mas nutrindo-se melhor a planta. Como mostram as fotografias Kirlian, plantas tratadas com defensivos, tanto faz se forem químicos ou orgânicos, permanecem doentes. Somente são limpas e sem parasita…Mas elas fornecem alimentos deficientes, com baixo valor biológico, que não conseguem manter a saúde dos consumidores.

Leia mais no site:

https://anamariaprimavesi.com.br/

Salvar os solos, é salvar a nós e ao todo.
06/04/2022

Salvar os solos, é salvar a nós e ao todo.

Para quem quer dicas das mais diversas agriculturas, mas com foco na agricultura urbana. Vê lá, comenta e sugere. Valeu!...
30/03/2022

Para quem quer dicas das mais diversas agriculturas, mas com foco na agricultura urbana. Vê lá, comenta e sugere. Valeu! 🌳🌾🌳🌿🌳

Aqui daremos dicas sobre os mais diversos cultivos, biofertilizantes, biodefensivos, técnicas e práticas, desde plantas ornamentais em pequenos espaços, a ag...

21/03/2022
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07/03/2022

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Como se chegou à adubação química – reações em cadeia

A agricultura convencional tentou trabalhar sem matéria orgânica porque acreditava-se que o húmus era produtivo, já que acrescenta substâncias nutritivas ao solo. Posteriormente, foi mostrado que a planta não se nutre de partículas orgânicas e sim de sais minerais, e assim parecia muito mais fácil e eficiente colocar minerais em forma de sais ao solo do que em forma de húmus.

Esta opinião gerou a fertilização “química”, que deixou cair em esquecimento a matéria orgânica, substância madre que formou o húmus.

Começou uma aração cada vez mais profunda para “mobilizar” o solo. Mobilizar o quê? Mobilizou-se a micro vida pela arejamento. Em outras palavras, “queimou-se”, ou seja, decompôs-se a matéria orgânica e em pouquíssimo tempo depois da aração formava-se sempre uma densa nuvem de gás carbônico sobre o campo que depois rumava à atmosfera. Decerto, conseguiu-se romper as compactações e lajes ou “hard pans” pelo arado e com rolos destorroadores, até se pulverizou o solo. Mas máquina alguma conseguiu agregar o solo outra vez, isso é um processo químico-biológico…

Até 1960, quando as plantas invasoras eram eliminadas através da capina manual ou mecânica, ainda retornava-se alguma matéria orgânica ao solo. Porém, o controle dos “inços” ou ervas indesejadas utilizando herbicidas pré-emergentes e pós emergentes, praticamente impediu a formação de matéria orgânica, e os resíduos das colheitas – agora somente monoculturas – em sua maior parte são queimadas para eliminar pragas, como por exemplo no algodão, ou para possibilitar o trabalho de pequenas máquinas, por exemplo na cana de açúcar… Ou a palha é removida do campo, como alimento para o gado.

Em monoculturas de soja, a matéria orgânica produzida é rica em proteínas, portanto de rápida decomposição. Diante desta situação, os solos se compactaram mais ainda, instalaram-se alternadamente erosão e enchentes e depois a seca foi agravada pelo vento constante, que depois conseguiu entrar na paisagem depois do desflorestamento em grande escala.

Atribuiu-se a compactação ao peso das máquinas, cada vez maiores e mais pesadas, e em parte se desconfiou que era também efeito dos sais químicos usados como adubos. Se inventou o Plantio Direto, que inicialmente trabalhou com máquinas mais leves. Mas logo o peso das máquinas aumentou muito, muito mais do que de máquinas convencionais, e a camada grossa de “mulch” que parecia indispensável, ficou cada vez mais rala.

Os solos se compactaram cada vez mais, pela aração profunda, pela adubação química, pelas monoculturas e pelo tráfego imenso de máquinas pesadas. A falta de filtração de água se compensou por irrigação. Isso resolvia o problema para as culturas. Mas por pouco tempo, pois se a água não infiltra, não há como alimentar os cursos d’água. É a decadência.

Atualmente, ao lado dos fertilizantes químicos, fala-se de biomassa. Nem tanto pela matéria orgânica em si mas pelos efeitos que ela acrescenta ao solo. Frequentemente percebe-se a ideia de que algum nitrogênio é fornecido pela fixação simbiótica em raízes ou pela micorriza, sendo que a maior parte restante se origina da matéria orgânica. Tal pensamento está completamente equivocado pois a matéria orgânica recebeu seu nitrogênio de onde? Do solo, que a recebeu pela matéria orgânica. E a primeira matéria orgânica o recebeu de onde? Centenas de análises de matéria orgânica e sua quantidade de nitrogênio mostraram que não tem relação nenhuma com o N encontrado no solo. De onde ele veio? Não faz diferença se o solo receber palha de milho ou adubação verde de leguminosas. Ao contrário, o efeito da adubação verde se perderá após 3 semanas e o N lixiviado, se o solo não foi cultivado logo em seguida organicamente.

Então surgiu um outro problema:

Qual a quantidade de biomassa que se necessita para manter um solo produtivo? Ou será que os solos tropicais pobres e quentes não possuem capacidade produtiva? E surgem aqui 3 enigmas:

1- A mata amazônica, localizada 90% em solos arenosos extremamente pobres, produz em 18 anos a mesma biomassa que uma mata boreal, ou seja, em clima temperado do hemisfério Norte, produz em 100 anos. Por quê?

2- Um solo coberto com uma camada grossa (5 a 7 cm) de folhas pode ser menos quente e mais úmido, mas mesmo assim, as árvores podem ser atacadas por uma grande quantidade de doenças e parasitas, como ocorre no cacau. Então, mesmo muita biomassa não mantém a saúde vegetal. Por quê?

3- Solos completamente decaídos, improdutivos, arruinados pela agricultura, esgotados em nutrientes, quando abandonados, são cobertos pela natureza com plantas nativas que mais tarde formam uma capoeira. E passados 8 a 12 anos estes solos quando roçados, não somente estão agregados e permeáveis, mas também outra vez ricos em nutrientes produzindo colheitas altas e saudáveis. Não se realizou calagem e mesmo assim o pH é corrigido para 5,6 a 5,8, o normal em solos tropicais. Não se adubou com macro e micronutrientes. Qual a origem do nitrogênio e dos micronutrientes? De onde eles vieram? Como se mobilizou o fósforo e o potássio?

Aqui todas as teorias de “reposição” de nutrientes exportados pelas culturas caem por terra.

Nesse ponto, há uma falha nos conhecimentos de matéria orgânica e biomassa. A matéria orgânica é alimento para a vida do solo. Quanto maior a biodiversidade de plantas em cima do solo, tanto maior a quantidade de espécies de micróbios presentes, ou seja, o solo somente é muito produtivo quando possui a máxima biodiversidade vegetal.

Mais no site:

https://anamariaprimavesi.com.br/acervo/

17/02/2022

Produzindo desertos

Sem terra não há alimento e sem alimento nem tecnocrata consegue viver. O produto agrícola acompanha a terra. Em terra pobre se é pobre e em terra fértil, rico. Por isso, durante milênios a terra foi considerada o patrimônio mais valioso de cada povo da qual deuses cuidavam como Ceres em Roma, Demeter na Grécia, Osíris no Egito, Quetzalcoatle nos impérios toltecas e astecas ou Freia para as tribos germânicas.

Da fertilidade da terra depende vigor ou indolência da população. Muitas civilizações desapareceram por descuidar de suas terras. Em meio ao bem estar e luxo se esqueceram que sua força veio da terra.

Pois é, dirão por isso que corrigimos e fertilizamos a terra. Mas entra justo aqui o problema. Já o velho Liebig descobriu a “Lei do Mínimo” dizendo que deveriam haver proporções exatas entre os nutrientes e todos os fatores nutritivos tinham que estar em equilíbrio. Na teoria, todos o sabem, mas na prática, sempre o esquecem. Dos mais de 45 elementos nutritivos que a planta necessita colocavam somente de 3 a 6, acreditando que tudo estaria ótimo. E os outros nutrientes? Finalmente admitiam que, para crescer, florescer e maturar necessitava-se de 16 nutrientes minerais, isto é, para criar a forma. Mas e o conteúdo? O valor biológico? Onde f**aram todas as proteínas, açúcares, óleos, graxas, vitaminas, flavonas, hormônios, aromas, etc.?

Nas análises bromatológicas se constatou que as proteínas aumentaram pela adubação nitrogenada. Sabem por quê? Porque chamaram as proteínas simplesmente de aminoácidos e destes nem sabiam se eram os comuns ou essenciais. É mais ou menos como chamar um monte de tijolos de palacete somente porque se poderia construir um palacete com estes tijolos se o material estiver à disposição para a construção.

A terra não é mais tratada, é forçada a produzir. Antes o agricultor a tratava com amor e dedicação sabendo que disso dependia a sobrevivência dele e de seus descendentes. Mas agora a terra virou somente um “Recurso Renovável” na produção de lucros. Antes da era industrial, a terra era a única fonte de lucro e mesmo no Brasil o início da industrialização se deu com recursos da cafeicultura. Depois os lucros entre a agricultura e a indústria empataram até que depois da Segunda Guerra toda a tecnologia bélica foi liberada para a indústria e os lucros subiram imensamente. A ciência criou mais tecnologia e aí a agricultura não podia mais acompanhar os rendimentos.

E de repente a indústria não produziu mais para o homem e sim para gerar lucros e o homem tornou-se simples recurso humano na produção de lucros e a agricultura, que somente fornecia recursos alimentícios para os recursos humanos, despencou na escala de valores. Ninguém mais se preocupava com ela, empecilho vergonhoso no aumento do Produto Interno Bruto.

Mas na procura de mercados, descobriram na agricultura um ótimo nicho para investir: insumos, máquinas, adubos e agrotóxicos. A Revolução Verde abriu este mercado em potencial.

Derrubaram-se as matas e os cerrados, entraram com máquinas pesadas, calcário, adubos, agrotóxicos…E como a agricultura não aguentou todos estes insumos, que tornaram a produção cara e como estragaram as terras, então os governos passaram a subsidiar a agricultura, uma vez que animou a indústria. Instalou-se a erosão, as enchentes, as secas, as pragas tiveram um aumento explosivo, invasoras se tornaram persistentes e os agricultores perderam suas terras inchando as favelas nas cidades. Aumentaram os latifúndios, as agroindústrias e as terras estragadas.

As variedades hibridadas já não acompanham mas a decadência. Passou-se então à clonagem das sementes criando milhões e bilhões de plantas idênticas. Facilita a industrialização.

Descobriram que cada célula vegetal possui o código genético completo, podendo dar uma planta inteira. Mas alguém perguntou por que a natureza deu para as células reprodutivas somente metade de seu código? Isso é assim para que haja uma diversif**ação dos indivíduos e com isso também haja uma adaptabilidade às condições novas. Sumiram milhares de variedades por causa da hibridação, numa erosão genética sem par. Agora não haverá mais adaptação natural. Será tudo artificial com transplante de gens. E se os cientistas não conseguirem acompanhar as variações das terras, dos solos?

O saque das terras continua. A agricultura atual é uma das maiores destruidoras do meio ambiente. Terras em desertif**ação, terras inférteis, terras abandonadas. E um pernambucano me diz: “o que não conseguimos acabar em 300 anos agora os tratores conseguiram em 3: acabar com a produtividade da terra.

A receita de produzir desertos é muito simples: compactar e adensar as terras para que a maior parte das chuvas escorra em lugar de se infiltrar. E depois desmatar tudo. Isso beneficia a movimentação das máquinas e permite a formação de um vento seco. Vento seco leva a pouca umidade que se infiltrou na terra numa única noite. E aí o deserto é feito. Existem desertos com 2400 mm de chuva por ano. A receita é infalível.

Graças à agricultura atual estamos criando desertos. Nossos solos escorrem para os rios, assoreiam represas, milhões de quilômetros quadrados de terras estão em processo de desertif**ação. Desertos avançando, rios secando, poços sumindo, fontes e riachos inutilizados por agrotóxicos, pragas aumentando mas as super safras compensam, e enchem o bolso. Até quando?

Esse é o resultado da famosa Revolução Verde, inventada por Bourlaug, lançada pelo presidente Kennedy: “Alimentos para a Paz”. O que vemos, na verdade, é que os alimentos estão cada vez mais longe das massas famintas e milhões ainda morrem de fome. Mas se diz que famintos não fazem revolução nem guerra e aí a paz está garantida. Mas para quem servem os alimentos produzidos, já que não são acessíveis às populações famintas?

Eis aí uma pergunta delicada.

09/02/2022

Gentes queridas, em breve teremos uma novidade muito interessante a todes, aguardem.

Os conhecimentos ancestrais nos ensinam até sempre.
18/11/2021

Os conhecimentos ancestrais nos ensinam até sempre.

O carvão divide opiniões na agricultura, neste vídeo conversaremos sobre o assunto e esclareceremos de forma simples e direta. ...

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