Marcio Eugênio

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Post feito com foxor Enquanto a Prime desabava, o MrBeast repetia a mesma jogada com a Feastables. A curva foi a mesma. ...
26/08/2026

Post feito com foxor Enquanto a Prime desabava, o MrBeast repetia a mesma jogada com a Feastables. A curva foi a mesma. A marca construída em cima de um único rosto não caiu por causa da concorrência. Caiu por causa do próprio sucesso.

No começo, uma loucura. Garrafa revendida por mais de mil dólares. Etiqueta antifurto em supermercado. Em 2023, passou a Gatorade e virou a bebida mais vendida no Walmart. Participação de mercado? 41%. Era uma máquina. No ano seguinte, as vendas na Inglaterra despencaram 70%. Nos EUA, caíram 40% enquanto os concorrentes cresciam. A participação desabou pra 10%.

O MrBeast chegou a US$ 250 milhões em faturamento com a Feastables. Vazaram os dados internos. Mesma curva, mesma queda.

São três armadilhas. Primeira: fã compra por amor. Uma, duas, três vezes. Mas recompra constante só existe com diferencial real, não admiração. Segunda: pra crescer, precisa furar a bolha. E ninguém liga pra quem é o dono quando o produto tá na prateleira ao lado da Nestlé e da Hershey’s. A terceira é a mais brutal: o influenciador cansa. O lucro demora, dividendo vem lá na frente. Aí chega marca de terceiro, paga à vista, e ele posta cada vez menos sobre o próprio produto.

Influenciador vende produto. Estrutura mantém produto. Quem confunde as duas coisas, repete o erro da prateleira encalhada.

O seu negócio depende de um rosto só ou de um sistema?

Post feito com foxor 80 milhões de pessoas por dia. Um exército de consumo que começou num jogo de tiro que roda até em ...
26/08/2026

Post feito com foxor 80 milhões de pessoas por dia. Um exército de consumo que começou num jogo de tiro que roda até em celular velho. Não é história de luck, é estratégia.

Enquanto a Casas Bahia anunciava o fechamento de 300 lojas, a Shopee já tinha virado o app de compras mais baixado do país. E você foi enganado o tempo todo: nem chinesa ela é. É da Sea Limited, do Forest Lee, o mesmo cara que criou o Free Fire. O jogo pagava a conta da roupinha barata. O caixa de um subsidiava a operação do outro.

A jogada mais inteligente? Em vez de atacar o Mercado Livre de frente, foi atrás de quem nunca vendeu na internet. Deu ferramenta fácil, zerou comissão, entregou barato. Em dois anos, dominou.

80 milhões de pessoas por dia. Isso não é jogador, é exército de consumo. Você está estudando o comportamento de quem compra, ou ainda tá só olhando pra concorrência que aparece na sua rua?

Post feito com foxor Sua marca pode estar valendo milhões e você tratando como conveniência operacional. A Mondelez comp...
26/08/2026

Post feito com foxor Sua marca pode estar valendo milhões e você tratando como conveniência operacional. A Mondelez comprou PingPong e Ploc, duas marcas que disputavam a sua identidade no recreio, e decidiu que o mais “eficiente” era fundir tudo num produto só. Apagou os nomes das prateleiras em 2015. Resultado: 11 anos de ausência, ação judicial desde 2023, e agora o INPI suspendeu os registros. A empresa pode perder o direito de usar os próprios nomes, ou pior, ter que licenciá-los de quem está brigando por eles. O detalhe cruel? A própria Mondelez já usou a ausência de vendas como argumento para derrubar a marca de um concorrente. O que a planilha chamou de “sinergia” virou passivo jurídico e emocional. TODO MUNDO subestima o valor do que não está no balanço. A lição é dura: marca não é produto. É memória. E memória não se funde, se apaga. O erro deles te ensina o seguinte: o que você está descartando por pura conveniência hoje, vai cobrar a conta no caixa e na justiça depois. Qual ativo da sua empresa você está apagando porque ainda não aprendeu a precificar?

E você, está gerenciando marca ou só apagando incêndio?

25/08/2026

R$ 5 milhões por mês na Globo e ele virou o apresentador mais rico da história do Brasil.

Não é o salário. Nunca foi.

Quem acha que R$ 5 milhões mensais constroem R$ 1,2 bilhão, não entendeu o jogo. O holerite era o troco. O império nasceu do que ele fez com o nome dele enquanto o nome valia ouro.

Ele vendeu atenção. Mas se apropriou do que ninguém contabilizava: a marca fora da tela.

→ Cobertura de R$ 120 milhões: o palco virava patrimônio.
→ Fortuna de R$ 1,2 bilhão: a carreira virava império.

Salário troca de emprego. Ativo troca de patamar.

Seu negócio depende do seu esforço todo mês pra existir? Ou vale mais do que o fluxo que ele gera?

Manda pra quem precisa ouvir isso.

Post feito com foxor Enquanto todo dono de academia luta pra manter o cliente fiel na sala, essa rede fez o inverso: exp...
25/08/2026

Post feito com foxor Enquanto todo dono de academia luta pra manter o cliente fiel na sala, essa rede fez o inverso: expulsou os melhores e faturou US$ 48 milhões em 2007.

Chris herdou uma academia lotada que mal pagava as contas. Equipamento quebrado, manutenção constante, espaço ocupado por horas. Até que ele olhou pro número cru: o caras que viviam ali pagavam a MESMA mensalidade do que o cliente que colocava o pé na esteira uma vez por semana.

A matemática era brutal. Mil metros quadrados comportam 1.500 marombeiros de segunda a domingo. Ou 6 mil pessoas comuns que aparecem 1h, querem acabar logo e vão embora.

MESMO custo fixo. MESMO aluguel. Quatro vezes o faturamento.

Ele apostou tudo. Mudou o ambiente pra atrair quem se sentia mal em chão de academia. E o cliente que quase nunca aparece paga religiosamente todo mês, por culpa, inclusive. A rede saiu de 48 milhões em 2007 pra mais de 20 milhões de alunos em quase 3 mil unidades hoje.

A recepção lotada esconde a conta vazia. E se o seu negócio tem um ‘marombeiro’, ele tá te custando caro.

Você sabe quem é o SEU marombeiro? Ou ainda tá contando cabeça?

Post feito com foxor Enquanto uns choram a morte do próprio produto, a Coca-Cola criou uma empresa dentro dela mesma. O ...
25/08/2026

Post feito com foxor Enquanto uns choram a morte do próprio produto, a Coca-Cola criou uma empresa dentro dela mesma. O refrigerante mais famoso do planeta está ficando irrelevante para o brasileiro. E a diretoria percebeu isso antes de todo mundo. Em vez de proteger até a morte a fórmula que sustentou o negócio por mais de 100 anos, ela foi lá e vendeu lenço.

Não é achismo, é número. Só no Brasil, a febre da caneta emagrecedora movimentou R$ 30 bilhões em dois anos. E essa onda fitness mexeu de fato com o caixa: a FENSA viu o volume de Coca Zero crescer 44% em 2025. A Solar, outra gigante, cresceu quase 65% ano contra ano. E segura isso: o mercado de bebidas não alcoólicas inteiro cresceu apenas 1,5%. Enquanto todo mundo andava de bicicleta, ela acelerou de Ferrari. A Coca criou até versão sem cafeína da versão sem açúcar. Não é coincidência, é estratégia.

O cliente vai mudar de qualquer jeito. Então, adaptar o próprio produto é melhor do que esperar outra empresa fazer isso primeiro. O desapego salvou o caixa de uma empresa que fatura bilhões.

Está dividindo sua atenção entre defender o produto que o cliente já abandonou e criar o próximo? Ou já fez o all-in brutal na sua Coca Zero?

Manda pra quem precisa ouvir isso.

Post feito com foxor Não é sobre inventar um produto. É sobre vender a confiança que falta num produto que já existe.Sam...
25/08/2026

Post feito com foxor Não é sobre inventar um produto. É sobre vender a confiança que falta num produto que já existe.

Sam Garst tinha US$ 10.000, um prazo de 3 meses e um aparelho de depilação a laser caseiro aprovado pelo FDA que ninguém queria. As clínicas cobravam US$ 2.000 pelo tratamento. Ele revendeu o aparelho por US$ 149.

A sacada? Ele foi o único com coragem de prometer: depilação permanente em 8 semanas ou seu dinheiro de volta. Enquanto as clínicas cobravam caro sem garantia nenhuma, ele criou a certeza que faltava. As clientes postaram o resultado no TikTok, os vídeos somaram 3 milhões de views e em menos de 2 anos ele chegou a US$ 60 milhões anuais.

O aparelho era o mesmo. O resultado, nem de longe.

US$ 149 não é preço de eletrodoméstico. É o preço da crença que ninguém tinha coragem de cobrar.

Isso ainda te choca ou já virou paisagem?

25/08/2026

R$ 470 milhões fazendo vídeo para o YouTube

Post feito com foxor O cara levou 30 anos construindo. Os herdeiros levaram 7 meses pra destruir.Não é o prédio. Não é a...
24/08/2026

Post feito com foxor O cara levou 30 anos construindo. Os herdeiros levaram 7 meses pra destruir.

Não é o prédio. Não é a crise. É o EGO de quem herda sem ter construído.

Oscar Maroni passou por embargo, cadeia e um processo que durou anos. Reabriu o Bahamas Club, transformou o endereço em referência nacional. Aí morre. E o filho olha pra máquina funcionando e pensa: “eu sei melhor que o velho”.

Não sabiam. R$ 2 milhões viraram um hotel que nunca abriu. O anexo de 223 suítes, embargado desde 2007 porque aviões passavam a 30 metros do topo, engoliu o legado. Julho de 2026, fechou de vez.

Sete meses. É quanto tempo leva pra transformar 30 anos de trabalho em pó.

O problema nunca é o herdeiro. O problema é o dono que construiu tudo mas nunca perguntou se o filho sabia OPERAR a máquina. Legado não é patrimônio. Legado é quem sabe tocar o negócio quando você sai de cena.

30 anos pra erguer. 7 meses pra cair. E o empregado que ralou a vida inteira ali dentro assistindo tudo?

Manda isso pra alguém que precisa ouvir. Principalmente se for herdeiro.





Post feito com foxor A cidade inteira riu do interior até o dia em que o interior virou o produto mais desejado do país....
24/08/2026

Post feito com foxor A cidade inteira riu do interior até o dia em que o interior virou o produto mais desejado do país.

Nos anos 2000, ser do interior era quase vergonha. Rodeio era coisa de roça. Hoje? Tem patricinha que nunca montou num cavalo usando bota texana e sabendo cada letra da Boiadeira de cor.

O que mudou? Não foi a música. Foi o CONCEITO.

Enquanto uns tentavam parecer cosmopolitas pra vender mais, o Alan Jackson passou 40 anos fazendo o oposto. Nashville empurrava o country pro pop. Ele manteve o som raiz. Gravou até disco gospel em homenagem à mãe. Resultado: 35 músicas em primeiro lugar e 75 milhões de discos vendidos. Atravessou gerações que os “vendáveis” não atravessaram.

Reposicionamento não é trocar de produto. É trocar de significado. A boiadeira virou status porque alguém entendeu que o público não queria só música, queria se reconhecer.

Você está relendo o que o seu negócio significa pros outros, ou ainda está dormindo enquanto a cidade inteira troca a identidade por status?

Está dividindo...ou focando?

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