École - Grupo de Estudo e Trabalho

École - Grupo de Estudo e Trabalho Grupo de Estudos e Trabalho;
Educação;
Psicomotricidade;
Psicomotricidade Relacional;
Artes;
Pedagogia Psicomotora (LISBOA, 2010);

É com muita alegria que informamos e destacamos nossa nova parceria pela educação. Agora o Colégio Cultura também conta ...
20/03/2017

É com muita alegria que informamos e destacamos nossa nova parceria pela educação. Agora o Colégio Cultura também conta com a Psicomotricidade Relacional, os trabalhos estão sendo conduzidos por Jamerson Vandresen - Especialista em Psicomotricidade Relacional - CIAR - Curitiba/PR.

26/01/2017

Presenteie a criança amada com o melhor da recreação, uma boa ideia é o resgate das Brincadeiras Populares. Entre em contato conosco e enriqueça de cultura e alegria a festa da criançada!!! WhatsApp 47 99161 0495.

24/02/2016

Boa noite a todos, neste próximo sábados retomaremos nossos estudos. Local: Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE, das 14h às 17:30.

26/01/2016

APRESENTADO ENPEX UNIFEBE - 2014

MENINOS E MENINAS NO CONTRATURNO ESCOLAR: UM OLHAR RELACIONAL

VANDRESEN, Jamerson; LISBOA, Adonis Marcos
Docentes pela Secretaria Municipal de Educação de Brusque/SC.
PALAVRAS-CHAVE: Meninos e meninas. Psicomotricidade Relacional. Contraturno.

INTRODUÇÃO

Este relato refere-se a experiência realizada em 2013 com alunos de idades diversas no Projeto “Psicomotricidade Relacional: contribuições à educação integral”, numa escola municipal de Brusque/SC. Devido a conflitos entre os sexos realizou-se dois encontros: um exclusivo às meninas com acompanhamento de uma psicomotricista relacional e outro aos meninos. Cada encontro teve a duração de quatro horas, sendo aplicados como métodos: a Psicomotricidade Relacional e a Pedagogia Psicomotora¹. Esta última tem como principais bases epistemológicas a Psicomotricidade Clássica (Vitor da Fonseca e Sidirley de Jesus Barreto), a Psicomotricidade Relacional (André Lapierre e Anne Lapierre), o Construtivismo (Jean Piaget) e a Ciência da Motricidade Humana (Manuel Sérgio).

OBJETIVO

Evidenciar as contribuições da Psicomotricidade Relacional para melhora da sociabilização entre meninos e meninas no contraturno escolar.

METODOLOGIA

Pesquisa aplicada, de abordagem qualitativa (LUDKE; ANDRÉ, 1986) aplicando-se como técnica a pesquisa-ação (GERHARDT; SILVEIRA apud THIOLLENT, 2009).
Foram realizados dois encontros, um exclusivo às meninas com acompanhamento de uma psicomotricista relacional e outro aos meninos. Nestes encontros foram investidos nas identif**ações feminina e masculina. Aplicou-se os conhecimentos da Psicomotricidade Relacional e da Pedagogia Psicomotora em cada intervenção, privilegiando a corporeidade e a ludicidade como fatores essenciais para a aprendizagem. Promoveu-se com os alunos a transcendência do campo prático das atividades corporais para o campo da intelectualidade (representação mental) utilizando para isso o desenho, a escritura de textos, a expressão verbal.
As aulas dividiram-se em: a) Ritual de entrada - o grupo reuniu-se em círculo, neste o professor apresentou os conteúdos a serem trabalhados e instigou os alunos a encontrarem sugestões de atividades para enriquecer o encontro. B) Desenvolvimento – os materiais foram colocados à disposição dos alunos, investindo-se nos jogos propostos por eles, potencializando cada ação e investindo nas relações de identif**ação em cada grupo. Também nessa etapa realizou-se um representação gráf**a do que fora vivenciado no decorrer da aula. c) Ritual de saída – o grupo se reuniu e foi questionado sobre as atividades realizadas e os conhecimentos construídos na aula. Buscou-se a tomada de consciência por parte dos alunos sobre o que foi desenvolvido. Nessa etapa privilegiou-se a reflexão e o diálogo.
Os relatos obtidos na tomada de consciência foram instrumentos de análise para os resultados apresentados a seguir.

RELATO E DISCUSSÃO DA EXPERIÊNCIA

Devido ao conflito entre os sexos resolveu-se realizar dois encontros, um exclusivo às meninas e outro aos meninos. Para a intervenção com as meninas foi importante a presença da figura feminina de uma psicomotricista relacional, pois segundo Guerra (2012, p.12) “[...] é na relação com outra mulher que menina constrói sua feminilidade. Os jogos de dança, sensuais, leves, suaves e femininos se prestam a esse fim e auxiliam a menina e construir harmonicamente sua feminilidade”. Seguindo essa lógica, a proposta lançada às meninas foi, explorar o potencial criativo do grupo e buscar em cada relação a alegria e o bem-estar. Dentre as brincadeiras um jogo simbólico chamou a atenção; um casamento, que pela falta do noivo virou um desfile de moda. Tal frustração levou o grupo a uma tomada de consciência relevante.
Aos meninos foi disponibilizado dois dos materiais clássicos da Psicomotricidade Relacional: bastões e tecidos, para que eles brincassem livremente. O jogo simbólico sugerido por eles foi a “lutinha” entre heróis e vilões de desenhos animados. Neste momento foi investido no ajuste positivo da agressividade com a preocupação de não culpabilizar esta, que é a brincadeira mais comum entre os meninos, vista também como forma de afirmação diante dos demais. Do ponto de vista da Psicomotricidade Relacional, Lapierre e Aucouturier (2004, p.62) “A agressão pode ser interpretada como uma demanda de relação. É um meio de ‘dar’ e ‘receber’, mesmo que golpes. [...] Proibir a agressão, reprimi-la por meios coercitivos, é entrar no jogo sado-masoquista e assim reforçá-lo. [...]”. É preciso, portanto, transpor para o plano simbólico, no qual a agressividade poderá ser aceita e desculpabilizada.

RESULTADOS

Após os dois encontros constatou-se melhora nas relações entre os sexos. As meninas que se queixavam dos conflitos e demonstravam frustração em momentos de jogo, sentiram falta dos meninos. Os meninos não demonstraram falta das meninas, porém, consideraram que alguns jogos seriam melhores com elas. Após os encontros exclusivos observou-se mudanças signif**ativas na sociabilização dos sexos. Para as meninas a vivência com a psicomotricista relacional marcou profundamente suas vidas, ajudou a integrar seu poder, o que foi visível meses após o encontro, passaram a divertir-se, o que lhes incomodava a ponto de chorarem e motivá-las a desistir do Projeto não as angustiou mais. No último encontro do ano, 6 meses após os encontros exclusivos um menino comentou: “Meu Deus, não sei o que aconteceu, mas a ‘Cris’ não f**a mais brava comigo quando eu ‘encho o saco’ dela!”; Cris afirmou: “Passei a ignorar as tuas ‘palhaçadas’, não vale a pena me estressar”.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A intervenção pedagógica na perspectiva da Psicomotricidade Relacional demonstrou-se eficiente. Foi importante o olhar relacional do professor, sua escuta, ludicidade e disponibilidade. Adequar o planejamento à demanda do grupo, priorizar as potencialidades, respeitar as individualidades e estimular a corporeidade promoveu a autoconfiança, autonomia, autoafirmação e sociabilização dos alunos.

REFERÊNCIAS

GERRA, A.E.L. Apostila de estágio supervisionado II do curso de Pós-graduação lato-sensu em psicomotricidade relacional. Curitiba, PR. 2012.
GERHARDT, E.T.; SILVEIRA, D.T. Métodos de pesquisa. Porto Alegre: UFRGS, 2009.
LAPIERRE, A.; AUCOUTURIER, B. A Simbologia do Movimento: psicomotricidade e educação. 3 ed. Curitiba, PR: Filosofart Editora, 2004.
LÜDKE, M; ANDRÉ, M, E, D, A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.
¹Metodologia intitulada “Pedagogia Psicomotora” criada por Adonis Marcos Lisboa, ainda não publicada em livro somente em trabalhos apresentados em Congressos científicos, porém utilizada em projetos em escolas e empresas.

26/01/2016

Apresentado em 2014 no:
II Colóquio Nacional: Diálogos entre Linguagem e Educação

http://www.tecnoevento.com.br/nel2014/anais/artigos/art61_2.pdf

26/01/2016

APRESENTADO NO ENPEX UNIFEBE - 09/10/2012

CONTRIBUIÇÕES DA PSICOMOTRICIDADE PARA O MUTISMO SELETIVO: UM ESTUDO DE CASO

VANDRESEN, Jamerson; LISBOA, Adonis Marcos
Docentes pela Secretaria Municipal de Educação de Brusque/SC.
PALAVRAS-CHAVE: Psicomotricidade Relacional. Mutismo seletivo. Contraturno escolar.

INTRODUÇÃO

Esse trabalho refere-se a uma pesquisa realizada em 2012 com uma aluna acometida de mutismo seletivo, frequentadora do contraturno escolar na Escola de Ensino Fundamental Dr. Carlos Moritz, pertencente à rede municipal de ensino Brusque/SC. Um dos autores deste trabalho atuou como professor no projeto de contraturno, aplicado com frequência de uma vez por semana e duração de quatro horas. O Projeto tinha como bases epistemológicas a Psicomotricidade, especialmente a Psicomotricidade Relacional, o construtivismo piagetiano e a Ciência da Motricidade Humana.

OBJETIVO

Evidenciar a importância da ludicidade e da Psicomotricidade para a facilitação da expressividade, autonomia, autoconfiança, da cognição e corporeidade da criança com dificuldades sociais no contexto escolar.

METODOLOGIA

Da pesquisa:
Pesquisa aplicada de abordagem qualitativa (LUDKE; ANDRÉ, 1986), aplicando-se como técnica o estudo de caso (RAUEN, 2002).
Para obtenção dos dados mais específicos sobre a criança realizou-se entrevista semi-estruturada com a mãe e com a criança. A professora ofereceu informações em diálogos informais e a diretora da escola apresentou um relato escrito sobre o caso.

Do Projeto:
Realizaram-se aulas prático-teóricas e teórico-práticas, com situações de aprendizagem diversif**adas que privilegiaram o desenvolvimento da imaginação e da corporeidade dos alunos, sendo realizadas inicialmente de maneira simples e aumentando seu grau de complexidade no seu decorrer. Promoveu-se com os alunos a transcendência do campo prático das atividades corporais para o campo da intelectualidade (representação mental) utilizando para isso o desenho, a escritura de textos, a expressão verbal.
O professor atuou como problematizador e os alunos foram constantemente instigados a encontrar soluções para os problemas/desafios propostos. Eles participaram na organização e construção dos conhecimentos elaborados em aula.
Nas aulas de contraturno foram realizadas atividades como: dança, teatro (fantoches), jogos de regras, brincadeiras populares, relaxamento.
As aulas dividiam-se em: a) Ritual de entrada – o grupo reunia-se em círculo, nesse momento o professor relembrava sucintamente a aula anterior ou retomava algum ponto pendente. Depois disso, anunciava o conteúdo da aula atual; apresentava as atividades a serem realizadas e questionava os alunos sobre o que já conheciam a respeito do tema ou se tinham alguma sugestão que desejavam oferecer. b) Situações de aprendizagem – nessa etapa as atividades eram desenvolvidas conforme a metodologia do projeto. Também nessa etapa foram realizadas algumas atividades de relaxamento e algum tipo de representação do que foi desenvolvido no decorrer da aula. c) Ritual de saída – o grupo se reunia e o professor questionava-os sobre as atividades realizadas e os conhecimentos construídos na aula. O professor estimulava a tomada de consciência por parte dos alunos sobre o que foi desenvolvido em aula. Nessa etapa privilegiava-se a reflexão e o diálogo.

RESULTADOS

As crianças com mutismo seletivo falam quase exclusivamente em casa (Berhrman, Robert e Kliegman, 2005). Esta criança falava em sua residência. Na escola raramente falava, porém somente com alguma colega. Após quatro meses frequentando as aulas de contraturno, a criança apresentou avanços signif**ativos. Passou a falar na escola e surpreendeu professores, colegas e famíliares, conforme constatamos pelos dados coletados nas entrevistas. Segundo a diretora: “O professor a transformou numa líder no grupo”; “...foi muito emocionante quando me deparei com ela no corredor vindo me solicitar algo, eu não esperava”; “...a Escola encaminhou junto a seus pais (...) para uma psicóloga, onde permaneceu em tratamento durante um ano, a mesma desistiu do caso”. De acordo com o relato da mãe “Dos cinco anos aos oito ela não falou. Ela não falava nem comigo, às vezes estava conversando com a avó, eu chegava e ela parava imediatamente de falar... parece que tinha medo de falar na minha frente, me olhava como se eu era quem não a deixasse falar”. Sobre o tratamento terapêutico da criança relatou que “Através da Escola ela foi encaminhada para a psicóloga onde ficou por um ano em tratamento, e nada adiantou... entrava e saia calada...”. Ainda segundo a mãe “Hoje em dia ela já pede as coisas “certo”, não só daquelas coisas de “gesto”, ela melhorou bastante. Gosta de brincar com o irmão, antes ela só queria f**ar no canto dela, não queria ser incomodada, eles discutiam muito, agora eles jogam futebol, vôlei juntos...estão se relacionando muito bem... ela está muito melhor agora”. Sua professora anterior relatou “(...) não falava nada... se expressava um pouco com a dança, mas não falava comigo, pedia pelos outros o que queria”. A respeito das aulas de contraturno a própria criança relatou “Gosto muito de vir para as aulas, aqui eu brinco e me divirto muito, eu adoro dançar, e gosto muito do professor, eu nunca faltei nessa aula”. Atribuímos estes resultados a metodologia utilizada nas aulas do Projeto de contraturno aplicado nesta escola, que investe naquilo que a criança sabe, nas potencialidades dela, conforme indicam Lapierre e Aucouturier (2004). A criança aqui pesquisada passou a conversar com colegas e professores, inclusive realizar apresentações em público na escola como leitura, dança e canto. Nessas aulas priorizou-se a ludicidade e a corporeidade de cada criança, privilegiando-se a Psicomotricidade como metodologia, numa abordagem relacional e orientando-se a docência pelo método ativo construtivista: o aluno como agente ativo na construção do conhecimento, o trabalho em equipe e a busca do autogoverno (autonomia) (MACEDO, 1994).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Pelos resultados obtidos neste estudo podemos verif**ar a importância que a Psicomotricidade, especialmente a que propõe um olhar relacional sobre o aluno, tem para contribuir com crianças com dificuldades emocionais e sociais no contexto escolar. O investimento numa metodologia que acredita nas potencialidades da criança e na diversidade de experiências pode trazer contribuições signif**ativas para as crianças, melhorando sua auto-estima, sua autoconfiança e despertando-lhes o desejo de aprender e conviver na escola. Tornando sua permanência neste ambiente um tempo de bem-estar.

REFERÊNCIAS

BEHRMAN, R. E.; KLIEGMAN, R. M.; JENSON, H. B. Nelson: tratado de pediatria. 17. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
LAPIERRE, A.; AUCOUTURIER, B. A Simbologia do Movimento: psicomotricidade e educação. 3 ed. Curitiba, PR: Filosofart Editora, 2004.
LÜDKE, M; ANDRÉ, M, E, D, A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986 99 p.
MACEDO, L. Ensaios construtivistas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.
RAUEN, F. J. Roteiros de investigação científ**a. Tubarão: Editora Unisul, 2002.

O dia 09 de Dezembro foi a vez dos acadêmicos do segundo semestre de Educação Física do Centro Universitário de Brusque ...
15/12/2015

O dia 09 de Dezembro foi a vez dos acadêmicos do segundo semestre de Educação Física do Centro Universitário de Brusque - UNIFEBE, terem contato com a Psicomotricidade Relacional...um presente do Ms. Adonis Lisboa aos seus alunos...mais que formar é necessário sensibilizar o educar!!!

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23/11/2015

Neste último dia 13 de novembro os Grupos Recreare e École oportunizaram pais, professores, profissionais da saúde e da Indústria de Brusque e região conhecerem a Psicomotricidade Relacional e dedicar um tempo pra cuidar de si!
No mesmo dia em que o mundo voltou-se aos ataques terroristas em Paris, o método criado na França por André Lapierre mostrou que existe algo que realmente pode contribuir rumo à um mundo melhor!

26/07/2015

Mais uma etapa concluída!!! Parabéns aos profissionais que apresentaram seus trabalhos de conclusão de curso , desejamos muito SUCESSO à vocês!!!

Semana Mundial do Brincar 2015 - Ciar/ Unifebe/ École
10/06/2015

Semana Mundial do Brincar 2015 - Ciar/ Unifebe/ École

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08/06/2015

No dia 03 de junho, em parceria com o Centro Universitário de Brusque – UNIFEBE, o Grupo École e o Ciar Curitiba, promoveram a Semana Mundial do Brincar 2015, buscando estimular a criatividade, a resiliência e a coragem, pais, profissionais da saúde e educação, puderam por meio de uma vivência em Psicomotricidade Relacional conhecer um pouco mais da metodologia, momentos segundo eles, de plena alegria, o que jamais esquecerão!

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Brusque, SC

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